História Paradise - Capítulo 36


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Categorias Cole Sprouse, Dylan Sprouse, James Franco, Jeffrey Dean Morgan, Lana Del Rey, Melanie Martinez, Norman Reedus
Personagens Cole Sprouse, Dylan Sprouse, James Franco, Jeffrey Dean Morgan, Lana Del Rey, Melanie Martinez, Norman Reedus
Tags Bradley Soileau, Califórnia, Carros, Cole Sprouse, Dylan Sprouse, Jeffrey Dean Morgan, Lana Del Rey, Las Vegas, Melanie Martinez, Motos, Musica, Paradise, Rebelde, Romance
Visualizações 29
Palavras 3.074
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Finalmente consegui!
Me desculpem e fiquem com o último capítulo de Paradise 😘❤

Capítulo 36 - Paradise


Fanfic / Fanfiction Paradise - Capítulo 36 - Paradise

P.O.V Melanie

Faz muito tempo que não vejo o meu pai e a Lana, eu continuo morando em Astória como antes, na mesma casa.

Eu não consigo sair daqui, tudo o que eu amo está nesta casa, os momentos bons com minha mãe e a pior coisa que aconteceu.

Me lembro daquele maldito dia sempre, a todo instante, por isso eu fumo muita maconha mesmo, e quando não estou fazendo shows fico no meu quarto o dia todo.

Cole me liga dizendo que vai passar em casa, eu me arrumo pra esperar ele, pois estou um caco, minha cabeça dói e o meu corpo também.

Desço as escadas, ligo a tv e fico esperando por ele enquanto assisto algo, em questão de alguns minutos a campainha toca e eu vou atender.

Era Cole, o cumprimento com um selinho, logo depois ele entra e se senta no sofá, fecho a porta e entro também sentando ao seu lado.

Ele diz:

- Pensou no que eu disse?

Falei tentando fugir do assunto:

- O que você disse?

Ele revira os olhos verdes antes de me explicar:

- Pra gente ir a Califórnia, pra eu pedir sua mão em casamento para os seus pais.

- Mas eu já disse que não precisa pedir pra ninguém.

- Preciso sim e você sabe disso.

- Que droga, eu não sei, eu não quero ver eles.

- Mel, você tem que vê-los, semana que vêm é Natal.

- E daí que é Natal?

- Nesse dia as pessoas passam junto com a família, é uma ótima chance.

- Preciso pensar mais um pouco sobre isso.

- Tá, só não espere ser ano novo pra se decidir.

Bufei, eu odeio esse assunto, eu disse:

- Agora a gente pode assistir o filme em paz?.

Falou derrotado:

- Sim.

Me levantei e coloquei o filme no dvd, escolhi as opções e deixei rolando os trailers dos outros filmes enquanto ia preparar a pipoca.

Coloquei a embalagem de pipoca no microondas, liguei e fiquei esperando, peguei o papelzinho​ dobrado que estava no bolso do meu short, o abri e li:

" Mel, eu te amo, tudo o que tenho é seu, quero que viva sua nova vida com a família que nunca pude te oferecer "

Lágrimas rolaram dos meus olhos, eu lembrei da sua voz quando me contava histórias pra dormir, de alguma forma eu não queria viver em família, pois ela era a minha única família.

Guardei o papel de volta no bolso, peguei a pipoca que já estava pronta e fui até a sala, me deitei no sofá, Cole se deitou também atrás de mim, comendo a pipoca e fazendo barulho.

Como um pouco da pipoca mas como a sala estava escura, logo eu adormeci.

Sonho On.

Eu estava sentada na beira de um lago, colocando o barquinho na água e vendo ele flutuar.

Um vento soprou e levou o barquinho de papel pra longe, fora do meu alcance, foi quando ele foi sugado para baixo.

Eu comecei a chorar, eu gostava muito de brincar com ele, e o engraçado é que começou a chover, eu estava me molhando.

Foi quando eu ouvi sons de pingos caindo em algo, e a água parou de me molhar.

Olhei pra cima e vi meu barquinho, subi um pouco mais o olhar e vi o guarda chuva branco, ouvi uma voz:

- Mel, eu já disse pra não brincar perto do lago.

Era minha mãezinha, me levantei e a abracei, segurando sua cintura com força, eu tinha voltado a ser criança.

- Vamos querida, vou fazer um bolo pra você.

Me pegou em seu colo e me levou para dentro de uma casinha azul, lá dentro tirou minha roupa molhada e me vestiu com um agasalho de moletom bem quentinho.

Me levou pra cozinha onde eu a ajudei a fazer um bolo de cenoura.

Com o bolo pronto, colocamos a cobertura de chocolate e comemos alguns pedaços, estava ótimo.

Depois ela me olhou nos olhos e disse segurando nas minhas mãos:

- Você merece ser feliz Melzinha.

- Mas eu já sou feliz.

- Eu sei que é, seus pais te amam tanto.

- Como sabe?

- Eu vejo, não perca tempo com esse orgulho.

- Não sou orgulhosa.

- É sim, igual seu pai.

Rimos, eu era mesmo parecida com ele na parte temperamental.

Passou a mão no meu rosto, e disse sorrindo:

- Pensa no que eu disse tá?

Fiz sinal que sim com a cabeça, ela beijou minha testa e depois disse:

- Agora você precisa ir.

Acordei do nada como se alguém tivesse me jogado no chão, e tinha mesmo Cole estava me chamando e puxando meus braços pra eu levantar.

Eu ri por ver sua cara de preocupado, sentei no sofá e disse olhando pra ele:

- Sobre meus pais...

- O quê?

- Sim.

Ele fez uma cara inigmatica como se não soubesse do que estou falando, disse depois de revirar os olhos por ter que explicar:

- Sobre ir na casa deles no Natal, eu quero ir.

- Que ótimo.

Me abraçou sorrindo, eu amo ver ele feliz, então está decidido, no dia vinte e três de dezembro iríamos para Califórnia..

No dia vinte e dois eu preparei as malas, eu estava muito ansiosa e nervosa, eu não sabia se eles me receberiam bem.

Eu mal consegui dormir a noite, Cole iria dirigir pois ele dormiu bem a noite, ele decidiu isso pois zela por nossas vidas.

Eu concordei, coloquei as malas no carro e fomos, a viagem seria longa, bem longa, então aproveitei pra descansar e dormir um pouco.

Paramos em um drive para comermos hambúrguer e batata frita, comemos lá e pedimos pra viagem.

Ouvimos o rádio, cantamos, comemos, descutimos e finalmente chegamos na Califórnia.

Eu dei o número da Lana pro Cole que ligou, eles ficaram conversando sobre mim um tempão pelo telefone, só depois ela deu o endereço de onde estava.

Depois de desligar, seguimos o caminho, eles estavam morando numa fazenda, eu ia gostar do lugar já que gosto de animais.

Atravessamos os portões, e de longe se via uma casa cheia de luzinhas coloridas piscando.

Como já era tarde, tinha muitas estrelas no céu, na cidade não dá pra ver elas tão bonitas.

Quando o carro parou, um cachorro começou a latir, eu estava super nervosa e fiquei mais ainda quando a porta da casa se abriu.

Lana estava super fofa com um vestido azul bebê, e o seu grande sorriso no rosto, eu só fui me tocar quando percebi que Cole já estava fora do carro.

Saí do carro também, nós dois fomos juntos até ela, Cole beijou sua mão, e eu fiquei sem saber o que fazer, até ser surpreendida por um abraço gostoso e apertado como o da mamãe.

A abraço de volta, ficamos um tempão assim até Jeffrey aparecer, ele cumprimenta Cole com um aperto de mão e me dá um beijo na testa.

Eles nos convidam pra entrar, entramos e a casa é aconchegante e perfeita, toda organizada com​ enfeites natalinos e uma enorme árvore de Natal.

Nos sentamos no sofá, e ficamos um tempo conversando até Lana receber uma ligação, era a irmã mais nova dela, disse que viria passar o Natal com ela.

Ela ficou super feliz por isso, e eu também, iria conhecer minha tia. O cachorro que estava lá fora entra e se senta ao lado do Jeffrey no sofá, ele dá muito carinho pro animal, eu pergunto:

- E esse cachorro?, onde conseguiu?

Ele disse rindo e olhando pro cachorro, falou nostálgico:

- Ela se chama Bisou, foi a Mari que me deu.

- Que legal.

Lana P.O.V

Tudo estava saindo mais do que perfeito, minha filha veio e minha irmã também viria.

Como já estava tarde, fomos todos dormir, Jeffrey não gosta de ver ela com o Cole, mas ele sabe que Cole cuida dela e é responsável.

Dormimos e o dia seguinte foi ótimo, cuidarmos dos animais todos juntos, Mel tinha mudado bastante, já conversava comigo, e quase me chamava de mãe, ela tinha vergonha ou talvez medo.

Com o passar dos dias, estabilizamos nossa relação, ela me abraçava e me contava segredos.

No dia vinte e quatro, minha irmã Chuck veio, foi uma festa como sempre, trouxe vários presentes, e é claro sua câmera fotográfica que é sua amiga inseparável.

Ela e Mel se deram super bem, tiramos fotos juntas, foi um dia perfeito, principalmente no almoço quando Cole fez sua declaração.

Os olhos dele se escondiam do olhar durão do Jeff, ele tentava tomar coragem pra falar mas sempre desistia, até que decidi ajudar ele, iniciei um pequeno discurso de fim de ano.

Eu fui a primeira, Chuck a segunda, em terceiro foi a Mel, depois Jeffrey e por último Cole.

O mesmo ficou em pé, olhou pra mim, que o incentivei com um sorriso, e ele continuou, fechou os olhos como se fosse apanhar de alguém e disse de uma vez só:

- Posso me casar com a sua filha?

Jeffrey começou a tossir, se afogou com a própria água, eu dei algumas batidas nas costas dele pra tentar acalmar.

O homem ficou vermelho, quando terminou de tossir ele olhou para o garoto sério, com a sua carranca de sempre, disse:

- Então você quer se casar com a minha filha?

- S..Sim senhor.

- Você tem um emprego?

Mel interrompeu:

- Pai, ele trabalha com o que Mari trabalhava.

Jeffrey ficou sério, só ele sabia com o que Marita trabalhava, ele nunca me contou nada sobre isso.

Melanie continuou:

- Além do mais, eu também trabalho, a gente não vai passar fome.

Jeff disse:

- Você gosta dele?

- Sim pai, eu o amo.

- E você garoto?

- Eu amo sua filha senhor.

Jeffrey olhou pra mim, eu coloquei minha mão sobre a dele, sorri e concordei com a cabeça, ele respondeu:

- Eu deixo, mas se você fizer minha menina sofrer...

Cole sorriu de orelha a orelha:

- Eu juro que nunca vou fazer ele derramar uma lágrima sequer.

Ele abraçou a Mel, os dois se beijaram, Cole tirou uma caixinha azul com um anel de diamantes, com toda a certeza era um Tiffany.

Colocou no dedo anelar dela, ela sorriu e o abraçou logo em seguida, era um momento maravilhoso para os dois.

Eu estava muito feliz com a minha família ao meu lado, todos estavam, principalmente numa época tão gostosa quanto o Natal.

Narradora

O Natal em família foi ótimo, Melanie começou a chamar Lizzy de Mãe.

Eles passaram o réveillon juntos, e em janeiro Cole marcou o casamento para o dia dos namorados, 14 de fevereiro.

Desde o dia em que o casamento foi marcado Lizzy e Chuck foram responsáveis por tudo, elas estavam eufóricas e queriam que tudo fosse perfeito.

Desde o vestido até as flores da decoração, tudo foi delicadamente escolhido, os doces e o bolo também.

14 de fevereiro de 2018

O dia amanheceu nublado, mas as nuvens cinzas foram varridas do céu as dez da manhã.

No quarto a costureira dava os últimos retoques no vestido branco de mangas longas e todo cheio de pedras brilhantes.

Em frente ao espelho Melanie se olhava, seu cabelo estava ok, maquiagem ok, tudo perfeito quando a equipe saiu do quarto deixando a sozinha.

Ela ainda lia o bilhete deixado por Mari, e imaginava o quanto ela estava feliz pelo casamento.

Ela estava feliz, sabia que uma mãe estava te observando, a outra estava eufórica e magnificamente Bem vestida.

Seus olhos se encheram de lágrimas, ela as secou com as costas das mãos, sentiu um embrulho no estômago, não havia comido nada mas mesmo assim correu até o banheiro, um enjôo terrível tomou sua garganta e jogou tudo, na verdade não tinha nada pra ser jogado.

Depois de limpar seus lábios com um papel, deu a descarga e saiu de lá, ela pensava consigo mesma: " que diabos está acontecendo comigo? "

Sua mãe bateu na porta, e logo entrou, viu a jovem séria, achou estranho então perguntou:

- O que houve filha?

Melanie olhava pro nada, respondeu:

- Eu... não sei, eu tive um enjôo estranho.

Lizzy colocou as mãos tapando a boca aberta, ela desconfiava de algo então disse se aproximando e abraçando ela logo em seguida:

- Você está grávida!

A garota se espantou:

- O que?, Grávida?, Eu não!

- Só pode ser isso, você não comeu nada hoje cedo, disse que não estava se sentindo bem.

- Aí meu Deus, não acredito nisso.

- Vou ligar pra farmácia e pedir um teste.

Lizzy foi até o telefone e fez o que disse, depois de uns vinte minutos o teste chegou, Melanie foi até o banheiro fez o teste e esperou o resultado.

Depois do resultado, ela entregou a sua mãe que chorou de emoção e alegria, abraçou sua filha com muito carinho.

Se acalmaram e foram indo, o carro das madrinhas levou Lizzy e as outras e um carro levou a noiva.

Já na igreja todos esperavam a noiva, os amigos de Lizzy e os de Jeffrey, e o noivo que estava suando frio, desesperado pelo atraso da noiva, seu irmão Dylan disse que o atraso era normal.

Flores cobriam as fitas e vasos decorativos, logo o carro parou em frente a igreja, a noiva suspirou pesadamente, nervosa pelo o que tinha descoberto há poucos minutos atrás.

Jeffrey foi até a porta do carro, a abriu e enganchou nos braços de sua filha, quando eles subiram até a escada a música começou a tocar.

Os padrinhos de alianças entraram jogando pétalas de rosas brancas, deixando o tapete vinho cheio delas, o coração de Cole palpitava forte a cada segundo.

A caminhada até o altar parecia longa, todos a olhavam, tiravam fotos e sorriam.

Quando finalmente chegou ao altar, o noivo desceu o degrau do altar e quase caiu, se escorou no sogro que sorriu divertido.

Pegou a mão da noiva, mas Jeffrey antes de deixar sua filha, deu lhe um beijo na testa, e foi ao lado de sua mulher.

A cerimônia aconteceu, e a recepção da festa foi ótima, todos comemoraram, conversaram e se divertiram...

4 meses depois

Melanie P.O.V

Quando eu descobri que estava grávida eu fiquei chocada, mal acreditei, na noite de lua de mel contei ao Cole e ele desmaiou, ele é frágil, tenho​ que saber lidar com ele, principalmente ao contar as coisas.

Mas depois ele ficou todo contente, já até sabia o nome que colocaria no filho, pois ele tinha toda a certeza do mundo que seria um menino.

Deixei ele com seu pensamento, pois é hoje que vamos descobrir a verdade, tenho até medo da sua reação.

Chegando lá, ficamos por um momento esperando o horário da consulta, ele estava tão nervoso, eu fiquei irritada com ele e o xinguei.

Quando deu a hora, entramos na sala, me deitei na cama e logo a enfermeira ergueu minha blusa e passou um gel frio na minha barriga.

Logo o doutor deslizou a máquina sobre o gel e as imagens foram aparecendo na tela, eu não entendia nada do que estava lá, então o doutor disse:

- Parabéns​, vocês são pais de um menino.

Cole quase estourou rojões, eu fiquei muito feliz, mas o doutor completou:

- E de uma menina.

O quê?, eu fiquei super chocada com essa notícia, imaginem só duas crianças pra educar, minha nossa.

Ele ficou mais branco que o normal e ficou meio paralisado, ele tem um senso de que é o chefe da família e deve nos sustentar, acho que mais duas crianças o fizeram repensar seus conceitos.

Pedi uma foto do ultrassom para o médico que me entregou no final da consulta, no caminho de volta pra casa ele ainda estava quieto, logo ele se acalma, os dramas dele passam rápido.

Quando chegamos em casa, meus pais estavam lá, eu fiquei muito surpresa ao vê-los, minha mãe trouxe um monte roupinhas de bebê, de cores variadas, até porque bebês não irão usar uma só cor de roupa, pelo menos não os meus.

Eu contei a ela dos gêmeos e ela ficou maravilhada com a notícia, seu maior sonho se realizaria, ela poderia cuidar dos bebês.

Mostrei a foto da ultrassonografia e ela pegou e tirou uma foto, pense numa mulher que adora tirar fotos.

Meu pai adorou a notícia e já foi dizendo que o menino iria se chamar Morgan, eu ri, meu filho não teria esse nome não, mas não disse nada, os nomes seriam uma surpresa.

Quatro anos depois... Páscoa

Lana P.O.V

Eu dormia profundamente até ouvir sorrisos vindo até mim e pulando em cima da cama, eram minhas duas crianças favoritas me acordando.

Jeffrey já não estava na cama, eles me disseram que o vovô os levou pra conhecer os novos animais da fazenda.

Eles sabem muito bem que dia é hoje e querem muito sair e caçar ovos de chocolate, estão até com as cestas pra guarda-los.

Shawn​ e Lola, eu ajudei minha filha a cuidar deles, eu pude relembrar o tempo em que cuidei dela e resgatar um a falta que senti de cuidar de alguém.

Melanie aparece e os leva para a sala, eles ainda não tomaram o café da manhã, aproveito que eles foram e me visto, saio logo em seguida.

Todos na mesa começamos o café, sempre tem uma história nova quando todos estamos juntos, Jeffrey adora quando os nossos netos vem, ele os transforma em pequenos cowboys, ele ama os animais e as crianças também.

Depois do café, partimos para o quintal, o dia estava lindo como sempre foi depois que tudo deu certo na minha vida.

Os dois aventureiros foram logo procurando entre os arbustos e em todo o lugar que podiam, encontraram bastante, Jeffrey não economizava quando o assunto era adoçar a vida de alguém, tinha uma loja de doces.

E foi exatamente assim que eu, a garota triste, tive um final feliz, um final não, pois a vida continua e ainda há muita felicidade nos aguardando no futuro.

Tenho meu homem, minha filha, meus netos, como Jeffrey me contou que Mari disse: Um dia tudo se ajeita.

Nada de ruim é duradouro, tudo passa, e a alegria sempre vem pela manhã, quando as trevas se vão o sol nasce.

Sempre existe um final feliz, pode demorar, você pode até achar que não vai acontecer, mas a felicidade sempre vem no momento certo.


Notas Finais


E aí gostaram?
Eu espero que sim.
Quero agradecer a todos que comentaram, favoritaram e que leram a fic.
Muito obrigada, Amo vocês 💟


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