História Paranoid - Capítulo 27


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Categorias Histórias Originais
Tags Drama, Romance
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Palavras 3.450
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Famí­lia, Hentai, Lemon, Literatura Feminina, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


******+++++ ALou

Capítulo 27 - Rolled


Fanfic / Fanfiction Paranoid - Capítulo 27 - Rolled

Apesar de eu achar que minhas férias foram relativamente curtas, foram bem aproveitadas, as melhores que tive desde que papai morreu quando íamos ver o jogo de futebol ou até mesmo ir até a fazenda do Allan.

Passo por Bruce no corredor para a sala cinco e vejo que ri de algo com seus amigos riquinhos e para ao me ver.

- HEY DARLA! Seu namorado anda dando conta do recado que eu deixei em você?! – Ele chama minha atenção e os outros riem. Mas já que ele quer brincar de mentirinha...

- Oh! Você se refere ao pequeno recado... – Faço gesto com os dedos enquanto franzo as sobrancelhas e seus amigos tornam a rir – Sim, ele está dando conta e diferente de você ele não deixa recados, ele deixa marcas – Levanto minha camiseta revelando uma pequena mancha de caneta azul que estourou na minha roupa e só tive tempo de trocar a camiseta, mas ela foi conveniente por agora e até parece um chupão e vai servir já que os três caras começam a fazer barulho e canastrar o Bruce, mando um beijo com a palma da mão e ele me encara furioso.

Odeio esse tipo de homem, minha intuição nunca esteve errada em relação ao Bruce, ele é o tipo de cara extremamente egocêntrico, egoísta e manipulador sinceramente não sei por quê me sujeitei a ficar com ele.  

Chego em casa desgastada pelo esforço mental feito hoje na faculdade devido aos inúmeros relatórios que tive de entregar durante o período das férias. Jogo minha mochila no chão e caminho até a cozinha vendo Samantha extremamente a vontade com um copo de suco debruçada no balcão que para sua altura serve para apoiar os cotovelos rindo de algo e Allan sentado a mesa

- Ai Allan você é um máximo!!! – Ela meche em seu cabelo e eu entro na cozinha e agora ela parece me notar

- Eu atrapalho? – Sorriu sínica e cruzo os braços

- Darla!!! – Allan se levanta e vem até mim me abraçando com força – Eu pensei que não chegaria hoje –

- Deixa de ser dramático eu voltei à aula na semana passada –

- Ah Darla ele está muito agitado, não imagina o que fizemos hoje – Samantha diz como se quisesse me afetar de alguma forma

- Oh sim eu nem imagino! – Digo em mesmo tom – Mas acho que você pode me contar na terça-feira quando voltar, Ora vejam só passam das cinco! –Aponto para o relógio no topo da cozinha – Ou seja, não precisamos mais de você! – Sorriu piscando,percebo que meus esforços para esconder o quanto a detesto são inúteis á um bom tempo.

- Bom, então eu estou indo Allan... – Samantha me fuzila com os olhos como se quisesse abrir um buraco na minha testa mas mantenho minha expressão neutra – Eu posso falar com você um minuto? – Ela me pergunta já com sua bolsa em seu ombro

- Claro – Falo simples – Vou levar Samantha até a porta Allan –

- Ta bom – Ele fala dentro da geladeira procurando algo

Ela caminha a minha frente e abre a porta e encosto-me ao batente da mesma

- Saiba que você não me intimida nem um pouco com esse seu corpo de um e oitenta e muito menos por ser a priminha protetora do Allan ok? Eu acho melhor sair do meu caminho com ele –

- Sair do seu caminho? – Repito suas palavras forçando os braços cruzados arrumando minha postura

- Isso mesmo, e não pense que eu não sei que ele tem uma queda por você, mas só tem dezoito anos e Allan precisa de uma mulher madura suficiente que o complemente e dê a atenção que ele precisa –

- E essa mulher seria você? –

- Obviamente, ah, e caso pense em comunicar algo a sua tia sobre isso, saiba que estou em plena condição de negar e sabe... Ela me adora e serei muito convincente, então eu te dou um conselho, continue sendo essa linda garota estudiosa e fique fora do meu caminho com Allan – Continuo ouvindo ela falar e reviro os olhos como essa mulher consegue ultrapassar os limites da petulância e me causar tato desgosto, o silencio se instala e ela parece se incomodar – Você não vai falar nada? –

- Samantha você é tão patética que me da pena, agora dá licença que eu to morrendo de fome –

- Ora sua –

Não espero suas seguintes palavras e fecho a porta na sua cara, Darla um, Samantha zero, vou até a cozinha e vejo  Allan comer um flan no potinho, faço o mesmo me sentando a sua frente na mesa

- Você fez alguma coisa com ela hoje? – Pergunto

- Ela quem? –

- A Samantha –

- Tipo o que? –

- Tipo algo fora do comum –

- Fora desenhar, falar de você, dos meus pais e fazer exercícios ? –

- Ahm é – Falo dando a última colherada no meu segundo potinho

- Não – Ele responde simples

- E nem antes? –

- Nop – Fico atenta em todos os sinais que ele apresenta quando está mentindo. Sem tique ok, sem mão no pescoço ok, Foco nas perguntas ok. Não está mentindo.

- Vou tomar banho – Digo e jogo fora os potinhos de flan que comi, três? É acho que estava com fome

Allan não diz nada então subo e vou até o banheiro em meu quarto retirando minha roupa no caminho, ligo o chuveiro entrando no mesmo e pensando até agora nas palavras da Samantha. Devo me sentir ameaçada? Ora claro que não olha pra você, não se rebaixe ao nível dela, continuo minha discussão até ouvir o som da minha porta sendo aberta.

- Allan! – Me encosto na parede e sinto o azulejo frio nas minhas costas, o Box é escuro e está me impedindo de ver com nitidez a imagem do Allan

- Calma, eu já vi tudo mesmo – Ele diz se apoiando na pia

- Mas, mas, mas me pegou desprevenida –

- Você me fez aquelas perguntas por que está se sentindo insegura? – Eu não estava preparada pra essa pergunta

- Bom, talvez, quer dizer, eu devo me sentir insegura? –

- Se quer dizer pensar que ela se aproveita de mim... – Ele chega perto do Box com seu rosto perto do mesmo – Eu tomaria cuidado com ela se fosse você – Põe a mão no vidro – Mas eu... Não sou um homem fácil, o que não me impede de pensar de como ela... Se aproveitaria de mim? – Allan enfatiza e sorri em seguida deixando o banheiro e me deixando profundamente assustada, eu fui ameaçada?

Saio do banho e passo o spray hidratante no meu cabelo e seco-o em seguida, coloco uma camiseta curta preta e a calcinha confortável da mesma cor e apenas um hidratante nas pernas, saio de meu quarto e ouço o barulho do chuveiro de Allan ligado. É a minha deixa, desço as escadas e vou até a cozinha e me sento no chão abrindo a geladeira, começo comendo os morangos com chocolate que sobraram do final de semana, depois o sorvete de chocolate e me distraio completamente tomando o leite direto da garrafa em seguida chupando meus dedos mas paro ao vê-lo no parapeito da porta de braços cruzados, fecho os olhos rapidamente inalando o cheiro amadeirado que emana de seu corpo, seu olhar é como o de um predador e eu sinto como se tivesse feito algo errado, retiro o polegar da boca lentamente mantendo nosso contato visual.

- A quanto tempo está ai? – Pergunto tímida

- Eu não sei... Mas é adorável... – Me levanto devagar fechando a porta atrás de mim com o quadril, seus olhos seguem todos os meus movimentos como um espelho, passo a língua pelos lábios na intenção de retirar qualquer resquício de algo que eu comi – Pare de fazer isso – Mas parece que surtiu algum efeito em alguém...

- Isso o que? – Me faço de desentendida passando para trás do balcão, Allan se aproxima mas dou a volta sem muita agilidade.

- Não comece com seus jogos – Ele dá a volta ainda olhando profundamente em meus olhos, faço a volta do balcão indo lentamente para a escada mas ele me prende na parede entre a escada de cima e a de baixo

- Você... Não quer jogar? – Olho em seus olhos como se estivesse pedindo para que fizesse algo

Allan como se escutasse meus pensamentos acaba com distância entre nossos corpos prensando nossos lábios de forma abrupta, sua língua pede passagem e eu cedo sem receio algum, assim ela dançava em minha boca e posso sentir sua doce espessura macia, eu nunca me cansaria de beijá-lo, seria inesgotável, passo minhas mãos por seu peito seguindo para seu pescoço, as suas descem da parede e param em minha cintura, sua língua segue um delicioso ritmo lento e voraz, ele morde meu lábio com certa força e encostando-os novamente, sem delicadeza suas mãos me puxam do chão e me posicionam em seu colo e bate minhas costas na parede com grosseria, me acostumo rapidamente com a dor e enlaço minhas pernas envolta de sua cintura.

- A-Allan – Chamo-o em meio ao beijo

- O que? – Ele fala com os lábios ainda colados aos meus

- O quarto – Allan me olha e eu com as mãos em seu rosto e em seu cabelo o beijo de novo e acho que ele começa a entender o recado.

Começa a subir as escadas e eu beijo seu pescoço vendo seus pelos se eriçarem, ao entrar em um cômodo diferente pelo meu olfato distingo que estamos no quarto do Allan, ele se senta na cama e eu fico sentada em seu colo, paramos por um momento e ficamos nos olhando como se estivéssemos tentando desvendar um enigma nos olhos um do outro, olho por seu peito que estava um pouco ofegante e para responder as perguntas que tanto temos em nossa mente subo minhas mãos lentamente por sua barriga e retiro sua camiseta, ele levanta os braços me ajudando e eu dedilho seus ombros, aproximo nossos rostos beijando-o novamente e ele me acompanha com suas mãos abeis por minhas costas descendo pelo traseiro onde o apertou e o trouxe de encontro ao seu abdômen, solto nossos lábios e passo meu nariz por sua clavícula até a extensão dos ombros, Allan respira forte e passa suas mãos por minhas pernas até entrar minha blusa nas costas, continuo minha carícia arranhando seu peito de leve, faço uma trilha com minha língua de seu ombro até atrás de sua orelha onde o beijo deixando um chupão logo abaixo, como se aquele ponto de seu maxilar fosse uma válvula de escape Allan ordena sua postura e penetra seus dedos em meus cabelos e me puxa com brusquidão para sua boca iniciando um beijo agressivo e molhado, passo minha mão pelo braço em que ele segura com firmeza os meus cabelos, ele separa nossos lábios e direciona os seus para o meu pescoço o mordendo com força e puxando meu cabelo igualmente.

- A-Ah... – Meu gemido sai doloroso mas a sensação de seus dentes por minha pele é delirante.

Suas mãos voltam a passear por meu corpo e uma corrente elétrica passa pelo mesmo ao sentir seus beijos descerem lentamente por meu pescoço até o início de meus seios, suas mãos apertam com força minha bunda e eu movo meus quadris, ouço-o arfar e sem aviso prévio vejo minha camiseta ser retirada e meus seios serem liberados, minhas bochechas coram e eu baixo o olhar e Allan levanta minha cabeça com seu indicador me forçando a olhá-lo, eu faço qualquer coisa por esses olhos verdes, eu mataria por eles, eles evidenciam desejo e êxtase, ele me pega pela cintura junto a si para o centro da cama onde continua sentado, começa selando nossos lábios, depois descendo pelo pescoço e descendo até chegar ao meu mamilo, Allan segura meus quadris mais alto e eu entendo que quer que eu ajoelhe para que meus seios fiquem de sua altura, assim o faço, seu polegar rodeia minha auréola direita e sua boca trabalha no outro seio, não sabia que era tão sensível nessa parte do meu corpo e reajo com minhas mãos em seus cabelo, mordo meus lábios e meus gemidos saem nasalados.

- Ah Darla você é tão... – Diz baixo, puxa um dos meus piercings com os dentes me assustando e aperta o outro entre seus dedos, passa a torturar o outro deixando marcas pelo mesmo e me fazendo ofegar

- Diz... – Falo entrecortada puxando seu cabelo – Diz o que eu sou... - Ele beija minha costela abaixo do seio e passa os polegares sobre os dois afundando-os

- Muito gostosa -  

Sorrio e levanto seu rosto para beijá-lo e o faço deixando um fio de saliva nos conectando, empurro seus ombros deitando-o na cama ficando por cima, rebolo em seu colo e seus olhos se fecham, solta um gemido fraco, pego a bainha de sua calça de moletom e a desço revelando sua boxe cinza escuro deixando-a cair no chão, passo as unhas por seu abdômen descendo ao encontrar seu membro altamente rijo, seu peito sobe e desce e ouço as batidas de seu coração ritmadas e fortes, me debruço em seu corpo e mordo seu lóbulo entrando em sua cueca e massageando sua glande lentamente, sua boca forma um perfeito “o” e faço movimentos de cima para baixo, aumento o ritmo e Allan desata um gemido rouco e grave

- I-Isso Darla – Sua voz sai fraca mas ergue seu corpo e retira sua única peça de roupa a jogando em algum lugar de seu quarto, Allan põe sua mão em cima da minha me guiando ao ritmo que queria mas paro ao ver seus olhos lacrimejarem indicando que iria gozar – P-Por que D-Dar –

- Ainda não – Digo e inicio um beijo excitante e ardente, Allan segura minha coxa com tanta força que chega a doer e sei que vai deixar marcas enquanto sua outra mão desce por minha costa e puxa a aba da minha calcinha para baixo tentando tirá-la, ao ver que essa tentativa era impossível pela nossa posição ele a inverte ficando por cima e seu membro toca em minha perna, olho para baixo vendo e começo a ficar temerosa, as mãos ágeis logo abaixam e a atira junto a sua cueca, ele olha para minha intimidade com certa curiosidade e tapo o rosto com minhas mãos pela vergonha, percebo suas mãos sobre as minhas e revelando meu rosto, ele passa seu polegar por minha bochecha em seguida em minha boca, sua feição é de puro prazer e como um vírus ele me contamina, beijo seu polegar em seguida ele entra em minha boca e o mordo sem força, Allan o retira passando o dedo médio e anelar por meu queixo, o pescoço e entre os seios deixando um rastro pela saliva em seu polegar, passa por minha barriga até minha intimidade onde estremeço, ele parece perceber e começa a explorá-la até descobrir que meu corpo reagiu fazer movimentos circulares em meu clitóris – Ahm...Aah –

- Ah então é aqui que você quer... – Allan fala com a voz mais grossa que o normal me deixando ainda mais excitada, mordo meus lábios e ele desce os seus por meu pescoço, o seio esquerdo onde aperta, e passa seu nariz pela curva de minha cintura onde a morde depois, me deixando escapar um gemido alto, para de rodear meu clitóris e penetra os dedos me fazendo rebolar nos mesmos, toco meu seio e ele sobe de encontro meu rosto – É bom te ver assim – Coloca sua mão em minha clavícula sorrindo com malícia e morde meus lábios que escapam um gemido manhoso de quase chegar ao meu ponto, mas ele percebe e para de propósito para me torturar e sobe sua mão para minha coxa na lateral de seu corpo levantando a mesma para suas costas

- Eu não consigo mais esperar Allan – Falo sôfrega e ofegante

- Tenho que colocar ele aqui...? – Ele põe a mão na minha entrada novamente e eu fecho os olhos assentindo

- Aham... – Digo ainda de olhos fechados – Mas vá co –

Antes de eu pronunciar mais uma palavra sinto-o me penetrar  totalmente sem aviso e meus olhos se abrem com a dor e espanto, jogo minha cabeça para trás e sinto as lágrimas escorrendo de meus olhos, olho para Allan que está de olhos fechados, ele parece ter gostado ele levanta a cabeça e me olha apreensivo.

- Eu estou te machucando? – Não consigo emitir nenhum som em resposta – Meu Deus Darla eu estou te machucando!!! – Ele ameaça sair mas o prendo com meus braços com toda minha força de vontade

- N-Não está, apenas se mova, aconteça o que acontecer eu sinto o mesmo que você – Ponho as mãos em seu rosto e uno nossos lábios rapidamente – Mova-se – Digo e Allan começa a mover seus quadris só que mais devagar e eu o agradeço mentalmente por isso, a dor é forte e parece rasgar minhas entranhas por dentro, não me lembro dessa parte na primeira vez, mas já faz tanto tempo e eu certamente estava anestesiada pelo álcool, paro de raciocinar e sinto meus músculos relaxarem ao parar de sentir a maldita dor – Isso Allan – Falo mais como um sussurro

- P-Posso ir mais rápido? – Ele diz mais como um gemido e eu concordo com a cabeça.

Então Allan apóia seus braços um de cada lado de minha cabeça e começa a fazer movimentos mais rápidos, passo minhas unhas por suas costas com força a medida que a onde de calor cresce dentro de mim, meus gemidos ficam mais freqüentes e ressonantemente altos, o barulho de nossas intimidades se chocando me levam a loucura, Allan aperta um de meus seios com brutalidade e geme ao pé do meu ouvido, começo a mover os meus quadris junto ao dele, suas sobrancelhas se juntam e seus lábios entreabertos expelem sons graves e melódicos

- Allan! – Gemi seu nome, foi o suficiente para tornar suas estocadas mais brutas me fazendo rolar as Iris pelo globo ocular, a luz acesa do corredor é nossa única iluminação, iluminando exatamente suas costas largas e o movimento de sua cintura, não sei exatamente a quanto tempo estamos nesse mesmo  jogo de quem agüenta oprimir o gemido que se forma em nossas gargantas, á medida que seu corpo me preenche com tamanha agressividade o meu estremece, jogo minha cabeça para trás prevendo que não agüentaria muito tempo, seguida de mais cinco estocadas sinto como se houvesse fogos de artifício em minha barriga contraio meu corpo seguido de um gemido um tanto erótico.

Olho para Allan que deve ter percebido que cheguei ao meu limite, mas ele não, não vou deixá-lo insatisfeito na sua primeira vez, definitivamente não, meu corpo cairia em total sossego mas busco forças e troco nossas posições ficando por cima, ele me encara arqueando sua sobrancelha mas logo começo a mover meu corpo lentamente

- Oh meu Deus... Sim! – Ele segura minha cintura me trazendo com força, nossos corpos estão suados e meus cabelos estão grudados em minhas costas e nos meus seios, tento afastar alguns fios molhados em meu rosto que insistem em ficar nos meus olhos, seus gemidos ficam mais freqüentes como seus olhos que não se despregam dos meus nem por um segundo, vejo-o morder os lábios rebolo de novo voltando a sentir minha intimidade pulsar com seu membro inteiramente dentro de mim – Oh Darla – Allan geme e aperta a minha bunda, vou um pouco mais rápido e passo as mãos por seu peito, seus olhos estão fechados mas se abrem rapidamente e vejo que estão negros como a noite, puxa meu pescoço e tasca um beijo feroz me deixando desnorteada e empurrando meu quadril com força em seu membro – Eu vou... – Antes de terminar sua frase me movimento mais algumas vezes chegando ao meu ápice novamente passando a mão por meus cabelos enquanto ainda me movo em seu membro – Oh céus – Ele me puxa novamente mordendo os lábios e sinto algo quente dentro de mim seguido de um gemido entrecortado dele.

Deixo que meu corpo caia sobre o seu e encosto minha testa em seu queixo, nossas respirações estão em plena sincronia, sua mão retira o cabelo grudado em meu pescoço o afastando, olho por longos minutos para a porta aberta do seu quarto com a luz acesa do corredor e ele também.

- Foi... – Digo falha

- Incrível – Allan diz no mesmo tom com seu peito subindo e descendo.

Levanto de cima dele e deito ao seu lado com um braço em cima de sua barriga, olho-o mais uma vez e vejo que já pegou no sono, puxo o edredom e nos cubro deitando ao seu lado e sorrindo.

 

E rolou.


Notas Finais


**** E rolou pessoal heheh
by by


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