História Para salvar o mundo - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Hermione Granger
Visualizações 91
Palavras 992
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 12 - Cap. XI


POV Narrador

- Eu Hermione Canópia Potter venho aqui reivindicar meu lugar de direito como regente das casas Peverell, Potter e Selwyn – os suspiros podiam ser ouvidos pelo salão, quando Hermione, deixou sua magia fluir, como uma força indomável que rugia por justiça...ela foi iluminada por uma luz branca que iluminou três assentos, sendo que dois estavam ocupados...logo que os ocupados foram iluminados, os homens pularam como se o assento os queimasse que interessante, acho que tem pessoas desconhecidas sentadas onde não devem, certo?

Sua voz era firme e foi amplificada pela acústica e o silencio da sala.

- Ora senhorita isso era desnecessário! – um dos homens queimados pela luz se virou para Hermione com raiva.

- Primeiro se identifique senhor, depois veremos o que é desnecessário – ela não tinha saído do lado da pedra que agora exibia um fraco brilho branco pulsante.

- Eu sou Evaristo Suarez, regente pela família Potter...

- Com a autorização de quem senhor Suarez? – a magia de Hermione flui mais forte.

- E...bem...

- Não importa, como pode ver pelo meu anel e pelo reconhecimento da pedra de Merlin, eu sou a regente Potter e não foi por autorização minha que você foi posto ai – ela se virou para o outro homem, mais velho que tentava sumir devagar – isso vale para você também que ocupava a cadeira Peverell. E já que estamos aqui – ela se virou para Albus Dumbledore – quero que se inicie uma investigação formal do porque meu sobrinho foi dado a uma família trouxa que o odiava e deixado para ser abusado por três anos, do porque não fui contatada e porque Gringotes foi impedido pela suprema corte de me localizar para que os meus direitos, como membro de três ilustres e antigas famílias fosse reconhecido.

- Essas são acusações sérias – os dois falsos regentes foram escoltados por aurores para fora da sala – tem alguma prova.

Hermione deu ao velho bruxo um sorriso que definitivamente poderia ser caracterizado como o de um predador que teve sua presa onde queria.

 

POV Hermione

Dei a Dumbledore um sorriso cheio de dentes e o vi se encolher ligeiramente.

- Que bom que perguntou – tirei a mão da pedra e peguei minha pequena bolsa de contas e convoquei a pasta referente aos exames médicos que documentavam o abuso que o Harry sofreu, o documento em que os Dursleys me passavam a guarda dele e o documento que comprovavam que o banco foi impedido pela suprema corte de entrar em contato comigo...Dumbledore parecia nervoso...fiz cópias temporárias e flutuei uma para cada um dos membros na suprema corte, inclusive Dumbledore.

Enquanto todos liam suas cópias me dirigi ao assento Peverell, que se localizava na conhecida área neutra, o assento Potter estava do seu lado, no limite da área da luz (controlada por Dumbledore), o assento Selwyn estava mais atrás, já que era uma família menor...quando sentei no assento Peverell, as outras duas cadeiras brilharam e sumiram, seus brasões agora eram exibidos abaixo do brasão Peverell, que era o mais antigo.

- Senhorita Potter...- Dumbledore se dirigiu a mim – creio que esses documentos me levam a entender que a senhorita pegou o senhor Potter da casa dos seus parentes sem autorização da suprema corte, creio que seja sequestro...

- Senhor....desculpe mas não sei quem é – o cortei antes que continuasse – mas vejo que ocupa a cadeira de chefe supremo, eu sou Hermione Potter e de acordo com a lei bruxa, Harry Potter deveria ter sido entregue a mim, como um jovem bruxo, sua primeira opção de família guardiã era alguém de seu sangue e que seja mágico, depois seus parentes trouxas se houver...e não sei se pode perceber senhor, mas meu primo estava sendo abusado, de acordo com os medico era possível que não aguentasse mais dois anos, sendo submetido a espancamentos e deixado trancado com fome.

- A senhorita não pode ser localizada...- será que ele não aprende?

- Gringotes poderia ter me localizado com facilidade, mas foram impedidos, pela suprema corte, outra questão a ser tratada? – me virei para Madame Marchbanks que presidia a suprema corte, Dumbledore era quem tinha maior voz, mas a palavra dela era a final – então sim, eu fui buscar meu primo que estava sendo abusado em uma casa que não exibia proteção mágica nenhuma contra bruxos das trevas que poderiam ir atrás dele em busca de vingança.

- Muito bem senhorita Potter, a investigação será iniciado, algo mais que queira trazer a suprema corte? – olhei para Dumbledore e me voltei para a Madame Marchbanks.

- Sim, madame, eu gostaria que uma investigação formal fosse feita sobre Albus Percival Wulfrico Brian Dumbledore, por uso improprio de sua posição para roubar os cofres e relíquias da família Potter – mais suspiros, será que esse povo só saiba fazer isso? – aqui está a documentação – levitei os documentos do banco sobre as retiradas até ela, esse não precisava ser mostrado a todos – a família Potter considera isso uma afronta e uma tentativa deliberada de extinguir uma família antiga descendente de uma poderosa linhagem e eu, por meio da suprema corte, exijo o afastamento dele de seus deveres na Suprema corte, ou além da recuperação dos meus bens que ordenei ao banco que fizesse, deve estar ocorrendo nesse momento, exigirei, satisfação por sangue, de acordo com os ritos antigos – esperei, mas dessa vez não veio mais suspiros...a ala escura parecia divertida com o que estava acontecendo...a ala da luz parecia horrorizada e a ala neutra exibia uma mascara sem sentimento que faria o professor Snape orgulhoso.

- Muito bem – ela olhou para Dumbledore – Senhor Dumbledore, por hora solicito que se retire do recinto, está suspenso de seus deveres com a suprema corte até o fim das investigações.

- Mas Mafalda...

- Peço que se dirija a mim com a devida deferência, dentro desses salões, agora saia, antes que chame os aurores – Dumbledore se levantou indignado e saiu bufando – faremos uma pausa de duas horas e voltaremos a sessão as 14:00.



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