História Parábola - Capítulo 1


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Categorias Seventeen
Personagens Lee Jihun "Woozi", Soonyoung "Hoshi"
Tags Hoshi, Seventeen, Soonhoon, Svt, Woozi
Visualizações 29
Palavras 276
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Slash

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


eu não sei nada de álgebra, mas lembrei de função e de gráficos e de parábolas e constantes e ???? vai entender. isso daqui nem sentido faz, rs.

boa leitura <3

Capítulo 1 - Capítulo Único


Jihoon andava num balanço meio tonto, numa coisa meio confusa, mas que ainda rolava de funcionar.

Em um dia, ele passava pelas facas da cozinha e pensava em fazer um bom jantar para Soonyoung, que deveria estar dançando em alguma parte da sala ao som de qualquer música que poderia estar tocando no rádio.

Em qualquer outro dia, talvez uma sexta-feira de Agosto – porque esse é o mês do desgosto –, Jihoon as contemplava e pensava em acabar com tudo naquele lugar mesmo, espalhar-se em pequenos pedaços no chão da cozinha.

Tinha vezes que sorria ‘pra Soonyoung, dizendo que o amava. Outras, no entanto, batia a porta do quarto em sua cara e questionava se não queria sair com algum amigo, pois estava farto de sua presença; estava farto de ouvi-lo respirar.

Às vezes, Jihoon só existia e isso já doía demais, mas também havia uma época em que vivia, que saía para o cinema e convidava os amigos ‘pra uma festa que daria o que falar por algumas semanas.

Era que Jihoon era uma parábola na constante bonita de Soonyoung, bagunçando-o com sua inconstância. Ele poderia ser um gráfico máximo e de repente sentir-se meio gráfico mínimo. Era que parecia não saber sentir.

No final, era uma confusão jogada no chão da sala. Ele odiava e amava Soonyoung, porque Lee Jihoon nunca soube como sentir o mesmo por mais de seis meses.

Porém, se lhe perguntassem, era só uma função matemática meio bagunçada que não sabia para onde ir, um x e y jogado num papel velho e sujo. Talvez no dia seguinte o x fosse maior que o y, e ele destruísse sua parábola.



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