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História Paralyzed - Jikook - Capítulo 2


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Notas do Autor


Já peço desculpas se tiver algum erro de digitação, tentarei melhorar conforme os livros que escrevo. Aqui está o primeiro capítulo.

Capítulo 2 - Primeiro Capítulo


Fanfic / Fanfiction Paralyzed - Jikook - Capítulo 2 - Primeiro Capítulo

Jeon Jungkook on

"É como um pesadelo. Do qual você não pode escapar."

Olhos fechados, dores pelo o corpo.... Enfim consegui acordar, olho em volta com uma expressão de incômodo e desconforto. “Onde estou? Um quarto de hospital? ”. Levanto meu tronco de forma brusca, deixando com que eu ficasse sentado sobre a dura maca. Escutava a chuva cair e os barulhos dos trovões soar, o dia estava tão nublado como minha mente.

Vejo que enfim acordou.

O som de uma voz meiga e doce me fez despertar do transe que estava fazendo que eu me virasse em direção a porta, uma enfermeira? Julgando pelas suas roupas era, também pelo fato que ela mexe nos aparelhos que estavam ligados ao meu corpo. O frio que fazia me irritava um pouco.

Jeon Jungkoook. Vinte e três anos. Tipo sanguíneo A positivo.... Como se sente? Bem?

Disse a mulher já jogando uma luz branca em meus olhos, deixando-as um pouco embaçada, fiz um breve aceno de concordância respondendo sua pergunta e ela sorri largamente, parecia feliz com a minha resposta. Ela sai em passos largos após de falar as recomendações, evitar me mexer e fazer movimentos bruscos, e outras coisas do tipo. Também me alertou sobre minhas memórias, eu teria dificuldades para me recordar no início, mas conseguiria mais cedo ou mais tarde.

Um acidente.... De carro? Sim foi.... Aish!

Suspiro impaciente comigo mesmo e me deito novamente, passo a encarar as gotas de chuva que se chocavam com o vidro fio da janela, no tédio, cheguei a “apostar corrida” escolhia uma e torcia para que ela vencesse a adversária. Após isso percebi o como seria entediante a minha estadia ali.

Me esforcei bastante para alcançar meu celular que estava na mesinha perto da maca, mas não consigo desbloqueá-lo, minha senha, havia esquecido. Se tivesse contado os minutos que levei para lembrar, diria que daria mais de quarenta, ignorei as notificações de mensagens que inundaram minha tela e abro logo no aplicativo de música, seleciono uma playlist e a melodia invade o pequeno quarto ao qual eu me encontrava.

Tentem adivinhar o que aconteceu. Peguei no sono. Como podia estar com sono após ficar mais de uma semana apagado? Provavelmente remédios, me sentia drogado, com certeza estava dopado de diversos medicamentos, isso proporcionou o cansaço, lombeira e sono excessivo.

Afinal, pelo o que eu soube, sobrevivi ao acidente feio, sorte pura. O que me intrigou foi uma frase da enfermeira boazinha “pelo menos você acordou”, quer dizer que tinha mais pessoas comigo? Pelo o que eu me lembre morava sozinho em Seoul. Não acho que seja hora de me preocupar com isso, preciso relaxar e colaborar nos meus tratamentos.

Depois desse dia já havia passado mais quatro dias, agora se eu quisesse podia andar de cadeira de rodas pelo o hospital em vez de ter que ficar trancafiado naquele cubículo.

Era uma tarde normal, tediosa como todas as outras, eu já havia feito várias amizades naquele hospital, estava voltando da lanchonete do lugar, passando pelos os corredores, sorridente até, a poucos minutos tive uma conversa interessante e engraçada com a pessoa que era responsável pela limpeza da lanchonete. Olhava para as placas onde estavam escritos os nomes dos pacientes e os quartos onde estavam internados, mas um me chamou atenção, não havia o número do quarto, apenas o nome. Park Jimin.

Jimin? Park Jimin?


Notas Finais


Final desse capítulo, creio que tentarei aumentar o conteúdo, adicionando mais palavras.


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