História Paranóias - Capítulo 1


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol
Tags Abo, Chanbaek, Mpreg
Visualizações 405
Palavras 682
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Fluffy, LGBT, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Capítulo único.


A casa dos pais de Chanyeol sempre foi um lugar confortável. Dois andares, decorada com coisas simples, flores, e reconfortante com aquele sorriso que a sogra sempre lhe dava. Ela lhe pediu com tanta doçura que passassem um final de semana lá, louca para curtir um pouco de sua gravidez - a deixava emocionada lembrar da própria - e nenhum deles teve coragem de negar, por mas que fosse na outra cidade e a viagem de carro desse pequenos enjoos ao ômega.

Baekhyun não via problemas em fazer esse esforço, tinha uma grande consideração por ela e já fazia um tempo desde a última vez que havia a visto.

Entretanto, não imaginou como reagiria ao ver seu alfa com o sobrinho.

Hormônios lhe deixaram sentimental e instintos primitivos lhe fizeram irracional e grudento no alfa, por um tempo o abraçando por trás e quase implorando por um carinho na barriga. Queria total atenção para si e para os filhotinhos, faltou choramingar. O pai de seus filhos não deveria estar dando tanta atenção pra outro filhote qualquer… Certo, estava completamente perdido.

É apenas o filho de Yoora, se acalme! Sua mente gritava, mas seu lobo não processava muito bem. Estava dengoso por demais e iria chorar se o alfa não largasse o outro e começasse a dar amor para seus filhotinhos. Estava os carregando com tanto amor, mesmo que a barriguinha pesasse e que lhe dessem desejos estranhos… o Channie não queria mais?

Seus feromonios confusos devem ter lhe denunciado, porque segundos depois a própria Yoora estava ao seu lado, lhe questionando baixinho se estava tudo bem. Levemente perdido, assentiu veemente, abraçando a própria barriga coberta pelo moletom grosso e relaxando contra o sofá, buscando qualquer outro foco que não fosse Chanyeol do outro lado da sala brincando com um filhote que não era o seu.

A alfa, porém, não se deu por convencida e se virou para lhe olhar mais uma vez, aproveitando que o companheiro estava ocupado com seu pai.

— O que há de errado, hein? — já tinham uma certa intimidade e assim sendo, pousou a mão sobre a do Byun, cuja descansava sobre a curva da protuberância escondida sob a camisa.

Baekhyun balançou a cabeça negativamente.

— Está tudo bem!

Yoora ainda desconfiava, conhecia aquele cheirinho de incerteza. Mas não quis pressionar, não fazia bem estressar um ômega grávido, havia aprendido a lição com o próprio parceiro.

— Já que você diz, eu não vou insistir. Mas não guarde coisas consigo, certo? Não faz bem. Converse com Chanyeol depois, ele é um bom ouvinte. — aconselhou e sorriu. Um sorriso tão semelhante ao de Chanyeol que o Byun se sentiu mais tranquilo, pelo menos por alguns instantes. — Agora me deixe ver essa barriguinha… ah, ela está tão linda, Baekkie!

O sorriso do ômega rapidamente cresceu. Ficava radiante com qualquer comentário positivo a ver com sua gravidez.

— Você jura? Eu também acho! — disse animado, quase ronronando quando ela concordou imediatamente e afagou sua barriguinha por cima do tecido. — Obrigado, noona! Ah, eu vou sentir tanta falta disso quando meus filhotinhos nascerem...

E aí saltou no lugar pelo susto quando sentiu um par de mãos se situando em seus ombros.

— Nossos filhotes, jagi.

— Chanyeol, seu palhaço! Você não pode assustar ele, eu já te avisei!

Baekhyun riu da cena a seguir; ver Chanyeol sendo repreendido como uma criança e levando tapas da Yoora noona nunca perdia a graça.

Se sentou no colo do alfa de boa vontade, o apertando num abraço para sentir o cheiro e o calor do corpo grandão e é claro, as mãos ligeiramente frias em sua barriga por debaixo do moletom. A pele era quentinha e o alfa quis explodir de felicidade; seus filhotinhos estavam tão bem e seguros ali.

Yoora se retirou do cômodo para da-los privacidade e não foi surpresa nenhuma sua audição aguçada captar estalinhos de beijo conforme se distanciava. Fora a confirmação que precisava para afirmar que o cheirinho de mais cedo, sendo exalado aos quatro ventos do ômega rechonchudinho em plenos 7 meses, não era nada mais, nada menos do que paranóia com um montão de carência.



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