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História Para sempre, meu amor ( SPANICPAZ) - Capítulo 4


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Notas do Autor


Oiii, mais capítulo para você!

Capítulo 4 - Chapter four - Quem sabe a gente ainda se encontre


Fanfic / Fanfiction Para sempre, meu amor ( SPANICPAZ) - Capítulo 4 - Chapter four - Quem sabe a gente ainda se encontre

Encontrar um emprego em suas condições estava sendo muito difícil para Emperatriz, pois nenhum escritório a aceitava tendo um filho pequeno. Ela buscou por um novo emprego exatamente em sua área na cidade inteira, mas já estava sendo vencida pelo o cansaço.

Ela caminhou mais algumas horas e avistou um escritório de advocacia, parecia ser um bom escritório e de renome. Emperatriz se aproximou um pouco mais, e tentou ler o letreiro na fachada.

“Escritório de advocacia Del Real”

Assim era o nome. Então, ela com um pouco de esperança, entrou no local. O lugar era muito bonito, sua primeira vista ao entrar era um grande salão com algumas pessoas sentadas em uns sofás à espera de algo, e mais a frente estava um grande balcão de mármore com umas recepcionistas simpáticas.

- Oi. – Saudou Emperatriz com receio.

- Olá, em que eu poderia ajudar você? – Pergunta umas das recepcionistas.

- Bom, gostaria de saber se estão recebendo currículo? – Perguntou.

- Olha, as vagas para esse ano estão todas preenchidas e...

- Olha moça, eu só queria uma oportunidade, acabei de me formar e nenhum escritório quer me dar uma vaga porque sou mãe de uma criança pequena. Eu quero muito poder exercer minha profissão, e eu tenho que sustentar o meu filho. Olha, eu prometo que serei competente e darei o meu melhor, mas por favor, não teria como me encaixar nessas vagas também?

A moça não saberia o que dizer, pois não dependia dela contratar Emperatriz. Mas, Emperatriz estava tão desesperada que não se importou em pedir daquela forma para a recepcionista, entendia que a moça não poderia contratá-la, mas nessa hora ela não pensou em nada, apenas queria conseguir o emprego.

- Eu entendo sua situação, mas infelizmente eu não posso fazer nada, as vagas já foram preenchidas, já estamos com o quadro completo de advogados. – Disse a moça, gentil.

- Tudo bem. Agradeço a sua atenção. – Falou Emperatriz desanimada.

Emperatriz respirou fundo e virou-se para sair dali, estava frustrada e arrasada com tanta negatividade para começar a trabalhar em sua área, pensou que jamais conseguiria. Seu sonho de se formar havia se realizado, mas ainda faltava uma outra parte deste sonho, que era poder atuar como uma advogada. Com passos lentos e cabeça baixa, ela caminhava em direção a saída, mas alguém a chamou.

- Jovem! Jovem! – Repetiu em voz alta um homem que vinha em direção a ela.

- O que deseja? – Emperatriz franziu o cenho sem entender.

- Desculpe-me, prazer eu sou Justo Del Real, advogado e dono deste espaço de advocacia.

Justo Del Real, era um senhor de meia idade, baixo e robusto. Ele era um grande advogado e bastante respeitado, seu escritório sempre foi referência em ganhar os casos mais difícil que havia. Seu semblante demonstrava ser um homem sério e de pouco humor, mas na verdade ele era um senhor compreensível e gentil.

- Prazer, Emperatriz Jurado. – Disse Emperatriz apertando a mão que ele estendia.

- Eu vi você falando com a recepcionista e percebi o quanto esse emprego é importante pra você, poderia subir um momento comigo? E então posso rever uma vaga no escritório para você.

Emperatriz sentia uma grande alegria por dentro, mas tentou disfarçar. Ela aceitou, e subiu para a sala daquele senhor.

- Sente-se. – Pediu ele.

Ela sentou-se em uma cadeira frente a uma mesa em que ele se encontrava do outro lado.

- Deixa eu dar uma olhada no seu currículo.

Ela o deu. Ele passou alguns segundos analisando o que dizia naquele papel.

- Hum, vejo que é bastante nova e recém formada, me parece bom, gosto de ter em meu escritório jovens promissores. Nenhuma experiência na área, sendo que sua única experiência é em uma biblioteca... – Ele pensou um pouco e isso deixou Emperatriz nervosa. – Enfim, não vou levar isso como um quesito. – Disse dando um leve sorriso para ela.

- O que isso quer dizer? – Ela pergunta confusa.

- Significa que eu vou encaixar você em nosso quadro de advogados. Bom, eu precisaria que você tivesse um tempo de experiência em advocacia, mas eu confio no seu potencial, sei que sua cabeça ainda está fresca por haver se formado recente, então acredito que você possa se sair bem. – Explicou ele.

Emperatriz não poderia acreditar no que ouvia, ela finalmente iria trabalhar em um escritório e não havia emoção maior do que isso pra ela no momento.

- Senhor, está dizendo que estou contratada? – Ela buscou confirmar.

- Sim, exatamente isso. E gostaria que começasse amanhã para você passar por alguns treinamentos e conhecer toda a equipe, certo?

- Claro, sim! – Ela se levantou animada. – Muito obrigada Senhor Justo, eu jamais saberei como pagá-lo.

- Me pague sendo uma das melhores advogadas deste escritório. – Disse ele gentilmente.

- Eu farei o meu melhor, o senhor não vai se arrepender. – Afirmou ela.

- Tenho certeza que não vou me arrepender. – Disse e deu um sorriso amigável para ela. – Bom, te espero aqui amanhã à primeira hora.

- Está bem, aqui estarei e mais uma vez, obrigada! – Ela agradeceu e saiu da sala dele.

A jovem Emperatriz saiu daquele escritório com imensa felicidade, não via a hora em poder dizer a notícia para a sua amiga, Elisa.

Horas mais tarde, ao chegar em casa Emperatriz não escondeu sua alegria. Sentou-se no sofá com o olhar sonhador.

- Mamãe chegou! Mamãe chegou! – Disse com alegria Arthur, indo em direção ao colo da mãe.

- Oi meu amor, se comportou com a tia Elisa? – Perguntou Emperatriz ao pegar sua criança no colo.

- Sim, me comportei. Tia Lisa fez chocolate quente pra eu. – Disse Arthur com seu jeitinho de criança que acabara de fazer cinco anos.

- Foi mesmo? E você deixou um pouquinho pra mamãe? – Perguntou, brincando com o filho.

- Aaah... – Ele olhou preocupado para Elisa que sorriu de seu jeitinho. – Eu não deixei mamãe.

- Ah, filho, porquê? Você sabe que mamãe ama chocolate quente também. – Ela seguiu brincando com ele.

Ele olhou outra vez com os olhos penosos para Elisa.

- Mas... mas a tia Lisa não fez muito. – Ele disse e as duas mais velhas sorriram.

- Oh meu Deus, eu te amo muito sabia? – Disse Emperatriz o enchendo de beijos.

- Você não tá blava? – Perguntou Arthur ainda preocupado por não haver deixado chocolate quente para a mãe.

- Mamãe seria incapaz de ficar brava com o amor da vida dela, jamais. Você é meu tudo. Minha paixão. Meu amor. Meu bebê. Minha vida. – A cada palavra ela o dava um beijo. – Mamãe ama demais o bebê dela.

- Eu não sou um bebê mamãe, eu sou é homem. – Disse ele todo firme.

Emperatriz olha surpresa para Elisa que se encontra do mesmo jeito e logo as duas caem na risada.

- Não, não pode ser. – Disse Elisa se fazendo de chorosa para ele. – E para onde foi o nosso bebê Arthur?

- Bebê toma mingau tia Lisa, e também come na mamadela. Eu não como mais na mamadela e nem como mais mingau. Eu como muito arroz, fejão, carne, e macalão.  – Disse o pequeno todo orgulhoso.

- Aí, eu não posso com isso. – Disse Emperatriz o dando um abraço bem forte e mais beijos.

- Então, você é o homenzinho da mamãe e da titia, não é? – Brinca Elisa.

- Sim, eu sou o hominho de vocês.

Elisa e Emperatriz não aguentaram tanta fofura e ambas o encheram de beijos, o garoto já tá estava ficando vermelhinho com tanto aperto.

- Está bem meu homenzinho, então agora vá assistir um pouco de TV e já mamãe vai te banhar para mimi.

Ele concordou feliz e ligou a televisão, enquanto Elisa voltou sua atenção para Emperatriz.

- E então, como foi a entrega de currículos? – Perguntou Elisa empolgada.

- Elisa... – Emperatriz fez um pouco de suspense. – Amiga, eu...

- Ai, fala logo Emperatriz! – Disse impaciente.

- Eu fui contratada!

As duas começaram a gritar de felicidade. Arthur olhou as duas sem entender porque gritavam eufóricas, mas logo voltou a sua atenção ao desenho que passava na televisão.

- Ai amiga, sério mesmo? – Perguntou Elisa empolgada.

- Sim. Eu estou tão feliz que ainda não consigo acreditar que vou atuar na minha área. – Disse Emperatriz com entusiasmo.

- É integral?

- Sim. Eu entro às sete e saio às seis. Eu estou tão feliz.

- Também estou por você amiga, é o seu sonho. E então você vai ter que sair da biblioteca, não é?

- Sim, vou. Eu já passei lá antes de vim para cá e expliquei tudo. No escritório vou ganhar o dobro que eu ganhava na biblioteca e, se tudo der certo irei guardar um dinheiro para comprar uma ótima casa, para mim, meu filho e vou tentar trazer minha mãe também para morar comigo e claro amiga, você também.

- Não amiga, quanto a mim não se preocupe o que eu ganho dar pra mim viver bem e pagar esse aluguel. Sua prioridade aqui é seu filho e sua mãe – Disse Elisa sensata.

- Você é a melhor amiga do mundo. – Disse Emperatriz admirada com a bondade de sua amiga.

- Você que é minha irmã da alma, graças a você eu tenho praticamente uma família, você e Arthur são minha família.

- Ah, Elisa, em tudo que eu puder te ajudar eu irei ajudar, porque você já me ajudou tanto e ainda me ajuda muito com o Arthur. Te amo amiga. – Disse Emperatriz dando um abraço caloroso na amiga.

- Também amo você amiga. – Elisa retribuiu o abraço.

- Bom, deixa eu ir banhar o Arthur e colocá-lo para dormir, amanhã terei um grande dia. - Disse Emperatriz se levantando do sofá.

- Espera Emperatriz. – Pediu Elisa como se a houvesse dado um insight. – O que você vai fazer se encontrar Alejandro? Digo, agora que você vai trabalhar como uma advogada, fica mais fácil de você topá-lo por aí, ele é advogado também não é?

Emperatriz ainda não havia pensado nessa possibilidade, mas não se intimidou quanto a isso.

- Se ele realmente levou a faculdade a diante, sim ele é advogado. Mas, eu não penso nisso Elisa, nem sei porquê você me lembrou dele. – Disse Emperatriz fingindo não se importar.

- Bom, porque vocês tem um filho em comum. E se ele te encontra e descobre sobre o Arthur, acha que ele pode querer tomá-lo? – Pergunta Elisa preocupada com essa possibilidade.

- Isso jamais! O Arthur é só meu, ele não tem pai. E eu não quero falar disso Elisa...

- Mas, suponha Emperatriz. Suponha que ele apareça e...

- Ele não vai tomar meu filho de mim, disso tenha certeza. – Disse Emperatriz séria. – E se ele aparecer, vai se deparar com uma das melhores advogadas do escritório Del Real, porque eu vou fazer valer a pena cada minuto de estudo.

Emperatriz estava confiante e segura de si, confiava em seu potencial e na sua capacidade de aprender. Ela se prepararia para ser uma das advogadas de renome da cidade e quem sabe do país, se superaria a cada dia, e sim, isso porque queria um dia encontrar Alejandro, mas não para pedir que volte com ela, ou dizer que ele tem um filho com ela, pois ele jamais saberia de Arthur, mas para mostrar a ele que ela poderia ser muito mais do que uma simples jovem do interior, que ela também tinha poder e que ele havia perdido uma grande mulher...

*Escritório de Advocacia dos Miranda*

- Alejandro! Alejandro! – Frederico praticamente gritava Alejandro, mas ele estava distraído em seus pensamentos.

- Oi? O quê? – Disse ele confuso ao perceber que o amigo buscava a sua atenção.

- Nossa, você está longe. Em que está pensando?

- Em nada, o que você quer? Alejandro tentou disfarçar.

- Nada mesmo? Ou será que estava pensando em uma ruiva de cabelos longos e ondulados, olhos arredondados e verdes, de corpo esguio e bem feito, e...

- Já chega Fred. – Disse um pouco aborrecido.

Ele se levantou de sua mesa e ficou em pé, olhando o movimento da cidade através de uma grande janela de vidro.

- Eu sei que você nunca a esqueceu, cara. – Disse o amigo, apoiando sua mão em um dos ombros de Alejandro.

- Como será que ela está hoje em dia? Será que se mudou daquele endereço, ou se voltou para o interior? O que ela tem feito todo este tempo? – Alejandro pergunta, com o seu olhar ao longe.

- Bom, isso eu não tenho como te responder. Mas, então, porque não foi procurar ela, naquele mesmo dia do casamento? Porque não foi explicá-la e pedir que te esperasse?

Alejandro se vira para Frederico com o ar frustrado.

- Eu não devia, ou eu fui covarde demais. – Disse ele se dirigindo para a sua mesa, sentando-se. Fred faz o mesmo.

- Você era jovem, imaturo, normal não saber ter agido naqueles momentos. – Tentou consolar.

- Não, Fred. Eu fui mesmo um idiota medroso. Eu não devia ter aceitado esse casamento, meu pai encontraria outra maneira de pagar a essa dívida. Eu devia ter fugido com Emperatriz para bem longe, isso que eu deveria ter feito. – Disse Alejandro, se sentindo culpado.

- Você sabe que seu pai vive naqueles tempos antigos, e para a solução para uma família rica que está a ruínas, é casando o filho com a filha de outra família rica. E você e Esther já namoraram quando adolescentes, se conheciam e ela queria mesmo casar com você, então o pai dela para fazer a vontade da filha, por que ele faz tudo para ela, você sabe, viu que ambas as partes saiam ganhando, se vocês dois casassem.

- Eu não saí ganhando nada deste casamento, apenas perdi. Perdi o meu grande amor e agora estou perdendo a felicidade de ser pai. – Disse Alejandro com decepção.

- Como assim?

- Esther não quer filhos, e tenho esse sonho de poder ser pai. – Explicou ele.

- Nossa, que pena amigo. – Lamentou Fred.

- É uma pena mesmo. Ela vive se prevenindo, ou inventando desculpas de que tem problemas no útero quando meu pai pergunta, porque esse é o sonho dele também, ter um neto herdeiro.

- Herdeiro? – Pergunta Fred surpreso.

- Sim, meu pai quer colocar o nome de seu neto em todas os seus bens e o escritório, para que não aconteça o caso de tomarem nada se acontecer de irmos a ruína uma próxima vez. – Explica.

- E isso é possível? – Pergunta Fred preocupado.

- Bom, você sabe que o pai da Esther, Armando, nos financiou em troca de eu me casar com a filha e ele possui um documento que se eu romper com ela, é entendido como descumprimento de uma das cláusulas do contrato que ele impôs. Enfim, uma outra cláusula é tomar todos os bens dos Miranda, inclusive o escritório de Advocacia.

- Entendo, mas se seu pai quer um neto herdeiro para colocar em seu nome todos os bens, afim de salvar tudo. Mas, não daria em nada, pois seu filho teria seu sobrenome.

- Não exatamente, meu filho teria sobrenome apenas da minha mãe e da Esther, não carregaria o Miranda. Meu pai como Juíz, resolveria essas questões fácil.

- Ah, dessa maneira é compreensível. Mas, Esther sabe disso? – Pergunta Fred.

- Não, e por favor não vá falar para ela, isso seria mais um motivo de ela não querer me dar filhos. – Diz com tristeza.

- Não pensei que Esther fosse tão amarga.

- Ela é pior do que isso, e só se permite a ser assim porque sabe que não posso deixá-la, por causa daquele maldito papel.

- Que barra amigo. Talvez se você tivesse com a Emperatriz, mesmo que tivesse ido com ela para o interior seriam mais felizes. – Observa o amigo.

- Você tem toda a razão, eu seria muito mais feliz. Emperatriz era compreensível, gentil, amorosa, sempre me esperava com um sorriso no rosto. – Lembrava Alejandro. – Totalmente diferente de Esther que sempre está disposta a causar uma briga toda vez que chego. E agora, ela anda me infernizando para sair da casa de meus pais e irmos morar sozinhos.

- E você não pensa em ter uma casa só para vocês?

- Não, com ela eu não penso. Não quero ter que morar com ela, nós não somos um casal de verdade e já que ela não quer me dar um filho, não temos porquê morarmos juntos. – Disse firme Alejandro. – E também, essa foi a condição que meu pai impôs, que pudéssemos morar na mansão.  Eu aceitei, claro, mas ela nunca aceitou.

Frederico começou a dar risadas.

- Do que está rindo? – Alejandro pergunta desconfiado.

- É que... – Ele pára e rir um pouco mais. – É que eu estou achando engraçado, que em pleno século vinte e um, exista casamento assim, isso era coisa do tempo da rainha Elizabeth. – Brinca ele.

- Você rir porque não é com você. – Disse Alejandro sem jeito. – Eu também acho isso um absurdo e... Pára de rir Fred! – Exige Alejandro desconcertado.

- Desculpa irmão, é que... – Ele rir um pouco mais. – Ok, já parei.- Finge ele quando ver Alejandro o olhar sério.

- Acho bom. E vamos parar de falar disso, me sinto enjoado só de falar nesse assunto. – Ele diz e Fred solta um baixo riso. – Não vai parar?

- Pronto, agora parei mesmo. – Disse fingindo passar um zíper em sua boca.

- Ótimo. Bom, tenho um trabalho pra você. – Disse Alejandro pegando uma pasta com alguns papéis em branco e dando para Fred.

- O que é isso? – Pergunta Fred mais sério dessa vez.

- Monte um dossiê sobre Emperatriz Jurado. – Disse sério.

- O quê? – Se sobressalta Frederico.

- O que você ouviu, quero que descubra onde vive, o que faz, quero um dossiê completo sobre ela. – Repetiu firme.

- Mas, cara, eu sou apenas um dos advogados do seu escritório e não detetive. – Tentou se livrar do cargo.

- E eu sei que você é muito bom, você sempre dar um jeito de descobrir se o cliente diz a verdade ou não, então descobrir onde vive uma pessoa pra você será fácil. – Disse Alejandro.

- Eu sinto, mas não vou fazer isso. – Fred se recusa.

- Fred, você é meu amigo não é? Eu preciso de você agora, eu não posso fazer isso e correr o risco da Esther descobrir. – Disse Alejandro tentando fazer o amigo ceder.

Frederico pensa bastante, e olha para Alejandro que estava com um olhar penoso.

- Me dar isso aqui. – Ele pega a pasta e se levanta indo em direção a porta. – Mas, eu não te garanto nada, por que eu não sou detetive. – Enfatizou e saiu.

- Obrigado amigo! – Falou em voz alta para que o amigo o ouvisse.

Alejandro quería poder encontrar Emperatriz outra vez e poder explicar toda essa história de casamento, e ainda a dizer que a amava muito. Sabe o quanto seria difícil, pois provavelmente ela deve está magoada com aquela sua atitude repentina de se casar com outra, exatamente no dia do terceiro aniversário de namoro deles. Ela deve está pensando que ele a traiu, quando isso não foi verdade.

Precisava encontrá-la, e torcia muito para que ela ainda morasse na cidade e no mesmo endereço.

– Eu espero poder te encontrar Emperatriz Jurado, minha Emperatriz!

.....


Notas Finais


Vocês conseguem imaginar Justo Del Real como um senhor bonzinho? Rsrs eu resolvi deixá-lo como bonzinho.
Aguardem os próximos!


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