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História Para o meu querido anjo mortal... - Capítulo 6


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Capítulo 6 - Capítulo 6


Harry descobriu quem seriam os campeões. O cálice escolher Fleur Delacour, Viktor Krum, Cedric Diggory e ele para o torneio. 


Harry já sabia das provas, então só estudava maneiras de passar por elas. Ele era o campeão mais tranquilo. 


Como prometido, Harry de aproximou dos campeões. Ele dividia suas tarde com seus amigos de Hogwarts e seus amigos campeões. 


Cedric era um Lufano. E com essa amizade, Harry conseguiu com que os Lufanos o apoiassem. 


Fleur era uma veela de Beauxbatons. Ambos tinham longas conversas interessantes. Era um ponto para ele quando Fleur percebeu que seu encanto veela não surtira efeito nele e o garoto estava com ela pela conversa. As alunas de Beauxbatons o acharam interessante por causa disso e sempre tinha alguém para conversar com ele. 


Viktor era alto e forte. Um búlgaro que fazia as meninas derreterem. Bem, até Harry podia se derreter se o seu coração já não tivesse dono. Os alunos de Durmstrang sentiram a forte magia que emanava de Harry e ficaram intrigados. "Como alguém tão jovem pode possuir tanto poder?" Viktor perguntou uma vez. 


— Dois pais poderosos. Descendente de Godric e ligado à linhagem de Salazar. Peverell desde o início... — Harry respondeu simples.


— Amiguinho, sorte de quem conseguir te fisgar. Tanto poder assim, chama a atenção de qualquer um. 


Tudo ocorreu bem. A primeira prova foi tranquila. A segunda prova foi mais puxada. Ele teve de buscar Hermione e isso o fez ficar nervoso pela preocupação com sua amiga. 


O baile de inverno foi um assunto e tanto. Cedric foi com Pansy, Harry se juntou à Hermione e Fleur foi com Viktor. Todos aproveitaram a festa. Snape ensinou Harry a dançar. Mas ainda parecida que o menino tinha dois pés esquerdos.


Numa noite antes da última prova, Harry estava dormindo nos aposentos de Snape quando ele teve um pesadelo. Ele sonhou com os pais sendo mortos assim como viu mas memórias de Tom. Mas desta vez, parecida ser pelos olhos do assassino. Severus entrou no segundo quarto às pressas. Ele puxou o garoto para os seus braços e o consolou. Ainda liberando seu cheiro de dominante, ele balançava o jovem e dizia palavras de conforto. Snape tinha uma leve ideia do que poderia ter sido. Ele conversaria com Voldemort assim que pudesse. Antes do garoto se entregar à terra do nosso, ele agradeceu a Snape. 


— Obrigado professor. Você seria um ótimo pai com todo o treinamento que tem comigo. Eu gostaria de ter um pai como você...


Aquelas falas bagunçou Snape. Ele vinha criando sentimentos pelo garoto. Severus queria esperar que o garoto ficasse mais velho e assim poder corteja-lo. Machucou saber que o garoto não o via como um potencial amante. 


Severus deixou o menino na cama e foi até sua estante de bebidas. O plano era beber toda a sua garrafa de Whisky. Ele tentou evitar que seus sentimentos crescessem. Mas não conseguiu e agora precisava afogar sua mágoa. Desde o início ele evitou se apaixonar. Mas o jeito cativante de Harry mudou seu coração. O jovem se tornou seu primeiro amor. Ele sabia da diferença de idade. Mas acreditava que poderia ter chances. 


O mestre de poções tentou se distanciar do garoto para poder curar seu coração. Harry ficou preocupado com seu professor e queria saber o motivo dele estar tão fechado. Mas Snape agiu apenas como um tutor e Harry sentiu que tinha algo a mais mas não sabia dizer o quê. Não tinha mais abraços, beijos na bochecha ou até risadas soltas. Se Harry precisasse de ajuda, ele ajudava. Se Harry precisasse usar seus aposentos, ele permitiria. Mas o Snape de antes não voltou, o que mexeu com Harry. 


Na terceira tarefa, tudo ocorreu como planejado. Quem conseguiu chegar até o cálice com Harry, foi Cedric. Ao tocarem na taça, ambos foram até o cemitério onde ocorreria a "ressurreição" do Lorde das Trevas. Lá, Harry disse à Cedric que assim que chegassem em Hogwarts ele explicaria tudo para ele e os outros campeões mas que o mesmo permanece quieto sobre tudo. 


Quando os dois voltaram, Dumbledore esperava que Harry voltasse com notícias de que Voldemort estava vivo. Mas os garotos saíram do labirinto ambos vitoriosos e Harry feliz como se nada houvesse acontecido. Aquilo intrigou o velho. Ele imaginou que os comensais da morte usariam o torneio a seu favor para trazer o mestre deles de volta. Mais um plano foi por água abaixo. 


Depois de muitas conversas, Viktor, Fleur e Cedric apoiaram Harry e ofereçam ajuda. Todos deixaram claro que qualquer coisa, era só ligar pelo flú. Viktor e Fleur voltaram ambos para suas respectivas escolas. 


Cedric passava boa parte dos dias com os amigos de Harry. E todos perceberam o interesse que Cedric criou por Pansy. Ela ficava toda animada quando contava algo que ele fez por ela. 


Com um Lorde das Trevas mudado, seus comensais também tiveram suas mentes mudadas. Todos eles eram mais receptivos a algo novo. Lucius e Narcisa quase se engasgaram ao ler a carta do filho perdido permissão para cortejar Hermione. Depois de longas conversas, ambos premuniram e prometeram recebê-la como qualquer outra convidada. Draco seria o primeiro Malfoy a quebrar a tradição de se casar com um puro sangue. 


Teo e Blaise passavam o tempo com Susan e Hannah. Ninguém sabia se estava rolando alguma coisa. Todos decidiram esperar para ver o que aconteceria.


Neville e Luna se tornaram grandes amigos. Neville era mais confiante si mesmo e Luna estava feliz pelo progresso. 


Percy mandava cartas diariamente à Harry. Todos decidiram se reunir no Castelo de Salazar durante as férias. Harry queria mostrar a Tom o quanto eles poderiam se divertir e seus amigos o apoiaram. 


Quando o ano letivo chegou ao fim, os adolescentes se encontraram na plataforma de Londres e ativaram a chave de portal que já estava programada. Assim que todos pousaram, Harry não perdeu tempo e correu para os braços de Tom. Snape sabia que podia haver um sentimento escondido ali, o que doeu ainda mais nele. 


— Finalmente! Estava com saudades do seu perfume... — Harry sussurrou no ouvido do Lorde das Trevas. 


— Aconteceu alguma coisa? — Tom perguntou assustado.


— Nada aconteceu. O seu cheiro me acalma e deixa feliz. — Harry se soltou do mais velho.


— Há muitos dominantes entre seus amigos para te acalmar quando você precisar, jovem. 


— Eu sei, mas o seu é diferente... — Harry corou e desviou o olhar. 


Voldemort apenas levantou uma sobrancelha para o ato e resolveu guardar essas informações para mais tarde. 


O castelo estava cheio. Havia alguns líderes vampiros e lobisomens a vista. Ginny teve de ir pra Toca, mas convenceria o pai a aceitar uma reunião com o Lorde das Trevas. Ao menos eles sabiam que ele não estava apoiando a esposa nessa loucura.


Com a chegada dos gêmeos e de Percy, tudo ficou mais animado. Até os outros dois mais velhos resolveram acompanhar os irmãos. Charlie era um cara legal. Ele era domador de Dragões. Bill era mais na dele, mas se tivesse bagunça dos gêmeos, ele estava junto. 


Alguns comensais da morte se juntaram ao grupo animado. No dia em que Ginny chegou com o pai, ambos trouxeram notícias de que Dumbledore queria atacar aqueles que eram amigos de Harry abertamente. Hermione com medo, pediu para Voldemort ir até a casa dela junto à ela para poder se despedir e ele lançar o charme de memória. Com tudo planejado, em uma semana estava feito. Hermione chorava dia e noite. Ela havia sido adotada pelo casal e doía saber que agora não tinha mais família. Até que Draco teve uma ideia. 


— Se Hermione não tem pais agora, ela vai precisar de um guardião, e se não for logo, Dumbledore reivindicará esse título assim como ele fez com muitos outros. E se a tia Bella e o tio Dolphus a adotarem? Eles ganham a filha que sempre quiseram, Hermione continua com pais amorosos, Dumbledore não pode reivindicar título nenhum em cima dela e todos saem ganhando. 


— Finalmente algo além de toda a pomposidade, draquinho. — Harry riu do amigo. 


— Acho uma ideia interessante. Mas acredito que os Lestrange e a senhorita Granger precisam conversar sobre isso e decidir sozinhos. — Voldemort deu sua opinião.


E com essa ideia de Draco, antes do início do novo ano letivo, Hermione se tornou uma Lestrange e foi feita herdeira. 


Sirius e Remus não participavam muito. Remus tinha uma gravidez de risco e precisava de repouso. Harry ficou animado por ter uma criança a caminho. 


Severus contou sobre um dos pesadelos que Harry teve e Voldemort concordou que poderia ser Dumbledore lançando suas memórias em Harry para abalar o garoto. Snape tomou liberdade de dar um aviso ao seu mestre, por Harry ele enfrentaria quem fosse.


— E antes de eu me retirar. Eu tenho um aviso. Sei que Harry cria sentimentos por você e eu espero que você não o magoe. Ele já viu muitos horrores para a pouca idade que tem. Se você machuca-lo, eu farei você se arrepender de ter nascido. Não quero saber se é meu mestre ou não. Harry é precioso demais pro mundo que vive e eu não permitirei que mais alguém o magoe. Eu me faço claro? — Snape ergueu uma sobrancelha que mostrando que não havia discussões. 


— Pode ficar tranquilo que não o magoarei. Por causa dele eu sou um homem mudado e eu sou grato por isso. Eu sei que ele tem sentimentos por mim, e se ele quiser seguir adiante, estarei aqui por ele. Sei também que você ama Harry mas também sei que ele só o vê como tutor. Nunca fiquei numa situação parecida antes, mas creio que deve ser doloroso. Cuidarei do nosso pequeno amor. — Voldemort esclareceu.


— Assim espero. — Snape se retirou e rumou ao seu quarto. Ele precisava de um tempo sozinho.



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