História Paraíso Sombrio - Capítulo 11


Escrita por:

Postado
Categorias Mitologia Grega
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Annabeth, Beijo, Comedia, Deuses, Ecchi, Hades, Mitologia Grega, Percy Jackson, Perséfone, Romance, Uma Rola (brincadeira)
Visualizações 43
Palavras 711
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


GOMENASAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAIII

Capítulo 11 - Despina


Fanfic / Fanfiction Paraíso Sombrio - Capítulo 11 - Despina


Lico percorreu a lâmina com os dedos e seu rosto se iluminou. Fazia muito tempo que ele não via aquilo.
"Você é incrível!" Exclamou. "Fazem tantos anos desde que..."
"Senhora." Despina nem sequer olhava para ele. "Sou sua rainha, deve tratar-me dessa forma". 
"Claro, claro, Senhora. Como preferir." Ele continuava olhando para sua velha amiga. Nenhuma mulher poderia causar-lhe tanta alegria quanto aquela espada.
"É um covarde, Lico." Despina suspirou. "Você nunca brandiu uma espada antes."
O antigo rei deu de ombros. 
"Eu nunca precisei, pessoas lutavam por mim."
Despina finalmente o encarou, com os olhos gelados.
"Talvez devesse ter acordado alguma delas."
Lico tremeu. Por mais bela que a deusa fosse, era muito mais assustadora. 
"Relaxa... era porque eu era um rei. Por aqui sou seu servo, senhora."
"Assim espero." A menina suspirou. "Eu odiaria desperdiçar um plano tão bom."
Claro que era um plano bom, afinal era um plano dele. Lico nunca falhava, nunca.
Perséfone estava usando um vestido cor de rosa que fazia com que se parecesse uma menininha, mas era bem bonito e esvoaçante. 
"Você devia ter usado os saltos." Reclamou Afrodite, que estava caminhando logo atrás dos rodopios de Perséfone. Ela se recusou a usar qualquer tipo de sapato e pisava com os pés descalços na grama, do mesmo modo que fazia quando era criança. 
"Deixa de ser chata, Dite." Disse, entre um rodopio e outro. Faltava apenas um coro de ninfas e alguns sátiros para tudo ficar perfeito, mas, por algum motivo, eles nunca iam para lá. Talvez eles não gostassem muito de ninfas virando árvores, ou se lembrassem de Minthè, já que a conheciam, provavelmente, desde que chegaram ali. Era uma das coisas que incomodavam a deusa.
A alegria acabou assim que ela avistou a grande árvore com cheiro de menta, com o cheiro dela. 
"Minthè?" Sussurrou, tocando o tronco.
"Alô?" Era a voz de Afrodite. "Árvores não falam, lembra?"
"Tem algo errado." A deusa moveu a mão. Todas as árvores tinham uma ninfa, mesmo as que eram ninfas antes, mas aquela não tinha nada. Era vazia como o mhndo inferior seria sem Hades. "Ela não está aqui."
Afrodite olhou para o chão. Estava cheio de arvorezinhas pequeninas que lembravam muito à grandona.
"Eu encontrei uma dessas lá em cima." Afrodite colocou-se ao lado da amiga. "Ela pode estar em qualquer uma delas, dançando pelo mundo." A deusa colocou a mão na testa e olhou para o alto em uma pose digna de Julieta. "E a gente levou tanto tempo pra jogar na cara dela que você é mais bonita..."
Uma borboleta azul, a única que residia no submundo, voou por entre os campos e pousou no dedo de Perséfone, apenas para levantar vôo de novo. 
"Que estranho..." Perséfone a seguiu com o olhar e, lá na frente, ela a viu. Seus pelos se arrepiaram, era como aquela segunda Perséfone que ela vira no sonho, estava sentada na relva de costas para ela, mss ainda assim Perséfone podia ver que ela era menor, que seus cabelos eram mais escuros assim como ondas agitadas de um mar na tempestade. 
Perséfone começou a se mover, mas Afrodite segurou seu ombro. 
"Não vá." Ela pediu. "Aquilo é puro ódio, você vai de machucar."
Perséfone segurou a mão da deusa e olhou em seus olhos. Não precisou de voz mágica para mostrar o quanto precisava daquilo, não precisou de nenhuma palavra.
Perséfone mal sentia o corpo se mover enquanto as flores se moviam ao seu redor e deixavam suas pétalas voarem. Em um momento, estava atrás de sua irmã, que se assustou e recuou. As plantas à dua volta murchavam e se queimavam, as que sobraram ficavam entanguidinhas para se proteger do frio, isso era triste. 
Tantas emoções passaram pelos olhos da menina e Perséfone não pode identifcar nenhuma. Aqueles olhos gelados derramaram lágrimas.  
"Despina?" O nome escapou da boca de Perséfone, junto com lágrimas carregadas. Ela se atirou na direção da deusa e a abraçou, apertado. 
O coração de Despina se encheu com calor. Aquela era a primeira vez que recebia um abraço e ela precisava de um desde que nascera.
A lança de gelo que tomava forma em seus dedos caiu num pedaço de terra vazio. Que se danasse tudo! Despina finalmente tinha o que queria.
 


Notas Finais


:( espero que tenham gostado, eu fiquei bastante tempo sem escrever kkk desculpas por isso, juro que termino ainda esse ano.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...