História Para Sempre: Por que um amor verdadeiro nunca acaba. - Capítulo 7


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Categorias 50 Tons de Cinza
Personagens Personagens Originais
Tags Agente, Drama, Romance, Sugar Baby, Sugar Daddy
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Palavras 675
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Luta, Policial, Romance e Novela, Saga
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - Um


P.O.V FELIPE

Susana era minha melhor amiga, minha irmã, a única família que já tive e fazer aquilo que iria fazer me fazia me sentir o pior ser humano.

Abro o armário e pego o Iodo 131, coloco ele na seringa e pego a caixa de equipamentos, entro na sala de teste, vejo ela sorrindo enquanto pega na minha mão.

- Vai ficar tudo bem. - Ela diz, traco os pulsos e tornozelos com as algemas eletrônicas e coloco o capacete de choques, os marcadores para controlar os batimentos cardíacos dela e injeto o iodo 131.

- Eu me perdoa.

- Isso não é culpa sua, mas ficar aqui, isso não é vida. - Confirmo com a cabeça, ela tinha razão, eu nunca fui para nada alem dos muros dessa propriedade. Coloco uma tira de couro entre seus lábios para que ela possa morder para auxiliar na dor.

Saio da sala de teste e volto para o meu lugar, ligo todos os aparelhos e dou inicio ao procedimento, que nada mais era do que eletrocutar ela, o iodo, apesar de ter uma grande ligação com a tireóide ele iria auxiliar na produção de hormônios e adrenalina, o que não permitiria que ela tivesse um ataque cardíaco.

O grande arco  começa a girar entorno dela enquanto eu ligo o aparelho, eu olho para as crianças e depois para Diana.

- Tire as crianças daqui. - Ela compreende e simplesmente puxa as crianças que a seguem enquanto eu ligo os choques e vemos o corpo dela se debatendo e mesmo com a tira de couro na boca ainda conseguimos ouvir os gritos dela .

- PARE COM ISSO, VOCÊ VAI MATA-LA! - Aaron grita comigo, mas eu apenas contínuo.

- Precisamos fazer isso, quando o corpo dela não estiver mais aguentando a Um ira chegar. - Ele me olhou como se fosse um louco, mas eu não me importava, eu sabia o que deveria fazer.

Vejo o corpo dela endurecer e depois voltar a tremer então aquele era o momento. Desliguei a maquina e soltei seus pulsos e tornozelos, vi ela se sentando na maca enquanto arrancava os fios que estavam pressos ao seu corpo.

Quando ela me olho nos olhos eu tive medo, não era Susana que me olhava e sim Um, era um olhar repleto de ódio, vingança, mas nos fundos dele, se prestasse bastante atenção você seria capaz de ver uma Susana eles.

- A EXOTS traiu você, quebrou o acordo então você terá que ir lá, o contrato... - Paro quando ouço a risada diabólica dela.

-  Senhor. - Ela diz mexendo levemente a cabeça. - Eu sei o que a EXOTS fez, Susana estava no controle, mas eu ainda estava lá. Você deve saber. Eu sou Susana e Susana sou eu. Irei lá e matarei todos, faz alguns meses que Susana não me da espaço e eu sinto cede de sangue.

- OK, todo o equipamento necessário está dentro do armário no canto, tem uma moto do lado de fora, a porta a sua esquerda te levara até ela.

- Sim senhor.

Vejo um tirando a roupa na nossa frente, aquilo era para atiçar a fúria em Aaron já que eu estava vendo a mulher dele nua, mas apesar de perceber a raiva ele não falou nada comigo.

Depois de ter vestido outra roupa e ter pegado todas as armas ela sai, vejo pela câmera ela indo até a moto e dirigindo para longe.

Me levanto apressado pegando tudo o que preciso para ir atrás dela, meu maior medo era que Um tomasse conta completamente de Susana, havia um acordo, se Susana não conseguisse voltar eu deveria matar Um, isso levaria a morte de Susana também, mas não podíamos deixar uma psicopata como Um a solta pelo mundo.

- Aaron, você e Diana ficam na casa com as crianças. Tudo o que precisam saber sobre a casa esta nesse pendrive, eu tenho que ir atrás de Um.

Aaron grita comigo novamente, mas o ignoro, não podia levar ele, só me atrasaria mais.

- Aaron se eu precisar de você eu irei ligar. - Digo por fim pegando um carro e dirigindo atrás de Um.



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