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História Paraíso - Uma Nova Aventura. - Capítulo 1



Notas do Autor


Provavelmente vai ficar uma merda, mas neh, vamo ver no que dá kkkkk

Boa leitura!

Capítulo 1 - Cap.01 - Onde Estamos?!


Fanfic / Fanfiction Paraíso - Uma Nova Aventura. - Capítulo 1 - Cap.01 - Onde Estamos?!

Point of Views, ?????.


{...}


— Aí, a minha cabeça... — Murmurei, esfregando a minha nuca. A região doía mais do que o inferno, além de sentir o meu corpo pesado e dolorido. Parecia até mesmo que eu havia sofrido uma grandiosa queda, visto a dor quase insuportável que sentia em quase todos meus órgãos. — Pessoal...? — Chamei-os, sem gritar muito alto, enquanto abria os meus olhos devagar. A claridade forte era um incomodo, e se eu quisesse enxergar, precisava acostumar minha vista aos poucos com a luminosidade.

— Cadê vocês?! Tim! Nikki! — Ouvi a voz de um dos meus amigos gritando um pouco longe. Me levantei, batendo a terra da minha roupa e olhei atentamente ao redor. Meu coração estava acelerando de medo, a desconfiança muito crescente no meu peito enquanto meus olhos estavam arregalados diante da paisagem que agora eu contemplava.

Uma densa floresta ao meu redor, e, ao longe, o que parecia uma saída para um campo aberto. Sacudi a cabeça em negativo, tentando me concentrar em achar os meus amigos e, só depois dar o meu surto de medrosa.

— DANILLO! CADÊ VOCÊ?! — Gritei, desviando de algumas poucas raízes altas que me dariam o risco de tropeçar, e cair de cara no chão. — TIM! ONDE VOCÊS ESTÃO?! — Berrei ainda mais alto, ficando preocupada com os meninos que estavam comigo. Onde eles teriam se metido, meu Deus?

— NIKKI! AQUI! — Ouvi a voz de Danillo me chamar um pouco mais próxima. Mas eu não o via em lugar algum, a preocupação já martelava em mim com força. — AQUI ENCIMA! ENCIMA DA TRAMAZEIRA! — Gritou, e mais a frente vi a tal Tramazeira. E lá estava ele, pendurado em um dos galhos.

— Ah, graças a Deus! Danillo! — Exclamei, levando uma mão ao peito me sentindo acalmar minimamente. Corri até onde ele estava e ajudei-o a descer em segurança. Os cabelos castanhos escuros estavam bagunçados e algumas folhas estavam emaranhadas ali, mas fora isso ele estava bem. — Onde estamos? Onde está o Tim? — Indaguei, olhando em todas direções enquanto o mais alto segurava meu ombro, numa tentativa muda de me acalmar.

— Eu... Eu não sei! — Falou, apertando meu ombro levemente. Os olhos castanhos brilhantes pelas lágrimas seguradas a força. — A gente devia ter ouvido ele! Ir na Paraíso foi uma péssima ideia! Ele tava certo! — Exclamou, e o abracei de lado, tentando acalmá-lo.

— Sabe o que é mais estranho? — Questionei, vendo-o negar com a cabeça. — Há cinco anos atrás, aconteceu a mesma coisa. Os dois sobreviventes falaram que foram transportados para outro mundo após a queda na Paraíso. E se... — Senti meu corpo trêmulo, as peças iam se encaixando rapidamente na minha cabeça e o que antes era descrença, se tornava em crença e pavor. — E se isso aconteceu com a gente também?! E se viemos parar literalmente em outro mundo?! E se eles estavam falando a verdade?! — Minhas pernas estavam bambas. Meu ouvido zunia. Minha respiração estava descompassada, e sentia meus pulmões arderem. Eu ia ter ataque de Pânico ali e agora se não conseguisse me acalmar.

— Não é possí.. Nikki? — Danillo me encarava de olhos arregalados, dando passos para trás. Parecia levemente assustado com algo. — S-Seus olhos! O-Os s-seus olhos e-estão brancos! — Gritou, gaguejante. Levei minha mão aos meus olhos, não sentia nada de diferente, mas ver a face assustada de Danillo me era incômoda.

— A gente se preocupa com isso depois! Temos que achar o Tim! Se o que àqueles malucos do acidente falaram realmente é verdade... Nós estamos em apuros! — Afirmei, pegando forte no pulso de Danillo. — Não temos tempo de se preocupar se meus olhos estão brancos! Temos que achar o nosso filhote! — Falei, me referindo ao nosso melhor amigo que era mais novo que nós.

— Você parece uma mãe quando se refere a ele assim. — Resmungou o castanho, me seguindo já que eu agarrava seu pulso com força. — Espera, você tá com o seu celular?

— Ah, é mesmo! — Arregalei os olhos ao Danillo me lembrar. Procurei nos bolsos da minha calça, mas não havia nada. — Meu celular não tá comigo. Nem aqueles pacotinhos de biscoito que a gente comprou no parque. Merda. — Resmunguei, parando pra pensar. Minha garganta doía, respirar doía. Eu estava quase em um ataque de Pânico.

— Eu também não tô com o meu. Será que você tá certa? — A preocupação era nítida em sua voz. — Isso pode ser só uma alucinação coletiva, né? Né...? — Ele se calou ao ver minha expressão, suspirando logo em seguida, derrotado. — Vamos achar o Tim e procurar algum lugar seguro. — Afirmou. Assenti e continuamos andando, mas poucos passos depois de onde estávamos, ouvimos um grito alto.

— DANILLO, NIKKI, CADÊ VOCÊS?!! — Era a voz de Tim. Agarrei novamente no pulso de Danillo e corri na direção do som, para logo sairmos no campo aberto. Tim virou-se para nós e veio correndo nos abraçar. Seus cabelos ruivos e suas roupas estavam um pouco molhadas, mas ignorei o fato e retribuí o abraço com força. — Onde estamos? O que aconteceu? Cadê a Paraíso?! Cadê a cidade?! — Questionou, assustado.

— Não sabemos, Tim. — Disse Danillo, estávamos os três muito grudados. Nesse lugar desconhecido, não nos afastaríamos um do outro, mas nem a pau. — Mas nossos celulares sumiram, carteira, documentos, tudo. — Completou.

— Isso parece muito a história daqueles dois malucos, cês' tão ligado nisso? — Disse Tim, trêmulo. — Merda, a gente vai morrer. A gente vai morrer. — Ele estava quase chorando, quando o puxei a um abraço apertado.

— Ninguém vai morrer! Vamos ficar calmos! — Exclamei, tentando passar confiança, embora eu mesma estivesse apavorada. — Se àqueles malucos estavam certos... Eles conseguiram sair daqui, não foi? Também conseguiremos. Mas temos que ter calma, pensar em um jeito. Mas até lá, sempre juntos. Não se separem por nada, me entenderam? — Falei, olhando no fundo dos olhos dos dois garotos. — Não conhecemos esse lugar. Não sabemos se é perigoso. Mas as histórias daqueles doidos podem nos ajudar. Só temos que lembrar de tudo que contaram, cinco anos atrás. Mas agora, precisamos achar um lugar seguro pra passar a noite. Olhem só! — Apontei pro céu, mostrando que o sol já estava se pondo, e, eles se encolheram em seus ombros.

— Certo! Vamos lá. Você nos guia, Nikki. — Disse Danillo, e Tim fez uma cara emburrada.

— Só porquê ela é garota? — Questionou o ruivo e lhe dei um cascudo bem forte, ouvindo seu choramingo. — Desculpa! Desculpa! — Murmurou, massageando local do golpe.

— Vamos logo. Eu tô com um mal pressentimento dessa floresta. — Ralhei, e logo saímos a procura de algum buraco ou alguma coisa assim para nos abrigar.

Se isso aconteceu mesmo... Se isso não é uma alucinação coletiva... Paraíso é mesmo real? Rezende e Luiz, as primeiras vítimas do acidente... Não estavam loucos?




CONTINUA!


Notas Finais


Tá uma merda. Mas fds.
Té o próximo cap! ❤️👍


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