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História Paraíso dos Dragões - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Oi gente!
Esta é a minha primeira fanfic, ela é originalmente minha.
Espero que gostem.
O desenho de capa foi feito por mim.
Já agora, os capítulos vão ser um pouco grandes, espero que não se importem.
Desfrutem da fanfic!

Capítulo 1 - Capítulo 1- Colar?


Fanfic / Fanfiction Paraíso dos Dragões - Capítulo 1 - Capítulo 1- Colar?

Num dia de férias de verão, Ayla acorda, vai para a cozinha e vê um post-it preso no frigorífico por um íman, e este tinha escrito:

"Eu e a tua mãe fomos ver o teu tio da Flórida como te tinhamos dito ontem, e que iremos demora 1 semana até voltarmos, espero que esteja tudo bem contigo, a Avó Brenda vai ficar contigo até a nossa chegada, cuida-te , beijos.

-Pai".

Em seguida ouve a campainha tocar, vai para o corredor e abre a porta de entrada e se depara com a sua Avó. Ela deixa a mais velha entrar e a ajuda com as malas, - que estranhamente são muito pesadas- e as deixa no quarto onde esta vai ficar, vai para a cozinha e prepara um chá e vai para a sala vendo a idosa sentada no sofá esperando esta. A rapariga senta-se e ficam a tomar chá e a falar de trivialidades.

         ~Quebra de tempo~

Depois de terminarem o chá, Ayla, recebe uma mensagem fazendo o telemóvel no seu bolso vibrar, pede licença á sua Avó e vê a mensagem de Kailan: 

"Bom dia, tudo bem?".

 E esta reponde: 

"Bom dia, sim, está tudo bem, e contigo? Olha, a minha Avó vai ficar comigo durante uma semana então não iremos puder conversar muito. Tudo ok?"

 E de seguida Kailan envia uma mensagem dizendo: 

"Tudo ok, mas sabes, eu poderia ir aí, se a tua Avó concordar, e assim ela passava a conhecer-me, eu sou esplêndido e tu sabes disso ÙwÚ".

 A rapariga fica surpresa pela resposta do rapaz e de seguida remete: 

"Ok, acho q ela irá concordar, e és muuuuiiiittttooo esplêndido né, seu terrorista". 

Depois de mais umas trocas de mensagens eles combinam a hora em que o rapaz poderia ir para a casa da ruiva e assim terminam a conversa, Ayla desliga o telemóvel e olha para a Avó e pergunta: 

"Será que estava tudo bem para a Avó se alguém viesse aqui? É um amigo meu" 

A mais velha olha para a rapariga e com um grande sorriso no rosto responde: 

"Mas é claro amor, mas espera... Um amigo? Hm... Ok, entendi" e põe uma cara matreira e acrescenta: 

"Gostas dele? Hmmm?"

A ruiva surpresa levanta uma sobrancelha e cora um pouco de vergonha e responde: "Ele é só um amigo, Avó, nada mais, nós somos como irmãos!" e dá uma risadinha, a idosa perde-se em nostalgia e volta a pôr a cara matreira e fala: "Eu e o teu Avô também éramos como irmãos, Ayla, mas olha no que deu" 

E solta uns risinhos, a mais nova fica com um semblante de nojo por ouvir isso. (nota da autora: nojo de pensar em ela e o Kailan juntos kkkkk)

A sua Avó se levanta e começa a se dirigir para o corredor indo para o seu quarto, a ruiva a acompanha e pergunta se está necessitava de ajuda para arrumar as coisas, a mais velha diz que não era preciso e continua rumo ao seu quarto e entra e fecha a porta na cara da rapariga. Ayla, sem entender o porquê da porta fechada - e ainda por cima, na sua cara - fica surpresa, mas vai para a sala de estar e coloca uma música relaxante e começa a dar uma arrumada na casa toda.

      ~Quebra de tempo~

Chegando a hora de Kailan chegar, Ayla, dirige-se ao seu quarto e veste uma t-shirt e umas calças jeans e volta para a sala de estar, liga o telemóvel e vê as horas, nesse exato momento ouve a campainha tocar. Esta se levanta e vai para o corredor e abre a porta de entrada deparando-se com o rapaz olhando para trás e de costas pra ela apreciando a vista do terreno, a rapariga pergunta: 

"Vais ficar aí ou preferes ficar a olhar pro nada?"

 O maior sai de seus pensamentos assustado por perceber a presença da ruiva e olha pra ela com as sobrancelhas levantadas - quase voando da cara, sempre com as suas expressões faciais com emoção demais. A mais pequena solta uma risada pela reação do rapaz, e este coça a nuca falando: 

"Eu não te vi aí, desculpa minorca" 

E dá uma risadinha. A rapariga fica fula e protesta dizendo: 

"Eu sou de tamanho normal, não tenho culpa que sejas um poste de 1,95 de altura!..." 

E o rapaz olha para ela e diz: 

"E eu não tenho culpa que tenhas 1,60 de altura! Isso é muito pequeno!" 

E ri, zombando da ruiva, esta que por sua vez dá um tapinha na cabeça dele, irritada, mas com a tentativa falhada de o fazer parar se rir, dá um soco no estômago do rapaz, fazendo este tossir e pôr a mão no sítio magoado pela mais pequena. A ruiva ainda implica dizendo: 

"Para a próxima nem é aí, vai ser mais abaixo para não puderes procriar com esses teus genes estúpidos, seu otário!... Vá, entra e comporta-te ao pé da minha Avó senão quando saíres dou-te nas orelhas, poste de eletricidade". 

Esta deixa o rapaz entrar, vão para a sala e sentam-se. Kailan começa: 

"Preciso de algo interessante nestas férias aaaaaaaaaaa, como têm corrido as tuas?". 

A ruiva ri do comentário do rapaz e fala: 

"Kai, não tem acontecido nada de especial mas minhas também, mas podes vir aqui sempre que te sentires aborrecido, eu também fico assim a maior parte do tempo, eu já te mostrei onde guardo as chaves sobresselentes!"

Os dois ficam a rir e nesse mesmo momento a Avó de Ayla entra na mesma divisão da casa, com uma bandeja com bolachas e um bule de chá, senta-se no sofá de frente para os dois adolescentes e diz: 

"Um cházinho e bolachinhas acabadinhas de fazer?"

 A ruiva logo nota o formato das bolachas, um formato de... Cabeça de dragão?, Ayla envergonhada diz: 

"Avó! Nós não somos crianças para comermos bolachas com o formato de cabeça de dragão!"

De seguida Kailan fala: 

"Mas eu sou"

 Pegando numa bolacha, dá uma trinca e faz uma cara de satisfação. 

"Estão deliciosas, minha senhora"

Fala se dirigindo para a Avó de Ayla, esta que por sua vez, não tendo esquecido o comentário da sua neta, responde: 

"Mas querida, tu ficavas tão feliz quando eu às fazia, eram as tuas favoritas quando criança! Tu adoravas, ou melhor, amavas dragões! Não vai deixar a sua Avó triste pois não?"

 E a mais velha fica com uma cara triste mas fingida para a credibilidade da neta. 

"Ai Avó, só tu, obrigada pelas bolachas"

Mostrando um sorriso gentil,

 "Mas não é preciso te dares ao trabalho de fazer com essa forma, só isso"

 Fala a ruiva. A idosa responde: 

"Então ok, eu vou para a cozinha e deixar os meninos sozinhos"

 No momento em que a mais velha se vai pra levantar a mais nova se levanta e quase que gritando remete: 

"Não é preciso! Fique aqui connosco!". 

A sua Avó assente com a cabeça e se senta e o mesmo a ruiva, e começam a beber chá e a comer as bolachas. Quebrando o silêncio, Kailan, se vira para Ayla e diz na brincadeira:

"Com que então a senhora séria gostava daqueles bichos com asas enormes, parecidos com lagartos e que largam fogo da boca, chamados dragões?"

 A ruiva apanhada desprevenida, olha para Kailan surpresa, e os dois começam a rir e Ayla fala: 

"É verdade, eu era louquinha por dragões, eu adorava eles, eu não sei, mas parecia que tinha uma certa ligação com eles, é estranho, mas eu comecei a gostar tanto deles graças á minha Avó." 

Olhando para a mais velha sorrindo continua:

 "Ela me contava lendas, sobre terras desconhecidas pelos humanos, onde existiam as Montanhas da Terra, Vulcões do Fogo, um vasto Oceano da Água, e a Terra das Nuvens do Ar, estas eram os habitats dos 4 tipos de dragões que existiam, os da Terra, do Fogo, da Água e do Ar, mas, há 2 centenas de anos atrás havia mais uma outra raça de dragão, a raça Maximus, eles eram os dragões supremos, com o maior poder que se já viu, tinham poder por todos os outros dragões e todos os seus poderes, e bem no meio dos habitats desses dragões, havia um monte onde eles moravam, onde com todos os habitats juntos, formava o Paraíso dos Dragões! Mas, nem tudo era um mar de rosas, havia, um lugar, onde nenhum dragão poderia entrar, se entrasse, nunca mais voltava, o nome desse lugar é, Submundo Dracus. Diziam que antes do aparecimento de pessoas com orelhas pontiagudas, poderes sobre a Terra, Fogo, Água e Ar, e até mesmo o poder Maximus, chamados de elfos, com mais outros aliados, outros seres místicos, o Paraíso dos Dragões e o Submundo Dracus estariam em uma guerra constante, até, que só sobrasse um único dragão ou, os seres que haviam naquele lugar, para se considerasse a vitória de alguma terra. Os elfos, quando chegaram no Paraíso dos Dragões, fizeram uma enorme barreira para que ninguém saísse ou entrasse no Submundo Dracus. Ao fim de um tempo, cada terra do Paraíso Dracus de dividiu, ficaram um por um, mas, os elfos Maximus, fizeram um portal para a Terra, onde nós vivemos, e, enviaram quase todos os seus elfos para lá, só os elfos Maximus que eram camponeses, a nobreza, clero e guerreiros que lá ficaram, o portal foi fechado a 4 chaves, e, sem ninguém saber, cada chave foi guardada num respetivo lugar do Paraíso dos Dragões, mas, um dia, os seres terríveis do Submundo Dracus, conseguiram quebrar a barreira e capturaram todos os dragões, o dragão Supremo Maximus, foi o único que sobrou depois de fecharem o portal, mas depois de um ano ele foi dado como desaparecido e nunca mais ninguém o viu, reza a lenda que ainda há elfos Maximus pelo Planeta Terra, e outros seres mágicos que estão em forma humana ou animal, que conseguiram fugir pelo portal"

Assim termina Ayla de contar a primeira lenda que a sua Avó lhe tinha contado quando pequena. Kailan, de boca aberta, responde: 

"Meus Santo Deus, que lenda muito boa! Por incrível que pareça, o meu Avô contou-me um pouco dela também, mas falou que uma dessas criaturas místicas eram os <sátiros>

        ~Quebra de tempo~

Depois de umas horas, começa a anoitecer e Kailan se despede da amiga e da idosa e segue rumo para casa. Ayla, começa a arrumar umas coisas e vai para a cozinha levar a bandeja com o bule e começa a lavar as coisas, secá-las e colocá-las nos sítios respectivos. Depois disso dirige-se para a sala e senta-se ao lado da Avó, a idosa que por sua vez começa: 

"Esse rapazes muito simpático, ele é um amor, não é verdade, Ayla?"

A ruiva olha para a Avó e sorri: 

"Isso é só porque tu estavas por perto, Avó, ele na verdade é um terrorista"

 E as duas caem na gargalhada. Quando acabam de soltar os últimos risinhos, o semblante da mais velha fica sério e por fim fala: 

"Ayla, minha querida neta, eu vou-te dar uma herança de família que foi passada de geração em geração, mas neste momento saltou-se uma, mas isso, um dia irás descobrir por ti própria o porquê"

A mais nova fica confusa, mas continua prestando atenção, 

"É este colar, ele é desta forma porque tem um significado especial, e uns

A mais velha se levanta e fala: 

"Protege o teu povo, protege os que amas, mas acima de tudo, faz as melhores decisões possíveis, protege os dragões e combate o mal para prevalecer o bem"

Ayla pisca os olhos várias vezes sem entender as palavras da mais velha, enquanto que está olha para a sua neta sorrindo e indo embora, diz por fim: 

"Faz o que eu não fiz..." e vai direto para o seu quarto deixando a mais nova na sala, sem palavras.

A rapariga abre as mãos e olha para o colar:

(Imagem de capa do capítulo)

A ruiva fica maravilhada com o colar da Avó, que agora era seu, mas fica intrigada com a letra "M" no colar, que ela soubesse não havia ninguém da família com "M" no nome, nem mesmo o seus entes já falecidos.

"O que querá dizer essa letra "M"?"

Pensou a rapariga. Mas por incrível que pareça, ela vira o colar e encontra uma chave muito pequenina encaixada nele, ela decide deixar a chave lá para a não perder, levanta-se, coloca o colar ao pescoço e dirige-se para o seu quarto, vestiu o pijama e deitou-se, até adormecer.



Notas Finais


Bom pessoal, foi este o 1º capítulo desta fanfic.
Se gostaram favoritam.
Se tiverem uma opinião crítica, elas são muito bem vindas para a minha autonomia, deixem nos comentários.
Vou tentar postar novos capítulos 1 vez por semana, então o próximo capítulo talvez venha dia 4 de Agosto.
Obrigado por lerem e até ao próximo capítulo!


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