História PARA SEMPRE, UZUMAKI. - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Boruto Uzumaki, Deidara, Hidan, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Izuna Uchiha, Jiraiya, Kiba Inuzuka, Konan, Kushina Uzumaki, Minato "Yondaime" Namikaze, Nagato, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Pain, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Tsunade Senju
Tags Narusasu, Sasunaru
Visualizações 429
Palavras 2.731
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Comédia, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite minna-chan!! Tudo bem com vocês? Espero que sim!!
Capitulos novos sempre serão colocado no periodo na noite.
Os dias serão; (SEGUNDA 22:20, QUARTA 22:20, SEXTA 21:30, SÁBADO E DOMINGO 20:30)
Uma Observação em relação aos nomes dos capitulos, são frases dos sentimentos de Sasuke sobre a vida.
Xoxo, minna-chan, espero que gostem do capítulo, qualquer dúvida e só me perguntar. Responderei com o maior prazer!!

Capítulo 8 - Afinal, aquilo que amamos sempre será parte de nós.


Fanfic / Fanfiction PARA SEMPRE, UZUMAKI. - Capítulo 8 - Afinal, aquilo que amamos sempre será parte de nós.

O evento beneficente era para uma fundação a fim de apoiar a pesquisa biomédica das causas e dos tratamentos do autismo em crianças e adultos. Jiraya abriu a porta para mim, e Naruto deu a volta á limusine para se encontrar comigo. Ele estendeu o braço, olhando para mim.

_ Acha que pode se comportar durante o evento?- perguntou.

Dei o braço a ele, sorrindo.

_ Não posso prometer nada.

Caminhamos até a porta e entramos. O salão era deslumbrante, bem como as pessoas que haviam comparecido. Naruto me levou até uma mesa reservada, que exibia o nome de sua empresa. Sentei, observando as pilastras do salão, e as sacas lindamente trabalhada do teto. As paredes eram pintadas em um tom de bege com acabamentos em mogno, combinando com as cadeiras ao redor de cada mesa. Havia uma orquestra e uma pista de dança no meio do salão. De um lado, um bar se estendia de parede a parede, confeccionando no mesmo mogno, com tampo de mármore.

Naruto foi pegar nossas bebidas. Pelo visto, não tivera paciência para esperar por um dos garçons ou garçonetes que circulavam com bandejas pelo salão. Voltou com um copo de vinho branco para mim e um de uísque para si mesmo. Embora o salão fosse lindo, Naruto era ainda mais lindo, e não pude deixar de ficar encarando-o. Ele segurou meu braço e me conduziu até um casal que olhava em nossa direção. Mesmo o mais leve toque de sua mão fazia meu corpo entrar em convulsão.

_ Boa noite, Naruto- cumprimentou um homem, apertando sua mão.

_ Olá Asuma, Kurenai. Gostaria de lhes apresentar um amigo, Sasuke Uchiha.

O cavalheiro segurou minha mão e a beijou.

_ Você tem belos amigos, Naruto.

Sorri vagamente antes do comentário e olhei para a esposa dele, que me inspecionava de alto a baixo.

_ Essa é a minha esposa, Kurenai- apresentou Asuma, sorrindo.

_ Prazer em conhecê-lo.- Ela sorriu para mim.

Kurenai era muito bonita, e devia ter uns vinte e cinco anos. Asuma passou o braço pelo ombro de Naruto e o levou para um canto, sussurrando, de modo que não deu para ouvir o que dizia. Naruto balançou a cabeça, e os dois voltaram á posição anterior.

_ Que foi?- perguntei.

Ele pareceu estranhar a pergunta.

_ Negócios, só isso.

Pôs a mão nas minhas costas e me acompanhou de volta á mesa, pedindo licença para ir ao banheiro. Eu apreciava as lindas músicas que a orquestra tocava ao fundo quando Kurenai se aproximou e sentou ao meu lado.

_ Quer dizer que você é o novo brinquedo de Naruto?

Olhei para ela, tentando assimilar o que dissera.

_ Naruto e eu somos apenas amigos.

Ela balançou a cabeça.

_ Tudo bem. Só estou dizendo isso para o seu próprio bem. Porque você parece ser uma pessoa inocente e honesto. Fique longe de Naruto Uzumaki.

Franzi os olhos para ela, e então dei uma espiada no salão para ver se ele voltando.

_ Por que você faria uma coisa dessas?- perguntei.

_ Porque Naruto usa as pessoas emocionalmente até destroça-las e eles ficaram fisicamente doentes, e aí se descarta deles como se fossem lixo.- Levantou-se e pôs a mão no meu braço.- Só um conselho amigável.

Afastou-se e me deixou sentado lá, refletindo sobre o que dissera. O modo como falara me levou acreditar que já fora vítima de Naruto. Não quis pensar nisso, e então levantei e fui ao bar pegar outro copo de vinho. Olhei para o lado, onde havia um pequeno corredor, e arqueei uma sobrancelha ao ver Naruto conversando com a mesma mulher que lhe dera um tapa na boate. Seus olhos pareciam zangados, e ele segurou o braço dela, levando-a para fora do salão. Meu estômago começou a dar voltas. Que diabos ela estava fazendo ali? Eu não sabia nada sobre o homem em cuja companhia me encontrava.

Eu estava diante do bar, quando m cavalheiro me abordou.

_ Olá, sou Suigetsu. Estava me perguntando se um lindo homem como você concederia a honra dessa dança.

Olhei ao redor, e não vi Naruto em parte alguma. Era muito topete da parte dele me deixar sozinho daquele jeito.

_ Seria um prazer- respondi, sorrindo.

Não me importei  de dançar com Suigetsu. Era um homem bonito com cabelos brancos e olhos roxos. Era alto, e, quando passou o braço na minha cintura, senti sua força. Antes de termos chance de termina nossa conversa, Narurto se aproximou ás minhas costas.

_ Com licença, Suigetsu, mas ele está comigo.

Suigetsu olhou para Naruto.

_ Sr. Uchiha, mil desculpas. Não sabia que ele era seu.

E se afastou, deixando que Naruto tomasse seu lugar. Seu? Eu não era dele, nem de niguém. Naruto me encarou, envolvendo minha cintura e segurando minha mão.

_ Eu te deixo sozinho por um minuto, e você já sai dançando com um estranho? É isso que chama de se comportar?

_ Você me deixou sozinho e desapreceu com aquela mulher que te deu um tapa no Club S.

Seus olhos se acenderam.

_ Você viu isso?

_ Achou que muita gente viu isso.

_ Vamos ver se eu entendi. Você me viu antes de me encontrar bêbado diante da boate?

_ Vi, estava sentada no bar. Por que pergunta?

Os cantos de sua boca sexy se curvam.

_ Interessante.

Inclinei a cabeça para ele.

_ O que é interessante?- Então, me occoreu.- Ah, já entendi. Você acha que eu estava de olho em você desde o começo.

Ele me deu um sorriso malicioso.

_ Suas paplavras, Sr. Uchiha, não minhas.

Revirei os olhos e me inclinei para ele, aspirando seu perfume delicioso enquanto sussurava no seu ouvido:

_ O senhor está delirando, Sr. Uzumaki.- Resolvi mudar de assunto. – Posso saber por que resolveu apoiar essa associação?

Ele olhou para mim, respirando fundo.

_ E por que não?

Decidi não fazer perguntas sobre a mulher no corredor e aonde ele fora, mas isso eu fazua questão absoluta de saber.

_ Mas por que esta especificamente?

Ele virou o rosto, olhando para os outros convidados.

_ É uma associação beneficiente com que minha empresa está envolvida. Por que é tão importante assim para você saber uma razão específica?- Suas palavras soaram frias, quase como se ele não confiasse em mim o bastante para me contar.

_ Esquece que eu perguntei.- Continuei olhando para frente, evitando seus olhos.

_ Você é doido- disse ele.

_ Quando eu ficar doido, Sr. Uzumaki, o senhor vai saber- respondi. A música terminou, e voltamos para a mesa, agora ocupada por associados do Uzumaki Enterprises. Naruto deu a volta e me apresentou a alguns funciónarios. Dei uma olhada na mesa ao lado, e lá estava ela, a mulher linda e alta da boate. Seus cabelos negros caíam reto até a bunda, sua pele pálida reluzindo sob os lustres do salão.Ela estava luminosa em um longo prateado e sandálias de salto agulha combinando. Exibia um conjunto de brincos e colar de brilhantes não economizara na maquiagem. Era uma mulher deslumbrante, e não parava de olhar para mim- ou, para ser mais exato, me fuzilar com os olhos.

O jantar consitia em filé mignon ou peixe. Naruto tomou a liberdade de pedir filé mignon para mim, pois achava que “ criar carne em cima dos ossos”, como observou com tanta gentileza. Durante o jajntar um homem se levantou para agradecer a todos por sua presença e á Uzumaki Enterprises por doar quinhentos mil dólares para a associação. Todos aplaudiram.

Pedi licença para ir no banheiro, e ouvi alguém me chamar meu nome. Quando me virei, fiquei paralisado ao ver o Dr. Sasori saindo do banheiro dos homens.

_ Sasuke, que coincidência, encontrá-lo aqui- disse ele.

_ Dr. Sasori, estou aqui como convidado de uma pessoa, e agradeceria se ele não nos visse conversando.- Fiquei morto de náusea, e meu coração acelerou.

_ Você nãp retornou minhas ligações, nem marcou novas consultas . precisa terminar suas sessões, Sr. Uchiha. É importante, e sabe disso.

_ Dr. Sasori- murmurei, olhando ao redor para ter certeza de que ninguém testumanhava nossa conversa principalmente Naruto.-, eu vou fazer isso, me dê so um tempo, por favor.

_ O tempo não está a seu favor Sasuke. É importante que marque suas consultas.

_ Não posso falar sobre isso aqui, Dr. Sasori, por favor.

Ele foi embora, balançando a cabeça.

Entrei no banheiro e observei meu cabelo estava bagunçado e o arrumei novamente, e quando abria a porta para sair, levei um susto ao dar com Naruto encostadi á parede em frente, os braços cruzados. Ele me olhou com ar zangado quando falei:

_ Hum...oi! Por que está paradi aí desse jeito?

_ Porque você estava demorando muitoo, então decidi vir ver se estava bem. Ia dar mais cinco segundos, e então ia abrir a portar e começar a te procurar.

Dei as costas, me afastando.

_ Uau, o stalker entrou em ação?

Ouvi-o suspirar.

_ Pela última vez, não sou um stalker, só fiquei preocupado com a sua segurança.

Revirei os olhos.ele tinha mania de segurança, e isso começava a me irritar.

Voltamos para a mesa e, quando passamos por aquela pessoa, Naruto lançou um olhar para a beldade, que sorriu para ele.

_ Pronto para ir embora?

_ Estou, se você estiver.

Ele sorriu, e fomos ao enconto de Jiraya, que nos esperava. Naruto parou e se virou para mim.

_ Vou mandar Jiraya te levar para casa. Preciso terminar de resolver um assunto.- Segurou minha mão e beijou.- Obrigadi por me acompanhar ao evento. Espero que tenha se divertido.- Senti seus lábios quente na minha pele, mas só conseguia pensar no fato de que ele não me levaria para casa.

Olhei nos seus olhos.

_ Foi uma noite maravilhosa, Naruto. Obrigadi por me convidar. Ele assentiu e abriu a porta da limusine. Sentei e acnei para ele, tentando não deixar a decepção transparecer.

_ Boa noite, Sr. Uchiha- disse Jiraya, me observando pelo espelho retrovisor.

_ Oi Jiraya- respondi, olhando pela janela.

Fazia um calor exepecional para uma noite de setembro, e eu não estava nem um pouco a fim de voltar para um apartamento vazio.

_ Jiraya, será que podia me levar á praia?

Ele me olhou pelo espelho retrovisor.

_ Desculpe, Sr. Uchiha, mas recebi ordens de levá-lo diretamente para casa.

Sorri, educado.

_ Jiraya, ou você me leva á praia, ou eu vou chamar um táxi no instante em que me deixar em casa. O Sr. Uzumaki não é meu dono, nem tem o direito de me dizer o que fazer. Não me importo se ele lheu ordens de me levar para casa; estou dizendo o contrário. Agora, por favor, me leve á praia.

_ Está bem, Sr. Uchiha, se prefere assim...- Suspirou.

_ Prefiro, e se o Sr. Uzumaki criar algum problema, pode deixar que eu me entendo com ele.

Descalcei os sapatos com as mãos, e meus pés tocaram a areia quente e macia. O mar estava lindo á noite, o luar iluminando cada onda que rolava rumo á praia. Soltei os sapatos na areia e corri para a beira da água. Ri quando a espuma fria pinicou meus pés, me fazendo sentir vivo e eufórico. O som tranquilo das ondas lambendo a areia e o cheiro delicioso de maresia foram o bastante para me permitir fugir para um mundo todo meu, um mundo que eu criara. Estava curtindo a serenidade desse mundo quando ouvi alguém dizer: “ O que pensa que está fazendo?” Suspirei, pois conhecia muito bem essa voz. Virei a cabeça e vi Naruto a alguns passos de mim.

_ O que está fazendo aqui, Naruto? Não tinha que terminar de resolver um assunto?- Considerei a possibilidade de o assunto envolver sexo e beldade.

_ Estou aqui porque você não voltou para casa, obrigando meu motorista a desobedecer minhas ordens.- Sua voz estava zangada.

_ Bem, a noite está linda, e eu quis dar um pulo na praia; é o meu lugar favorito para visitar.

_ Há um hórario para se fazer isso, Sasuke, é não estamos nele.

_ Lamento que você pense assim, mas ainda não acabaei, portanto não vou a parte alguma.

_ Vamos embora agora, Sasuke- ele levantou a voz.

Quem esse homem pensava que era?

_ Não seja rabugento. Se quer que eu vá, então vai ter que me pegar.- Ri começando a correr pela praia.

_ Pelo amor de Deus, Sasu, você está  me irritando!- gritou ele, começando a correr atrás de mim.

Virei a cabeça para ver se ele estava perto, e juro que vi um sorriso em seus lábios. Ele era bom corredor, e tinha uma vantagem. Comecei a ficar sem fôlego e diminuí o ritmo, enquanto ele chegava atrás de mim, me pegava e me punha sobre o ombro. Esperneei, gritando:

_ Me põe no chão, Naruto Uzumaki!

_ Nem pensar! Você vai fugir de novo, e eu já estou cansando desses joguinhos.

Ofegante, respondi:

_ Não vou, prometo. Até porque estou sem fôlego, caso não tenha percebido.

Ele me pôs de pé, e eu sentei na areia. Ele olhou para mim, balançando a cabeça. Estendi a mão, para qie ele sentasse ao meu lado.

_ Não vou sentar de smoking na areia.

_ Vive um pouco Naruto,a vida é curta demais.- respondi, olhando para o mar endurando. Ele suspirou, sentando ao meu lado.

Ficamos em silêncio por um momento, e eu estava me sentindo um tanto emotivo.- culpa do vinho- quando comecei a falar.

_ No dia que fiz dezesseis anos recebi o diagnóstico de que tinha câncer.- Senti ele me observava, mas apenas continuei olhando em frente, ouvindo os sussuros do mar.- Feliz aniversário de dezesseis anos! Adivinha só? Você tem câncer.- Senti os olhos começerem a arder de lágrimas.

Naruto você não tem que fazer isso.

Eu não queria me virar para ele, porque se olhasse aqueles lindos olhos azuis, teria uma crise de choro. Por isso, apenas continuei a contar minha história.

_ Não podia surportar a udeua de meu pai enfrentar novamente a tortura e a dor causadas pela perda de minha mãe, por isso decidi poupá-lo desse destino.

_ Ah, Sasuke...- sussurou ele, inclinando-se em minha direção.

_ Ele estava de saída para tomar um de suas bebedeiras, e eu sabia que só voltaria de madrugada, se voltasse, portanto, era a minha oportunidade de pôr o plano em ação. Enchi a banheira de água quente, deitei e cortei os pulsos com uma gilete.- Ouvi Naruto resperirar depressa, alisando de leve minha cicatriz com o polegar.- Mas acredita que jstamente nessa noite ele resolveu esquecer a carteira em casa e teve que voltar pouco depois? Coisa do destino, não? Ele me encontrou e ligou para o pronto-socorro. Escapeu por um triz, tinha perdido muito sangue.

Naruto não disse uma palavra, nem era preciso; pude ver o quanto estava comovido.

_ Acho que Deus tinha outros planos para mim. Fiz um ano de quimioterapia e entrei em remissão. Recebi uma segunda chance de viver, e sou grato por isso. Como disse ontem, eu era jovem e insensato, e cometi um erro terrível.

Naruto soltou minha mão, passou o braço pelo meu ombro e me puxou para so. Encostei a cabeça no seu ombro. Era firme, e foi bom me senti abraçado.

_ É por isso que você sente a necessidaade compulsiva de ajudar os outros, não é? – perguntou ele, dando um beijo no alto da minha cabeça.

_ Você é uma boa pessoa, Sasuke Uchiha- sussurrou no meu ouvido.

Sorri, fechando os olhos. Senti seus braços fortes me lentarem e carregarem pela areia até o carro, que não era a limusine, e sim um Range Rover. Ele me colocou com cuidado no banco da frente, e, quando me remexi, sussurrou:

_ Dorme, meu anjo.

Ele dirigiu até meu prédio, abriu minha bolsa para pegar as chaves e então me levou até meu apartamento. Meus braços estavam entrelaçados em volta do seu pescoço. Ele enfiou a chave na fechadura e empurrou a porta de leve com o pé. Em seguida me levou para o quarto e me pôs com delicadeza na cama, eu tinha uma vaga consciência do que ele fazia, mas estava exausto demais para me mexer.

Ele me cobriu com o edredom e araciciou meu rosto de leve com as costas da mão.

_ Durma bem, meu anjo, e bons sonhos.



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