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História Paranóia - Capítulo 8


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Notas do Autor


Ate agora tem sido satisfatório mostrar para vocês o caminho de Gabi, porem, agora tudo nessa história muda.

Capítulo 8 - Depressão, Queda e Suicidio


Fanfic / Fanfiction Paranóia - Capítulo 8 - Depressão, Queda e Suicidio

É como se as coisas fossem diferentes,  Gabi sentia  que estava vivendo uma farsa e aquilo não era permitido a ela. Ela  se pega tendo pensamentos distintos sobre sua vida, o fantasma da morte de seus pais volta a tona, ela não sabia o por que daquilo ser desenterrado por sua cabeça,  mas o sentimento profundo de tristeza a consome, aquilo começou acontecer depois que Thomas começou a ir menos na casa dela, as aulas  começaram a ficar mais difíceis e o período de provas havia começado na faculdade. O alento de Gabi era escrever no seu diário,  ela nunca pensou que aquilo seria tão libertador, porém nesses últimos dias  a solidão tem sido uma companheira indesejada por ela.

Em uma noite fria Gabi  estava no terraço do seu prédio, olhar as estrelas foi uma ideia até que boa visando que ela não tinha mais ideias para tentar acalmar a alma, mas aquilo em especifico  tinha dado certo. A noite fria acompanhada de um céu estrelado  fazia Gabi sentir um certo  conforto na alma, ela se pegava pensando como seria sua vida se seus pais ainda estivessem ali ainda,  a vento gelado  a incomodava um pouco somente para fazer ela se distrair e olhar as pessoas abaixo dela, parecia um mundo normal, um mundo onde a maioria não estava sofrendo, mas ela sabia que aquilo era mentira, a ingenuidade dela já custará os pais uma vez, ela jurou não ser mais ingênua, ela jurou ser forte!

" Nós ainda estamos aqui Gabriella!"

" Nós ainda vamos ter você!'

Uma batida  devagar do seu coração em resposta, o calafrio já conhecido vinha em seu corpo.

 - Eu não duvido. - Um suspiro longo. - Eu estou perdendo a batalha para mim mesma já.

~

Thomas estava pensativo fazia um tempo, o jeito de Gabi era muito diferente para ele achar que tudo estava bem, algo em sua mente o dizia para procurar algo que ele iria achar. Pelo  período de provas na faculdade ele  não a via fazia uma semana, nem mesmo no próprio colégio chegou a ver os cabelos pretos desfilando  pelos corredores.

A faculdade estava vazia aquele dia, Thomas estava na biblioteca estudando até sentir umas cutucadas em seu ombro, ao se virar se deparou com os cabelos cor de ouro e olhos azuis meio a apagados.

- Você é o Thomas certo?

- E quem deseja saber?

- Emily! Acredito que saiba quem sou eu!

- Hum, então você é a famosa?

- Um pouco até... sabe aonde está Gabi?

- Não sei, na verdade faz um tempo que não a vejo.

- Como assim? Você não pode deixar ela sozinha! Ela não pode ficar com aquilo!

- Aquilo oque?- Thomas fazia uma cara de curiosidade.

- Ela não contou oque houve com ela? Oque ela anda vendo?

- Contou mas ela parecia melhor nesses últimos dias.

- Meu Deus Thomas preciso falar com ela urgente! E  ela não me atende!

Um fio de preocupação percorreu o corpo de Thomas, ele se perguntou se Gabi havia sumido novamente.

- Finalmente vejo vocês  juntos. Era algo que me perguntava quando iria acontecer.

-LADY VADER! - Thomas olhou para Gabi com uma cara de assustado.

- Como assim Lady Vader?

- Bom ela começou a me chamar assim e não me parou mais.

-Pelo jeito você não reclama também né?- Gabi deu de ombros.

Thomas olhou para Gabi de cabo a rabo enquanto ela falava com Emily, ela parecia bem, a não ser pela camisa de manga comprida em pleno calor, Thomas levantou e puxou Gabi em um canto em meio as estantes de livros pedindo licença para Emily.

- EI! Oque é isso Thomas?- Ele segurou seu braço e puxou a manga para cima.

- QUE MERDA E ESSA GABRIELLA! - O braço de Gabi estava cheio de marcas de cortes, alguma ainda estavam abertas e com curativos. Ela puxou a manga para baixo se soltando de Thomas enfurecida.

- NÃO TE INTERESSA THOMAS. ISSO E COISA MINHA!

- Como assim? Me fala oque esta acontecendo?

- Eu estou acontecendo Thomas! EU! - O tom de voz era ríspido demais para os ouvidos de Thomas.

-Como assim eu não entendo, são as coisas que você está vendo e ouvindo? Já falei vai na igreja, procura ajuda sei la...

- Thomas entenda, eu estou criando isso, eu não sei o por que disso mas eu estou fazendo isso comigo mesma, e o pior de tudo e que só fazendo isso eu consigo sentir se estou viva ou não.

- Gabi... - O pesar na voz de Thomas fez Gabi sentir como se ela já não estivesse mais em seu alcance.

- O frio, o silêncio, o vazio, eles me perseguem Thomas, eles estão atrás de mim! - O brilho das lágrimas do rosto de Gabi Brilham.

- Eu estou aqui Gabi, eu estou com você! Eu vou te ajudar.

- Eu estou longe demais para você me ajudar Thomas. É nós estamos longe demais.

- Como  assim nós? - Emily chega desesperada  até THoams e Gabi.

- Merda! - Quando Thomas olha para Emily ele só vê a cara de pavor dela, como se ela visse algo que ele não conseguia.O frio percorreu novamente seu corpo e a sensação de algo perto deles fez  a pressão do ar mudar.

- Thomas! Abrace ela logo.

- OQUE ? POR QUE ?

- FAZ OQUE DIGO, ABRACE! 

~

O toque era quente, a sensação era familiar, "Nós não precisamos disso!", sua cabeça doía demais era como se tivesse sido atropela naquele exato momento, a visão de Gabi estava turva, um corredor ela estava em um corredor, algo a confortava com mais alguém atrás dizendo algo, os olhos dela brilhavam em um tom que acalmava sua alma e então...

Uma explosão de som  e vida em seu mundo novamente, ela respirou como se estivesse saindo de um mergulho e o ar tivesse acabado, Gabi sentiu suas pernas fraquejarem a ponto de quase levarem ela ao chão se não fosse Thomas a segurando.

- Que merda está fazendo? - Gabi estava confusa, não se lembrava do que tinha acabado de acontecer.

- Thomas solte ela, ela precisa respirar. - O som de voz de Emily a guiou para a luz.

- Que merda aconteceu?

- Você... - Ele foi interrompido por Emily.

- Nada Lady Vader, acho que só foi uma queda de pressão mesmo.

- Bom acho que já me sinto melhor. - Gabi se levantou do chão com certa facilidade até.

- Tem certeza que está melhor.

- Vem Gabi deixa que eu te levo pra sua sala. - Gabi se agarrou a Emily buscando algum conforto.

- Ela não devia ir para o ambulatório?

- Não Thomas, ela está bem agora calma.

Gabi viu seu dia passar  tão rápido que mal podia dizer que se lembrava de algo,em sua casa o escuro a reconfortava e a deixava apreensiva ao mesmo tempo, toda hora parecia que tinha companhia, era como se ela fosse vigiada dentro de casa pela própria escuridão, o sentimento de vazio habitava seu peito, ela não queria mais envolver os dois naquilo, ela tinha que ficar só novamente, seria uma batalha sozinha contra ela mesma.

 Se passa algumas semanas até Gabi se der conta que fez a pior das decisões, estar sozinha não ajudou em nada somente piorou sua situação, apesar de não demonstrar para ninguém ela estava acabada, de certa forma uma pontada de alivio ela tinha pois Thomas  e Emily não estavam mais tão envolvidos com ela. 

No Hospital o dia ia se estendendo, ela está em um quarto procurando alguns remédios que Ana havia pedido, uma batida na porta a fez olhar para trás mas não havia nada o frio beija seu rosto e ela se arrepia toda, um leve desconforto surge em seu peito mas logo vai embora. Saindo da sala ela vê uma paciente no corredor sozinha, ela acha estranho  e logo vai ao seu encontro.

- Moça? Moça? - A voz de Gabi ecoou no corredor vazio.

- Oi? Desculpe sou meio surda, rsrs. - O sorriso amigável da mulher trouxe uma paz que ela não procurava.

- Você está perdida? Essa área e somente para funcionário.

- Me desculpe, estou procurando meu quarto.

- Bom eu te levo até ele. - A mulher estava pálida e fria, Gabi se perguntou que doença ela tinha para estar em tal estado.

- Minha jovem podemos sentar um pouco, estou cansada demais.

- Claro. - Gabi se sentou com a mulher em um banco em meio ao corredor vazio e silencioso.

- Sabe faz muito tempo que estou aqui, estou tão cansada disso, só queria descansar logo.

- Quanto tempo a senhora esta aqui? - Gabi se sentiu interessada pela mulher mas não sabia por qual motivo.

- A muito tempo mocinha, há muito tempo.

- Oque a senhora tem?

- Eu tinha câncer nos pulmões, mas não foi isso que me matou, a ganância de meu marido foi oque me fez ficar aqui.

- Como assim? A senhora está delirando, precisa ir para seu quarto descansar. - Um grito do outro lado do corredor chamou a atenção de Gabi que olhou  para o lugar do grito, era Ana vindo em sua direção. Gabi voltou seu olhar para a mulher com quem estava sentada, mas ela já não estava mais lá.

- Gabriella que demora e essa para pegar alguns remédios ? - Gabi estava com uma cara de confusa e um pouco em choque, até ali aquilo começará a perseguir ela.

- Desculpe Ana, é que havia uma paciente aqui... Mas ela sumiu.

- Então você finalmente viu ela, queria ver sua reação já que você não acredita nessas coisas.

- Vi quem? - Gabi estava confusa.

- A mulher de branco, a assombração mais famosa daqui, ela não machuca ninguém mas já foram muitos sustos.

- Essas coisas não existem Ana. -  Ana sentou com Gabi no mesmo banco que ela colocando a mão em seu ombro, Gabi estava gelada.

- Gabi aquela era a senhorita Cristina, ela tinha câncer  nos pulmões... - Ela foi interrompida pela própria Gabi.

- Mas morreu por causa do marido ganamcioso.

- Então ela lhe contou a história.

- Mas como assim ela me contou a história?

- Quando eu era residente nesse hospital a muito tempo atrás Cristina chegou aqui, ela tinha tido uma parada respiratória e descobrimos o câncer nela, porém depois de algumas semanas de tratamento  ela tinha morrido, todos acharam que foi uma falha nos equipamentos até eu encontrar com ela nesse mesmo lugar que estamos, eu entrei em choque ao ver ela ali por que eu mesma vi seu corpo sem vida. Ela me contou que tinha muito dinheiro e que quem havia matado ela tinha sido o marido, eu sai correndo obviamente, mas aquilo me deixou com uma pulga atrás da orelha, investigacoes foram feitas, e descobrimos  juntamente com a polícia que o marido dela havia desligado as máquinas e sufocado ela.

- Bom Ana se já acabou coma historinha de terror vamos logo, acho que vocês falam tanto nessas coisas aqui que já estou alucinando essas coisas.

- Bom Gabi você que decide no que acreditar, eu mesmo não acreditava até aquele dia em.que ela me agradeceu.

- Vamos Ana. - Gabi virou os olhos se levantando, " Há escuridão há persegue."

 ~ 

Thomas já estava em casa fazia algum tempo, algo incomodava sua mente, algo rondava seus pensamentos, algo relacionado a Gabi, ele se perguntava se aquilo era preocupação demais com ela, mas ainda sim algo no seu peito dizia "Proteja quem você ama." . Ele olhou para o relógio, tinha uma hora até Gabi chegar, ela andava muito afastada dele ultimamente e aquelas marcas no braço não o deixavam tranquilo sobre isso, um barulho em meio ao silêncio de seu quarto bagunçado chama sua atenção, um número desconhecido.

- Alô Thomas

- Sim, quem fala?

- Thomas e a Emily, eu não consegui falar com a Gabi hoje, tem.algo me incomodando.

- Como assim Emily?

- Eu estava no meu grupo sobrenatural e  falaram que eu teria uma perda se eu não me atentasse.

- Tá vou no apartamento dela e te ligo de volta.

- Rápido, vou ligar no hospital para tentar falar com ela.

- Me mande mensagem qualquer coisa.

Thomas saiu em disparada até o apartamento de Gabi, seu coração se apertava cada vez mais  e mais, algo estava errado ele sentia não sabia como mas sentia.

Ao sair na rua um vento forte encontra seu corpo e um rugido no céu negro nasce, ele corre esbarrando em várias pessoas sem se importar em pedir desculpas, um sussurro chega em seus ouvidos " Não há mais tempo para ela.", ele olha para trás  e não vê nada tropeçando logo em seguida, os óculos caem em meio  as pedras rachando em ambas as lentes, ele pragueja se levantando e pegando oque  restou dos óculos, a chuva rompe finalmente uma tempestade digna delo fim do mundo, o fim do seu mundo.

Ele chega na portaria totalmente ensopado subindo as escadas como  um predador correndo atrás da presa, o desespero grita do em seu corpo e a aflição pulsando nas veias. A cada lance de escada o medo pulsava cada vez mais forte até finaente chegar a porte de Gabi o destrancar da porta foi um barulho inconfundível para ele, parecia que ele entrava em outro mundo.

As luzes não acendiam o fedor de álcool por todos os lados, havia várias coisas quebradas e jogadas no chão, ele andava devagar e  pelo lugar, parecia que se fizesse algum barulho sequer algo o atacaria, ele chegou ao quarto ela não estava lá , o caderno sobre o criado mudo ao lado da cama chamou sua atenção era familiar, era o diário dela. Ele abriu o diário e foi folgando lentamente até achar as páginas dos últimos dias , elas estavam riscadas e  com desenhos estranhos , mas oque mais chamava a atenção dela era os três A no topo de cada página .

Trechos do diário de Gabi.


13 de abril de 2020

                           A A A

Podemos dizer que estou lá novamente,  foi uma férias de certo modo, estava tudo indo tão bem até elas voltarem Nós não suportamos mais tudo isso, meu corpo anseia por remédios por algo para tirar elas da minha cabeça, mas eu não posso ficar naquele estado novamente.

14 de abril de 2020

                    A A A 

Elas me perseguem, dançam e me seduzem, as sombras me atraem e me buscam todos os dias, estou farta de sempre estar sozinha, nada mais está dando certo, eu afastei eles de mim, somente para ver que sem.eles não sou nada agora é tarde demais NÓS estamos sozinhos.

15 de abril de 2020

                     A A A 

Por mais que eu fale com  as pessoas do grupo de ateus tentando buscar sanidade eu não consigo,  apesar de eu tentar me acalmar olhando para o céu estrelado eu não consigo, apesar de fazer 10 anos hoje da morte de meus pais eu não superei, eu queria tanto eles aqui, apesar de eu tentar falar o silêncio me cala, a escuridão me abraça e o vazio me consome.

 15 de abril de 2020

                     A A A 

Quero paz, quero calma e não sei como conseguir, as vozes estão ferozes me aliciando para eu me render, o lado negro e forte em mim e me chama por completo, eu já não sei se tenho forças para batalhar mais, ainda mais vendo que o oponente sou eu mesma. Eu me recuso a acreditar que isso não seja apenas paranóia minha, eu realmente estou louca.

 16 de Abril de 2020

                      A A A 

Hoje finalmente conheci a famosa assombração do São Miguel, pelo menos foi oque Ana falou para mim, o único lugar que eu tinha paz agora não tenho.

Não falo direto com Thomas e Emily mais, não quero encher o saco deles com tudo isso, eu só penso em sumir.

17 de abril de 2020 

                         A A A

Hoje parece perfeito para acabar com tudo , para me libertar, hoje irei por fim abraçar a escuridão por completos, elas insistiram tanto para que eu fosse de encontro com elas.

Me desculpe Alice, apesar de você ser meio doidinha e tudo mais eu me apeguei demais a você, eu realmente te amo muito e te agradeço por estar comigo nesse período.

Thomas você será a pessoa que mais vai sofrer com isso mas espero que entenda meu lado, eu não consigo sozinha e não quero ser um peso em sua vida eu espero que me perdoe por te deixa .

Esses dias eu finalmente pensei em como seria ter uma vida com você, finalmente eu me rendi a isso, e quer saber acho que seria um saco hahaha, você não me aguentaria mesmo.

Obrigado por tudo, obrigado por ser quem você é, e me perdoe mais uma vez.

Amo vocês.

O rugido do trovão  é o único som que Thomas eacuta, suas mãos estão tremendo sem parar, o desespero e terror tomam conta por completo de seu corpo, o choque não deixa  ele parado sem mover um músculo se recusando a acreditar , o som da chuva forte entra em seus ouvidos abafando o grito de negação dele, algo vibra em eeu bolso, ele pega o celular e vê a mensagem de Emily.

" Thomas ela não está no hospital, a doutora  falou que ela pediu para sair mais cedo, Thomas está acabando o tempo eu tô sentindo, talvez possa ser tarde demais."

Ele tentava pensar em algo, mas era tanta coisa em sua cabeça até um miado vim da janela, a silhueta de Okami estava lá reluzente em meio a escuridão sem fim, em meio suas lágrimas, ao bar para Okami com atenção ele percebe uma Garrafa caindo pela janela.

~

Estava gelado  a água beijava seu rosto com voracidade, uma tempestade digna ao seu último momento, o melhor clima possível ela imagina, "Vamos logo se renda." A voz trêmula e bagunçada de Gabi respondia em meio a ventania e aos trovões.

- Calmaaaa, vocês me infernizaram os últimos meses  para isso, me deixem em paz no final pelo menos.

"JAMAIS VOCÊ FICARÁ EM PAZ."

- ENTÃO VÃO TUDO A MERDA.

Ela não sentia medo, nem desespero, era só o frio, que chegava cada vez mais e mais forte dentro dela, mas aquilo estava a acalmando, ela sentia cada pingo em.seu corpo, ela se sentia livre, pelo menos nos últimos suspiros da vida dela, ela voltou a se sentir em paz. 

" Venha a nós GABRIELA."

Gabi chegou a beirada  do terraço, um breve olhar para baixo, ela não conseguia ver muita coisa,  um breve desequilíbrio quase fez ela cair. Ela viu a imagem de Thomas e Emily em sua cabeça,  por um breve momento pensou em desistir, não por ela mas sim por eles,mas não ser um estorvo. 

" Venha !"

" Está na hora! "

" Nos aceite finalmente."

" Se torne parte de nós."

- Me desculpe Thomas, me desculpe Lily, olha só descobri um apelido tão fofo pra você, pena que não vou te chamar  assim para ver sua cara sorrindo com esse apelido.

Ela se desequilíbra mais uma vez, sente algo a puxando para frente, o vento forte quase a jogando prédio abaixo, a garrafa escorrega de sua mão, ela fecha os olhos. Gabi sempre achou bobagem quando falavam que sua vida passava  diante de seus olhos quando você estivesse prestes a morrer, mas as lembranças doces e amargas vieram há seu encontro. Frio frio frio, o calafrio, a noite ficou mais escura pronta para abraça-la, o fechar de olhos lentamente marcando a despedida, não restava dúvidas no seu coração, conseguiria paz aquele custo.

Um passo para frente... 

Um relâmpago clareou a  escuridão sem fim seguido  do rugido gigantesco   de um trovão.

Ela sentiu a gravidade...



 

 

 



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