História Paradox. - Capítulo 19


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook, Jimin, Min Yoongi, Paradoxo, Realidade Paralela, Sexo, Suga
Visualizações 131
Palavras 1.721
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Hentai, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Lembram que eu disse que eu tinha deixado o enredo louco? Pois é.
Espero de coração não decepcionar vocês com as minhas aleatoriedades.
Boa leitura!

Capítulo 19 - Stefan Salvatore no meu DNA.


Fanfic / Fanfiction Paradox. - Capítulo 19 - Stefan Salvatore no meu DNA.

P. O. V. (S/n)

Acordei com um péssimo pressentimento. Algo dentro de mim dizia que alguma coisa estava errada, mas eu não sabia o quê.

Estendi o braço, mas o outro lado da cama estava vazio. O cheiro de Yoongi ainda estava ali.

Levantei, vendo que já havia perdido os dois primeiros períodos da aula.

Era a semana final.

Levantei e me arrumei, levando cerca de 30 minutos para fazer todas as minhas higienes.

Ao chegar na escola, vi que já estava na hora do intervalo. Aquela sensação de mal estar ainda estava dentro de mim.

Senti alguém puxar meus cabelos agressivamente, me levando até o banheiro. Eu reconhecia aquele perfume horrível. Era Hyuna.

Ela me bateu.

Sem dizer nada, sem dar explicações, sem sequer uma expressão em seu rosto.

Ela me espancou. E eu estava alheia demais para me defender.

Ela saiu e eu me encolhi, sentindo todas as dores da recente surra em meu corpo. Chorei, pois vi que estava deitada sobre o meu próprio sangue, e me preocupei. Sangue? Era normal algumas gotas, mas uma poça?

Tentei me levantar, mas não conseguia. Tudo doía. Tudo. Mas principalmente meu abdômen. Doía demais, me fazia querer agonizar até morrer.

Consegui pegar meu celular e mandar uma mensagem para o Jimin antes de sentir meu corpo fraco e mole.

[...]

— Eu não sei o que aconteceu! — ouvi alguém dizer, com a voz chorosa. — Ela me mandou um "ajuda banheiro" no Kakao, e eu fui direto para lá, a encontrando desmaiada. Faz alguma coisa!

— Já limpei os ferimentos e fiz um curativo na barriga, aparentemente de onde saiu todo o sangue que você comentou — disse uma voz que eu reconheci como a de Kim Namjoon, o enfermeiro da escola. — Coitada... Ela é tão bonita e não é a primeira vez que ela dá entrada aqui.

— Como assim o ferimento na barriga?

— E-Eu... Não conta para ninguém sobre isso. Mas eu acho que ela levou uma facada, Jimin. Estava extremamente fundo e quase havia atingido um dos rins.

Meu amigo Jimin fungou algumas vezes, provavelmente pensando no que aconteceu para me deixar assim.

— Ela pode acordar a qualquer momento — Namjoon disse. Senti um carinho delicado em meu cabelo. — Mas pode ser que ela fique confusa, pois eu a dei uma injeção antibacteriana próximo ao rim. Para que o machucado não se alastre. A dose do remédio é alta. E é para casos mais sérios, digo, quando envolve perfuração por alguma arma. E aqui eu desconfio que seja por uma faca.

Abri meus olhos, vendo Kim Namjoon acariciando meus cabelos com delicadeza. Olhei para o Jimin, que veio à maca me dar um abraço apertado.

— Oh! Eu fiquei tão preocupado... Ainda bem que você está bem.

— O-Onde está o Yoongi?

— Ele não veio hoje, (s/n). Pensei que você soubesse.

Neguei.

— Quem fez isso com você, pequena? — o enfermeiro pediu.

— Hyuna.

Minha voz estava muito estranha. Eu sentia algo correndo pelas minhas veias e não parecia ser meu sangue. Eu podia sentir coisas loucas. Eu via com detalhes todas as marquinhas do rosto de Namjoon, eu sentia muito melhor o perfume doce de Jimin misturado a uma outra fragrância, esta por sua vez mais amadeirada. Era de Jeongguk, com certeza.

Eu conseguia ouvir diversas conversas oriundas de outras salas. Podia ouvir o remédio forte adentrando as minhas artérias.

Eu podia ouvir meu coração bater. Ouvia outros corações também. O de Jimin estava mais acelerado do que o de Namjoon.

Movendo meus dedos nos lençóis, eu conseguia facilmente identificar o tecido que era, sua composição, com que amaciante foi lavado e por quem foi trocado. Eu percebia marquinhas formadas por linhas em círculo em qualquer lugar, o que me leva a crer que eram digitais.

O enfermeiro viu que eu estava aterrorizada e pediu para que Jimin se retirasse.

— O que está sentindo?

Eu podia ouvir o som das minhas glândulas lacrimais trabalhando, assim como conseguia sentir a glicose somada ao hidrogênio e oxigênio das lágrimas.

— Tudo. Eu estou sentindo tudo.

Eu falei e quase pude tocar a minha própria voz. As notas musicais nunca fizeram tanto sentido antes.

Coloquei as mãos em meus ouvidos, encolhendo-me inteira. Eu estou apavorada.

— M-Me ajuda... E-Eu não gosto disso... Me s-sinto o Stefan em TVD.

— Se me permite... — Aproximou-se, deitando-me na maca com cuidado. Eu podia sentir a textura das minhas roupas, a renda na minha roupa íntima, a retração e contração dos meus músculos. Kim Namjoon levantou minha blusa. Levantei os braços. — Se não se sentir bem me avise, eu posso chamar uma colega do sexo feminino para fazer isso.

— Tudo bem, pode verificar.

Eu ouvia o som das minhas roupas tocando na minha pele, e sentia as reações químicas nas minhas células.

Eu estava de calcinha e sutiã. Eu tremia. Tremia compulsivamente. Algo em meu corpo inteiro ardia, mas era um ardor por dentro. Era horrível.

O enfermeiro virou-me de costas e senti seus batimentos cardíacos aumentarem drasticamente. O olhei e percebi uma gota de suor descendo em sua têmpora esquerda. Suas mãos tremiam e eu ouvi ele pegando o celular.

— O-Oi... É o Nam. V-Vem aqui. É u-urgente!

Ele não desviava os olhos de algum ponto na parte de trás da minha perna. Estendi a mão e comecei a apalpar a região, pois percebi que o enfermeiro não falaria tão rápido.

Ao tocar um local específico, pareceu que dali se espalhou uma carga elétrica por todo o meu corpo. Gemi de dor e desconforto.

Namjoon pareceu sair do transe.

— O que sente quando toco aqui? — pediu, com a voz trêmula. Encostou no mesmo local onde eu havia encostado. Descrevi para ele toda a sensação. — D-Desculpe, senhorita... Eu não faço ideia do que seja isso. Mas eu chamei um colega meu, ele é médico. F-Fique tranquila, sim?

— Se acalme, ou você vai morrer de arretimia — eu disse, impaciente com todos os sentidos aguçados. — Seus batimentos estão próximos à 170.

Ele arregalou os olhos e pegou rapidamente um instrumento para medir seu trabalho cardíaco.

Bingo. 167.

— T-Tem algo... Algo m-muito errado acontecendo...

— Faça isso parar, Namjoon, eu te imploro.

Ele me olhou e cobriu meu corpo com um lençol fino, apenas para que eu não ficasse tão exposta, já que se eu quisesse, poderia o processar por assédio sexual. Mas eu nunca faria isso, sinto no seu nervosismo que ele está preocupado de verdade. Não comigo, até porque nem nos conhecíamos, mas com a situação.

Ouvi passos e um perfume masculino se aproximar.

— J-Jin!

Namjoon exclamou aliviado. O outro era demasiadamente elegante. Tinha expressões gentis e calmas. Ele me passava tranquilidade. Olhou-me e sorriu pequeno.

— O que aconteceu para te deixar desse jeito, hein?

Pediu para o enfermeiro.

Namjoon explicou toda a situação, e Jin também havia achado muito estranho, mas ele estava ainda muito calmo.

— Mas, o mais estranho está aqui...

Namjoon descobriu minhas pernas, e eu senti que ele apontava para o "machucado" desconhecido.

Agora sim pude perceber uma alteração nos batimentos de Jin.

— Dói? — pediu-me Jin.

Expliquei que não era exatamente dor, mas sim um desconforto intenso por todo o meu corpo, como um choque que se alastrava lentamente.

— Tem o formato de uma mordida.

O médico Jin parecia tão confuso quanto Namjoon.

— Sim — respondeu o enfermeiro. — No entanto, a região não está infeccionada e a pele não está degradada ou de coloração roxa.

Jin assentiu.

Ouvi passos desesperados vindo em direção à enfermaria e senti uma paz imensa ao reconhecer o aroma de Yoongi.

Ele abriu a porta com tudo, nem sequer pedindo licença. Correu até a maca e caiu de joelhos, deixando seu rosto a altura do meu.

— O q-que aconteceu? P-Por que você e-está toda machucada? P-Por que seus o-olhos estão mais e-escuros?

Jin estranhou e puxou algo de seu jaleco. Sorriu cauteloso ao se aproximar de mim, tentando acalmar Yoongi, que parecia disposto a não deixar ninguém me tocar.

Eu ouvia a frequência cardíaca de Yoongi. Sentia o seu nervosismo.

Ouvia seu corpo produzir suor. E quando ele segurou minha mão, eu senti todo o sangue passando por suas veias saltadas, coisa que eu sempre achei muito atraente.

Eu estava me sentindo como se estivesse sedada. Estava imóvel, mas atenta à todas as coisas que aconteciam. Jin se aproximou e iluminou meu olho direito, logo depois arregalando seus olhos.

— Namjoon, venha aqui. Olhe isso.

O enfermeiro veio e eu senti que ele estava a beira de um desmaio outra vez.

— O q-que tem c-com ela?

Vi quando aquelas imperceptíveis lágrimas se formaram nos olhinhos puxados de Yoongi.

— Você comentou que os olhos dela estão mais escuros. Existe alguma substância sobre a cólera. Algo que eu, em todos os anos de experiência, nunca vi antes. É algo que se move, mas também que para. Sentiu alteração em sua visão?

— S-S-S-i-i-m...

— Sim, Jin — respondeu Namjoon, acariciando meus fios. — Ela disse que enxerga coisas que nunca pensou que veria, detalhes que ninguém nota.

— E o mesmo acontece com a audição, olfato, tato?

Movi lentamente minha cabeça. A essa altura Yoongi estava pirando e apertava cada vez mais forte minha mão.

— Isso é loucura. Parece que estamos em um filme do Crepúsculo.

Sorri fraquinho. Namjoon riu, e eu notei o formato e a anomalia genética presente em seus genes da bochecha. Covinhas, o nome.

— Mostre os dentinhos, senhorita.

Sorri para Jin, o máximo que eu conseguia.

— Ok, não tem presas aí. Menos mal.

Piscou divertido e eu sorri.

— C-Como podem b-brincar com i-isso? E s-se ela morrer? E-Eu não sei o q-que faria s-sem a (s/n), d-doutor...

Os lábios pequenininhos de Yoongi tremiam em um biquinho. Eu vi a textura deles.

— Deve se acalmar, garoto.

Olhei para Yoongi e ele me encarou, respirando fundo. Ouvi o som que seus pulmões produziam. Ele levantou, não deixando de segurar minha mão. Foi para o outro lado da maca, puxando uma cadeira e sentando ali, pertinho de mim. Eu sentia a endorfina sendo produzida dentro de mim só por estar ao lado dele.

Yoongi deitou sua cabeça entre o vão do meu pescoço e ombro. Mexi levemente meu rosto e esfreguei no dele, como se pedisse carinho.

— Essa é a cena mais bonita que eu já vi na minha vida.

Olhei para Namjoon e sorri carinhosa. Ele e Jin nos observavam com apreço.

E não, eu não faço a menor ideia do que está acontecendo comigo.

Sim, me sinto desesperada, aterrorizada, apavorada, amedrontada.

Mas, acima de tudo, eu tenho plena convicção de que se eu estiver junto de Yoongi, eu posso superar qualquer coisa. 


Notas Finais


... KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...