História Para Sempre(Philippe Coutinho) - Capítulo 6


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Categorias Gabriel Jesus, Philippe Coutinho
Personagens Personagens Originais, Philippe Coutinho
Tags Futebol!, Philippe Coutinho
Visualizações 162
Palavras 539
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Esporte, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Demorei, mas postei. Comecei a fazer o capítulo sexta e já tinha uma boa parte pronta e pretendia postar ontem, mas tive curso é uma festa de 15 anos e não deu. Aí como o prometido eu iria postar domingo,e cá estou eu postando uma parte já que a outra está em folha, mas irei postar amanhã!

E lembre-se que o comentário de vocês, os favoritos, me deixam muito feliz e me incentivam muito a continuar.

Capítulo 6 - Primeiro jogo


Fanfic / Fanfiction Para Sempre(Philippe Coutinho) - Capítulo 6 - Primeiro jogo

Quando Hope nasceu faltava apenas dois meses para a copa, e os mesmos passaram em um piscar de olhos. Agora falta apenas alguns horas para embarcar em um avião em destino a Rússia. Como sempre eu estava atrasada e toda enrolada já que Hope não está no seu melhor dia. E ser mãe está sendo uma experiência entanto,e não posso negar que, é um tanto cansativa, desde noites mau dormidas à tomar banho só no fim do dia. Porém ao mesmo tempo estava sendo uma experiência única e incrível.

(...)

Já estávamos no avião, Hope que agora dormia tranquilamente em meus braços e Emma que falava o quão ansiosa estava para ver Gabriel, já que os mesmos não se veem a mais de quatro meses quando ela foi visitar ele em Manchester. O avião tinha acabado de pousar, ajeitei Hope em meu braços e peguei sua bolsa dando a mesma para Emma e descemos do avião. Pegamos qualquer táxi e fomos para o hotel próximo ao estádio Rostov, onde ia acontecer o primeiro jogo do Brasil contra a Suíça que seria amanhã.

(Dia do jogo)

Emma estava me apressando enquanto eu terminava de me arrumar para o jogo de hoje estava com a camisa número 9, em homenagem a Gabriel,e Emma estava do mesmo jeito. Já Hope estava com um body amarelo e uma touca amarela, eu havia comprado duas camisas para ela uma com o número 9 que acabou ficando grande, e a número onze que deu certinho, mas eu não iria usar até porque eu tinha deixado me levar pelos os hormônios da gravidez e coloquei "Papai" atrás. Ah, se Philippe visse Hope com a camisa número 11 ia ficar muito feliz.

Mas eu pretendo guardar essa camisa para que ninguém saiba da existência da mesma.

(...)

Já estávamos no estádio, as seleções já estavam em fileira prontos para começar a cantar o hino. A torcida da Suíça estava mais "apagada" já que era a minoria. Já os brasileiros cantava o hino em uma só voz que estava sendo preenchida por todo o estádio, e como sempre o hino havia sido "cortado" mas os brasileiros ainda insistiam em cantar o resto. Era muito emocionante ver tudo de perto.

O jogo estava bastante acirrado, e aos 20′min do primeiro tempo Brasil abre o placar, gol feito por Coutinho após uma troca de passes pela lateral com Marcelo e Neymar. Ele foi comemorou apontando para o camarote que estava bem "em cima" de mim, ele estava dedicando o gol para Aine, todos sabiam. Assim como os jogadores, toda torcida vibrava com o gol, eu estava feliz por ele, pela seleção, mas minha preocupação nesse momento era acalmar Hope que havia se assustado com os frutos da torcida.

O primeiro tempo já tinha acabado,e já estávamos no 2° tempo, Suíça estava mais agressiva que o primeiro tempo, e queriam a todo custo fazer um gol. E eles conseguiram aos 6'min do segundo tempo, uma falha na defesa do Brasil e veio o gol de empate. O restante do jogo foi ambos os times ficaram na defensiva e sempre que pudim tentavam atacar com força máxima, mas mesmo assim o jogo acabou empatado. Nós brasileiros não estávamos tristes, nem felizes, estávamos satisfeitos com o empate.

(...)



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