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História Para sempre sua - Capítulo 3


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Capítulo 3 - Perdendo o controle


Fanfic / Fanfiction Para sempre sua - Capítulo 3 - Perdendo o controle

ele me olhou sério com aqueles olhos negros penetrantes e eu senti um calafrio percorrer cada célula do meu corpo.

— você, o que está fazendo aqui? como você conseguiu entrar no meu apartamento? — perguntei chocada. Será que ele descobriu que eu tinha ido naquele lugar e veio... Não, aquele homem séria capaz disso?

— porque está procurando informações sobre mim? — ele perguntou com um tom baixo. Meus olhos se arregalou em surpresa.

— como você entrou aqui sem ter disparado o alarme de invasão? — perguntei ignorando sua pergunta.

— você não respondeu a minha pergunta — ele disse se levantando e caminhando em minha direção. conforme ele se aproximava eu fui dando passo para trás até minhas costas bater contra a porta. Ele colocou uma mão a cada lado do meu rosto e me olhou fixamente. Meu coração parecia que sairia pela boca a qualquer momento. —vou perguntar novamente. porque você estava procurando informações sobre mim? — ele falou novamente.

— pô, porque, eu... — parei de falar. Aqueles olhos me observando era de mais.

— aquela ga-garota disse que eu deveria esta morta, ela estava fa-falando com vo-você. eu só queria perguntar se você tem algo a ver com...

— sim, fui eu que te livrei de ser estuprada por dois cachorros nojentos. Fui eu que lhe trouxe para casa em segurança — ele disse me provocando mais surpresa.

— porque? — a pergunta saiu involuntariamente.

— porque eu achei injusto no momento — ele respondeu me olhando nos olhos. — mais eu me arrependi de ter feito isso, você e incompreensível e teimosa. eu mandei você ir embora para a sua própria segurança mais você escolheu ficar e foder com tudo. Agora sou eu que estou envolvido em uma grande confusão, tem idéia do que está fazendo consigo própria? — ele perguntou. Fiquei boquiaberta sem saber o que dizer. Ele não deveria estar preocupado consigo próprio?

— eu sinto muito eu não posso ir embora, não agora mas sou grata pelo que você fez.

— gratidão agora não me vale de nada. eu deveria deixa-la de lado mais não vou cometer outro erro desse, só quero que coloque aquele colar e tente se manter fora de confusão. Isso incluir aquele idiota com quem você estava se agarrando— ele disse friamente. Sua voz mostrava desprezo por Naruto.

— porque eu devo me afastar de Naruto, ele não me fará mal algum — falei notando uma linha de irritação em seu rosto.

— depois não vá se arrepender — ele disse levando a mão até a maçaneta e abrindo a porta. me afastei alguns sentimentos e ele saiu sem dizer mais nada. Quando a porta voltou a se fecha deslizei até o chão e fiquei ali com a cabeça cheia.

* * * *

A campainha tocou e eu segui a passos rapidos para atende-la. já era noite de sesta feira. dois dias já havia se passado. eu tinha recebido apenas a visita de Tente e sai, Naruto havia sumido. Era como se ele soubesse de alguma forma que Sasuke não queria que continuávamos a nos ver. eu achava um absurdo ele quer me afastar das pessoas como se fosse meu dono, eu nem mesmo o conhecia. Naruto não me causaria mal algum, disso eu tinha certeza. Mas aquele homem era diferente, por mais belo que fosse me causava arrepios, todo o ar em volta de si transmitia perigo e ao mesmo tempo sensualidade e mistério. Quando abrir a porta me deparei com um par de olho azuis brilhantes, e um rosto sorridente.

— Boa noite senhorita, sentiu minha falta? —disse naruto segurando uma garrafa de vinho importado.

—Boa noite Naruto —falei sorridetimente fazendo menção para que ele entrasse. Ele passou por me e seguiu em direção a sala ficando parado bem no meio dela.

—eu pensei que você ainda não tivesse jantado e pudesse me convidar— ele falou erguendo a garrafa de vinho e eu sorri com seu atrevimento.

—só se você me ajudar a preparar o jantar— ele me olhou pensativo.

— eu nunca imaginei que algum dia uma garota me chamaria para preparar um jantar.

— eu fico feliz por ser a primeira. Ele sorriu.

— então vamos lá? afirmei positivamente e ele me seguiu em direção a cozinha.

—quero que saiba que não sou um chefe de cozinha, antes que estrague tudo— ele falou me fazendo rir novamente. resolvi que faria um risoto de carne e chapingano com salada de brócolis refogado com cenoura e couver flor. Naruto me ajudou com a salada de legumes enquanto eu preparava o risoto. eu o observava sempre que tinha oportunidade e ficava encantada com seu jeito desastrado e ao mesmo tempo ágil. Ele conseguiu derrubar o saleiro e pegar ainda no ar como se conseguisse se movimentar na velocidade da luz. Além da forma como cortava as verduras sem olhar e rapidamente. Quando terminamos nos dois tratamos de por a mesa e a todo instante ele me provocava um ataque de gargalhadas. Era incrível como o ambiente onde ele estava se tornava tão leve e divertido. Naruto me lembrava aquelas tardes ensolaradas de verão, bonitas e agradáveis. Ele era exatamente isso e algo mais. começamos a nos servir e eu notei que ele não era muito fã de legumes.

—terra está chamando— ouvi ele dizer. senti meu rosto esquentar, ele havia me pegando o encarando — você estava com um sorriso lindo mais eu precisei te trazer de volta antes que o jantar vire gelo— ele continuou e eu me movi na cadeia totalmente envergonhada por ter sido pega o observando.

—você gosta de me deixar constrangida— ele sorriu mostrando aqueles dentes perfeitamente alinhados.

—e que você fica ainda mais linda envergonhada— disse. notei que seus olhos seguiram o movimento da taça de vinho até a minha boca. apreciei o aroma delicioso antes de dar o primeiro gole em seguida coloquei um pouco do risoto na boca.

—vejo que e verdadeira a história de que os italianos possui um talento especial para cozinhar —disse Naruto me elogiando.

—não, um risoto e a única comida que sei preparar. Não tenho talentos culinários, sinto muito —falei um pouco envergonhada. Realmente eu poderia ser um talento culinário mais a arte tocou meu peito profundamente me impedindo de aprender outras coisas.

— isso não diminui o fato de que você e uma das garotas mais incrível que já conheci, e inclusive faz um risoto delicioso —por um momento eu imaginei que ele estava apenas me elogoando. mais logo notei que era um flet.mais a sinceridade em suas palavras disseram algo mais. Ele realmente achava aquilo de me, e o mais incrível e que nenhum homem foi tão sincero comigo.

—se e para falar sobre coisas um do outro, eu poderia dizer que você e... —parei no meio da frase pensando se seria a coisa certa a dizer. ele ficou me observando esperando que eu continuasse.

—eu sou o que? —ele perguntou curioso. eu o observei fixamente sem conseguir desviar os olhos do rosto perfeitinho.

—você e divertido, agradáve, engraçado, inteligente e... —parei novamente e ele demostrou ainda mais curiosidade.

—você ama parar no meio das frases não e ?—ele disse e eu senti que o clima entre nos havia mudado. o ambiente de repente ficou mais quente e atrativo. eu analisei por alguns segundos aquele homem sentado na minha frente vestido aquela camisa social que dava para ver visivelmente seus músculos rígidos. os cabelos loiros brilhantes meio bagunçado, aquela pele sedosa e bronzeada, os olhos de um azul tão raro e os lábios mais desejosos que já vi.

—e bonito —completei a frase. Dessa vez eu não fiquei com vergonha, talvez o vinho já estivesse fazendo efeito. Ele deixou a taça e sem dizer uma única palavra se levantou. pensei que ele daria meia volta e iria embora até que o vi seguir em minha direção. fechei os olhos e mordiciei meus lábios inferiores nervosamente até que senti ele se aproximar por trás. Sua respiração bateu contra o meu pescoço me deixando arrepiada.

—se você estava tentando me provocar você conseguiu—ele sussurrou em meu ouvido e eu senti uma onda de calor passar pelo meu corpo.

—Desculpas eu acho que estou muito ousada por causa desse vinho —falei constrangida. Ele provavelmente estava me achando uma atirada.

—você não deveria pedir desculpas, eu gostei de ouvir isso da sua linda boca —senti ele tocar meu braço me fazendo ficar de pé, me levantei sentindo meu peito pulsar. Nossos peito ficaram quase colado e seu rosto estava a centímetros do meu. senti suas mãos tocar minha cintura me puxando delicadamente para frente fazendo nossos corpos ficarem juntos. Seus lábios veio de encontro aos meus, fechei os olhos sentindo a textura macia e molhada se mover sobre os meus. Ele sugou meus lábios suavemente por poucos segundos até que seu ato foi ficando mais ousado e ele enfiou a língua na minha boca me fazendo estremecer. senti ele investiu a primeira vez, a segunda, terceira até que na quarta senti meu corpo ser empurrando contra a mesa. suas mãos apertou minha cintura e em seguida desceu para a minha bunda a apertando de forma ousada. passei meus braços ao redor do seu pescoço enfiando minhas mãos em seu cabelos macios. Seus lábios desceu para o meu pescoço dando Beijos e mordidas ali. deixei um gemido escapar dos meus lábios e aquilo suou com uma permissão para ir mais longe. senti ele me erguer e me por sobre a mesa, em seguida se encaixou entre as minhas pernas. dava para sentir seu membro rigido pressionando contra me através do tecido. a parte baixa do meu ventre parecia pegar fogo apesar de eu estar totalmente molhada, eu o queria. Suas mãos passeou pela minha coxa enquanto seus lábios parecia querer devorar os meus, eles eram ágeis e suculentos. Sua língua tinha sabor de hortelã misturado com vinho, era o sabor mais erótico que já havia sentido. Ele estava prestes a abrir o zíper do meu vestido quando senti ele se afastar e logo em seguida um barulho de algo duro se chocar contra a parede. meus olhos se abriram assustada. Fiquei perplexa quando vi Sasuke prendendo naruto contra a parede e o enforcando. Não entendi como eles poderiam ter chegado lá tão rápido sem fazer nenhum barulho.

—como ousa toca-la dessa forma seu cachorro nojento— ouvi Sasuke falar raivoso. Meus olhos se abriram em surpresa.

—Ela não e sua seu grande imbecio! Porque não põe nessa sua cabeça que agem em torno de você Sasuke —Naruto falou alterado e irritado.

— Vou acabar com você seu...— Sasuke rosnou friamente me causando arrepios e uma onda de pavor.

— apenas tente—disse Naruto o empurrando fazendo Sasuke da alguns passos para trás —você sabe o que pode acontecer se tentar dar um de valentão por causa... —Naruto disse desviando os olhos dele para me.

— deixe-o Sasuke, que direito você tem em entrar aqui e ameaça as pessoas dessa forma. Tenho imensa gratidão por você mais isso e inaceitável —falei chamando sua atenção. Ele me olhou com raiva e nojo, como se eu estivesse suja. Seus olhos parecia estar mudado de cor, eu não sabia se era por causa da raiva ou seria por outro motivo, só sei que senti muito medo.

—não pense em fazer isso Sasuke— disse naruto como se soubesse que ele pretendia fazer algo. Será que ele sacaria uma arma e atiraria em nos dois?

—eu nunca vou perder para você. eu a avisei que teria consequências, tem que ser punida pela sua irritação e teimosia— ele falou frio. —eu vou consumi-la, você nunca mais vai toca-la  com essas suas mãos—notei Sasuke fechar os olhos e baixar a cabeça por poucos segundos, senti meu corpo estremecer, o que ele seria capaz de fazer? Era obivel que  pretendia faz algo, pensei em pegar meu selular e ligar para a polícia dizendo que tinha um invasor nos ameaçado mais como eu poderia fazer isso com a pessoa que salvou a minha vida? Quando ele voltou a me olhar eu senti uma sensação de pavor tomar conta de cada célula do meu corpo. Seus olhos estava vermelho como sangue e raivosos, extremamente raivosos. 

—como você? como e possível? —falei dando alguns passos para trás assustada. Ele sorriu maldosamente, em seguida eu senti uma dor orrivel em todas as partes do meu corpo. Era como se todos os meus ossos estivesse sendo quebrados e sendo transformados em pó. a dor e a agonia e tanta que não consegui ficar mais em pé, meu corpo cedeu e eu acabei caindo de joelhos no piso gelado. senti meus olhos arderem e minhas vistas ficar meio turva,olhei para o chão e notei que sangue respibgava o piso. senti o liquido quente escorrer dos meus olhos e do meu nariz. eu não aguentei mas o peso do meu corpo e acabei caindo agonizando por causa da dor. 

—Para com isso Sasuke, você não vê que a esta matando— apesar da dor  que me tirava toda a concentração eu ainda assim conseguia ouvir claramente a voz de naruto ecoar raivosamente.

—Era isso que você queria não era? —ouvi a voz de Sasuke ecoar dessa vez.

—eu nunca quis machuca-la. ao contrário eu sempre quis protege-la de você seu monstro! se não a deixar vou arrancar esse seu coração de gelo! —Naruto disse novamente, seu tom sai ainda mais irritado.

—então ela e o seu ponto fraco, bom saber —a voz gélida de Sasuke ecoou novamente, em seguida ouvi um estrondo. Minha visão estava turva mais ainda assim eu conseguir ver naruto prendendo Sasuke contra a parede. Uma das suas mãos parecia ter garras gigantes e tais garras parecia estar enfiada no peito de Sasuke enquanto a outra mão estava apertando seu pescoço —eu sei que ela também e o seu, mais eu nunca seria capaz de machuca-la por vingança—disse Naruto. eu imaginava que aquilo só poderia ser uma alucinação. Mas o que explicava a dor, seria uma alucinação também? porque tudo parecia tão real? fechei os olhos sentindo minhas pálpebras pesadas e logo senti uma sensação de paz tomar conta do meu corpo.

* * * *

Eu tentei ao máximo controlar minha raiva mais quando o vi tortura-la, o ódio se tornou impulsivo, não tinha como controla-lo. como Sasuke, aquele grande imbecio conseguia ser tão cruel? podíamos muito bem resolver tudo em um lugar bem longe dela sem envove-la, sem machuca-la. Mais ele preferiu tortura-la mesmo que contra a vontade, só para ter o gostinho de vingança. Minhas garras estava afogada no sangue que jorrava pelo seu pescoço. atingir seu abdômen também da forma mais cruel possível. eu queria que ele sentisse a mesma dor que Sakura sentiu, ou até pior. ele rangiu os dentes por causa da dor e logo em seguida suas mãos livres apertaram meu peço.

—você acha mesmo que vai me deter com isso— Sasuke falou debochado. ignorei suas palavras. eu poderia sim mata-lo ali se eu quisesse. Seria muito fácil, e ele bem que merecia isso.

—como você pode ter coragem de machucar uma garota indefesa. Você sim e nojento Sasuke, um monstro selvagem e insensível —minha vontade era decapita-lo e entregar sua cabeça para o clãn Uchiha em uma bandeja.

—eu nunca quis machuca-la mais você me fez chegar ao meu limite. Você se aproximou dela sabendo que eu há havia escolhido, você a tocou desrespeitosamente, me fez querer mata-la. eu não vou dividi-la com você, ela e só minha e se não for eu prefiro que não exista—ele rosnou deixando a mostra suas presas afiadas. pressionei minhas garras ainda mais contra sua carne e ele rangiu de dor.

—eu não vou me afastar dela, principalmente agora que você mostrou que pretende mata-la —falei decidido. Sasuke só voltaria a machuca-la por cima do meu cadáver. Seus olhos raivosos se voltou para o corpo desacordado de Sakura no chão. Ela estava deitada de lado com o corpo um pouco encolhido e os braços estirados, os longos cabelos exóticos, cor de rosa estavam espalhado sobre o piso e algumas mecha cobria seu rosto, daquela forma ela parecia bem mais frágil e indefesa. senti Sasuke soltar meu pescoço. Seus olhos voltaram a cor normal, e eu pude ver arrependimento e culpa neles. Quando eu estava pronto para solta-lo senti dois braços me segurar fortemente e me arrastar para longe do corpo dele. Não precisei virar o rosto para saber quem era. o cheiro doce do sangue de Sakura provavelmente havia me impedindo de senti o cheiro daqueles dois idiotas.

— o que vocês estão fazendo aqui?—Sasuke perguntou mal humorado.

—sentimos o cheio do seu sangue aqui...e outro bem conhecido, então vínhamos ver o que estava acontecendo —disse Karin analisando o ambiente. Seus olhos pararam no corpo imóvel de Sakura e eu logo notei que ela estava se controlando para não ataca-la. —essa garota de novo —ela disse irritada se aproximando do corpo desacordado.

—não ouse chegar perto dela —disse Sasuke se colocando na frente dela. provavelmente ele pretendia dete-la caso ela resolvesse da o bote.

—estavam tentando se matar por causa dessa humana? —perguntou Karin indignada. Ela olhava a garota com uma expressão de insignificância. —eu ainda me nego a acreditar que você se deu ao trabalho de salvar essa criatura e ainda protege-la como se fosse importante— disse em tom de desdém.

—isso não lhe interessa. Você não tem o direito de se envolver em meus assuntos. quem decide se ela e importante ou não sou eu —disse sasuke de forma grosseira.

—você não pode me menosprezar por causa dessa humana —Karin falou magoada —você sabe que entre nós existe uma relação muito mais forte de que a que você tem com essa humana. o certo e deixa-la ou vai se envolver em problemas. somos seus ompanheiros de anos, você está se afastando por causa desa coisinha cor de rosa — sua expressão demostrava puro desprezo.

—você não me diz o que posso ou não fazer. Agora eu quero que saia daqui. Sugitesus trate de acompanha-la e se certificar de que ela vai ficar longe —disse Sasuke autoritário.

—e enquanto a esse cara aqui?— perguntou sugitesus atrás de mim. Ele ainda estava me segurando, provavelmente se achando forte o suficiente para me deter.

—disso cuidarei eu, agora podem ir —ordenou Sasuke. Karin o observou com uma expressão irritadiça e magoada antes de se virar e sair. Sugitsus a acompanhou nos deixando novamente sozinhos. Quando me virei para olha-lo eu só senti o punho de Sasuke bater fortemente em meu rosto. dei alguns passos para trás e ele novamente voltou a me socar no outro lado do rosto. o último golpe foi diretamente no meu nariz, tão forte que minhas costas bateu contra a parede. eu não revidei e ele me atingiu novamente com uma joelhada no estômago.

—você vai sair daqui e deixa-la em paz—ele ordenou me fazendo rir ironicamente. Sasuke realmente achava que poderia me dar ordens. Ele era ingênuo, principalmente quando o assunto era Sakura.

—eu não sou aqueles dois idiotas que obedecem suas ordens—falei e ele me fulminou irritado —mais por hora eu irei sim, mas se algo acontecer com a Sakura você vai se arrepender de ter nascido. falei o empurrando para longe, eu não queria causar mais brigas e por a vida dela em perigo. a olhei pela última vez me sentindo péssimo por deixa-la naquele estado. Queria cuidar dela e não a deixa com Sasuke. por mais que eu o odiasse por isso, eu sabia que a machucou por ciúmes e para se vingar, mesmo que para me isso não seja uma justificativa. segui para fora os deixando para trás. Agora o próximo passo seria explicar a Sakura o que aconteceu aqui quando a encontrasse novamente.

...

Quando o fodedor de anjo indefeso desapareceu no corredor eu pude finalmente toca-la. afastei as mechas sedosas do seu rosto e a visão da sua face me provocou um desconforto que eu nunca tinha sentido antes. doía tanto quanto qualquer ferida. sabia que tinha feito uma grande tolice, que fui cruel. eu reconhecia isso e me condenava. Mais como eu poderia aceitar aquele vira lata tocando minha coelhinha. e o pior de tudo e que ela o aceitou, ela estava gostando e isso me magoou profundamente. meu alto controle evaporou restando apenas irá, eu sim deveria toca-la e beija-la. Seria eu quem deveria lhe acender o desejo e sacia-lo. Mas só em ve-la tão frágil sobre aquele piso encolhida, me fez desejar voltar no tempo e ao invés de feri-la eu poderia ter acabado com aquele idiota atrevido. peguei ela em meus braços e a levei para seu quarto, a repousando sobre os lençóis vermelho. com um lenço úmido limpei todo o sangue que estava em seu rosto cuidadosamente, nunca mais eu iria machuca-la, isso era uma promessa. o cheiro daquele insolente ainda estava impregnado no corpo dela. senti vontade de lava-la o máximo possível para retirar aquele odor. eu a queria limpa e pura da mesma forma como a vi da primeira vez. Fiquei em alerta quando senti o cheiro de outro da espécie dele se aproximando. Pelo aroma adocicado eu já fazia idéia de quem fosse, só não conseguia entender o porquê dela esta aqui. Seria ele quem a obrigou a vir me encher o saco, com certeza aquele babaca tinha medo do perigo. me virei para olha-la quando surgiu na porta, será que seria necessário expulsa-la também?

—o que você está fazendo aqui —perguntei, mais no fundo eu já imaginava qual seria sua resposta.

—vim ver se a garota ainda esta viva —disse ino se aproximando da cama.

—ele tem muita confiança em suas habilidades para manda-la aqui — A observei friamente.

—primeiramente nos dois sabemos que não perderia tão facilmente para você e segundo você sabe muito bem que se fizer alguma coisa vai atrair a ira dos nossos clãs e isso inclui o extermínio da garota que vocês tanto amam —ela falou. Não admitiria mais no fundo ela tinha toda razão. eu não queria provocar mais nenhum mal aquela criatura.

—ótimo, então agora que viu que está tudo certo pode se retirar—falei apontando para a saída.

—na verdade eu vir para ficar, você e quem irá embora —disse ino me fazendo estremecer de raiva. ela me analisou por alguns segundos, sabia que eu estava irritado —eu vou fazer ela esquecer essa confusão, mas para evitar erros e melhor que você não esteja aqui quando ela acordar—ela continuou. sabia que era só uma desculpa para me fazer ir embora. Mas por um momento resolvi ir. por mais que eu não gostasse da aproximação dela com a coelhinha eu sabia que ela não a faria nenhum mal. segui em direção a saída parando bem ao lado dela.

— e bom que você se afaste dessa confusão ou vai acabar muito ferida, isso se for só feridas—falei antes de sair pela porta.

—eu não tenho medo de suas ameaças seu babaca — ouvir ela dizer. sorri ironicamente. eu sabia que lá no fundo ela tinha sim. Nunca que uma garota de mine saia e salto de cinco centímetros me venceria.

* * * *

havia passado a manhã em um ensaio fotográfico e a tarde eu tinha ido para uma reunião com uma agência de moda. Ao meio dia eu tive a oportunidade de almoçar e conversar com Tenten e Sai sobre os colapsos de esquecimento que eu estava tendo. e como sempre eles me aconselharam a ir ao médico.

—que tristeza, se pegar com um deus grego daquele e não se lembrar de nada— disse Tenten quando eu havia relatado o que tinha acontecido.

—já parou para pensar que ele possa ter te drogado?— Sai falou e eu o olhei perplexa. eu não sabia qual o problema deles em insisti que eu em algum momento seria drogada ou abusada. Naruto com aquele ar de anjo da guarda já mais faria algo tão maldoso. Durante todo o resto do dia eu tentava de todas as forma lembra o que aconteceu depois daqueles Beijos mais minha mente parecia ter sido apagada. a única coisa que me confortou um pouco foi saber que meu querido cérebro não me tirou as lembranças da textura dos lábios dele, nem o sabor do vinho misturado com seu hálito de hortelã. Durante a reunião eu estava mais focada em isso de que nós assuntos que mais portava. a sala até mesmo pareci quente mesmo estando refrigerada pelos acondicionados. na volta para casa eu me perguntava como seria depois que eu fosse embora. com certeza eu sentiria muita saudade da presença daquele cara incrível que resolveu entrar no meu caminho. notei que estava bastante cansada quando entrei em meu apartamento. joguei a bolsa sobre um dos sofás e segui para meu quarto. primeiramente eu tomaria um banho e depois pediria um jantar. Eu não estava em clima para cozinhar naquela noite. resolvi tomar um banho de banheira para relaxar um pouco. Quase meia hora na água quente e minhas energia já havia retornado. vesti um vestido longo de cor berger, escovei os cabelos e voltei para a sala. liguei para o restaurante do prédio e pedi o prato principal daquela noite, sem sobremesa. Dois minutos depois a campainha tocou. Era um dos cervicais com o meu jantar. Ele me entregou a bandeja que estava em um carrinho cheio de comida e saiu logo após eu lhe dar uma nota de vinte dólares como gorjeta. coloquei o prato sobre a nossa e corri para pegar uma garrafa de vinho e uma taça. o prato era desconhecido mais eu reconhecia que um dos ingredientes principais era camarão. Depois de me deliciar com o jantar enchi mais uma taça de vinho e segui em direção ao piano. comecei a tocar algumas notas parando algumas vezes para beber um pouco do vinho. Quando a taça acabou eu enchi outra e voltei para a frente do piano. resolvi tocar e cantar alguma música que eu gostava. acabei escolhendo titanium with era uma canção que me trazia boas recordações. Meus dedos deslizaram suavemente sobre a tecla. permite que minha voz saísse suavemente, enquanto meus dedos acompanhava o ritmo. Algumas lembranças boa de quando eu era criança surgia enquanto eu viajava sobre a letra da música e o toque. fechei os olhos e conforme as notas iam ficando mais altas meu tom aumentava também. eu repetia o reflexão como uma súplica enquanto minha pulsação aumentava e meus dedos dançava sobre as teclas. Quando a última nota chegou ao fim meus olhos se abriram e eu encarei surpresa a figura himponent em minha frente. senti minhas bochechas esquentar de vergonha principalmente porque parecia que ele estava gostando.

—você não sabe usar a campainha?— falei me levantando e recolhendo a taça de vinho.

—não tenho o costume de avisar quando estou chegando— Sasuke falou com os olhos negros pregados em mim. tentei olhar para outro lugar que não fosse ele apenas para amenizar o constrangimento.

—e, eu percebi— falei ironicamente.

—porque parou de tocar?— ele perguntou. e eu senti vontade de enfiar a cara em um buraco. Ele estava me espionando descaradamente des do começo, isso era visível.

—eu não costumo tocar para outras pessoas—fui sincera. ele ergueu uma das sobrancelhas negras em resposta. —mais como agora eu tenho um intruso como companhia, poderíamos fazer algo como ver filme?—sugerir. eu não queria continuar a tocar na presença dele e muito menos ficar em sua companhia sem fazer nada, seria muito constrangedor.

—acho que seria muita inconveniência minha recusar— ele falou e eu aceitei aquilo como um sim. Estava surpresa por ele ter aceitado. Sasuke não parecia o tipo de pessoa que gostasse de cinema. deixei ele na sala de cinema e vim prepara pipoca de microondas para nos. Cinco minutos depois eu estava de volta com uma vasilha de pipoca e refrigerante. me sentei ao lado de sasuke deixando a vasilha entre nós dois e lhe estendi um copo de refrigerante. Ele olhou o objeto em minha mão se negando a pegar.

—não costumo tomar esses tipos de bebidas— ele falou frio dispensado. Era claro que ver filme para ele já era o suficiente, ou talvez ele se preocupasse tanto com a saúde quanto eu. Não era fácil manter um corpo saudável e sinceramente o dele parecia imensamente saudável. com certeza o cinistro bonitão passava horas na academia para ter tantos músculos e um traseiro tão perfeito. eu não tive a instalação de observar mais quando ele se virou para me acompanhar até a sala de vídeo, eu pude olhar por míseros segundinhos.

—gostaria de outra coisa tipo vinho, whisky ou um gin-tònico?— eu estava apenas tentado ser amigável, por mais que aquele cara tivesse acabado de invadir minha privacidade. afinal de contas eu ainda tinha minha preciosa vida graças a ele.

—whisky sem gelo— afirmei satisfeita por ele ter aceitado alguma coisa e corri para pegar. trouxe a garrafa inteira e um copo de cristal sem pedras de gelo. escolhi o filme e coloquei para passar. se chamava crepúsculo a versão em filme de um livro que eu havia lido e amado.

—você e sempre assim calado?—falei enquanto pegava mais um pouco da pipoca.

—achei que pessoas não gostavam de conversar durante uma sessão de cinema— ele falou desviando os olhos da tela para me olhar. franzi as sobrancelhas confusa. Sasuke falou como se nunca tivesse feito aquilo antes.

—claro que não, inclusive você pode dar sua opinião sobre a história do filme— ele já havia volta sua atenção para a tela. parei para observar sua reação a cada Sena. Mais sasuke Uchiha sempre estava sério. o máximo que ele fazia era um levantar de sobrancelhas e nada mais.

—o que tenho para falar com certeza e algo que não irá agrada-la—Sasuke falou me deixando curiosa.

—eu prefiro que diga— voltei minha atenção para ele.

—o contexto da história e um tanto sem lógica. Não explicam como surgiram e a forma como ele fica ao sentir o cheiro da garota, faz parecer que está tendo ânsia de vômito—ele falou. Nessa parte realmente eu tive que concordar.

—com certeza o cineasta quis mostrar que a presença e o cheiro dela o perturbava— falei e ele pareceu analisar minhas palavras.

—mais o que perturba os sentidos de um vampiro não e o cheiro da pele e sim o aroma do sangue. Quando pertence a uma criatura pura o aroma pode ser perturbador, da mesma forma que se for uma pessoa com a alma manchada pela maldade pode causar náuseas— ele explicou. Pelo visto aquele homem frio e misterioso tinha um fraco por histórias sobrenaturais. e não sei porque mais aquilo parecia combinar perfeitamente com ele.

—você parece entender bastante sobre o universo sobrenatural, tanto quanto o criador da história e o cineasta—estava curiosa. Será que Sasuke era algum tipo de diretor de cinema ou talvez autor de histórias sobrenaturais?— você possui alguma profissão?" eu não sabia se era o momento certo mas minha curiosidade não permitiu.

—qual o seu interesse em saber sobre mim?— ele perguntou friamente. senti vontade de sumir naquele momento.

—achei que poderia saber mais sobre o homem que salvou minha vida. Mas se não e possível eu sinto muito— baixei o resto para não ter que encara-lo. fui tola, era visível que aquele homem já mais diria alguma coisa pessoal sua para mim. Ele era misterioso de mais e frio de mais também.

—eu faço parte de uma família que não necessita de uma profissão. possuímos muitas posses e fortunas, não necessariamente precisamos de um trabalho—ele explicou. Então eu estava diante de um homem multimilionário e que não se importou em sujar as mãos para salvar uma desconhecida.

—peso desculpas pela minha insolência— tentei não olha-lo. Ainda estava envergonhada.

—onde está seus familiares?— Sasuke perguntou me surpreendendo. Será que seria certo eu falar sobre esse assunto com um desconhecido?

—eu não tenho exatamente uma família —falei e ele me olhou sério. —meu pai morreu quando eu era criança, me restou uma vibora como mãe e avós desnaturados—resolvi para ali. Era visível que as pessoas que me restaram me odiava, não precisava de mais explicações. Era obivel que sasuke agora acharia que eu era uma criatura solitária e largada. sem dúvida sentiria pena de me e se arrependeria por ter me devolvido uma vida solitária.

—mais quero que saiba que não me sinto sozinha, tenho amigos incríveis que são como minha família e sou muito feliz por não ter aquelas pessoas por perto— falei antes que ele dissesse alguma coisa, Sasuke ergueu uma das sobrancelhas surpreso.

—qual o motivo de odia-los tanto?— ele perguntou. Aquelas era uma das perguntas que eu não queria ouvir, não naquele momento.

—o homem com quem minha mãe está casada hoje foi o culpado por ter colocado meu pai atrás das grades. Ele também e o início suspeito de ter mandado envenena-lo. sabendo de tudo isso eu fui obrigada a fazer parte da vida medíocre deles até me mandarem para um internato. sem tirar a parte que ele tentou abusar de me inúmeras vezes, quando eu contava ninguém acreditava em mim. Quando fui para faculdade resolvi esquece-los e meus avós diziam que eu era uma garota mal agradecida. Quando me formei nunca mais voltei a ve-los—me lembra de tudo aquilo fez meu peito doer e meus olhos arderem por causa das lágrimas.

—eu posso vingar sua dor, basta dizer sim— ele falou e eu ergui o rosto para olha-lo. eu estava chocada, minha vontade de chorar só aumentou.

—não gosto de vingança, apenas de justiça— falei e ele pareceu compreender.

—então permita-me— Sasuke falou retirando a vasilha de pipoca e se aproximando para me abraçar. me senti diferente quando seus braços me acolheram. deixei meu rosto encontrar em seu peito enquanto algumas lágrimas escapava dos meus olhos. dava para ouvir seu coração batendo um pouco rápido e eu ingenuamente acreditei que fosse por minha causa. fechei os olhos e me concentrei apenas no cheiro delicioso que ele possuía. fui sentindo uma calmaria tomar conta do meu corpo. Minha consciência parecia esta se distanciando mais ainda assim eu senti Sasuke tocar meus cabelos com as pontas dos dedos, aquilo me soou muito carinhoso vindo dele.

...

—você realmente está gostando dessa garota não e?— ouvi Ino falar um pouco distante.

—porque acha isso?— perguntei parando para olha-la. Ela cruzou os braços me olhando com se eu acabasse de falar a coisa mais idiota do mundo.

—o quadro com o rosto dela— ela se referia a uma pintura com o rosto de Sakura que eu havia acabado de terminar. na imagem ela olhava maravilhada para o horizonte. fiz o possível para por naquela imagem todos os traços perfeitos que ela possuía. a cor única dos seus olhos, seu nariz pequeno e arrebitado e os lábios de morango mais suculentos que já vi.

—há algum problema eu gostar dela?

—mais e claro que há. Naruto essa garota por mais inocente e inofensiva que pareça pode lhe por em muitos problemas — ino disse e eu a olhei um pouco decepcionado. Ela sempre foi uma garota amável e compreensiva, já mais imaginária que culparia a vítima.

—ino, a Sakura foi a única vítima de tudo isso. eu ficaria muito feliz se você tentasse compreender.

—eu entendo, mais tenho medo por você— ela disse baixando os olhos. me aproximei dela a tocando no ombro.

—eu já sou grandinho de mais para você se preocupa tanto, principalmente se tratando daquele babaca. Porque você não tenta ser amiga da Sakura, eu ficaria bem mais despreocupado se você estivesse por perto. Acho que vocês se dariam muito bem— ela revirou os olhos.

—acho que não e uma boa idéia—

—por favor, ao menos tente—fiz uma carinha pidona. Essa tática sempre funcionava.

—está bem — ela disse e eu a abracei e a girei no ar. a partir do momento em que ino estivesse por perto eu poderia ficar despreocupado. Sakura ainda estava com o sangue de sasuke nas veias e isso acabava atraindo vários inimigos.

...

despertei com o barulho da campainha tocando repetidas vezes. olhei ao redor confusa. que eu me lembrava bem eu tinha vindo por conta própria para o quarto. com certeza Sasuke teria me carregado até minha cama já que era a única pessoa que eu me lembre ter visto. enfiei os pés em uma sapatilha e corri para atender a campainha. Quando abri a porta acabei ficando surpresa com a presença da irmã do Naruto, eu não esperava ve-la novamente e tão cedo.

—Oi querida, bom dia— ela disse me analisando. eu ainda estava com a mesma roupa da noite passada.

—Oi, bom dia...Ino— falei parando um instante para lembrar o nome dela.

—e então, posso entrar?" ela perguntou e eu afirmei positivamente. — eu acho que cheguei muito cedo não e, você parece ter acabado de acordar— falou se sentando em um dos sofás de pernas elegantemente cruzadas.

—na verdade eu acho que eu e quem acordei um pouco tarde—toquei meus cabelos e notei que estava cheio de nós e bagunçados.

—eu vou esperar você se organizar— disse apontando o dedo em minha direção e me mirando de cima a baixo. Aquela garota parecia querer me humilhar apenas com sua presença. enquanto eu parecia ter passado por um furacão, ela estava linda. vestia um bazar vermelho com top da mesma cor, sai era de couro preto e cintura alta e salto preto. os longos cabelos estavam presos em um rabo de cavalo alto com duas mexas soltas em cada lado do rosto.

—pode ficar a vontade, volto em poucos minutos— segui em passos rápidos em direção ao meu quarto. me livrei das sapatilhas e corri para o banheiro. Quando olhei meu reflexo no espelho notei que eu estava bem mais pior do que eu imaginava. escovei os dentes, me livrei das roupas amarrotadas e entrei no boxe. deixei o jato quente cair sobre meus cabelos bagunçados. Depois de lava-los com uns dos meus shampoos favoritos tratei de terminar o banho e me enrolar em uma toalha. sequei os fios em um tempo recorde, não queria deixar a irmã de Naruto esperando por muito tempo. Quando terminei procurei por algo digno da minha profissão em meu croset. eu era apaixonada por vestido então escolhi um de cor vinho, o modelo era simples porém elegante. coloquei um saltinho baixo e passei apenas um himel e um brilho labial. Meus lábios possuía uma tonalidade que eu gostava bastante então eu tentava não modifica-lo. Quando voltei ino me analisou com um sorriso de canto, provavelmente aprovando minha aparência dessa vez.

—você tem estilo—ela me elogiou.

—Obrigada, acho que minha carreira de modelo me beneficiou muitas coisas— sorri amigavelmente.

—Sakura, gostaria de convidar você para passar o dia no clube comigo. se não tiver outras ocupações e claro— ela se levantou e ficou esperando minha resposta.

—seria ótimo, porém antes eu preciso de um café da manhã—falei fazendo uma carinha de "sinto muito".

—então está ótimo porque lá eles servem café da manhã, almoço e jantar.

—só um momento, preciso pegar minha bolsa— falei me virando e seguindo pelo mesmo corredor por onde eu havia acabado de passar. Fomos no carro de passeio da ino. Durante o caminho mandei uma mensagem para Tenten avisando para onde eu estava indo e com quem.

—Naruto me falou que você e italiana, mas ao meu ver você parece americana— ino falou.

—e que minha mãe e americana e eu sou muito parecida com ela. a única coisa que eu herdei do meu pai foi os cabelos—ela tirou a atenção do trânsito para olhar meus fios ruivos.

—e uma cor muito bonita— ela elogiou novamente. —você se mudou para Londres?

—não, estou a trabalho mais eu amei essa cidade, da vontade de não ir mais embora— fui sincera.

—e se alguém resolver roubar o seu coração e te pedir para ficar —ela perguntou me olhando nos olhos. Será que ela estava se referindo ao Naruto?

—essa e uma pergunta que eu ainda não sei a resposta—respondi. Quando chegamos ao clube ela estacionou em uma das vagas e me guiou em direção a um local que parecia ser o restaurante. nos sentamos em uma das mesas próximo a uma fonte. o local era quase ao ar livre exceto pelo teto a cima. havia muitas planta e grama verde ao redor e fontes de água cristalina que fazia um barulho agradável que acalmava. Tinha até mesmo uma cascata que descia da parede que pareciauma rocha gigante. um garçon veio nos atender, nos fizemos os pedidos e ele se retirou para busca-los. Após terminarmos de comer ela me levou para o vestiário onde trocamos nossas roupas por blusas pequenas, mine saia e sapatos fechado.

—e então você prefere golfe ou tênis?— ela perguntou enquanto arrumava a meia.

—acho que tênis e um esporte mais divertido— sugeri. Durante o trajeto até a quadra encontramos várias pessoas, todos jovens e conhecido da ino. Alguns me olhava mais que o necessário e eu acabava ficando constrangida. estávamos jogando quando uma garota e eu rapaz apareceram e ficaram nos olhando. ino era extremamente ágil e eu ficava boba como ela não perdia se quer uma bola. nem mesmo os profissionais conseguia esse feito. sem tirar a parte que ela me deixou exausta. em uma jogada ela conseguiu atirar a bola com tanta força que acabou tirando a raquete da minha mão. Como eu estava fazendo muita pressão para rematar a bola acabou doendo o meu pulso e o resto do braço inteiro.

—aí meu deus você está bem!? —ela perguntou correndo para me socorrer. eu estava com uma careta de dor. o impacto parecia ter sido tão forte que havia conseguido torcer todo o meu braço.

—nossa nem um homem consegue ser tão forte— sorri mais ainda doía bastante.— não se preocupe, não foi sua culpa acho que peguei na raquete de mal jeito—ela não parecia convencida disso já que ainda me olhava com culpa.

—acho que e melhor a gente parar e na próxima vez escolhemos um esporte menos agressivo— ela falou tocando em meu braço. os dois que nos observava passou para o lado de dentro e seguiram em nossa direção.

—algum problema?— o rapaz falou. notei que sua voz era um pouco parecida com a de sasuke, apesar que a do Uchiha era mais fria e atraente. ergui o rosto para olha-los e acabei ficando extasiada com a cor daqueles olhos. eram pratinados como a lua, eu nunca havia visto olhos tão belos e ao mesmo tempo cinistros.

—Sakura quero lhe apresentar minha amiga Hinata e seu irmão Neji Hiuga—os cumprimentei e notei que a garota me observava de forma curiosa.

—Hinata você pode dar uma olhada no braço dela?— pediu ino. Então tudo indicava que a garota era médica ou enfermeira. Ela pegou meu braço e observou por curto período.

—o pulso saiu do lugar mais se fizer isso —ela disse o puxando com força e eu acabei gritando por causa da dor— ele volta ao normal—ela terminou e me olhou com um sorriso gentil. a dor realmente havia sumido e eu pude move-lo normalmente.

—nossa obrigada— estava surpresa, ela nem precisou de um raio X para ver onde estava o problema.

—então, a gente poderia ir para a piscina agora— ino falou recolhendo suas coisas.

—tenho que ir Hinata—o cara falou dando um beijo no rosto da irmã. nos o observamos sair em silêncio.

—o Naruto não vai vir hoje?—a garota perguntou. Então naruto também frequentava aquele clube? não era de se esperar que ele gostasse de esportes com aquele corpo tão em forma.

—acho que hoje ele virá —ino falou me olhando. Será que ela quis dizer que era por minha causa? mas tudo indicava que ele frequentava o clube antes mesmo de nos conhecermos. seguimos para a área onde ficava as piscinas. a área estava com bem mais pessoas do que a parte em que praticavam esportes. Tivemos que trocar de roupa novamente e dessa vez ino me obrigou a por um biquíni extremamente pequeno. Hinata preferiu um maior, ela parecia ser uma garota bastante tímida. Ela ficou atraente apesar do traje não ser chamativo como meu biquíni e o de ino. Quando voltamos para a piscina ino pediu que o garçon trouxesse alguns drinks e petiscos para nós. Depois de alguns mergulhos no deitamos em uma espreguiçadeira lado a lado. o homem já havia trazido nossos pedidos e colocando em umas mesinhas baixa que ficava próximo a nos. peguei uma das taças com um pequeno guarda chuva enfiado em um morango e saboreei o líquido. dava para senti o gosto de vodka, energético e outra coisa que eu não consegui identificar. os petiscos eram uns bolinhos enfiados em uns palitos. Outro era frutas como uva, pedaço de abacaxi, azeitonas e morangos. e os favoritos de ino era algum tipo de carne com um molhinho estranho.

—posso saber como vocês se conheceram?—Hinata perguntou.

—Naruto havia convidado a Sakura para uma noitada e exatamente no momento que eu cheguei eles se envolveram em uma confusão com Sasuke e o grupinho dele. Naruto me pediu para levar ela para casa e foi assim que nos falamos pela primeira vez— Ino explicou.

—então ela sabe sobre...

—sobre o quadro que Naruto pintou com o rosto dela, ainda não— Ino a interrompeu. Nos duas a olhamos surpresa. Era visível que elas estavam escondendo alguma coisa de mim. Será que Naruto era comprometido? eu teria beijado um cara comprometido!? e pior, ele com certeza seria um grade cafajeste para não falar a verdade.

—essa história de quadro e verdadeira?—as duas me olharam, Ino parecia ofendida enquanto a Hinata estava encolhida na cadeira um pouco triste.

—eu não tenho motivos para inventar isso. Você irá ver em algum momento— ela disse comendo mais um palitinho de carne. me virei para pegar um com frutas vermelhas e mais um drink. dei uma goleada na bebida e retirei uma uva com os dentes despreocupadamente até que ouço ino dizer

—aí meu deus, acho que vamos ter um pouco de confusão hoje— me virei para ver sobre o que ela estava falando. parei a taça no meio do caminho quando vi Sasuke caminhando como se fosse um deus no meio das pessoas. Muitos pararam para olha-lo e eu tive a impressão de que todos o conhecia. o que mais me chamou a atenção era a forma como ele estava vestido. de bermuda preta, camiseta da mesma cor e tênis. Ele era alto e músculos, não havia uma parte do corpo daquele homem que não possuísse musculatura.

—ele simplesmente nunca vem aqui—Hinata falou mordiciando um bolinho.

—as pessoas daqui não se dão bem com ele?— perguntei curiosa.

—na verdade e o contrário, ele que não se dá bem com quase ninguém por aqui— Ino disse dando um longo gole na bebida. notei que ele parou de costas para nos e estava falando com o irmão de Hinata e um cara loiro de cabelos longos.

—acho que eu vou lá irrita-lo um pouco —ino falou se levantando. Hinata olhou para ela e depois para me indecisa se também iria ou não. me levantei também disposta a ir junto.

—e melhor você ficar Sakura—ino falou. olhei para Hinata para ver se ela concordava.

—ela está certa —falou fazendo um barulho com o canudo da bebida. Fiquei observado para ver o que iria acontecer. os garotos se afastaram um pouco para dar espaço para a loira. Sasuke a olhou friamente, provavelmente ino estava dizendo alguma coisa. notei ele olhar e minha direção e logo depois ele começou a falar algo. a conversa não durou mais do que alguns minutos. ino jogou os cabelos para trás ao se virar, Sasuke a olhou sério e logo em seguida olhou em minha direção. Fiquei curiosa para saber sobre o que eles teriam falado, ou discutindo.

—estamos resolvidos agora— disse ino se sentando em seu lugar novamente. resolvi deixar Sasuke de lado e aproveitar o dia, afinal, no dia seguinte a rotina de trabalho voltaria. voltamos para a piscina minutos depois e ficamos lá deitada sobre os colchões flutuantes. eu havia perdido a conta de quantos drinks já havia bebido. eu não estava beba mais também não estava sem por cento sóbrio. em algum momento Hinata tentou me derrubar da bóia e nós duas acabamos caindo juntas dentro da água. Ela me agarrou para não afundar novamente e nos duas acabamos rindo juntas do ocorrido.

—isso não deveria está acontecendo— ino falou. achamos que ela se referia a nos duas, mais quando olhei para ela percebi que estava se referindo a outra pessoa. olhei na mesma direção para ver o que estava acontecendo. engoli a seco quando vi naruto entrando. procurei por Sasuke no meio das pessoas mais não o encontrei, agora eu sabia que os dois possuía uma certa rivalidade e que com certeza arranjaram confusão em algum momento. Naruto caminhou em nossa direção vestindo apenas uma bermuda cinza. a camisa estava em seu ombro, e todos aqueles músculos estavam livres para serem adimirado. observei ele cumprimentar algumas pessoas antes de pular na piscina.

—o que você está fazendo aqui?— ino perguntou, ela não parecia satisfeita em ve-lo.

—sempre venho aqui, então porque o questionamento ?— ele perguntou, mais antes que ela respondesse ele se virou para cumprimentar Hinata. observei ele dar um beijo carinhoso na bochecha dela em seguida me olhou.

—você com certeza e a última pessoa que eu esperava encontrar aqui —ele falou passando um olhar carrancudo para ino e depois me olhando.

—está decepcionado?—ele rio negando.

—ao contrário disso— falou me arrancando um sorriso.

—Hinata, você poderia me acompanhar? acho que nós precisamos de uma bebida— ino falou. Mais eu sabia que ela estava tentando nos deixar sozinhos.

—acho que estou estragando seu primeiro dia de amizade com a minha irmã— ele falou com uma carinha de sinto muito.

—Ino e uma pessoa incrível, divertida e compreensiva com certeza, acho que ela não vai ficar chateada— ele afirmou com um movimento de cabeça. Seus lindos olhos azuis estavam fixos no meu rosto e eu não consegui desviar minha atenção para outro lugar , era visível a atração entre nós. o resto da tarde eu passei na companhia de ino, Hinata e Naruto. conversamos e nos divertimos muito. percebi que Sasuke havia ido embora antes do Naruto chega. Será que tinha a ver com o que ino havia falado para ele? Antes do final da tarde Naruto também se despediu. Apenas quando o sol começou a se por ino resolveu que iríamos embora. Ela me deixou em frente ao meu prédio e seguiu caminho com Hinata. eu estava um pouco tonta mais não quis falar nada para não atrapalha-la. Quando abri a porta do meu apartamento me deparei com Sasuke lá dentro. Dessa vez ele estava vestido elegantemente como sempre.

—então você resolveu que o ambiente do meu apartamento e melhor que o do clube?— falei ironicamente. Ele parecia zangado com alguma coisa mais eu não estava dando a mínima para isso.

—você está bêbada— ele falou friamente com uma expressão de desgosto.

—não, eu estou tonta. existe um grau de diferença entre as duas coisas— falei risonha erguendo dois dedos. Ele uniu as sobrancelhas estranhando meu comportamento.

—mais isso não importa, eu so preciso de mais uma taça de vinho e uma boa noite de sono. Então amanhã eu vou acordar sóbrio e você não vai precisar me olhar dessa forma —falei chutando os saltos para longe. caminhei de pés no chão tropeçando algumas vezes. Sasuke me observou recolher os sapatos que havia caído bem próximo ao sofá onde ele estava. Quando fui me erguer novamente senti minha cabeça girar e acabei caindo em cima dele. eu estava entre suas pernas com o rosto amassado em seu peito forte. tentei me levantar novamente mais me atrapalhei e cai novamente, dessa vez um pouco mais para cima. Nossos rostos ficaram muito próximos. Ele me pegou pela cintura me ajudando a ficar de pé em seguida se levantou, curvou-se e me pegou em seus braços. Fiquei o observando surpresa enquanto ele me carregava em direção ao meu quarto. pensei que fosse me colocar na cama mais vi que estava indo direto para o banheiro.

—o que pensa que está fazendo?— perguntei quando ele me pos dentro do boxe. Ele não respondeu apenas abriu o jato gelado em cima da minha cabeça.

—qual o seu problema!?— gritei sentindo a água ensopa minha roupa.

—você e irresponsável, esse e o seu problema— ele falou me virando. Em seguida eu senti ele puxar o zíper do meu vestido.

—eu posso ficar sozinha agora ok— sem dizer nada ele fechou a porta do boxe me deixando sozinha. tirei a roupa molhada e comecei a me lavar com uma esponja ensaboada. Quando eu desliguei o chuveiro ouvi a porta do boxe sendo aberta, acabei gritando de susto e tentei inutilmente tampar minhas partes íntimas. Quando me virei só vi uma mão segurando um roupão de banho. me vesti e sai para fora, Sasuke estava parado do lado de fora me esperando. Suas roupas estava molhada também.

—você está molhado—falei e ele novamente me ignorou. Ele me trouxe de volta para o quarto e me pos na cama. Fiquei o observando retirar o paletó e logo em seguida a camisa social. novamente aqueles músculos estava exposto e eu não consegui desviar minha atenção daquele abdômen cheio de gominhos. não sabia como a minha sorte com homens havia mudado tão rapidamente. Já mais podia imaginar que em Londres eu encontraria dois deuses gregos, um engraçado e sorridente enquanto o outro era fechado e misterioso.

—porque as vezes eu acho que você está tentando me proteger— minhas pálpebras estava ficando pesada, já estava começando a ficar com sono.

—porque e exatamente isso que estou fazendo— ele respondeu.

— porque se importa comigo?— minha voz saiu um pouco falha. Meus olhos já estava começando a se fechar.

—porque e a minha escolhida— ouvi ele dizendo. acabei guardando aquela frase. Na próxima vez que o visse teríamos uma conversa bem seria.



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