História Para todos os garotos que já amei- versão SU - Capítulo 1


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Categorias Steven Universe
Personagens Ametista, Buck Dewey, Connie, Creme Azedo, Greg Universo, Jasper, Lápis Lazuli, Lars, Peedee Fryman, Peridot, Pérola, Personagens Originais, Rubi, Sadie, Safira, Steven Quartzo Universo
Visualizações 14
Palavras 237
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção Adolescente, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hi gyus
Eu to reescrevendo essa fic porque não tava legal
Lembrando que a história é narrada pela Connie

Capítulo 1 - Prólogo


Eu gosto de preservar coisas. Não coisas importantes como baleias,pessoas ou a natureza. Coisas bobas. Sinos de porcelana,do tipo que se compra em lojas de lembrancinhas. Cortadores de massa de biscoito que nunca vou usar,afinal quem precisa de um biscoito no formato de pé? Fitas para o cabelo. Cartas de amor. De todas as coisas que guardo, acho que posso afirmar que as cartas de amor são meus bens mais preciosos

Guardo-as em uma caixa de chapéu azul- petróleo que minha mãe comprou pra mim em um brechó no centro. Não são cartas que outra pessoa escreveu para mim,não tenho nenhuma assim. São cartas que eu escrevi. Uma para cada garoto que amei ( cinco ao todo)

Quando escrevo,não reprimo nada. Escrevo como se ele não fosse ler. Porque não vai mesmo. Cada pensamento secreto,cada observação cuidadosa,todos os sentimentos que guardei dentro de mim,coloco tudo na carta. Quando termino,fecho o envelope,escrevo o endereço e coloco dentro da caixa de chapéu azul- petróleo

Não são cartas de amor no sentido da palavra. Minhas cartas são de quando não quero mais estar apaixonada. São cartas de despedida. Porque depois que escrevo aquele amor ardente para de me consumir. Posso tomar café da manhã sem me preocupar se ele também gosta de banana com cereal,posso cantar músicas romanticas sem estar cantando pra ele. Se o amor é como uma possessão,talvez minhas cartas sejam meu exorcismo. As cartas me libertam. Ou pelo menos dever



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