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História Para onde vamos ao adormecer. - Capítulo 1


Escrita por: e Excuse-mE_Brow


Notas do Autor


– Esse é apenas o cap 1, e também minha primeira história com a Excuse-mE_Brow. ;-;

– Estamos tentando trabalhar no resto, estamos realmente puxadas-

– Oi, é a Excuse-mE escrevendo. Esta história é narrada em 1901, que no universo alternativo que eu, e Kakae criamos, é totalmente diferente de nossa realidade mas com cenários semelhantes. Espero que aproventem ao máximo a leitura e que gostem.

Capítulo 1 - Prólogo.


Fanfic / Fanfiction Para onde vamos ao adormecer. - Capítulo 1 - Prólogo.

Estava chovendo naquela noite. Eram 19:45... Sou Kafhen, prazer. Eu estava a olhar meu reflexo na janela, como de costume; também falava com ele de vez enquando, já que as outras crianças não queriam falar comigo por me achar "esquisito"? Sim, acham eu e meu irmão gêmeo, Estephan, esquisitos; somos híbridos, deve ser este o motivo da descriminação. Estephan, o gêmeo mais velho, está dormindo, ele tem insônia... Então não dorme direito, e quando dorme, já é dia; já se fazem cinco horas que ele está a dormir, e eu estou aqui, a olhar meu reflexo, sozinho. Decido conversar um pouco mais com meu "amigo" reflexo, por quê não?

Kafhen: Hey, quer ouvir uma história? É sobre dois garotos híbridos que eram felizes... Mas perderam tudo o que tinham por causa de uma guerra... – fico a esperar da resposta, e um silêncio toma conta do local, considerei isso como um "sim" – Okay! Vou contar então!

– No ano de 1890 dois garotos nasceram ao mesmo tempo, eram gêmeos univitelinos! O mais velho se chamava Estephan, e o mais novo, com um minuto de diferença, se chamava Kafhen... O menor e mais frágil, além de ser o mais novo... Como todos dizem, humph. – Começo a lembrar de todos os acontecimentos. Os que me faziam feliz ao menos.

P. O. V. Co-Autor;

---> Flash Back 1 on

A mulher dos cabelos ruivos como o fogo, cozinhava o prato favorito de seus gêmeos, o nome dela era Felícia, uma italiana, humana, jovem e bonita. Era casada com Ludwig, um dos muitos "melhorados" alemães, porém, era bom e atencioso, como um humano de bom coração. Ela batia a massa do bolo enquanto cantava uma música que seu marido cantava para os meninos dormirem.

Estephan: Mamãe! Mamãe!

Felícia: Ah meu Deus! Que gritaria é essa??? – diz a mulher, um pouco irritada com o ato.

Estephan: O Kafhen atacou uma bola na minha cara! – dizia o garoto, fazendo-se de vítima, apontando para o mais novo que vinha atrás de si.

Kafhen: Ei! Para de mentir idiota! Você que entrou com essa sua cara gorda na frente! – dizia claramente bravo, já agarrando o irmão para puxar seu cabelo.

Ludwig: CHEGA! – o pai chega, aparentando estar bravo com a briga dos dois, que param de brigar na hora. A esposa olha atenta para o marido, que estava olhando fixamente para os garotos a sua frente. Os dois olham o pai – E então... Qual o motivo da briga desta vez?

Os dois começaram a falar em uníssono e nenhum deles entendia nada.

Ludwig: Um de cada vez!

Estephan: O Kafhen jogou sua bola em – é interrompido pelo mais novo.

Kafhen: É mentira!!! Esse gordo que cubriu a passagem da bola!

Flash Back 1 off --->

---> Flash Back 2 on

O pai se encontrava sozinho na sala, preparara o violino para seu hobbie matinal, toca-lo. Mal sabia ele que Kafhen estava a ver seu pai, escondido no vão da porta, apoiando-se na mesinha de livros encostada à parede. Ludwig começa a tocar, mas logo é interrompido por um estrondo; era Kseu filho, jogado junto à mesinha e os livros.

Ludwig: Ora muleque, estava a me espiar? Ver o que os outros fazem sozinhos é feio! – Diz ele, com um sorriso no rosto.

Kafhen: Pe- perdão pai! E- eu não queria... Derru- – É cortado pelo pai, que o acalma.

Ludwig: Nah, tudo bem, você fez um favor em quebrar essa merda- – ele repensa o palavrão na frente do garoto, se amaldiçoando por isso – essa coisa, agora não terei mais que limpar, heh.

Kafhen: Essa merda!

Ludwig: O que??? Não repita! É feio!

Kafhen: Essa merda! – Dizia o menino atentado, imitando e desobedecendo o pai.

Ludwig: Oras seu... – dizia se preparando para dar uma bronca no filho.

Flash Back 2 Off --->

Flash Back 3 On --->

Estephan: Hey, maninho! Olha que brinquedos bonitos! – aponta para guiar a cabeça do irmão – Vamos lá ver!

Kafhen: Es- Esperaah!¡ – ele puxa o irmão repentinamente.

Se passa um tempo até os pais dos meninos conseguirem tirar suas caras da vidraça da loja de brinquedos. Era só falar aos garotos que iam comer, e pronto, estava feito.

Estavam na cidade comprando agrados de Natal para eles, e parentes próximos que viriam a ficar com os mesmos neste Natal. A família entra em uma lanchonete e faz seu pedido. Os dois garotos se distraiam com a chuva, que acabara de chegar, enquanto os pais esperavam perto do balcão seus pedidos.

Kafhen: Irmão – Chamou-o para que o mesmo preste atenção em sua fala – Ouvi dizer que humanos e “melhorados” estão se separando... Será que vai acontecer o mesmo com nossa família?

Estephan: Oras, onde ouviu essa merda? – perguntou irritado, mas logo segurando seu tom grosseiro – ... Maninho, não se preocupe, okay? A mamãe e o papai se amam muito, eles jamais se separariam e nos deixariam assim, sozinhos. – O irmão da um sorriso, colocando a mão no ombro do mesmo, que também sorri.

Todos no estabelecimento ouvem barulhos altos e estridentes de avião. Não eram aviões de planagem ou colheita comuns, eram diferentes dos que os garotos já haviam visto.

Kafhen: Ahm... Maninho, que avião é esse? – O garoto pergunta confuso – não são familiares, se parecem muito com... Ah merda! SÃO BOMBARDEIROS! ABAIXEM!

Não deu tempo de fazer nada, quando viram, já sufocando-se em baixo dos destroços da lanchonete. O irmão mais velho, que acabara por baixo de seu irmão, que o protegeu, se perguntava tentando sair dali, como o irmão sabia de tal avião.

Não haviam muitos sobreviventes, apenas os gêmeos e mais 5 adultos, dois deles eram cozinheiros. Neste local haviam morrido 16 humanos e 10 melhorados. Dentre as vítimas da fatalidade estavam os pais dos meninos. Desde aquele dia, Estephan jurou vingança àqueles que tiraram a vida de seus pais.

Encontraram sr. e sra. Bouganvillea soterrados em meio aos destroços da lanchonete, suas cabeças haviam sido esmagadas, e os quadris, juntamente de vários outros ossos quebrados. Os gêmeos por acaso estavam “ótimos”, tirando a trágica notícia. O mais ferido dos dois era Kafhen, pois protegera o irmão mais cedo.

Kafhen: para onde vão nos mandar... ?

Estephan: eu... Eu não sei irmão... Teremos de ver isso ainda... Por enquanto, acho que ficaremos aqui no hospi- – é cortado pelo médico, que tinha ido os comunicar sobre algo – A carona de vocês chegou – Disse, antes de fechar novamente a porta do local aonde estavam os meninos.

Estephan: Carona... ?

Flash Back 3 Off --->

---> Momentos atuais;

Depois de me lembrar de tudo isso várias e várias vezes, eu já não sentia mais tanta coisa como antes...

Gran Madre – PIRRALHOS, HORA DO JANTAR!

Merda, eu não tô com fome sua velha gorda! Uhm... Vou chamar o maninho, que saiba ele esteja...

Kafhen: tchau reflexo! – aceno para o mesmo, saindo da beirada da janela e indo em direção às escadas acordar meu irmão.



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