História Paradoxo - Capítulo 4


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Categorias 5 Seconds Of Summer, Camila Cabello, Fifth Harmony, Justin Bieber, Little Mix, One Direction, Shawn Mendes, Zayn Malik
Personagens Ally Brooke, Ashton Irwin, Calum Hood, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Harry Styles, Jade Thirlwall, Jesy Nelson, Justin Bieber, Lauren Jauregui, Leigh-Anne Pinnock, Liam Payne, Louis Tomlinson, Luke Hemmings, Michael Clifford, Niall Horan, Normani Hamilton, Perrie Edwards, Personagens Originais, Shawn Mendes, Zayn Malik
Tags Bullying, Larry, Mutilação, Romance
Visualizações 13
Palavras 6.184
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drabble, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Lírica, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hi Sweets 💞
Voltei com mais um capítulo pra vocês!!

Larry is Real 💙💚

Capítulo 4 - Two Ghosts


Fanfic / Fanfiction Paradoxo - Capítulo 4 - Two Ghosts

Odeio exatas!

Odeio estudar quando poderia estar na minha cama dormindo — pleno no meu mundo. Mas se eu era aquele que queria ser alguém e devido a isso tinha que estar aonde estou. É por isso queria que o professor Dylan tivesse me dado uma pílula de demência mental para aquela matéria. E fora isso estava com a cabeça em Harry — em como agi com ele na biblioteca ainda o temendo o que poderia acontecer entre nós pelos próximos momentos.

Eu na verdade sou um louco cujo não penso nas minhas consequências que a vida me dá — isso é tudo.

Mas tem alguma coisa dentro dele e que vejo pelo seu olhar uma verdade e sinceridade quando afirmar as coisas. Amanhã era quatro de julho — feriado nacional — estou dando graças a Deus que ia ter meu descanso fora que as férias de verão se iniciariam logo após o feriado.

Liberdade meus caros, conseguem sentir a minha emoção?

Liam e eu íamos passar a semana na casa dos nossos pais depois voltaríamos para West Point assim curtindo o resto do verão em uma chalé dos pais do Zayn. Eu não queria ir — mas julgado como bicho do mato e ameaçado de morte por Liam — achei melhor mudar de ideia. Exatamente devido a isso que iria me prevenir com meu bom e velho livro.

Voltando para a álgebra, comecei copiando os números e já desistindo da equação.

— É uma droga, né? — ouvi alguém falar.

Um garoto de olhos claros assim como rosto e cabelos; estava próximo de mim, apertando o caderno na lateral do corpo, podia ver o quão forte ele fazia isso pois a ponta dos seus dedos estavam brancas. Notando-se bem era visível o piercing no nariz — que o deixava ainda mais atraente.

— Acho que até uma droga é melhor que exatas. — argumentei arrumando meus óculos no rosto.

Rindo ele sentou-se ao meu lado.

— Meu nome é Troye Sivan! — Esticou a mão.

Sorri corado.

— Louis... Louis Tomlinson. — Apertei e logo guardei a minha mão no bolso.

Mordendo a língua por dentro pensando o porquê das pessoas notarem a minha existência somente agora.

— Você é novo aqui? — perguntei.

— Não, eu apenas sou calado e ficava na minha te observando com medo de chegar em você para saber se conseguiríamos ter uma conversa como essa. — ele deu um sorriso Colgate.

Meus dentes eram um pouco tortos e devido a isso não sorria. Sem contar as acnes que meu rosto costumava ter todos os meses. E o Troye não tinha isso a maioria das pessoas aqui na verdade tinha o rosto limpo.

— Com medo de mim? — indaguei após avaliar o seu comentário.

— Um pouco. Você morde certo?

— Apenas se a pessoa pedir mas posso ser manso quando quero. — Volto a arrumar os óculos no rosto.

— Hoje é esse dia, creio eu.

— Talvez...

Ficamos nos encarando e me simpatizei pelo de cabelo platinado — são poucas as pessoas que pegamos gosto de uma conversa, da mesma forma que é difícil sentir a conexão com elas — acredito que temos que zelar por aqueles cujo nos fazem vem e que sabemos que não sairão tão cedo da nossa vida.

No tempo da aula, Troye e eu fizemos/tentamos fazer os exercícios finais, conversamos sobre alguma coisa e nada. Soube que ele é mais um que sofre nas mãos de Justin e companhia, vive com os pais e atualmente namora um garoto de 19 anos chamado Patrick. Fico feliz por ele e triste por não poder.... bem, melhor esquecer!

— Vai para a educação física? — perguntou quando caminhamos pelo corredor.

Odeio praticar esportes, sou conhecido como “sedentário cujo não vai mudar isso tão cedo”. Morro apenas em ouvir “correr tantos quilômetros pela quadra”, tenho mais notas vermelhas nessa matéria do que nas outras.

Odeio odiar mas já odiando, sei que não tenho como evitar. “Odiar” é uma palavra principal no meu dicionário.

Encarando Troye soltei um longo suspiro e mexo meus ombros.

— Não tenho escolha, preciso de férias e não quero passar elas aqui na sala tentando recuperar nota. — fiz careta e imaginei minha mãe me xingando de vários nomes por não ir visitá-la por conta desse detalhe.

— Se eu pudesse — Troye sussurou — daria um jeito de manipular a mente do senhor Derek para que ele dissesse que alguns alunos poderiam ficar no banco fazendo anotações da aula.

— Seria bom ou um sonho? — rimos após meu comentário. — Vamos pensar assim: ao menos não vamos enfrentar nada sozinhos como antes.

— Se ferrar juntos? — Troye quase grita e eu tive que socar seu braço.

— É mas seje menos. — ele rir.

— Certo.


Xx

Chegando no vestuário, fui me apressando quando me despia, tinha vergonha do meu corpo assim como dos comentários/olhares sobre ele e em princípio na minha bunda enorme.

— Você tem uma parte traseira carregada. — Troye olhava para ela.

Viram?

— Deus me abençoou com ela. O que posso fazer? — olhei para ele por cima do ombro. Tentando não me incomodar com seu comentário.

Troye me encarou indignado depois suavizou o olhar. Dei uma risada discreta voltando a me vestir. Meu mais novo colega saiu para poder ir ao banheiro quando acenei para ele dizendo que nos veríamos na quadra. Tô feliz porque pela primeira vez tenho alguém para dividir uma dor similar.

— Então você esconde sua melancia nas calças folgadas que usa! — aquela voz.

Olhando para o lado, vejo Harry sem camisa sorrindo. Arregalou os olhos e soltei um “Harry!” após cambalear para trás e cair de costas no chão. Engraçado pensar que toda vez que a praga humana aparece eu tô ou tombando ou passando vergonha.

Como na biblioteca e bem na minha casa.

Preferia ficar olhando para o teto mofado da escola mas o Harry entrou no meu campo de visão, tirando minha concentração plena do teto.

— Você me assusta! — comentou segurando a minha cintura e me trazendo para cima.

— Eu te assusto? — indaguei arrumando meus óculos tortos por causa da queda. — Você aparece do nada como se fosse uma assombração e diz que eu te assusto?! — olhei nos seus olhos enquanto ele estava sorrindo feito idiota. — Pare de sorrir assim, estou falando sério com você! — bati no seu peito com o meus punhos assim me afastando dele.

Estamos próximos demais para o meu gosto.

— Você parece um Bear com raiva, morto vivo.

— Ora cale a boca. — mostrei o dedo do meio para ele.

Dando me conta que estava seminu na frente dele e como me deixou desconfortável seu olhar vagando cada centímetro meu — até os pneuzinhos que eu tinha — molhei a garganta porque ao invés de vestir minha roupa fiquei babando no seu corpo sarado e nos músculos propensos que o compunha. O ar me faltou e o trouxe de volta sendo assim possível meu peito subindo e descendo quando coloco o short preto seguido da blusa azul da escola.

— O que vai fazer hoje? Digo — Balançou a cabeça — Dia quatro?

— Amanhã? — perguntei.

— Isso.

— Não sei... Devo ser obrigado a ir para a praia com Zayn e Liam, vamos beber e no outro dia vou acordar com uma ressaca e pegar o avião para ver meus pais. — tirei o óculos para limpar a lente e encarei Harry. — Por quê? Ia me chamar para sair?

Era mais propenso eu ir direto ao ponto a ter que fingir demência, certo?

— Possivelmente. — fechei o armário com o olhar preso no Styles. — Posso aparecer por lá, caso não queira ficar de vela. — propôs mas acreditei ser um pedido.

— E ter uma companhia estranha à ter que segurar vela? — coloquei o dedo no queixo, olhando para cima com o beiço erguido. — É... É melhor do que nada.

— Uou! — Harry se aproxima — Valeu pela consideração seu ingrato!

— Tá achando ruim? — indaguei — Procure um amigo novo e tudo se resolve.

— E perder alguém como você? — ele para colocando sua camisa, agradeci mentalmente por isso assim poderia olhar para outra direção que não fosse aquela área musculosa. — Sem chance!

Sorri para ele.

Os invejosos diriam que estou gostando da companhia da praga humana mas eu sei que não.

Ficamos trocando olhares simbólicos é nada parece descomunal para mim.

Nem mesmo a situação que voltava a se repetir conosco. Nem mesmo o fato do meu coração começar a dar sinais que tentei evitar desde que cheguei nessa escola m

— Ãn... — arrumei a pulseira de couro no meu pulso. — Fale com o Zee, que ele dirá onde vamos de verdade.

— Tudo bem. Não vai pra aula?

— Daqui a pouco. — Sorri. — É melhor você ir porque devem estar sentindo sua falta na quadra.

Por segundos Harry não se moveu como se não quisessem ir mas cedeu após soltar um suspiro. Antes de dar as costas para mim, ele caminhou para mais perto segurando meu rosto e baixou seu rosto, beijando minha testa. Com os braços cruzados senti minha respiração descompensada, meu coração quase saindo pela boca. Ele se afastou afundando as covinhas e eu observei tudo parecendo uma estátua. Deixei meu corpo amolecer após bater minhas costas contra o armário e afundei meu rosto na mão, me perguntando o que estava fazendo ali.


Xx.

Preferia ser uma mula a ter que passar vergonha na frente daqueles idiotas de verdade. Não sei pra quê educação física deve existir, deveriam deixar os esportes para quem realmente gosta. Tivemos que correr vinte vezes ao redor da quadra eu já estava morto. Depois de aquecimentos pesados, jogamos a merda de uma queimada ao som de risadas dos atletas menos Zayn e Harry — Justin era o que mais me marcava, só não sei como conseguia desviar tão bem da bola.

— Me sinto tão péssimo. — Troye comentava ofegante.

Ia respondê-lo quando Justin acertou a bola no rosto do Sivan, vi meu colega cair com o nariz cortado e sangrando. Semicerrando o olhar, senti a raiva descomunal me dominar após as risadas de Justin e amigos, tudo que eu fiz foi pegar a bola perto de mim assim usando toda a minha força ao acertar ela nas partes sensíveis que nós garotos temos, diretamente no seu pênis.

Foi quando eles pararam de rir e dessa vez Harry e Zayn, até mesmo o Luke gargalharam.

— Seu desgraçado! — Justin apontou para mim gemendo de dor.

— Foi sem querer.

— Vou te arrebentar, Tomlinson! — Sem jeito Justin começou a vir com seus amiguinhos na minha direção.

Eu não senti medo mesmo sabendo que brinquei com fogo. E não era por ter “testemunhas” ali mas por eu estar cansado daquela mesmice de vida sempre abaixando a cabeça para aqueles que nem são tão melhores que eu. E mesmo assinando na linha debaixo da folha a minha cima, não me arrependo do que fiz e das minhas consequências.

— Você encosta nele e eu arrebento sua cara, porra! — Harry entrou na minha frente com o rosto nada amigável.

Estão vendo?

Não sei como ele brota tão rápido dos lugares sem que eu veja. Talvez ele seja uma vampiro ou coisa sobrenatural. Vai que né... Por outro lado, vi Justin o encarando com o olhar zombeteiro.

— Desde quando defende os nerds?

— Desde quando não te interessa! E você — apontou para o loiro — vai deixar o Louis em paz.

Tudo bom? Como assim?

Não esperava por essa e acho que ninguém daquela quadra esperava por essa reação do Harry.

— Está pegando essa puta, Styles? Um garoto de merda? — Ashton apontou para mim com o queixo.

— Por quê você não vai se foder? — Harry deu um passo a frente.

— Não sou eu quem precisa disso mas quem sabe a vadia atrás de você. — rebateu com mais uma ofensa.

— Ei! É melhor.... — Zayn se aproxima zangado mas...

Já era tarde.

Harry fechou os punhos acertando o queixo de Ashton com dois golpes logo sendo apanhado pelo outro que lhe acertou no rosto. Ouvimos o apito do treinador e eu soube que estávamos fodidos, da mesma forma que me lembrei de Troye estirado no chão. Me agachei segurando o mesmo que tentava conter o sangue.

— Obrigado. — sussurrou.

— Eu faria de novo!

Um grito estarreceu meus tímpanos quando o treinador puxou Harry e Ashton do chão. Zayn ajudou dava-o a conter os dois.

— VOCÊS DOIS PARA A DIRETORIA! — berrou empurrando ambos para a saída, olhando para mim e Troye, gritou novamente: — TOMLINSON, leve o Sr.Sivan na enfermaria e venha para a diretoria também.

Porra!

— AGORA! — recebi o chamado.

Era o que eu merecia mesmo, já não me bastasse os carmas da vida. Okay... Poderia ser pior é eu poderia ficar preso com o idiota do Ashton em um quarto para loucos.... Ainda bem que essa não era a opção.


Xx.

Após fazer o que o professor pediu me sentei no banco ao lado de Harry cujo trocava olhares com Ashton. A diretora Cloe ia nos chamar quando terminasse sua conversa com o treinador..

Tomara que não demorem porque as duas criaturas ao meu lado iam se matar bem aqui e não sou uma pessoa que tem forças para segurar dois gigantes como eles.

Tratei logo de tomar minhas providências.

— Fica normal. — rosnei para Harry. — Senão não acabar entrando em um nova briga.

— Não me importo. — ele rosnou de volta.

Deus do céu, como lidar com isso?

— Você já não acha que fez showzinho demais? — pergunto cruzando os braços.

Harry abriu mas fechou a boca quando a porta da diretoria fora aberta revelando uma mulher de olhos negros cabelos ruivos e fazer rígida. Era Jasmine Cloe — conhecida mais como Cloe por nós alunos — após ouvir reclamações.

— Os três entrem na minha sala agora! — deu as costas batendo o salto contra o piso.

Levantei sendo seguido pelos dois atletas. Eu não era de vir na direção por gostar de ficar na minha e mesmo que tivesse meus motivos para vir, eu evitava ao máximo. Ironicamente eu estava ali. A sala dela era como as outras: uma prateleira cheia de pastas, livros e documentos, uma mesa grande com uma placa escrito seu nome, fotos dela com a família, um sofá de couro, duas cadeiras de frente para sua mesa, certificados postos na parede, foto da escola em um enorme quadro.... aquela mesmice de sempre. Me acomodei no sofá juntamente com Harry enquanto Ashton puxava a cadeira para se sentar, a porta foi fechada e em silêncio observamos Cloe se sentar mantendo a postura rígida.

— Vocês acham que nossa escola é algum tipo de ring de luta do UFC? — perguntou retoricamente.

Olhei para meus dedos pois era melhor no momento.

— Nós temos regras nessa escola, se não são capazes de segui-las vou ter que ser chata com cada um. Por isso decidi a punição certa para cada.

— Mas eu não tenho culpa se o Styles não a sabe controlar seus sentimentos pelo gayzinho do Tomlinson. — Ashton provoca.

Harry se moveu para levantar contudo — impulsivamente — segurei a sua mão negando com a cabeça. Tudo o que eu ouvia era a mais pura verdade — sobre eu ser gay e pelo Harry agir com os pés pelas mãos — acho que certas coisas já passaram dos limites, dos meus. Tudo vem me fazendo sentir uma sobrecarga pesada, não era se quer o começo do dia e eu sentia-me agitado com uma série de coisas passando pela minha mente, aquilo me fez suar muito. E isso é um saco, porque eu tenho problemas com transpiração e fico fedendo como um gambá. Isso era um “problema” de família, o que no caso, Liam herdou mais do fedor.

Poderia sentir a gota escorrendo pelas minhas costas e percorrendo até seu limite. Engolindo em seco observei Harry se reencostando no sofá e agi rápido ao tirar a minha mão da sua; tinha medo de gostar do modo como nossas peles friccionadas e ralando uma na outra ficava bonita e desse um boa sensação.

Cloe fechou a cara e eu soube que Ashton ultrapassou o limite que ela havia imposto para nós. O modo como Cloe contraiu o cenho e juntou a sobrancelha me fez tremer.

— Acho que você está faltando com respeito com seu colega, não é mesmo? — ela cruzou os braços acima do peito. — Pois bem, agora vou assinar sua suspensão dos treinos de basquete e do jogo, dedicará esse tempo fazendo parte do nosso grupo de álgebra e espero que estude para o campeonato contra as escolar que vão participar.

Aquela notícia devastou a vida perfeita de Ashton — vou confessar, amei ver a cobra tomando o próprio veneno. Estava sorrindo mentalmente quando ele entrou em desespero ao mesmo tempo que me retrai sabendo como ele reagiria comigo depois.

— Você não pode fazer isso comigo. — negou com a cabeça desacreditado.

Naturalmente, Cloe segurou no seu ombro permanecendo com o olhar sério.

— Está feito, você está suspenso Ashton e depois das férias passará a estudar com o grupo de álgebra.

— Isso não vai ficar assim.

Batendo os pés, ele me lançou um olhar desafiador e para Harry, saindo da sala com a fumaça saindo pelas narinas. Encarando Harry, vi que ele estava sorrindo a ponto de suas covinhas afundarem e meus dedos coçarem por quererem estar naquele espaço deixado pelo seu belo... puta que pariu! Não tem nada de bonito naquilo, eu estava ferrado porque agora era a vez da nossa punição. Deitei meu olhar para os meus pés.

— Achou divertido Styles? — Cloe puxou a cadeira para ficar na nossa frente.

— Não senhora. — Harry disse.

Após um minuto de silêncio tive a sensação de estar sendo observado, o quão me incomodo com isso. Ergui meu olhar para a diretora de cabelos de fogo.

— Louis Tomlinson, nunca pensei que o veria na minha sala.

“E eu que você soubesse quem sou”, pensei sem reagir ao seu comentário. Coloquei a perna direita atrás da esquerda devido ao nervosismo que dominou minha alma.

— Pois é! — sussurrei.

— Para os dois juntos, tomarei minhas providências. — Ela entrelaçou os dedos uns nos outros. Eu queria surtar e sair correndo. — Styles ficará suspenso dos jogos, quero você é Louis trabalhando juntos com a reforma da nossa nova da de música. E procuramos por pessoas dispostas a nos ajudar e ainda bem que irão fazer isso. Então muito obrigado! — Ela sorriu. — Quero vocês aqui todos os dias às sete e meia da manhã.

— Quê? — quase engasgo com a minha saliva

Não!

Não posso acordar todos os dias das minhas férias às sete quando poderia estar aproveitando a minha hibernação divina. Esperei tanto por esse momento e não acredito que as atitudes imprudentes de Harry acaba de arruinar tudo. Fora que preciso ver meus pais.

— Cloe, eu não posso. Não nessas férias, não moro com meus pais e preciso vê-los, assim como eles a mim. Não pode colocar para a última semana de férias? — propus. — Estarei de volta e não tem problema algum, apenas peço em nome dos meus pais.

A mulher parecia que não ia atender a levianos caprichos, soltou um murmuro, arrumando fios ruivos da cabeça.

— Última semana. — respirei aliviado, estava quase chorando de feliz ali. Minha mãe não ia ter que me xingar... — Irão reformar essa sala, pois assim terão tempo para refletir sobre suas atitudes. E espero não ter que recebê-los aqui novamente.

— Não vai. — respondi rapidamente.

Cloe lançou um olhar para Harry aguardando sua resposta.

— É, não vai se repetir.

— Certo. Retirem-se e voltem para a aula.

Nunca me senti mais aliviado como agora, nunca me senti tão revoltado também porque meus planos para o fim de férias foram arruinados. Culpa da praga humana que não sabe controlar seus instintos de macho Alpha.

No corredor indo rumo para o vestuário, comecei a estapeá-lo sem parar.

— Aí! Louis o que está fazendo? — Harry colocava o braço na frente para se proteger dos meus tapas.

— Você arruinou meus dias de sono profundo, droga! — soquei seu ombro e claro que não o suficiente para ele sentir dor.

— Ei, não coloque a culpa somente em mim, você também não facilitou minhas ações quando acertou o pau do Bieber.

Sabendo que era verdade, parei um pouco com os tapas, porém sou um garoto orgulhoso não ia admitir isso.

— De qualquer forma você tem que se controlar, eles vão achar que somos mesmo um casal!

Ele sorriu como um canalha.

— E o que tem demais nisso?

— Harry pelo amor de Deus, eu sou uma desgraça e você o senhor desejado pelas garotas aqui, por que teríamos algo? Por que você ia sentir alguma coisa por mim?

Tentava me convencer que tamanhas perguntas não me dessem expectativa do que ele iria me responder.

— Essa amizade é perigosa, Justin vai me encher pra caralho quando descobrir e....

Nem me dei conta que ainda estava o estapeando. Harry foi rápido quando segura o meu braço, impedindo a mim de terminar de lhe dar uma lição, sei que estava quase lá.

— Pensa que não é ruim assim...

— NÃO É RUIM? — gritei e isso fez meus óculos entortarem.

— Vai me dizer que não gostou da ideia de ficar comigo?

Rolei os olhos conseguindo me soltar dele, estava com meus espasmos aflorados, foi tanta coisa que aconteceu de uma vez só, até agora não tive tempo de respirar de verdade e parar para pensar sobre. No momento estou paralisado nesse espaço de tempo confuso.

— Você se convence demais, eu não ligo pra você, praga humana.

Comecei a caminhar para longe dele. Contudo Harry me seguiu, colocando a mão na minha cintura e me puxando para trás, meus pés cambalearam assim pude sentir minhas costas bateram contra a parede.

— Mas que merda está fazendo? — olhei para ele furioso.

Harry estava com um olhar assombroso até então, subiu meus pelos dos braços quando o resto de mim tremeu. Se que existia algum resto ali.

— Não estou aqui para brincar com você, Louis. Eu expliquei coisas a você, por que não pode simplesmente parar de achar que a qualquer momento eu vou te machucar? — ele me encurralou com o braço esquerdo quando sua mão apertava minha cintura.

Prendi o ar, porque meu corpo gostou daquele seu toque do mesmo modo que minha mente me alertava sobre isso.

— Eu... Eu... — Não estava conseguindo falar nada porque estava assustado. Para facilitar as coisas, Harry veio aproximando seu rosto do meu. Eu podia sentir e apreciar seu cheiro de suor com desodorante masculino. Ele veio colando nossos corpos ainda mais quando segurei seu ombro.

Caramba aquilo estava muito errado. Meu escudo definitivamente estava fraco e não conseguia fugir dos golpes que Harry me dava. Olhei para os seus lábios rosados e finos, agora... Úmidos. Como faço para sair dessa fria?

Estou em um labirinto chamado Styles.

Olhei nos seus olhos e resolvi ser sincero. — Eu estou com medo.

— De mim? — ele perguntou com a voz rouca.

Mordi os lábios perdendo meu senso.

— De tudo. — meu peito subiu e desceu, Harry assentiu quando beijou meu rosto, bochecha a bochecha, apertei mais seus ombros fechando os olhos.

— Não vou te machucar, anjo. — Ele disse. — Confia em mim, por favor.

— Eu quero muito fazer isso, mas — bati minha testa no seu peito. — Tudo bem, só não brinque mesmo comigo. Estou depositando minha confiança em você, Styles.

Eu não quero quebrar mais do que estou...


Xx.

De volta ao meu apartamento bati a porta e fiz uma careta por saber que exagerei na minha chegada, com seu notebook no colo, Liam me encarou como se estivesse disposto a arrancar meus órgãos internos.

— A gente tem uma geladeira em casa, porra!

— Não enche.

Joguei a minha mochila, chaves e mentalmente meu corpo no canto da mesa. Será que sou idiota demais por não querer voltar mais pra escola? De não querer estar vivo?

Estou tão cansado de mim e das minhas mesmices na terra, sinto-me a pior pessoa desse mundo por dizer essas coisas. Mas penso comigo que talvez um dia eu possa estar indo dormir sem a prevenção de acordar novamente, ter que lidar com certas coisas que me quebraram com bastantes êxito no decorrer da minha vida.

Também não gosto da ideia de estar agindo como um rolo e deixando as pessoas entrarem na minha vida pelas brechas que esqueço de tapar. Porque eu sei que eles costumam deixar suas marcas em nós, te ferem e vão embora como se nada tivesse acontecido, levam parte de você e deixam seu eu completamente vazio. As pessoas sabem ser boas na mesma proporção que são boas a ponto de nos destruir. Estou vendo algumas delas fazendo isso comigo durante dois anos, acredito que nos próximos vou acabar não estando aqui para contar história.

Fazendo meu caminho até o sofá me deitei no mesmo, colocando minha até o sofá me deitei no mesmo, colocando minha cabeça no colo de Liam sem me importar com o que ele pensaria.

— Você não se acha muito folgado não? — perguntou retoricamente.

Vi o tamanho do bico que ele fez e sorri tirando meus óculos.

— Não. Agora coloque um filme para assistirmos escravo.

— Você está muito abusado, William, sabe o que merece? — Liam deixou o notebook na mesa de centro, esfregando a barriga nua no meu rosto.

O cheiro podre de suor dele me fez entender que meu primo chegava a ser pior que um gambá.

— Nossa Lee, você está indo no lixão todo dia? — levantei fazendo careta.

— Como se eu gostasse de ir na sua casa todo dia. — rebateu rindo.

Agarrei o travesseiro acertando seu rosto com brutalidade, arregalando os olhos e faltando o ar, Liam me encarou — e eu soube que aquele seria o momento da minha morte. E tudo o que fiz foi puxar a risada da garganta agora, segurando minha barriga enquanto fazia isso.

Liam revidou o golpe e começamos uma guerra estúpida de travesseiro mas não foi aquela cena bonitinha de filme — com plumas e penas no ar, risadas... — não comigo e o Liam, era cada baque recebido que provavelmente alguém ia sair machucado ali. Meus óculos quase pegaram voo quando Liam cambaleou após ser acertado por mim. E eu quase quebrei a mesinha quando apoiei a mão nela e derrubei nosso porta-retratos.

— Ok, chega! — Liam ergueu a mão ofegante.

— Agimos feito duas crianças e quase destruímos nossas coisas.

Tossi assentindo com a cabeça.

— Será que um dia vamos conseguir agir como adultos chatos e responsáveis? — perguntei ofegando.

Liam me encarou por alguns instantes e riu.

— Não. Precisamos aprender muito ainda .as acho que nem assim, MC Tomo!

Fechei a cara socando sua barriga. Ele jogou sujo porque a última vez que chapamos, dançamos em cima da mesa fingindo ser rappers.

— Claro, MC Pano. — dei um sorriso hoje cínico para ele.

— Ok, cala a boca e vai preparar a pipoca que eu vou escolher o filme.

— Por quê eu tenho que fazer o trabalho pesado? — cruzei os braços nervoso.

— Porque você é pequeno, eu sou mais velho e porquê você deu a ideia do filme. — falou ligando a tv.

Não tive essa escolha afinal ele estava certo. Não me dou por vencido fácil assim mas abri uma exceção aquele dia. Peguei meus óculos e os enfiei na minha cara, impulsiono meu corpo para cima indo até a cozinha.

Peguei uma tijela do Pop Corn, colocando sobre o balcão, esperando a pipoca estourar.

Fiquei pensando em tudo o que aconteceu hoje; amizade com Harry, conheci Troye, enfrentei os valentões e fui pra diretoria. Até que para um nerd cujo q vida é monótona, a minha mudou simbolicamente. Embora eu não quisesse nada daquilo para mim, eu nunca pedi isso, a verdade é que estou mais assustado das coisas estarem acontecendo rápido demais.

Apenas pisquei e descobri que um mundo acaba atrás de mim e que estou repetindo que vai ficar tudo bem quando a situação em si mostra que não.

Mas nada disso chega a ser alarde em relação ao meu coração perto de Harry, quando involuntárias vezes nossas mãos se tocam e uma corrente elétrica parece transcorrer as minhas veias e me faz perder o juízo. O modo como o cabelo dele fica encantador na bandana vermelha, os cachos se enrolavam e se faziam perfeitos, o modo como ele conseguia passar um conforto que nunca imaginei ter por alguém antes...

O cheiro de queimado chamou minha atenção, com o susto que eu tomei acabei derrubando o copo dentro da pia tentando abafar a fumaça que saia do micro-ondas. Soltando um “puta merda” quando ela se alastrou.

— Louis você quer mesmo por fogo na casa? — Liam apareceu todo desajeitado, correndo para pegar a pipoca e a jogou na pia quando segurou o suporte quente da embalagem. — Caralho! — assoprou a palma.

Peguei o pano rindo e balancei para tirar a fumaça da cozinha, foi uma confusão porque eu não sabia se ajudava o Liam, se ria dele, continua a fumaça ou se me repreendia por ter ficado pensado no Harry tempo demais.


Xx.

Largando no sofá com as pernas, para cima o sangue circulando por elas — e no caso deixando as minhas dormentes, mudei de posição com os olhos cheios. Liam estava com uma bolsa de gelo nas mãos queimadas, começou a fungar da mesma forma que eu. Nossa situação era estar com olhos vermelhos, cílios úmidos, nariz da mesma forma que os olhos e rosto. A pipoca queimada foi devorada mentalmente por nós, por sorte conseguimos comer aquelas que estavam boas, a lata de refrigerante vazia estavam dentro do pote e acho que estamos chorando desde o começo do filme.

Era mais do que a décima vez que assistíamos “Now is Good”, até mesmo as falas já decoramos — sem brincadeira.

— “Não é suficiente. Nós. Isto.” — Liam repeti a fala.

— “O que você realmente quer de mim? — o encarei sob soluços.

— “Quero que esteja comigo na escuridão. Para ir na beirada e ver o que t lá. Quero que estava comigo na escuridão. Para me segurar. Para continuar me amando. Para me ajudar quando eu me assustar.”

Liam segurou na minha mão ficando os dois chorando enquanto a cena se passava. Minutos depois que os créditos do filme subiram com musica tema no fundo. Percebi como nossos olhos estavam inchados e provavelmente depois de chorar tanto; uma piscina poderia ser chamado o nosso apê.

— Eu definitivamente amo esse filme, ele acaba comigo mesmo depois de tê-lo assistido dez vezes. — Liam comentou com o nariz entupido.

— Onze vezes agora. — afirmei quando encostei as costas na almofada. Liam grunhiu colocando a bolsa de gelo na mesa de centro.

Liam baixou a tela do notebook, mostrando o incômodo que sentiu assim de que fez tal ato.

— Não sinto meus dedos por culpa sua. — Ele deixou a sobrancelhas juntas, com o rosto fechado. Ok a culpa foi minha por me distrair mas ele não precisava ficar tão bravo assim, precisava? — Afinal estava com a cabeça aonde?

Senti minha coluna tremer involuntária vezes, tentar ficar calmo e pensar em uma boa mentira começou a ser a ação mais difícil para mim. Eu era bom em fazer aquilo, livrei minha cara de várias situações em que poderia me encrencar — porém naquele momento foi como se eu tivesse perdido a minha habilidade.

Estava de mãos atadas e é claro que não contaria o real motivo para o meu primo; ainda mas porque ele não é uma pessoa discreta, me veria perto de Harry e soltaria a um comentário idiota que somente nós saberíamos o porquê, eu ficaria constrangido, tinha à risca de Zayn ficar sabendo sobre isso... E não, não preciso que isso se espalhe.

A minha vida estava virando de ponta a cabeça e eu não aonde me segurar para não ter que cair.

— A prova de história me deixou pensativo, o professor... — olhei para os lados fingindo demência — pegou muito pesado e não quero me sair mal ao menos em uma.

Liam arqueou a sobrancelha dessa vez me estudando.

— Você não se importa com isso...

— É mas é meu último ano, não quero ficar idoso repetindo a matéria na escola. Tô me importando agora...

— Ou seria o Styles quem veio na sua mente? — me fitou com malícia. Odeio o fato dele me conhecer tão bem a ponto de desmascarar minhas mentiras. — A mim você não engana, Tomlinson.

Cruzei os braços nas minhas pernas.

— Aquela praga humana não me interessa. — Resmunguei querendo acreditar mesmo no que eu dizia, sabendo o quão falho eu realmente sou.

— Claro, vou dizer a ele que a pipoca queimada...

Não deixei ele terminar porque acertei o travesseiro no seu rosto. Liam gargalhou como um vilão de filmes de criança.

— Você tem calar a boca, isso sim! — Coloquei meus chinelos após levantar do sofá me levantar do sofá com a cara amarrada. — E por isso que eu não goste de falar nada, está sempre fazendo piadas, rindo da minha cara e... e....

— Louis para de se enrolar porque acabou de se entregar e não se deu conta disso. — Liam segurou a minha cintura e me puxa para seu colo. Mas eu sou aquele que gosta de manter o drama e me vitimizar um pouco. — Ei... Boo, não fica fazendo drama que não estamos em Hollywood. — me beijou na nuca.

E eu arrepiei o corpo inteiro, dando tapas leves no seu peito.

— Okay... — fiz uma careta. — Eu estava pensando no Harry.— me rendi. Trazendo o olhar sacana do meu primo para cima de mim. — Mas não só nele, na situação em si. Harry passou dois anos no seu mundo, sendo vem sucedido com festas, amigos, garotas e garotos para beijar. Por que do nada ele resolveu ser alguém homem pra mim? Eu? Louis Tomlinson, zero a esquerda? — indaguei. — É muito estranho.

Liam apoiou a mão no meu ombro quando deitei minha cabeça no seu peito.

— Já parou pra pensar que você não está visando muito o clichê das histórias? Com isso fazendo algo dentro de você afirmar que você e o Styles não podem ser amigos. — Ele me encarou e eu permaneci em silêncio. — Harry pode mesmo ser esse cara legal que insiste em acreditar que não.

— Da mesma forma que ele não pode ser. — retruquei.

— Isso você saberá apenas dando crédito a ele de te mostrar quem ele realmente é.

Neguei com a cabeça.

— É muito complexo, as pessoas sabem fingir e machucar as outras. Elas são doentias e cruéis.

— Assim como deve entender que nem todas são assim, Louis. Eu não sei porque fala dessa forma.

E dependendo de mim nunca saberá, não vou deixar Liam perdendo a cabeça com pouca coisa. Por isso não vou abrir a boca para falar. Ninguém nunca vai entender que estou cansado de acreditar que alguma coisa pode ser boa para mim. Venho andando em uma montanha-russa que vai somente para baixo, nunca sobe.

Por que o jogo mudaria aos quarenta e cinco do segundo tempo?

Nessa vida eu sou aquele que passa despercebido aos olhos de quem se ver, exaltando no último degrau de patamar alto da sociedade. Sou aquele que não merece alcançar o melhor. Humilhado, exaltado e perdido — era assim que deveria ser. Tampouco me importei com a possibilidade de Harry ser aquele que vai partir meu coração na primeira oportunidade que tiver.

E não vou conseguir impedir isso, porque já estou entregue e perdido.

Liam segurou meu rosto, beijando a ponta do meu nariz, em seguida me envolveu no seu abraço quente.

— Saiba que você merece o mundo... Só precisa da pessoa certa para te mostrar isso.

Mas eu não quero o mundo, nem que alguém perca seu tempo para me dar ele. Não mereço isso”. Foi o que pensei nas não tornei a repetir em palavras, talvez fosse melhor assim.

Eu não sei o que Harry realmente quer de mim. Se sua intenção é quebrar a mim, não vai conseguir. Não se pode quebrar o que foi quebrado.


Notas Finais


Desculpem os erros :-(
Espero que estejam gostando ^_^

All the love, A.


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