História Para Olvidarte de Mi - Capítulo 58


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Categorias Rebelde (RBD)
Personagens Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chavez, Christopher Uckermann, Dulce Maria, Maite Perroni, Personagens Originais
Tags Chaverroni, Ponny, Rbd, Reencontrorbd, Vondy
Visualizações 239
Palavras 2.150
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 58 - Casamento Chris


No dia seguinte a festa e ao ocorrido Poncho foi ao apartamento de May para se explicar, ela o escutou e resolveu o perdoar. Os dois então se sentaram no sofá para ver um filme na netflix até que o celular de Poncho tocou.

- Alô! Sim! Ok! Tô indo pra aí.

- O que houve?

- A Diana tá indo pro hospital, a bolsa estorou. - Explicou Poncho.

- Meu Deus!

- Eu vou pra lá, tá?

- Quer que eu vá com você?

- Não precisa. Tchau! - Falou Poncho pegando suas coisas.

- Tchau! Boa sorte! - Falou May e Poncho saiu correndo do apartamento rumo ao hospital.

"May: Novidades, Diana tá indo para o hospital porque a bolsa estorou.

Xxx: Ok! Agora tudo vai dar certo.

May: Sim! Não vejo a hora. Ele tá indo pro hospital.

Xxx: Ok! Você lembra que amanhã é o casamento, né?

May: Sim! 

Xxx: Você acha que vai acontecer?

May: Se acontecer não vai durar, lembra do que falamos ontem?

Xxx: Sim! Já está tudo ajustado, eles não desconfiam que sou eu que estou te contando as coisas.

May: Ainda bem! Melhor ser assim. 

Xxx: Realmente. Boa sorte!

May: Boa sorte!"

*      *      *

- Acho o outro mais bonito Chris. - Falou Dulce sobre o terno de Chris.

- Sério? 

- Sim! Fica mais elegante.

- Tá.

- O bebê do Poncho vai nascer hoje. - Deixou Dulce escapar.

- Como sabe? - Questionou Chris.

- A May me falou. Nós ainda somos amigas, lembra?

- É verdade. Sabe a Lluvia me contou uma coisa da festa de ontem que achei muito estranho.

- O que?

- Ela disse que viu a Maitê conversando com a Annie no banheiro.

- E qual o problema?

- Ue elas não estavam se odiando? - Questionou Chris.

- Até onde eu sei sim, mas as vezes estavam tentando fazer as pazes. Sei lá.

- Como você não sabe? Você não tá conversando com as duas?

- Sim! Mas não tô sabendo de nada.

- Isso é muito estranho.

- Por quê? - Perguntou Dulce.

- Você não acha estranho?

- Acho, mas vai que elas realmente estavam fazendo as pazes?

- Sei não.

- Vai pegar o outro terno Chris e esquece isso. - Pediu Dul tentando encerrar o assunto e assim Chris foi.

*      *      *

- Calma Diana! Nosso garotão está vindo.

- Ai Poncho!

- Estou aqui. Fica tranquila, tudo vai dar certo. - Falava Poncho para acalmar Diana.

- O Senhor tem que esperar aqui fora. - Falou o médico.

- Ok!

Poncho então ficou esperando do lado de fora, esperou bastante tempo até que escutou lhe chamarem, mas não era o médico.

- Poncho?

- Annie? O que faz aqui? - Questionou Poncho.

- Tem uma amiga minha internada por conta de uma cirurgia e eu vim visitá-la. E você?

- A Diana está em trabalho de parto.

- Sério? Meus parabéns!

- Obrigado!

- E com a May ontem? Deu problema?

- Mais ou menos. Mas ela já me perdoou.

- Desculpa eu não queria te causar problemas, mas é que quando eu te vejo me dá uma vontade louca de te beijar... - Falou Annie se aproximando de Poncho, mas ele se afastou.

- Não Anahí!

- Vai negar que também quer esse beijo? - Falou Annie se aproximando de Poncho e ele a beijou.

O beijo entre os dois não durou muito porque Poncho se afastou.

- Não!

- Foi você que me beijou.

- Me deixa em paz Anahí! - Pediu Poncho saindo.

- Aí você tá pedindo demais Ponchito. - Falou Annie depois que Poncho saiu.

Poncho saiu dali e descobriu que Daniel já havia nascido então foi ao berçário para vê-lo. Assim que Poncho o olhou se emocionou, aquela coisinha era uma das poucas coisas boas que lhe havia acontecido nos últimos meses. Daniel se parecia muito com Poncho o que lhe emocionou ainda mais. Depois de um tempo Poncho pode entrar para ver Diana.

- Ele é lindo! - Falou Poncho entrando no quarto em que Diana estava.

- Ele se parece com você, só espero que não se pareça no carácter.

- Como assim Diana?

- Você também está traindo a Maitê com a Anahí, pensei que fosse sossegar.

- Não é assim.

- Eu vi vocês se beijando no corredor a dez minutos atrás. - Falou Diana.

- E o que você tem haver com isso?

- Nada! Só espero que meu filho não tenha o mesmo carácter que o pai.

- Você não sabe do que está falando.

- Sei que não é fiel a ninguém.

- Não é bem assim.

- Saí daqui por favor. - Pediu Diana e Poncho saiu.

*      *      *

5 dias depois...

- Ainda bem que você veio. Eu tô muito nervoso. - Falou Chris.

- Eu não poderia perder o seu casamento. - Falou Ucker.

- Aí meu Deus, será que vai dar tudo certo?

- Claro que vai! Fica calmo.

- É difícil.

- Você gosta mesmo da Lluvia? - Perguntou Ucker.

- Gosto!

- Então pronto!

- Licença! - Bateu Annie na porta do camarim que eles estavam.

- Annie que bom te ver. - Falou Chris.

- Vocês estão lindos.

- Você está linda também. - Falou Ucker.

- Ucker será que você deixa eu dar uma palavra com o Chris? 

- Claro! Fique a vontade. - Falou Ucker saindo.

- O que foi? Algum problema?

- Não! Eu só quero ter certeza que você tem certeza do que está fazendo.

- Claro que tenho!

- Chris, você sabe que eu sempre vou querer sua felicidade, sempre vou estar do seu lado para o que for, mas preciso saber se você realmente sabe o que está fazendo, casamento é algo sério e não quero que faça algo que depois vai se arrepender como eu me arrependi. - Falou Annie.

- Eu sei que se preocupa Annie e agradeço, mas eu tenho certeza. Eu amo a Lluvia.

- E ela te ama na mesma medida?

- Ama! Bom, acho que ama, nós nunca conversamos sobre o tamanho de nosso amor, nos amamos e isto basta.

- É, mas nós dois sabemos que há alguém que você ama mais do que a Lluvia. - Falou Annie.

- E do que me adianta isso se nós dois sabemos que essa pessoa não me ama? - Questionou Chris.

- Só me preocupo com você, não quero que se arrependa.

- Eu não vou. Eu amo a Lluvia e sou feliz com ela.

- Eu te amo irmãozinho! - Falou Annie com os olhos cheios d'água.

- Também te amo! - Falou Chris abraçando Annie.

*      *      *

A cerimônia de casamento começou, havia bastante pessoas, Chris estava nervoso, a igreja estava bem enfeitada e as madrinhas estavam lindas. Ucker acompanhou Annie, Nathalia foi com seu namorado e Dulce foi madrinha com Thomáz, um amigo de Chris que ela já conhecia. A marcha nupcial tocou e todos voltaram seus olhares para a noiva que entrava na igreja com seu lindo vestido branco como a neve.

- Estamos aqui hoje reunidos para celebrar a união desse jovem casal Christian Chávez e Lluvia Del Río. - Começou o padre.

Estavam todos concentrados na cerimônia que acontecia lá na frente que não foram capazes de ver um casal que entrava atrasado na igreja. Ele de calça preta social, blusa social branca e sapato social. Ela se vestia como se estivesse de luto, estava com um vestido preto longo e justo, maquiagem preta carregada, seus cabelos negros soltos e batom vermelhos. May e Poncho ficaram assistindo a cerimônia do fundo da igreja, apenas Dulce viu quando eles entraram e imediatamente sorriu para May.

- Christian Chávez, você aceita Lluvia Del Río como sua legítima esposa prometendo ama-lá e respeita-lá, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na pobreza e na riqueza até os últimos dias de suas vidas? 

- Prometo! - Afirmou Chris sorrindo.

- Lluvia Del Río, você aceita Christian Chávez como seu legítimo marido prometendo ama-ló e respeita-ló, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na pobreza e na riqueza até os últimos dias de suas vidas? - Perguntou o padre e Lluvia demorou um pouco a responder, o que fez um pequeno sorriso brotar no rosto de May que logo se desfez.

- Prometo!

- Então se há alguém aqui nessa noite que é contra essa união que fale agora ou cale-se para sempre?

Nesse momento Dulce olhou para May tentando a encorajar para que fala-se algo, mas May se conteve e não falou nada, apenas aceitou que Chris se casava com outra. May se manteve quieta, mas seus olhos se encheram d'água.

- Sendo assim, com os direitos a mim permitidos, vos declaro marido e mulher. Pode beijar a noiva. 

Chris então beijou Lluvia. May não conseguiu controlar suas lágrimas que caíam. Quando os noivos estavam saindo Chris viu May e a olhou como se não acreditasse. Todos se encaminharam para a festa que era em um salão ao lado da igreja. Em certo momento da festa Poncho estava conversando com Ucker e May foi falar com Dulce.

- Por que não fez nada? - Perguntou Dulce.

- Você sabe que eu não posso.

- Eu sei, mas não entendo. Acho que já deu.

- Está acabando. - Informou May.

- Pensei que iria ao menos tentar impedi-lo.

- Não vai durar muito mesmo.

- Você está certa que isso vai dar certo.

- Porque eu sei que vai. Infelismente eu dei minha palavra e não vou quebrá-la.

- Eu sei, mas e se for tarde demais?

- Não sei. - Falou May.

- Será que podemos conversar Maitê? - Perguntou Chris aparecendo onde elas estavam.

- Claro!

Chris e May então foram para um lugar mais afastado da festa para poderem conversar.

- Por que está aqui? - Questionou ele.

- É seu casamento.

- Vocês não foram convidados.

- Eu sei. Mas eu precisava ver que isso era real, precisava deixar minha ficha cair. - Falou May segurando a emoção.

- Para o quê?

- Para ver que eu perdi o homem da minha vida.

- Homem da sua vida? Então o que está fazendo com o Alfonso? - Questionou Chris.

- Perdendo tempo talvez.

- Achava mesmo que eu iria esperar você parar de perder tempo?

- Não! E é por isso que não estou brava com você e sim comigo.

- Precisava vir para isso?

- Você vai me expulsar daqui?

- Você sabe que não Maitê.

- Você me ama Chris? - Perguntou May.

- De novo com isso?

- Talvez por que você não tenha me respondido. Uma pergunta simples com uma resposta ainda mais simples. Você me ama?

- Não! Mas eu amei, amei muito, amei por nós dois e como já te disse antes isso não foi suficiente. Eu cansei de ser enrolado por você Maitê, cansei de esperar você parar de perder tempo, cansei dos seus joguinhos e então permiti que meu coração amasse outra vez. - Falou Chris segurando para que as lágrimas não caisssem, ainda que seus olhos estivessem cheios e May já deixava que as lágrimas escorressem.

- Eu ainda te amo! - Falou May quase em um sussurro.

- Mas agora é tarde demais para me dizer isso.

- Eu sei, só não se esqueça disso. - Falou May entre lágrimas.

- Eu jamais me esquecerei, eu prometo! - Falou Chris se aproximando, beijou a testa de May permitindo que uma lágrima caisse e saiu. May então continuou lá imóvel tentando fazer que suas lágrimas parassem.

*      *      *

- Onde você tava cara? - Perguntou Ucker para Chris que limpava a lágrima que havia caído. - Tá tudo bem?

- Tá! Eu estava falando com a Maitê.

- O que conversaram?

- Estavamos dizendo adeus, encerrando qualquer laço que ainda pudesse existir de algo que tivemos.

- É por isso que você tá assim, né? 

- É! Você sabe que eu a amei muito. - Falou Chris.

- Sei que ainda a ama e por isso está assim.

- Não mais, deixei para trás qualquer sentimento por ela.

- Chris! - Chamou Lluvia.

- Oi meu amor!

- Vem! Nós vamos cortar o bolo agora.

- Vamos! - Falou Chris saindo com Lluvia.

*      *      *

- Aqui está o combinado com um adiantamento da segunda parcela. - Falou May entregando um pacote.

- Está certo?

- Não acredita no que eu falo?

- É lógico que acredito, tem até a mais.

- Vê se não vai me decepcionar. Não quero que esse casamento dure mais que um mês.

- E eu não quero que dure mais que uma semana.

- Você tem certeza que vai conseguir levá-la Enrique? - Questionou May.



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