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História Para todos os garotos que já me iludiram (Ft: Youtubers) - Capítulo 15


Escrita por:


Notas do Autor


Oooowwwt, oooowwt, ooowt... sabem quantos favoritos essa fic tem? ;-;
Sim! Exatamente! Somos 25 neste exato momento

Amo vocês, namoral... amo vocês tanto quando gripe em gente que tem imunidade baixa <3

Sinto meu coraçãozinho preenchido aaaaawwww

*Cof Cof*
Ok, chega de frescura. Sou roqueira, mano, não me façam sair da casinha e perder a postura de durona =°-°=

{Obs: A imagem de capa seria tipo a cafeteria. Sonho, não acha? Me leva numa dessas que eu caso contigo ;-;}


~ Senhoras e senhores, desejo à todos uma boa leitura

Capítulo 15 - Ela que lute:..


Fanfic / Fanfiction Para todos os garotos que já me iludiram (Ft: Youtubers) - Capítulo 15 - Ela que lute:..

The next day:..


Sem ter conseguido ao menos 'pregar os olhos' a noite, na manhã seguinte eu tomava um café expresso numa cafeteria estilo parisiense, bem movimentada no centro da cidade. Na esperança de que o gosto quente do café carregasse tudo aquilo que estava preso na minha garganta e me inspirasse a recriar a carta.

"Pense, Adele, pense." — Afasto minha caneca para o meio da mesa, massageando minha testa para nãoenlouquecer de vez. — "Como uma eu de 14 anos escreveria uma cartinha apaixonada? Isso não é difícil, já passei por essa fase."

Pego minha bolsa que estava no meu colo e puxo um caderno velho de lá, junto a uma caneta preta com a tapa toda mordida.

Quando finalmente penso nas primeiras palavras e formo a primeira frase, simplesmente esqueço o início na frase e perco o 'fio da miada'. Sentindo um pouco de vergonha alheia, risco toda frase e fecho o caderno novamente.

Paro um pouco do meu raciocínio para ouvir a música tocada na cafeteria, que se tratava de uma canção aniamada mas meu coração sentia uma melancólia na letra.

"Took a long, long time

for the sun to rise

And i can see my scars 

reflect in your eyes...🎵"


Eu não sabia sobre o que ela falava, mas aquilo conversava internamente comigo era como se meu corpo quisesse dançar e meus olhos quisessem chorar. A única amiga mulher que eu tinha naquela maldita escola, poderia simplesmente parar de falar comigo. O pior é que tudo era minha culpa.

Fecho meus olhos, sentindo uma leve ardência por não ter dormido direito a noite, puxo as mangas do meu sobretudo marrom claro e encosto minhas costas no assento, sentindo um certo alívio.

"Pra começo de conversa, por que eu aceitei isso, véi!?"

— Dormindo uma hora dessas, Adele?  — Uma voz masculina me faz abrir os olhos e me endireitar num susto.

Era o mesmo moleque que eu vi no primeiro dia dia de aula, Ycaro. Ele usava um boné virado ao contrário, com cara de 'mau caminho'. Uma pena não termos mais tempo para conversar. Sem dúvida, uma pena!

— Perae... é normal as pessoas lembrarem do meu nome assim? — Pergunto, vendo o garoto de cabelo comprido se juntar a mim na mesa e pegar o meu café. 

— Acho que é. Mas relaxa, você se acostuma... — Bem a vontade, ele toma um gole do meu café. Faltei perguntar se estava bom, mas no final apenas me segurei. — ...Hey! O que faz numa cafeteria a essa hora? Foi expulsa de casa!?

Na hora saquei que ele havia me julgado pela minha cara de morte. Era como se eu tivesse sido realmente expulsa de casa.

"I'm feeling broke, 

im feeling i've been used

My love, my heart is

battered and bruised...🎵"


— Quase isso... Puts, mas ta tão na cara assim? — Faço bico, me esticando por cima da mesinha, tentando discretamente recuperar meu café. Sendo inútil, já que ele se afasta de mim. 

— Ta sim... — Ycaro confirma com a cabeça, como se compreendesse meus sentimentos. — ...Mas por que ta tão triste, minha flor? A coroa pesa?

Eu rio fraco.

— Se sua intenção foi uma cantada foda, saiba que foi ruim pra cacete! — Cruzo meus braços sobre o peito. — ...Estou ferrada. Fiquei responsável por uma coisa de uma amiga e destruí sem querer... Eu sou um fracaaaaaaaasso !!! — Me jogo de cara na mesa, sentindo vergonha do meu ser, da péssima amiga que sou.

"And i build my walls,

but they pull them dawn

but you pick me up,

when i'm on the ground

and i'm feeling down, 

i'm feeling quite confused


My love, my heart is battered and bruised

my heart is battered and bruished...🎵"


— Hey, não fique tão mal... — Ele faz um cafuné suave no meu cabelo. Nunca me senti tanto como um filhote de gato. Ycaro estava ajeitando com vaidade minhas madeixas fora do lugar. — ...Vá lá, aposto que nem foi tão ruim... pode desabafar comigo.

— Jura? Posso mesmo?

— Claro que pode, bobinha!

Assim que levanto meu rosto, ele termina de tirar uma mecha da frente do meu nariz.

— Acontece que uma amiga me entregou uma carta para que eu entregasse para o "crush" dela, tá ligado? Até aí tudo bem... Acontece que eu destruí a carta sem querer e agora estou ferrada. O que eu faço!?

Quando termino a ultima frase, ele se afasta de mim como se sentisse nojo, me olhando torto.

— Cara... que tipo de amiga é você!? Que falsidade!!! — Ycaro coloca a caneca na mesa se levantando como se aquela fosse sua 'ultima palavra'.

— Para, caraio! — Seguro a manga de sua blusa, tantando dete-lo. — ...Tu prometeu que não ia me julgar se eu desabafasse.

— Sim, mas isso foi antes de saber o que você fez! Escuta aqui, garota, tu tem mais é que se foder mesmo... — Puxa o braço se saltando de mim. Eu não podia fazer nada. — ...Hum! Você que pague a conta do café!

— Véi, hoje é sexta-feira, não faz isso comigo! Terei que ver a minha amiga ainda hoje! Help me!!!

— Aaaah. Hoje é sábado, porra! 

No mesmo momento da nossa discussão com um monte de clientes nos olhando, uma funcionária da cafeteria chega perto de nós dois e grita:

— POR QUE TA TODO MUNDO GRITANDO!? AAAAAFF! — Mais clientes ainda olham para ela, o que era contragedor. Acho que alguém vai assinar a demissão hoje... ;-;

Ycaro se senta na nossa mesa novamente. Nos ficamos de cabeça baixa olhando para o chão ou para as paredes por um tempo, esperando que um o outro volte ao assunto.

— E ai?

— E ai o que? — Me olha com inocência, fingindo não lembrar.

— 'E ai', vai ter coragem de me ajudar nisso ou não?

Ele até ri com deboche apoiando-se de cotovelos na mesa. — ...De jeito nenhum!

— Ah por favor! Me ajude a reescrever... — Imploro. — ...Nem que seja um pouco. Não estou nem um pouco afim de apanhar da Avah.

— Avah Haddid!? Uma baixinha albina que parece uma boneca de percelana? 

— Ela mesma... — Respondo com naturalidade, levantando uma sobrancelha sem entender o motivo de tanto espanto. — ...Por quê? 

— Você tá ferrada... e muito... — Um pouco hesitante, ele me responde como se sentisse pena de mim. — ...Feminista até o talo e ainda anda com um canivete... — O menino se abaixa um pouco em cima da mesa como se fosse cochichar algo, eu me aproximo dele. — ...No máximo ela vai fazer um casaco com a sua pele. Escuta o que eu tô te dizendo...

— Cruz credo. Nem fala essas coisas, velho. Tá amarrado... — Faço um 'nome do pai', mandando um beijinho para céu, na intenção de que Deus tivesse piedade de mim. 

Me relaxava mais estar com alguém, era um apoio, independente de  estarmos em silêncio ou não, apenas para sentir a presença... isso me trazia uma paz interna indescritível, fora o "indiezinho" que tocava naquele momento, que sempre era a 'trilha sonora' de quando eu centrava meus pensamentos na cafeteria, por isso lá era o meu ponto favorido ta cidade.

— Cê tá ouvindo esse barulho?

— Hm? — Volto a dar atenção ao mundo exterior. — ...Foi mal, o que disse?

— Tá ouvindo ou não?

— Não. Ta falando da música?

— Não é isso... é esse ruído lá fora parece tiro, sei lá... 

Antenado como um cachorro, Ycaro ouvia coisas que eu no momento não conseguia ouvir, não sabia se era eu que não tava concentrada o suficiente ou ele que estava ficando louco.

— Isso deve ser paranóia da sua cabeça, seu esquizofrênico... — Digo vendo o velho da  mesa de trás ir embora tossindo. Conseguia me preocupar mais com a tosse dele do que com qualquer "tiro" vindo lá de fora.

— É tiro, se abaixa...

No mesmo instante, um senhor que trabalhava lá, nos aconselha a se abaixar.

— Caraio... todo dia isso... 

Eu já devia estar acostumada a ouvir som de bala todo dia naquela cidade, já que tinham várias gangues na região. O mais interessante de tudo é que eles andavam a  cavalo, -coisa que eu nunca imaginei nos meus 17 anos de vida-. 

Depois de passar o tiroteio do lado de fora, eu me despeço de Ycaro, que não quis me ajudar... vou para casa com decepção, aproveitar o meu resto de feriado, rezando para que a escola entrasse logo em quarentena e assim tivesse mais tempo para reescrever a carta. Eu só precisava de duas semanas. É pedir demais, coronavírus?


//[...]\\

Algum tempo depois:..


Ao chegar em casa, não vejo ninguém da minha família, além da minha sobrinha de 9 anos, Bárbara. Ela era filha do meu irmão, o irresponsável. Eu já estava acostumada a chegar em casa e não achar ninguém, já vivem saindo sem mim. Em compensação, ao chegar na cozinha, me dou de cara com uma pilha de pratos pratos na pia só esperando por mim.

O pior de tudo nem eram os pratos, era ficar responsável por essa menina num sábado enquanto todo o resto se divertiam fora de casa. 

Pra mim estava claro que a "ex"/ficante do Nick e sua """amável""" filha vieram nos visitar, e sem pensar duas vezes, largou a carga nas minhas costas e levou minha familia pra sair sem mim! Minha mãe sequer se deu a luxo de me avisar para onde foram, não se importou.

Resmungando para mim mesma, acabo me contando num copo que derrubo dentro da pia sem querer.

— Aaaaaahhh cacete! Seu copo arrombado... maldito... — Solto sugando o sangue que saía do corte pequeno no meu dedo.

— Cortou o dedo? — Disse a garotinha de cabelos castanhos com um semblante de pureza.

— Não mulher, magina... tô tirando os esmalte com os dentes! Que inferno!!! Parece que eu sou a escrava dessa casa!

Bárbara era razão pela qual eu nunca teria filhos na minha vida...

— Aaaatah... — Diz ela, da forma que eu mais odiava. A todo que rla me digiria a palavra, parecia que estava me provocando. — ...Já que você ta brincando de escrava, te ordeno a brincar de 'mamãe e filhinha' comigo!

— Sabe, Bárbara, as vezes eu nem sei se você faz isso de zueira ou a parada é séria mesmo...

Ela ri para mim. E com aquele mesmo sorriso capirotesco ela fica ali, vendo a minha a alma ir embora enquanto eu lavo prato por prato quase chorando.


//■ Adele off:..

\\ Narradora on:


Eram mais ou menos umas 12:00 hrs em ponto, quando Adele finalmente termina sua missão -de lavar os pratos-. Com os dedos enrugados, ela se deixa desmoronar na cama do quarto de sua mãe pensando em cochilar um pouco. Bárbara estava na sala, assistindo Sábado Animado sugando a TV com os olhos, como se fosse o último entretenimento da terra. Tudo estava ajeitado, Adele enfim poderia ter a tão sonhada paz. 

Até que ela começou a se incomodar com um certo triscado no vidro da janela do quarto, como se fossem pedrinhas sendo jogadas de propósito. Digamos que para ela, Salvador não era o tipo de cidade onde se chove granizo, parecia vandalismo mesmo.

— Aaah, morre praga! — Ela da um tapa em próprio rosto fechando os olhos com mais força. — ...Ninguém me impedirá de dormir!!!

Percebendo que não haveria outro jeito, a não ser ir olhar pessoalmente, Adele se levanta e vai até a janela, abrindo o vidro.

"As testemunhas de Jeová passaram dos limites" — Pensou ela, pouco antes de levar uma pedrada por engano no meio da fuça e se contorcer de dor no chão.

— Aaaaaaah, queima Testemunha de Jeová, queimaaaah ! 


//■ Narradora off:..

\\ Ragnara on:


— Puta que pariu... — São as únicas palavras que me escapam pelos lábios lembrando da cena da pedrada. Sem querer acabei acertando justo na cara daquela idiota. A minha intenção era só chamar a atenção dela, tomara que ela guarde rancor.

Perto da minha moto eu fico, sem ter sequer uma reação. Meu nervosismo com o medo de ter a matado me fazia rir de preocupação. 

— Adele! Ta tudo bem!? — Grito, largando todas as pedras que estavam na minha mão -as armas do crime- 

Ouso alguns palavrões de dentro da casa, o que me deixava mais aliviada. Desligo a chave da Bros e bato palmas de frente a porta, que era o que eu devia ter feito desde o início.

— Ô de casa! 

Uma linda menininha de olhinhos verdes vem atender a porta, devia ser alguma parente de Adele, as duas tinham as mesmas feições.

— Er... minha tia tá morreno' — Ela diz com a naturalidade de uma criança sobre a morte.

Sem me pronunciar, afasto ela do caminho, subindo as escadas apressadamente. No quarto vejo a mesma se levantando do chão com as mãos na cabeça. 

— Graças a Deus você sobreviveu, hein, garota! Aleluia! — Dou graças, mesmo não acreditando em Deus.

Adele me olha com um semblante pesado, como se quisesse me matar -literalmente-. Ela estava com um corte fraco perto do olho. Pelo menos essa infeliz não ficou cega por minha culpa.

Me sento ao lado dela no colchão, que afunda mais ainda com o meu peso.

— Eu vou te mataaaar! — Adele tenta se conter para não me enforcar. E era claro que ela tinha razão em sentir raiva, estava com um corte no rosto. Por mais que não fosse algo absurdo, que ainda podesse ser resolvido com um pouco de maquiagem, ela estava certa.

— A-adele... D-d-desculpa... — Tento não rir de sua fofa expressão de raiva. — ...Isso não foi minha intenção. Eu juro...

Adele vira o rosto pra o outro lado, seu gesto dizia mais que mil e uma palavras.

— Eu só queria fazer uma cena de filme, onde alguém chama a outra pessoa jogando pedrinhas na janela, certo? Tenho certeza que você já viu... — Faço um carinho no rosto dela.

— Hipócrita! Por que diabos estava tacando pedras na minha janela se não fosse para alguém ir olhar!?

— Eu já te expliquei Adele. Não faz isso comigo, migaaah... — Me apoiando com as mãos no joelho, me levanto da cama indo até o espelho do guarda-roupa do quarto que refletia nos duas. — ...Trata de passar uma maquiagem nesse mechucado, que a gente vai 'cair fora'. Vim te chamar pra uma Corrida de Cavalos.

— Mano, cê tem demência? Velho, eu tô cuidando da minha sobrinha. Tu tem a ousadia de vir na minha casa, tacar uma pedra em mim... tudo pra me chamar pra sair!? 

Eu não queria ouvir as desculpas de Adele. Ela sempre se prendeu muito ao lado correto da vida. Abro o guarda roupa, tirando a  melhor roupa lá de dentro e jogando na cama.

— Para Adele. Chega! É só um passeiozinho. Sua família nem ta em casa. Cuidar dessa garotinha nem é sua responsabilidade, ela não é sua filha... Pelo menos, eu acho que não.

Ela pega a roupa que eu joguei na cama, segurando firmemente o cabide.

— Você esta sempre presa em casa, se continuar assim você vai perder o melhor da juventude. Melhor se arrepender do que passar vontade...

Meditativa, ela continua a segurar a peça de roupa com apego balançando a cabeça a cada palavra que eu dizia.

— Você não deseja um pouco de liberdade ? Pelo que eu vejo você vai virar uma velharia dessa casa! — Falo, concluindo minha quase palestra. De alguma forma eu achei ter a conscientizado.

Adele se levanta de frente a mim, sem dizer nada.

"Ela não vai aceitar..." — Pensei.

— "Sinbora"! Vamo' nessa fia... — Adele diz, me fazendo sorrir.

Quase pulei de felicidade enquanto ela se vestida errando até a forma de vestir a roupa.


//■ Ragnara off:..

\\ Adele on:


Nos duas cantávamos I want to break free loucamente e no maior som possível, quase gritando enquanto descíamos as escadas, limpando a poeira de nossas almas jovens. Sentindo o coração palpitar com a sensação de quem esta "fugindo" de casa, descomprindo regras.

Minha sobrinda nos seguiu até a porta se perguntando sobre o que ela ia comer (dicas de sobrevivência). Expliquei a ela que estava tudo feito e que não dicesse nada a ninguém e não chamasse atenção dos vizinhos (por causa do Conselho Tutelar né, fia). Eu iria voltar antes de todo mundo chegar. Terminando de vestir meu Moletom do The Neighbourhood -minha banda preferida- me despeço dela e subo na moto junto a Ragnara, minha cúmplice e responsável pelo meu sequestro...

— Tiaaaah, o que eu digo pra mamãe e a vovó se você naum' voltar? 

Subindo na garupa da moto, Naiara Ragnara responde por mim:

— Diz que a "titia" foi sequestrada por uma mulçumana maconheira e não vai mais voltar. Veleu, falou guria!








Contínua:..






Notas Finais


Circa Waves - Battered and bruised:
https://youtu.be/bhSkuLbICm0

(Sério, essa música é pra se dançar chorando kk ;-;)

Queen - I want to break free:
https://youtu.be/yAY8U4Gva60

(A letra da música fala exatamente o que eu penso enquanto estou na escola ;-;)

Isso é um sobretudo, tá: https://pin.it/U6Gleoz
(Só pra aumentar vosso conhecimento sobre roupas de frio)


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