História Para salvar o mundo - Capítulo 23


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Categorias Harry Potter
Personagens Hermione Granger
Visualizações 124
Palavras 1.081
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 23 - Cap. XXII


POV Hermione

- Sim, Dumbledore, ele lançou o fidelius – saber e ouvir Sirius falar são coisas bem diferentes...as reações das pessoas eram épicas...todos pasmos sobre a informação.

- Sirius, você é ou já foi um comensal da morte? – Madame Marchbanks perguntou.

- Não.

- Você acredita ou já acreditou que os nascidos trouxas ou os trouxas são inferiores a você ou aos puro-sangue em geral.

- Não.

- Isso é tudo, auror administre o antidoto ao réu e aproveite para arregaçar a manga esquerda dele, só por via das duvidas – o auror, dessa vez foi mais delicado com o trato do Sirius...administrando o antidoto com rapidez e eficácia...depois ele levantou a manga rota de seu uniforme de prisão mostrando um braço sujo, mas sem marca negra nenhuma – A todos aqui presentes, a partir das provas mostradas e do depoimento do acusado, peço uma votação, aqueles que o consideram inocente, levantem as varinhas e a acendam.

A maioria das pessoas na sala levantou a varinha...olhei para aqueles que se negaram  eram provavelmente rivais de alguma forma...o grupo da luz levantou as varinhas em favor de Sirius, o que pode significar que estão começando a pensar por conta própria...Augusta sorriu para mim quando meus olhos encontraram os dela, eu tinha uma aliada ali...na ala escura todos concordaram com a inocência do Sirius, provavelmente para ferrar Dumbledore.

- Que fique registrado, a partir de hoje que Sirius Orion Black foi considerado inocente de todas as acusações e devido ao injusto tempo em que serviu em Azkaban, o ministério irá pagar ao senhor 50 000 galeões – as correntes que o prendia caiu e Violeta foi até ele – faremos uma pausa de 20 minutos até o próximo julgamento.

 

POV Violeta

- Que fique registrado, a partir de hoje que Sirius Orion Black foi considerado inocente de todas as acusações e devido ao injusto tempo em que serviu em Azkaban, o ministério irá pagar ao senhor 50 000 galeões – as correntes que o prendia caiu e levantei para ir até ele – faremos uma pausa de 20 minutos até o próximo julgamento.

- Violeta querida? – Nott sênior me chamou.

- Depois querido, tenho que ver meu primo – acariciei de leve seu rosto o deixando deslumbrado...acenei para Lucius como um sinal para que ele distraísse Nott e junto com Hermione fui em direção a Sirius - Sirius?

- Você me parece familiar...- sua voz rouca me causou arrepios...era estranho “ver” essas lembranças em que ele está presente.

- Sou Violeta Belinni, sua prima, eu morava na França e voltei junto com uma amiga para cá e assumia a regência da família Black.

- Violeta, a única flor que não consegui encantar – ele deu um sorriso de lado que deixou minas pernas bambas...mesmo sujo, magro e cansado ele emana um sexy appeal devastador...quando estiver limpo e barbeado será um perigo.

- Que bom que se lembra de mim, essa é minha amiga Hermione Potter – quando disse o sobrenome ele começou a chorar.

- Mione eu sinto muito...eu tentei...eu não sabia...- Hermione se aproximou e o abraçou.

- Eu sei Sirius, eu te perdoo – ela riu – mas você tem que lembrar de uma coisa...

- O que?

- Você também não conseguiu me encantar...agora vem, temos que te levar para um lugar seguro, Madame Marchbanks, conseguiu que a lareira mais próxima fosse ligada ao flu – Hermione disse com um sorriso.

Fomos até um escritório sem identificação, onde um homem muito velho abriu a porta e nos deixou entrar, ele não nos cumprimentou nem falou nada, só apontou o pote de flu e a lareira...Hermione foi na frente e quando ouviu o endereço Sirius sorriu feliz.

- Vocês estão lá? Harry está lá? – acenei e o empurrei em direção ao flu, seguindo assim que ele sumiu.

Depois de deixar Sirius sob os cuidados de elfos ansiosos, Remus e Harry voltamos ao ministério, tínhamos mais dois julgamentos para assistir. Sentei-me em meu lugar e Hermione no dela, quando Nott ia me falar algo, Madame Marchbanks entrou e a sessão começou.

 

POV Narrador

Madame Marchbaks respirou fundo antes de dar inicio ao segundo julgamento, depois que o ultimo fosse feito ela apressaria a eleição para o cargo de chefe bruxo, ela se sentia muito velha para o cargo, ela preferia estar só na comissão educacional como avaliadora para os NOM’s e NIEM’s.

- Continuemos com os julgamentos – ela olhou para a sala e viu que todos estavam em seus lugares – auror traga o réu.

Um auror entrou trazendo um Peter Petigrew, muito vivo e contido magicamente para não poder se transformar em sua forma animagus...ele foi colocado na cadeira no centro da sala e correntes o contiveram firmemente no lugar.

- Auror, administre o veritasserum – o auror administrou o soro da verdade...em todo o momento Petigrew esteve sem nenhuma emoção aparente e com o soro nada poderia ser visto – Diga o seu nome completo réu.

- Peter Alexander Petigrew.

- Você era o fiel do segredo dos Potter?

- Sim.

- Alguém mais sabia sobre isso?

- Albus Dumbledore.

- Como ele sabia?

- Ele lançou o feitiço fidelius para os proteger.

- Peter, você é ou já foi um comensal da morte?

- Sim.

- Você acredita na supremacia dos puro sangue?

- Sim.

- Auror administre o antidoto – o auror se aproximou do réu e administrou o antidoto para o soro da verdade...foi como se algo tivesse quebrado e a mascara caído...Peter começou a rir como um louco.

- Todos vocês irão morrer o Lorde das trevas vai voltar e eu serei recompensado – Madame Marchbanks o silenciou com um aceno de varinha...mas Peter parecia continuar gritando e se contorcendo como um louco desvairado.

- Muito bem, todos a favor de condenar Peter Petigrew a uma vida em Azkaban levantem a sua varinha acesa – mais da metade das pessoas na sala levantaram as varinhas acesas – Muito bem, Peter Alexander Petigrew você está condenado a uma sentença de prisão perpetua em Azkaban, auror o leve daqui e traga o próximo.

Petigrew foi levado, ainda com o feitiço de silenciamento em vigor, mesmo assim dava para ver que ele se contorcia e gritava, provavelmente obscenidades e loucuras.

Alguns minutos depois, um auror, escoltou Albus Dumbledore...ao contrario dos dois outros réus, ele era tratado com deferência e respeito...as correntes não foram ativadas e pelo brilho do seu olhar ele provavelmente não tinha sido magicamente contido. Dumbledore se sentou e esperou que seu julgamento começasse...pensando provavelmente que nada iria acontecer com ele, o grande lutador pela “luz”



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