História Paralelo da T-616 (D-S16) - Capítulo 3


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Categorias X-Men
Personagens Erik Lehnsherr (Magneto), James "Logan" Howlett (Wolverine), Kurt Wagner (Noturno), Pietro Maximoff (Mercúrio), Professor Charles Xavier
Visualizações 10
Palavras 710
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Drogas, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Acho que as capas pros capítulos que eu deixo são meio assustadoras, mas ok. Essa foto é do rapper Night Lovell, ele que é o Evan Daniels no paralelo. Imagino que vocês vão associar a imagem dele com o personagem, coisa que eu sinto combinar... Não entendo o porquê, apenas sinto. Deixo como indicação as músicas dele também, que apesar de ser um gênero de música meio suporte pra adolescente lesado eu gosto muito.

Espero que gostem da história!

Capítulo 3 - Porco-.... Parte 1


Fanfic / Fanfiction Paralelo da T-616 (D-S16) - Capítulo 3 - Porco-.... Parte 1

Amanheceu em Chicago, uma casa um tanto antiga, de madeira já sendo estragada pelo tempo, cupins e mofo, preenchia um conhecido bairro periférico de Chicago. Lá estava dormindo Evan Daniels, o mencionado sobrinho de Ororo.

- Evan, acorda! Você tem que ir pra aula hoje.

- Não quero ir, mãe...

- Eu não quero saber, menino, se arruma logo aí antes que eu te levante no cinto!

- Cacete.

Evan levanta cambaleando, e vai até o banheiro, onde ele olha pra si mesmo ainda com a visão turva.

- Mais um dia de merda.

Assim como qualquer outro adolescente, ele se arrumou e foi para a mesa tomar o café da manhã.

- Por que o desânimo com a escola?

- Espalharam por lá o meu lance com os espinhos, eu acreditava que o meu melhor amigo iria guardar o segredo, mas fui um otário como sempre - Evan nesse ponto estava quase chorando.

- Não se preocupe com isso, filho... Eles não merecem você e nem compreendem que é especial.

- Não sei... Eu...

Evan joga o pão que estava comendo na mesa e termina rapidamente o seu café, querendo sair logo da situação.

- Filho!

- Vou logo pra escola, mãe. Não posso me atrasar, vai me dar mais problemas.

Evan saiu com sua mochila, tênis preto e branco, jeans velho e moletom preto. Como a família era humilde, os Daniels não tinham carro e Evan pegava ônibus todos os dias para ir ao colégio. 11 minutos de espera e o seu ônibus 727 apareceu, azul e todo sucateado, mas fazia o que era o essencial, transportar.

O ônibus estava quase vazio, com apenas alguns idosos e uns rapazes com idade aproximadamente entre 19 e 26 anos, todos juntos e rindo, no fundo, e pareciam ser realmente uma gangue. Evan sentou-se a dois assentos de distância deles.

Poucos minutos do trajeto se passaram e logo um dos 4 rapazes sentou ao lado de Evan.

- O que você quer, cara?

- Nada não, irmão. Eu não posso sentar aqui? - depois de falar isso o rapaz olhou para os outros três no fundo e riu

Evan ficou calado.

- É, foi o que eu pensei, irmão.

Na parada seguinte subiu um outro rapaz, que estava de cabeça baixa, ele era alto e possuia um jeito muito estranho. Ele mal passou pela cobradora do ônibus quando sacou um revólver calibre .38 e colocou na cabeça da cidadã.

- Eu quero todo mundo aqui de cabeça baixa.

O rapaz ao lado de Evan riu, e, ao que parecia, ele, o assaltante, e os outros 3 no fundo usavam um mesmo colete jeans, sem as mangas, com "Contrabando" escrito a pincel nas costas.

Evan já era acostumado com assaltos, e permaneceu de cabeça levantada.

- Que porra é essa, seu neguinho? Quer morrer? - o assaltante apontou a arma para Evan e foi em sua direção.

Evan permaneceu calado, e viu que todos no ônibus estavam de cabeça baixa, ele aproveitou a situação e se preparou pra acertar o assaltante.

- Você quer morrer? Seu filho da Put...

Só foi possível escutar o vento sendo cortado pela velocidade do espinho, que era do tamanho de um braço, e no momento, ficou atravessado no olho do assaltante, algo que matou ele imediatamente.

Evan ficou aterrorizado, ele nunca havia matado ninguém antes. Enquanto ele estava em pânico todos os rapazes gritaram comemorando e rindo "Caralho! Esse moleque é o cara"

Evan permanecia sem palavras pra tudo aquilo, e só ouviu o que o rapaz ao seu lado tinha a dizer.

- Aí, parceiro. Era você quem o Love tava querendo contratar.

Love era um dos mais polêmicos traficantes de Chicago, e o centro do império de drogas dele era justamente no bairro de Evan.

- Você quer ir com a gente?

Evan pensou, olhou para todos os outros passageiros completamente assustados com o assaltante morto e tremendo falou:

- S-sim, eu não tenho nada a perder...

Todos os rapazes se dirigiram em fila até Evan, e deram a ele um moletom laranja junto com o misterioso colete jeans com a escritura "Contrabando". Evan jogou seu moletom preto pela janela e vestiu-se como os outros.

Todos saíram do ônibus, com um dos membros da "gangue" retirando o espinho do olho do assaltante.

- Mordeu a isca, seu cuzão.

As portas do ônibus se fecharam, e todos entraram em um carro parado estrategicamente em uma lanchonete para irem até o chefão, Love. Tudo estava combinado.


Notas Finais


Escrevi essa parte obviamente focado no sobrinho de Ororo (e correndo um pouquinho), espero que tenham gostado! Vou tentar escrever a parte 2 o mais rápido possível, quem sabe o que pode acontecer, né?

Agradecimentos a rsrsrsrsrs...


Qualquer sugestão ou crítica construtiva será aceita! Xau.


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