História Paralyzed - MadaSaku - Capítulo 24


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Categorias Naruto
Personagens Itachi Uchiha, Izumi Uchiha, Kakashi Hatake, Madara Uchiha, Minato "Yondaime" Namikaze, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Yamato
Tags Madasaku
Visualizações 192
Palavras 1.623
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Festa, Hentai, Lemon, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


MENINAS ATÉ AGORA TEMOS 21 VOTOS
POR ULTIMO E NEM FOI CITADO:
5° ITACHI 0 VOTOS
4° YAMATO 0 VOTOS
3° MINATO 2 VOTOS
2° NEJI 9 VOTOS
( MAIUI INDECISA ENTRE NEJI E KAKASHI ENTÃO NÃO COLOQUEI PONTO EM NENHUM)
1° KAKASHI 11 VOTOS
(12 PARA O KAKASHI POIS MEU VOTO VAI PARA ELE)
VOTAÇÃO ENCERRADA.
MUITO OBRIGADA A TODAS!
Capítulo pequeno para as amantes do nosso Uchiha!
Beijos de luz, no proximo capítulo teremos o baile.
Ah e me desculpem pelos erros...

Capítulo 24 - Madara


 Madara

Eu posso me ajudar? Foi o que ela disse, mas ainda não entendo. Eu preciso conversar com alguém sobre isso ou então nunca vou conseguir em frente. Decidi que eu preciso mais que tudo resolver esse problema, nem que seja a base de remédios.

O que foi que eu fiz com ela... Tinha que ser logo ela?

Eu fui horrível, eu fui aquela pessoa que eu sempre odiei e temi, eu machuquei quem estava do meu lado e isso é imperdoável, mas não consigo controlar, quando eu vejo o rosto dele eu sinto uma vontade enorme de quebrar tudo, inclusive a cara dele.

- Ah Sakura...- Eu vi ela passando sozinha pela manhã e estava linda e ao meio dia voltando com o Itachi, pelo que percebi estão se falando novamente, isso não e bom, talvez ele tente algo com ela. E no dia seguinte indo sozinha pela manhã novamente, mas está indo tão cedo, será que ela pensa em mim como eu tenho pensado nela? Ah claro que não, ou talvez até pense, mas com sentimento de ódio.

E Sakura eu não vou poder ver se você voltou pra casa sã e salva ao meio dia, pois estou em um maldito consultório esperando para me tratar com um psicólogo, a que ponto cheguei para ter você comigo garota?

Eu devia ter ido atrás dela para pedir desculpas naquela mesma noite, mas como conseguiria fazer com que ela me perdoasse?

Como posso querer o perdão de alguém que eu machuquei se eu nem mesmo consigo perdoar as pessoas que me machucaram, e nunca vou perdoar por isso não mereço clamar por isso.

Minha mente é uma confusão barulhenta, onde eu desejo possui-la de todas as maneiras e posições possíveis mas ao mesmo tempo encontro argumentos para que ela me odeie, e os argumentos são tantos, desde o inicio eu não fui o homem que ela merecia.

- Uchiha Madara. – A porta se abriu na minha frente enquanto o paciente que estava na minha frente saia, eu espero que 200 dólares por consulta deem retorno.

Entrei na sala decorada com um papel de parede cor âmbar combinando com os móveis de madeira.

- Tudo bem senhor Uchiha? – Olhei no cartão dela: Tsunade Senju.

Ótimo quanto mais rezo mais assombração me aparece, sem dúvidas é parente deles.

- Não. – Respondi rápido pensando o quanto seria ridículo pra mim tratar algo causado pela família dela.

- Pelo que vejo é a primeira consulta. – Ela me olhou no fundo dos olhos. – Sua expressão é fácil decifrar. – Ela comentou e pegou uma prancheta da gaveta.

Será que é fácil mesmo ou ela está blefando para se parecer boa o suficiente.

- Deve estar se perguntando como eu sei disso. Por um bom tempo eu estudei expressões faciais, e não gostei da sua cara quando leu meu cartão. – Ela é boa tenho que admitir.

- Interessante, prossiga. – Comentei e sentei-me no sofá de frente para ela, cruzei as pernas e estiquei meus braços na borda.

- Na verdade, você deve prosseguir, acredito que não me procurou atoa. – Ela comentou enquanto ficava anotando naquela maldita prancheta, o que me garante de que ela vai prestar atenção em mim?

- Ok vamos lá...-

Expliquei minha situação, meus sentimentos, mas não contei sobre o passado com os Senju, apenas sobre o desamor pela vida na adolescência e o quanto sofri por culpa do meu pai, e ainda sofro, as palavras dele ainda me perfuravam como facas afiadas.

- E você já tentou falar com seu pai? – Ela perguntou e finalmente me encarou.

- Tarde demais, o velho já está enterrado. – Respondi e sorri de canto, sei o quanto é errado desejar a morte de alguém, mas eu me sentia bem ao saber que o desgraçado estava a sete palmos do chão.

- Ele não precisa estar vivo, talvez você não acredite, mas quando alguém morre com ódio, nasce uma maldição e essa alma fica vagando até ser libertada.- Tsunade comentou.

Então ela quer dizer que sou assombrado pelo espírito de ódio do meu pai.

- Mas que baboseira. – Comentei segurando o riso.

- Pelo que me deu a entender seu pai era assim, qualquer coisa ele achava uma “baboseira” e querendo ou não você está com a mesma personalidade. – Isso não é verdade... Não pode ser...

- Mas...

- Com todo respeito, mas você já agrediu alguma namorada ou esposa? - Ah não, ele sempre agredia minha mãe e bebia muito, eu me tornei novamente o que mais odiava, me tornei aquele que me machucou, talvez por eu ser fraco e sempre apanhar, eu queria me tornar forte, só não imaginei que me tornaria um monstro.

- Sakura... – Sussurrei baixinho lembrando de como fui horrível, eu não consigo parar de lembrar o quanto machuquei por dentro e por fora uma pessoa tão doce.

E também teve a Izumi, mas essa mereceu, faria de novo.

- O perdão é o primeiro passo, perdoe para ser perdoado. E aquela garota que você falou, se ela se importa ela não vai desistir. – Tsunade comentou.

- Eu fui horrível pra ela... Achei que ser durão era a saída pra tudo. – Coloquei minhas mãos na cabeça.

- De um tempo para as coisas esfriarem, mas se tentar se aproximar, não seja o mesmo de antes, isso vai te ajudar, você deve cortar o mal pela raiz começando onde mais dói. – Dito isso a mesma me entregou um folheto com algo prescrito.

Parecia uma receita com algum remédio. Talvez me ajude com os nervos.

- O que e isso? – Perguntei estranhando o nome escrito.

- Um calmantezinho, quando se sentir estressado tome, mas somete quando se estressar e tome apenas um. – Pela maneira que falava parecia até que eu tomaria um boa noite cinderela.

- Hm. – Comentei e levantei-me.

- Se fizer o que digo vai demorar para nos vermos novamente. – Ela comentou me encarando.

- A propósito tenho uma pergunta. – Falei antes de me dirigir até a porta.

- Pois não. – Respondeu pacientemente.

- Já tem acompanhante pro baile? – E da família Haruno, mas tenho certeza de que a Sakura vai estar lá afinal ela e neta deles.

- Eu não me envolvo com pacientes. – Ela respondeu. – Já pode se retirar. – Ela comentou revirando os olhos, deve estar pensando que eu apenas me aproveitei para chama-la pra sair.

- Eu não quero envolvimentos, deixei claro quando falei sobre minha garota, mas não posso entrar no baile sem acompanhante. – Respondi deixando claro minhas intenções.

A um mês atrás eu daria em cima dela até conseguir o que queria, mas o que eu quero no momento ela não pode me dar.

- Nesse caso aceito. – Respondeu e me entregou um cartão com o numero dela. – As 7 na minha casa. – Revirei os olhos.

Odeio mandonas.

Sai da sala a deixando sozinha era quase 11 da manhã, preciso ir a farmácia andes de qualquer coisa.

Cheguei no estacionamento e entrei no carro, por algum motivo eu estava calmo essa manhã. Girei a chave e dei partida.

Liguei o rádio e dirigi devagar ao som de Tame Impala – The less I know the better.

A cidade estava com o trânsito limpo como sempre, essa era a vantagem de morar em um lugar calmo.

Enquanto dirigia era impossível não olhar para as moças, e ficar pensando o quanto elas são frágeis e adoráveis. E eu sempre as tratei feito objetos, fui rude, grosso sem ao menos me importar em como elas se sentiam.

Essa Tsunade e boa no que faz, uma única sessão e já mudou completamente minha visão sobre as mulheres, quem diria que na família “Senju” ainda tinha pessoas boas.

Estacionei o carro em frente uma loja de roupas, tinha algumas garotas grudadas na vitrine babando nos vestidos, parei para dar uma olhada.

Era um vestido vermelho com alças nos ombros, decotado nos seios, colado na cintura e aberto na coxa até uma boa altura. Lembrei-me rapidamente da Ada Wong a morena de cabelos curtos extremamente sexy dos filmes Resident Evil.

- Ah Deus. – Até mesmo eu estava babando naquela vitrine imaginando o quão sexy ela ficaria vestindo isso, estava quase pensando com a cabeça de baixo.

- U-Uchiha...- Olhei para o lado e tinha uma garota me olhando, eu daria 17 anos.

- Sim? – Perguntei estranhando.

- Você e a minha irmã...- Ela estava com vergonha de alguma coisa.

- Desculpe não a conheço. – Respondi.

- A Mei...- Ela se explicou.

- Não se está pensando que sou namorado dela, isso é mentira. – Comentei e olhei novamente para o vestido, eu sei de uma pessoa que ficaria maravilhosa usando isso.

- Ah...- Ela comentou, dei uma boa analisada no corpo dela, e magra só um pouco mais alta.

Eu conhecia muito bem a cintura da Sakura, minhas mãos quase a fechavam e isso me deixava louco quando transava com ela.

- Me diz... Acha que esse vestido serve em você? - Perguntei e os olhos dela rapidamente brilharam.

XXX

Estacionei o carro de ré dentro da garagem assim ficava mais fácil para sair novamente. Estava prestes pressionar o controle para o portão descer e escurecer o local quando avisei a cabeleira rosa de longe.

Fiquei apenas observando.

- Olha pra cá. – Pedi a encarando passar, eram passos lentos e pareciam ser calculados.

- Olha pra mim princesa...- Já era minha cabeça de baixo pensando.

Tudo bem que poderia parecer estranho eu estar dentro de um carro falando comigo mesmo pedindo para uma adolescente me notar, mas céus como eu queria poder voltar no passado.

Ela passou direto nem olhou, mas quando estava prestes a sumir entre as árvores virou a cabeça para trás e olhou para a direção do meu quarto.

 Isso me deu um pouco de esperança.


Notas Finais


Espero que tenham gostado


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