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História Para Me Amar de Verdade - Capítulo 31


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Capítulo 31 - Até o fim, parte 2


Juleka estava usando o miraculous da serpente, e Alix o da tartaruga. Tudo no plano estava saindo conforme o planejado, ao menos, esperávamos que sim.

- Daqui a 5 minutos, a equipe de informática de lá da mansão terá derrubado todas as barreiras de proteção do CI e desativar a energia do prédio. Fiquem atentos. - disse Cat Noir, enquanto estávamos atrás de dois prédios de frente para a GN.

- Horsebug, agora você está usando o miraculous do cavalo e da joaninha, mas eu não entendi, o que o seu avô tinha te dado mesmo? - perguntou Viperess. Ela preferiu usar esse nome.

- Bom, ele havia me dado uma das fórmulas de evolução de poderes, assim, eu posso abrir portais a qualquer momento para qualquer parte do mundo. Isso vai nos ajudar e muito, já que possivelmente a gente vá se separar. - respondi, passando a costa da minha mão esquerda em minha testa.

- Horsebug, temos apenas dez minutos depois que a energia for embora completamente. Max já me disse o que pode acontecer com o computador quando o vírus atingir ele. Nós vamos apenas entrar na GN, pegar sua irmã e aquele homem que é o parceiro dela e vamos dar o fora.

- Ela tem um belo homem em sua companhia... - falei, só pra provocar Cat Noir, o que deu bastante certo.

- Espero que você fale assim de mim depois que nós casarmos. - rebateu o herói de preto, com um sorriso bobo no rosto. Apertei a bochecha dele e revirei os olhos.

- Temos que primeiro namorar pra depois casar.

- Eu quero fazer logo as duas coisas... - Cat me olhou com uma carinha de gato pedinte tão fofa, que eu quase o agarrei e o beijei ali mesmo.

- Se controla, Cat, temos muita coisa em jogo agora. - retruquei, colocando as mãos na cintura.

- 1 minuto, galera! - disse Protectess, balançando uma das mãos no ar, em nervosismo.

- E agora ou nunca, universo, Deus, deuses, sei lá, quem quer que esteja me escutando... Nos ajudem... - falei baixinho, com os olhos fechados.

- Vou fazer isso por você, Luka... Isso é por você... - Viperess também fechou os olhos, fazendo uma espécie de súplica.

- Em cinco, quatro, três, dois, um! - Protectess me encarou. - Worsebug, agora!!!

Concordei com a cabeça e abri um portal rumo à entrada da matriz da GN. Nós quatro entramos dentro do portal sincronizadamente, chegando ao destino.

- Uau, toda a energia da GN foi desligada mesmo! - disse Viperess, olhando ao redor.

- Viperess, ative o seu poder de segunda chance. - disse para a heroína de verde, que logo me obedeceu. - Protectess, Cat Noir, Viperess, qualquer imprevisto, me avisem.

- Ou me avisem! - disse Cat Noir, levantando a mão.

Abri um portal para Viperess ir para um departamento da GN (Cat Noir nos mostrou a planta do local antes), um para Protectess ir até a sala de armas e para Cat Noir ir para a sala de comando, enquanto eu fui vasculhando andar por andar atrás de Marie.

•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°

Ao chegarmos no último andar, saímos do elevador antigo, chegando a um largo corredor que dividia os departamentos da GN. Andamos lentamente pelo corredor, afinal, o material que usamos para fazê-lo causava um barulho e tanto, com o mínimo ruído de sapato ecoando pelo andar inteiro, mesmo que fosse um pingo de gota d'água. De repente, ouvimos as portas dos departamentos se abrirem, enquanto as luzes sumiam. Puta merda.

- David, temos que sair daqui! - falei, com os olhos arregalados.

- Vamos ter que correr até as escadas de emergência, topa? - ele me perguntou, segurando minha mão.

- O que eu não toparia com você, hein? - retruquei, e começarmos a correr.

- Casamento. - disse David, enquanto me olhava de soslaio.

- O que? - não havia entendido o que ele quis dizer.

- Você não toparia se casar comigo. - disse ele, fazendo uma careta.

- Talvez daqui a uns dois anos, se você concordar! - falei, correndo na frente dele.

- Você tá me pedindo em casamento? - perguntou ele, me alcançando na corrida.

- Não, você que me pediu hoje cedo. Eu estou apenas aceitando. - comentei, abrindo a porta da saída de emergência. David entrou e eu entramos, fechando-a com o cinto dele.

- Fico feliz que tenha repensado. - disse David, terminando de fazer o nó e se virando pra mim.

- Eu queria ter aceitado, mas achava que não estava pronta. Me desculpe.

- Tudo bem, a gente combina os detalhes mês que vem. - disse David, dando de ombros.

- O que? - perguntei, surpresa. No entanto, ouvimos barulhos de tiro no andar em que estávamos.

- Tem alguma coisa muito errada acontecendo. - David se aproximou da porta, tentando ouvir os sons do outro lado.

- Temo que isso tenha relação com Adrien e Marinette. Talvez eles estejam aqui, e por isso a falta de energia.

- Será que eles vão destruir a GN? - perguntou David, se virando em minha direção.

- Eu não sei, acho que sim. Não seria certo manter essa organização de pé depois de todo esse sofrimento. Temos que restaurar a paz dessa cidade e do mundo inteiro. Sei que a Dark Souls foi importante para o seu pai, mas...

- Ei! - ele colocou as duas mãos sobre meu rosto, me observando. - A Dark Souls não tem mais nada a ver com a nossa história. Essa é a GN agora, ou pelo menos era. Esqueça o passado, vamos focar agora no futuro.

Concordei com a cabeça e me aproximei ainda mais do rosto dele.

- Totalmente... - sussurrei, enquanto o beijava lentamente nos lábios. Até um certo tempo atrás, eu nunca tomaria essa atitude de imediato, mas alguma coisa dentro de mim, naquele dia, me dizia que eu... Que eu verdadeiramente o amava. E eu não era conseguiria ficar ignorando aquilo para sempre. Seria certo dizer que eu o amo na situação que estamos ou é melhor esperar?

•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°•°

Me teleportei em vários lugares e não achei Marie, muito pelo contrário, apenas encontrava agentes e soldados da GN. Usei umas bombas de gás lacrimogêneo para que eles não conseguissem me pegar (Adrien que me deu antes de virmos pra cá). Não queria matar aqueles homens e mulheres, afinal, eles poderiam só estar sob o comando da GN mesmo, e provavelmente tinham famílias. Não iria tirar o direito deles de viver, não poderia fazer aquilo. Meu objetivo era só salvar Marie e David, além de acabar com a Lila e o Félix (o básico do básico 👌). Foi quando ouvi alguns soldados falarem que Marie e o parceiro dela poderiam estar no terraço do prédio. Me teleportei para lá, abrindo portais para os outros heróis também.

Cat Noir, Viperess e Protectess apareceram. O herói de preto correu em minha direção.

- Horsebug, temos apenas 5 minutos. Aonde está a...

- Marie? - uma voz saiu da porta de emergência, que se abriu, revelando duas pessoas altas, uma eu conhecia perfeitamente. Corri na direção dela para abraçá-la.

- Marie!!! - falei, passando meus braços ao redor do pescoço dela e a abraçando. - Senti muita saudade... - senti as lágrimas rolarem sobre meu rosto, descendo compulsivamente.

- Marinette! - disse Marie, me devolvendo o abraço. Me afastei dela e suspirei aliviadamente. Marie colocou a mão esquerda no ombro direito do homem alto, que me estendeu a mão.

- Marinette, eu sou David, muito prazer em conhecê-la. - disse ele, abaixando a cabeça e em seguida levantando-a.

- Você... Me parece familiar, te conheço? - cruzei meus braços, olhando-o fixamente.

- Ahm, Marinette, ele era o... Uomo di Nero. - Marie disse, com os lábios torcidos para baixo.

- Ah, o do ataque à escola? - retruquei, espantada. - Sabia que te conhecia.

- Não se preocupe, eu nunca mais serei daquele jeito, me perdoa se te amendrontei. Hoje eu sou só um homem apaixonado pela sua irmã e que deseja consertar os erros do passado. - disse David, dando de ombros.

Marie olhou para ele surpresa, que apenas deu um sorriso, fingindo estar desentendido.

- Vamos sair daqui, irmã. - disse a mais velha, indo na direção dos heróis, acompanhada de David.

Quando eu ia abrir o portal para casa, porém, a porta de emergência foi arrombada, e Lila e Félix apareceram com vários outros soldados. Ao me virar para trás, sentir uma descarga elétrica violenta percorrer todo o meu corpo. Cai rapidamente no chão, me contorcendo de dor.

- Marinette!!! - gritou Cat Noir, olhando para mim desesperadamente.

- Filhos da puta!!! - Marie tentou correr na minha direção, no entanto, David a segurou.

- Acham mesmo que vão escapar daqui vivos? - Lila andou em minha direção, com uma adaga.

- Nós prometemos a você, Marie, que iríamos matar a Marinette na sua frente, e agora vamos cumprir isso. - Félix disse, debochadamente, enquanto parava ao meu lado. Sentia ainda meu corpo ter reações nervosas que eu não conseguia controlar. Me virei de bruços, tentando me levantar, mas Lila puxou o meu cabelo e passou o seu braço direito por volta do meu pescoço, me enforcando.

- Não! - disse Viperess, que antes de Lila passar a adaga ao redor de meu pescoço, voltou no tempo com o poder da segunda chance.

°°°

Já voltando no tempo, Viperess me avisou que Marie e David estavam no terraço do prédio. Teleportei todos os heróis para lá, reencontrando Marie. Abracei-a fortemente, me afastando e cumprimentando David. Viperess gritou para voltarmos para casa. Corremos na direção deles, porém, a atingida pela arma de choque foi Marie. Lila jogou-a para longe, fazendo David ir na direção dela correndo. No entanto, no meio do caminho, ele levou um tiro, e caiu no chão sem vida. Viperess ativou novamente a segunda chance. Ela me disse que voltamos no tempo 10 vezes em um intervalo de 5 minutos, e em todas elas, ou eu morria ou David morria, já que Lila e Félix não queriam matar Marie. Decidi então pensar em outra estratégia. Quando Marie e David apareceram, pedi para eles correrem na direção dos heróis, sem abraços ou cumprimentos. Cat Noir e eu ficamos lado a lado da porta de emergência, ele em um lado e eu no outro. Quando Lila e Félix apareceram, empurramos eles dois rapidamente, e eu abri um portal teleportando os soldados para o Deserto do Saara (esperava trazê-los de volta em uma outra oportunidade 😬...). Os dois se levantaram com raiva, encarando a mim e Cat.

- Seus desgraçados, nós vamos matar vocês! - disse Lila, apontando a arma de choque em nossa direção. Quando ela atirou, Protectess apareceu na nossa frente, e nos protegeu com seu escudo.

- Viperess, agora! - gritei, chamando a atenção de Lila e Félix para mim, que mal se viraram para trás e foram atingidos por dois chutes certeiros na nuca de cada um.

- Agora nós podemos ir embora. - falei, abrindo um portal para ir para a mansão.

De repente, Cat Noir recebeu um chamado de Max.

- Alô?

- Adrien, as coisas estão ficando tensas aqui! - disse Max, extremamente preocupado.

- O que houve?

- Não estamos mais conseguindo derrubar as barreiras firewall.

Cat Noir ficou pálido.

- Como???

- Tem uma... Mulher que... Está nos atrapalhando.

- Quem??? - perguntou Cat Noir, quase gritando.

- Eu não sei! Ela é loira, tem olhos verdes e... E parece muito com você, eu não sei... Ela está agredindo os funcionários aqui, quebrou alguns computadores, parece muito com você.

- Se parece comigo?

Cat Noir olhou em minha direção, foi aí que eu entendi. Eu não passei por aquele portal em San Gimignano sozinha. Emilie veio atrás de mim.

- Meu Deus, Adrien! Ela acabou de perfurar o Nino com uma faca! Venha para cá logo!

A ligação caiu, fazendo Cat Noir se desesperar.

- Temos... Que deter minha mãe. - disse ele, ainda olhando para mim.

- Eu não posso ir, se o vírus não destruir o Cabeça do Inferno, a GN vai permanecer nas outras partes da Europa! - rebati.

- E o que você pretende fazer? - Cat Noir se aproximou de mim, com os dentes cerrados.

- Tenho que destruir o software dele, a memória interna. Não podemos viver com esse mal. - falei, me aproximando ainda mais dele.

- Eu não posso te deixar. - Cat Noir estremeceu, em pânico.

- Você não pode ficar aqui. Estarei com Marie e David. Viperess e Protectess irão te ajudar caso precise. Tenho o miraculous do cavalo, posso me teleportar para qualquer lugar. Qual é, confia em mim! - levantei os braços, meio irritada.

- Você disse isso mais cedo, lembra? E olha no que deu. - disse ele, sarcasticamente.

- Tá dizendo que isso tudo é culpa minha? - perguntei, espantada.

- Marinette, eu não... Quero te deixar sozinha, quero ficar ao seu lado.

- Não seja idiota, eu sei me cuidar.

- Sei disso. - disse ele, convencido. Cat Noir baixou os ombros, passou as mãos pelos cabelos e virou de costas. - Independente do que aconteça, Marinette, quero que saiba que eu confio em você.

- Então me deixa fazer o meu trabalho, salvar o mundo. - falei, tocando no ombro dele. Cat me encarou derrotado, e me abraçou.

- Je t'aime pour toujours, tu comprends?* - disse, sussurrando em meu ouvido.

- Bien sûr, je comprends, chaton étourdi...** - comentei, revirando os olhos, mas soltando um riso. Cat Noir me beijou, saindo do abraço e fazendo sinal para que eu criasse o portal.

- Prontos? - perguntei, ativando o Viajar. Criei o portal, e me despedi dos heróis que passaram por mim. Marie e David resolveram ficar e me ajudar.

- Boa sorte, Horsebug! - disse Protectess, piscando pra mim.

- Cuidado, amiga, por favor! - Viperess olhou para Lila e Félix jogados ao chão. Apenas concordei com a cabeça e disse para ela que ia ficar tudo bem.

- Qualquer coisa, chama, gatinha! - disse Cat Noir, piscando pra mim. Dei um soquinho no ombro dele, que sumiu através do portal.

Marie e David andaram na minha direção.

- Você e o Adrien se dão melhor do que eu imaginava. - disse Marie, cruzando os braços.

David olhou para Félix e Lila jogados no chão.

- E o que vamos fazer com eles? - perguntou David, encarando nós duas.

- Vamos entregá-los para a polícia. Espero que apodreçam na cadeia. - disse Marie, dando de ombros. No entanto, quando menos esperamos, Félix se levantou em um sobressalto, apontando a arma para nós três. Peguei meu ioiô e comecei a girá-lo.

- Hahaha! Idiotas! Nós dissemos que vocês não irão sair vivos daqui, e vamos cumprir isso!

Lila ainda estava acordando lentamente. Lancei meu ioiô na direção de Félix, tentando tirar a arma dele, porém, ele se desviava dos meus ataques.

- Vai precisar mais do que um ioiô para me derrotar! - disse ele, atirando na nossa direção. Girei o ioiô na nossa frente, nos protegendo das balas.

Foi então quando Lila despertou e pegou uma arma também, apontando para nós.

- Eu vou atirar em alguém, e o escolhido foi você... David! - disse a morena, apontando a arma para ele.

- Não! - Marie ficou na frente dele, e eu passei na frente dos dois.

- Vocês não irão acabar conosco, mas, no mais, eu irei dar um fim em vocês!

Descombinei o miraculous da joaninha, entregando os brincos para Marie, me teleportei e apareci na frente de Félix, chutando-o para a beira do terraço.

- Não! - disse Lila, apontando a arma para mim. Marie colocou os brincos rapidamente e se transformou em Ladybug. Abri um portal para ela, que apareceu atrás de Lila e a empurrou para longe, tirando a arma dela.

- Acabou, Lila! - disse Ladybug, sorrindo vitoriosa. No entanto, quando Félix tentou me atacar, eu o empurrei impulsivamente, o que o fez tropeçar e cair do alto do prédio. Pôde-se ouvir os últimos gritos dele, enquanto eu olhava assustada para o homem que despencava do trigésimo andar, praticamente. Lila soltou um grito de desespero, e em um ato veloz, ela conseguiu derrubar a heroína que estava em cima dela, pegou a arma e atirou tentou atirar contra Ladybug. No entanto, mal vimos quando um homem negro ficou na frente dela. David levou três tiros na região peitoral, e caiu no chão. Meus olhos se arregalaram, em pânico. Marie não suportou ver ele morrer, andou na direção de Lila rapidamente, saltou no ar e a atingiu na cabeça com o pé, retirou a arma dela e atirou contra a mulher continuamente até as balas acabarem. Haviam doze.

Ela correu na direção de David, segurou-o em seus braços, e tentou se controlar mordendo os lábios inferiores fortemente.

- David!!! David, pelo amor de Deus, não morra, pelo amor de Deus, David! - disse ela, segurando firmemente nas duas mãos dele.

- Eu... Eu não poderia... Ver você morrer. - murmurou o homem, quase sem forças.

- Eu poderia resistir, esse uniforme é resistente! Por que fez isso? - perguntou ela, sentindo raiva pelo que estava acontecendo.

- A sua transformação... Está acabando...

- O que? - perguntou ela, vendo a própria transformação se cancelar.

- Eu disse... Não pude evitar, Marie... Ela poderia atirar em você... Outras vezes... Eu não iria suportar... Te ver morrer... Meu amor...

- Não, não, não fala isso, David! Aqui está o seu anel de casamento! Comigo! O nosso anel! - as lágrimas dela saíram ainda mais fortes. - Eu... Te amo, David. David, eu te amo, por favor, eu te amo muito, te amo demais... Eu sabia que te amava... Sempre soube... Eu sempre fui apaixonada por você, David... Desde os meus 16 anos... Nada mudou, nada mudou... David! - ela o abraçou fortemente, como se quisesse segurá-lo para sempre.

- Eu também te amo. Você sempre será... A mulher da minha vida. - disse ele, suavemente, enquanto olhava sua amada. David passou a mão esquerda sobre o rosto molhado da minha irmã, fazendo-a encará-lo. - Marie. Eu quero que você saiba... Que eu fui um homem muito... Muito feliz ao seu lado... Com os seus defeitos, qualidades, com as suas manias, com os seus gostos... Eu fui feliz... Eu te amei de todas as formas... De maneiras que eu nunca imaginei que amaria alguém... De diferentes dimensões que eu nunca reconheceria que existiam dentro de mim... Você me despertou todas elas... Todos os desejos mais profundos... Todos os anseios da minha alma, da minha carne... Não tivemos nenhuma noite de amor, mas as noites que eu pude ter ao seu lado, podendo te ver, te tocar, e desfrutar da sua companhia... Foram as melhores pra mim... Nada no mundo pagaria isso. Nada no mundo compensaria isso. Você me completou em todos os sentidos. E foi isso que me manteve vivo até hoje, e é por isso que eu irei partir hoje. Eu vou te amar em todas as minhas vidas, Marie, em todas as dimensões e galáxias, em diferentes mundos e universos. A minha alma sempre procurará pela sua, e ela vai se apaixonar por você por mais mil vezes, todos os dias, até o fim. Eu te amo.

David fechou os olhos e suspirou. Ele morreu. Nos braços de Marie. Que estava desolada.

Fiquei atrás dela, sem saber o que dizer e o que fazer.

- Eu vou... Te amar... Para sempre... - disse ela, quase como um sussurro, beijando-o na face e o deitando no chão. Senti o meu coração partir ao meio ao ver aquela cena. Marie estremeceu ao se levantar, e então virou para mim, com o seu rosto amargurado. - Vamos, Marinette. Vamos destruir a GN.


•°•°•°


*Je t'aime pour toujours, tu comprends ? - Eu te amo pra sempre, você entende?

**Bien sûr, je comprends, chaton étourdi. - Claro, eu entendo, gatinho tonto.


Notas Finais


...
...
...
Notas finais: "Não conseguirei superar a morte do David."

Mas vocês nem sabem o que vem por aí...

Agora sim!!!! Notícias boas virão!

Ou não!

Próximo capítulo, amanhã, fiquem espertos!

Estamos ainda chegando no fim...


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