História Para Sempre Uma Potter - Capítulo 5


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Categorias Harry Potter
Personagens Alice Longbottom, Avery (Marauder-era), Bellatrix Lestrange, Dorcas Meadowes, Euphemia Potter, Fenrir Greyback, Fleamont Potter, Franco Longbottom, Lílian Evans, Lord Voldemort, Lucius Malfoy, Marlene Mckinnon, Narcissa Black Malfoy, Pedro Pettigrew, Personagens Originais, Regulus Black, Remo Lupin, Rodolfo Lestrange, Severo Snape, Sirius Black, Tiago Potter, Tom Riddle Jr., Walburga Black, Yaxley
Tags Bruxos, Dumbledore, Guerra, Harry Potter, Horcruxes, Lorde Das Trevas, Marotos, Ordem Da Fenix, Potter
Visualizações 23
Palavras 1.890
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Luta, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha eu aqui de novo, com mais uma capitulo para vocês em menos de 6 horas!
Viu? Esse é meu jeitinho de pedir desculpa.
Espero que gostem! Não deixem comentar

Capítulo 5 - 5


Fanfic / Fanfiction Para Sempre Uma Potter - Capítulo 5 - 5

Nem sempre sabemos o quão fadados estamos a acreditar que a felicidade é eterna, quando na verdade ela é tão frágil quanto um fiapo de tecido.

1978 —Novembro

Regulus estava parado na frente de Ninna Potter, tomando o café da manhã normalmente. Os olhos da garota continuavam a observa-lo com curiosidade.

—Você está estranho. —Constatou ela. 

Regulus a encarou com uma falsa cara de inocência.

—Não estou não.

Ninna olhou desconfiada para ele e seu sorrisinho misterioso. 

—Vamos, me conta logo! —Insistiu ela. Apontando o garfo com um pedaço de bacon para ele. —Eu sou ou não sou sua melhor amiga?

A palavra amiga soou dolorosa para Ninna. Ela não queria ser amiga dele. Mas era inegável o quanto o Black chamava atenção pelos belos cabelos negros e os olhos azuis. 

Sem falar que ele jogava Quadribol muito bem. Ninna tinha perdido a conta de quantos treinos ela assistiu cercada por marias-goles escandalosas por Regulus.

Pelo menos ele tinha decencia de não dar encima de nenhuma delas. Pelo menos não na frente dela pelo menos.

Regulus abriu um sorriso para Ninna. Não estava disposto a contar nada para ela, não ainda pelo menos. Só esperava que as dúvidas sobre a amizade dos dois finalmente chegasse ao fim.

—Estou apenas animado com o dia de hoje. —Ele falou por fim. Dando de ombros como se não fosse tão importante, mas por dentro ele tinha grandes planos para aquele dia. —Você vai certo?

Ninna abriu um sorriso para ele que o deixou com as bochechas levemente coradas. Graças a Merlim que ela não percebeu já que estava concentrada no prato de café da manhã.

Ninna sabia ser uma extrema distração para o cérebro dele quando não estava presente. Mas recentemente a cada dia mais que passavam juntos, de repente ela era uma distração o tempo inteiro.

Ele se esquecia dos problemas em casa. Dos conflitos com os pais sobre os Comensais da morte. Se esquecia de tudo. Principalmente quando ela sorria daquele jeito. Por Merlim, aquela garota mexia com sua cabeça de maneira que ele não controlava mais nada.

—Você acha que eu vou perder a surra que daremos na Grifonória hoje? —Ela retrucou. —Por favor, agora que meu irmão  e o seu irmão saíram do time, aquilo tudo está uma desgraça.

—Ei. Nosso time vai ganhar com ou sem nossos irmãos na Grifonória. —Retrucou ele, provocando uma crise de risos em Ninna.

—Pobre iludido. —A Potter sacudiu a cabeça, tomando o suco de abóbora. —Tenho aula de Herbologia agora. E você? 

—Defesa contra as artes das Trevas. —Respondeu ele. —Te vejo no jogo então?

Ela assentiu com a cabeça, depositando um beijo rápido em sua bochecha antes de sair apressada para a aula.

...

O jogo estava prestes a começar. Regulus esfregou as mãos uma na outra. Estava muito frio naquela tarde. Depois do discurso motivacional para a equipe, todos entraram no campo com várias dos Grifonórios e aplausos da Sonserina.

Com uma busca rápida pela arquibancada, Regulus reconheceu o cachos morenos de Ninna, bem próxima a beirada da arquibancada, com uma bandeirinha da Sonserina.

—Ei, capitão. Uma baba está escorrendo bem aqui. —Caçoou um dos companheiros de time. Regulus devolveu com um gesto obsceno antes de subir na vassoura.

Não demorou muito para o jogo começar. Regulus observou o campo dessa vez em busca do pomo de ouro. 

Mesmo com a saída do capitão estrela do time, os Grifonórios pareciam dispostos a ganhar o primeiro jogo a todo custo.

A cada ponto da Sonserina, a Grifonória revidava com um também. O que deixava o placar das suas casas bem próximo, a decisão estava nas mãos de quem pegasse o pomo de ouro primeiro.

Para a sorte de Regulus, o novo Apanhador do outro time era bem lerdo. O que o seu a vantagem assim que viu o pomo perto dos arcos do gol. 

Com um impulso de vassoura, Regulus Black acelerou até sentir seus dedos se fechando em torno da pequena bola dourada.

A arquibancada urrou em comemoração. Todos orgulhosos pela vitória, antes que Regulus pudesse fazer qualquer movimento até Ninna, seus companheiros de time o puxaram da vassoura para uma comemoração. 

Entre gritos de vitória e aplausos, a multidão verde e prata os arrastou até o salão comunal da sua casa. A Sonserina não vencia a Grifonória a tantos jogos que eles tinha se esquecido da sensação que era passar pelo inimigo n°1.

Ninna sentiu seu corpo sendo empurrado até o salão comunal, ela estava feliz pela sua casa e queira muito comemorar. Mas acima de tudo, a jovem Potter precisava falar com Regulus, lhe dar os devidos parabéns por garantir a vitória da casa deles.

Os gritos invadirão todo o ambiente da Sonserina. Enquanto Ninna empurrava algumas pessoas para tentar alcançar Regulus, este parecia procurar alguém no mar de gente também.

Seus olhos cruzaram com os de Ninna é algo nela pareceu se iluminar quando Regulus Black se moveu para perto dela também. 

—Meus parabéns, capitão. —Falou ela, o envolvendo em um abraço. —Até que você leva jeito mesmo com aquela vassoura.

O Black abriu um sorriso de canto, o que fez o coração de Ninna dar um aberto ainda maior. Pelo amor de Morgana, ele continuava lindo mesmo todo suado e sujo do jogo.

—Você tinha alguma dúvida de que iríamos vencer? —Ele perguntou ainda com aquele sorriso perfeito no rosto. —Porque eu tinha absoluta certeza de que iríamos ganhar essa noite.

—Arrogancia não é nenhum pouco o seu estilo, Regulus Black. Posso saber se onde veio toda essa certeza?

Uma das mãos dele se moveu para o rosto de Ninna, afastando uma mecha da bochecha até a parte de trás das orelhas.

De repente não havia mais barulho na sala, Ninna sentiu que era apenas os dois ali. Será que estava imaginando coisas ou Regulus realmente estava ... Estava olhando para ele de maneira diferente?

Por Morgana. 

—Eu tinha um bom motivo para vencer hoje. —Falou ele, ainda com as mãos contornando o rosto dele. Deixando um rastro quente por onde os dedos passavam. Ninna começava a se questionar se uma pessoa poderia simplesmente pegar fogo numa situação como aquela. —Me fez sentir mais corajoso.

Engolindo em seco, Ninna forçou o cérebro a trabalhar em alguma resposta.

—P-por que você precisava de coragem? —Sua voz soava patetica de tão derretida. 

—Para fazer algo que adiei muito. 

E foi então que ele a beijou. O salão comunal começou a bater palmas, dessa vez não apenas pelo jogo, mas por finalmente o Black ter tomado uma atitude.

Alguns colegas de time comemoraram com "ALELUIA", aparentemente estava claro para todo mundo o quanto os dois deveriam ficar juntos.

Mas o que realmente importava é que naquele momento Ninna sentiu como se as cosias fossem ser diferentes, como se nada pudesse roubar aquela sensação que preenchia seu corpo de alegria, paz, amor.

Se ela apenas soubesse...

1977 —Dezembro

Ninna e Severus observavam a neve caindo da varanda da torre de astronomia. Os olhos da Potter estavam cheios de lágrima, um nó na garganta.

Se ela tivesse escutado o irmão, se tivesse se afastado disso tudo antes de doesse demais... Bom, talvez não doesse tanto.

Ninna. —Disse Severo. Ajeitando as mangas das vestes. Ele sabia o quanto sua amiga estava arrasada. Ainda se lembrava da expressão no rosto dela naquela noite. O pavor em seus olhos quando viu a marca negra no braço do melhor amigo.

A lua estava cheia naquela noite. Severo havia planejado tudo em sua cabeça, seguir os marotos até a casa mal assombrada de Hogsmead, sacar a varinha e ...

E acabar com todos os anos de sofrimento se uma só vez. Mostrar para Lily o monstro que os amigos do seu namorado estavam protegendo em Hogwarts. 

Mas tudo saiu errado no instante em que ele e o Potter duelaram. Os dois acabaram na floresta Negra. Severus estava prestes a lhe lançar uma maldição da morte quando a voz de Ninna preencheu seus ouvidos chamado seu nome. 

No segundo seguinte um uivo e o corpo de James o empurrando para longe do lobisomem Lupin. Enquanto ele era arrastado para longe dali, quando ficou sozinho com a amiga, os olhos da garota foram diretamente para o seu braço.

Ele não entendeu de início, até ver o rasgo que deixara a mostra a marca dos Comensais da morte.

E agora os dois estavam ali. Ninna não havia falado nada, apenas escutou como tudo aconteceu. 

—Não acredito que briguei com meu irmão. Com meus amigos. Não acredito que defendi você de todo mundo que me disse ... —Os olhos de Ninna pareciam em chamas, tamanha a sua raiva. —Todos me falaram o que você seria Severo! E eu escolhi confiar em você! EU CONFIEI EM VOCÊ.

Severo se sentiu um idiota. Acuado como um animal amedrontado enquanto a melhor amiga começava a chorar.

—Fique bem longe de mim. —Ela disse para ele. Antes de começar a se afastar até a entrada da sala.

—Ninna! Ninna, por favor. Me escuta. Eu não ... —Seus dedos envolveram o braço dela a impedindo de sair.

Tudo pareceu ocorrer em câmera lenta. Quando os dedos de Severo puxaram o braço de Ninna, ele sentiu um empurrão forte que o lançou até a extremidade da sala. 

Ninna inteira parecia em chamas. 

Não, Severo. —A voz dela soava distante, quase como se não fosse dela. —Sem vitimismo dessa vez.

Ela ergueu um dos braços e as cadeiras da sala começaram a fluar. Os cabelos de Ninna também voavam, como as serpentes de Medusa. 

Ninna não tinha como parar aquilo. Por mais que odiasse Severo naquele momento, ele ainda era seu amigo.

Seu melhor amigo.

Mas ela não fazia ideia de como controlar aquilo. Era quase como um instinto insaciável por ... Por morte.

Você sabe que quer isso, Ninna. É tudo o que você sabe fazer. Você mata. 

Ela ouvia Severo chamando seu nome. Como um fiapo de realidade em sua cabeça. Uma pontada de sanidade. 

Se ela queria tanto matar, como poderia ser melhor do que Severo? Do que qualquer outro Comensal da Morte? Até mesmo do que Voldemort.

Não.

Então as cadeira caíram no chão com um baque surto. Os braços de Ninna se encheram de cortes e o sangue escorreu pelas mangas da veste. Seu monstro interior não estava nada satisfeito com sua residência.

—Me desculpe, Ninna. —Falou Severo. Correndo até a amiga. Antes que a mesma desmaiasse no chão. —Não quero perder você também.

Ninna não sabia como, mais tirou forças para sorrir para o amigo.

—Ah Severo, você me perdeu apartir do momento que deixou essa marca no seu corpo.

...

Os olhos de Ninna custaram a se adaptar ao ambiente em que se encontrava. Ela estava na enfermaria. 

Madame Pomfrey, assim que notou que a jovem Potter abriu os olhos, se apressou em informar Dumbledore. O diretor parecia muito interessado em saber o que aconteceu para Ninna chegar naquele estado na enfermaria.

—Foi um acidente. —Respondeu Severo. Que ocupava a cadeira ao lado da maca da amiga. Os dois não tinham conversado ainda, mas se Ninna estava mesmo disposta a não ser mais amiga dele, Severo devia ao menos ajuda-la uma última vez.

—Um acidente? —O diretor repetiu, observando os dois por cima do óculos meia-lua. 

—Eu estava praticando um feitiço que inventei. Sectumsempra , quando Ninna entrou na sala me procurando. Acabei a acertando sem querer. —Falou ele. 

Os olhos do diretor se focaram na porta. Que mal havia dito uma palavra. 

—Vou acreditar me vocês dois. —Ele disse, por fim. —A menos que tenha algo que queira me contar, srta Potter.

Engolindo em seco, Ninna encarou o diretor diretamente nos olhos, usando de uma coragem que ela não sabia ter.

—Não, senhor. Nada.




Notas Finais


É isso ai gente linda.
Terminei o capitulo
QUEM ENTENDEU ESSA REFERENCIA NO FINAL MANDA UM 🌚
KKkkkkkkk, espero que tenham gostado do capítulo
Por favor comentem nos dois se não não vou mais fazer esse combo pra vocês! (SIM TRABALHO COM AMEAÇAS MSM!!!)
bjusbjus


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