História Parceira da Morte - Capítulo 1


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Categorias Fairy Tail
Personagens Acnologia, Lucy Heartfilia, Mavis Vermilion, Personagens Originais, Zeref
Tags Acnologia, Acnolu, Fairy Tail, Lucy Heartfilia, Mavis Vermilion, Tailfairy, Zeref Dragneel, Zervis
Visualizações 66
Palavras 1.635
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


EEEEEAAI, tudo baum com vocês?
Surgi mais uma vez com uma fanfic, só que agora é Acnolu então quem não gosta, não venha causar aqui, por favor.
Escrevi por conta do projeto @TailFairy, em um dos shipps, escrever uma fanfic sobre o Acnologia com a Lucy. E cá estou. XD
E obrigada retrive pela capa maravilhosa, eu quero colar na testa. <3 Te amo mãe.
Enfim, espero que gostem!

Capítulo 1 - Descobrimento


Lucy sentou-se na beirada do rio cristalino que refletia a imagem da lua e das estrelas, fora os outros elementos do ambiente além de si própria. Se perguntava a todo instante como seria se por um milagre, todos tivessem conseguido de alguma maneira derrotar Acnologia e enfim irem para a casa depois de uma extensa luta.

Provavelmente seria o mesmo de sempre, e Lucy sentia falta daquilo, oh, como sentia. Era tão doloroso olhar para a marca da sua guilda e ter a plena consciência de que eles estão desaparecidos agora, que decidiu sair de Magnólia e se mudar para uma simples casa de dois andares no meio da floresta.

Era uma cidade chamada Sienem, bastante grande e movimentada, porém, também havia casas espalhados pela floresta até um certo limite, segundo os habitantes, é bom para aqueles que gostam de estar sozinhos aproveitando o ar puro da natureza e a paz que ali habita.

Era o que Lucy precisava, precisava ao ponto de só sair do seu cantinho quando for necessário reabastecer o seu estoque de comida.

A loira brincava com a água com a sua mão destra, logo se assustando ao ouvir galhos se quebrando e passos se aproximando do local onde estava. Lucy rapidamente prendeu a sua respiração se levantando e se virando bruscamente na direção em que viera o som, e assim, se deparou com um rapaz de olhos verdes felinos, que a encaravam como se fosse devorá-la a qualquer momento, portador de longos cabelos azuis escuros, tal como a noite.

Da mesma forma que a maga o analisava, o desconhecido também a analisava sem pudor e discrição alguma. Lucy trajava uma calça jeans longa e uma camisa com mangas longas, por conta da friagem da noite. Mas ainda era notável as suas curvas em seus devidos lugares, dando uma fisgada de desejo no rapaz. Mas ele ignorou, por hora iria deixar isso de lado.

— Quem é você? - Lucy perguntou firme e confiante, sem tirar os olhos do mesmo, que também a encarava de forma fixa.

— Você não precisa saber. - Respondeu curto, seco e grosso, como se estivesse dialogando com um ser inferior e desprezível.

O que, digamos, era uma verdade.

— É claro que eu preciso saber. - A garota disse bufando já irritada, respirando fundo tentando se acalmar.

— Você é irritante, sabia? - Indagou dando passos para frente, de uma forma que se aproximasse da loira, fazendo-a recuar para trás por instinto.

Surpreendentemente, algo lhe dizia para sair correndo dali e não bater de frente com aquele sujeito, ele aparentava ser alguém que não se queria irritar; o que fazia a loira começar a ficar nervosa.

— Desculpa, mas não é minha culpa se eu acabo de descobrir que não estou sozinha nessa parte da floresta e que você pode muito bem invadir a minha casa e sei lá, me matar talvez. - Proferiu com ironia, sentindo seu coração acelerar no mesmo momento em que o olhar do garoto se tornou ainda mais felino, selvagem; e era nesse momento que Lucy chegou a conclusão que precisava controlar melhor a sua boca.

— Meça as suas palavras ao se dirigir a mim se quiser continuar viva, e isso eu te garanto, se eu quiser te matar eu não preciso invadir a sua casa. Posso muito bem fazer isso aqui, e agora. - Rosnou ao terminar de falar, inclinando seu corpo levemente para frente em um ato ameaçador, fazendo menção de erguer a sua mão destra para segurar o rosto da garota.

Mas a loira foi mais rápida, se desviou rapidamente do rapaz recuando, engolindo em seco com sua mão destra em sua cintura, sobre as suas chaves, mas algo lhe dizia que não teria chance nenhuma com aquele brutamontes. Sequer podia fugir, ele podia rapidamente encontrá-la e seria pior, talvez tentá-lo a convencer a deixá-la viver por pelo menos aquela noite era a opção mais plausível que conseguia encontrar.

— Mesmo sendo humana você mostra as garras, uma pena, querida, tenho que dizer que irei cortá-las em pouco tempo. - Disse sem expressar absolutamente nada, mas não precisava, só as suas palavras e o seu olhar já a deixavam com medo.

— Por que? - Foi a única coisa que Lucy conseguiu perguntar antes de se encostar em um tronco de árvore enquanto recuava, sentindo o suor escorrer pelo seu rosto enquanto seu coração batia loucamente em seu peito.

Tremia e tentava ao máximo esconder isso, tentava mostrar confiança de si mesma, mas o rapaz deixava transparecer uma aura tão grande, deixando-o onipotente, que a loira só sabia recuar e tremer de medo. Mas não daria o braço a torcer, tinha seu orgulho e ego próprio, principalmente por carregar o emblema da Fairy Tail em sua mão.

— Vocês são fracos, quebram facilmente, são chatos e tolos. - Respondeu continuando com sua expressão indiferente, enquanto a encarava. - Seu cheiro de medo está me fazendo ter ainda mais vontade de matá-la, mas, hoje é seu dia de sorte.

Após isso, o portador de uma beleza perigosamente tentadora, deu as costas para a loira e se pôs a andar a passos firmes e pesados na direção contrária de onde a garota estava.

— Espera! - Lucy arfou, se arrependendo amargamente, com vontade de dar um tapa em sua cara. - Qual é o seu nome? - Indagou erguendo as sobrancelhas, olhando as suas costas cobertas pela longa capa preta.

— Eu literalmente acabei de te ameaçar de morte e você quer saber o meu nome? - Devolveu com outra pergunta, se virando lentamente e encarando a pobre humana tola. - É, vocês são tolos mesmos. Por acaso, tu queres morrer?

— Não, mas é um destino que algum dia chega para todos os mortais; a morte, então por que diabos eu tenho que ter medo dela? - Perguntou franzindo o cenho, sem tirar a mão das suas chaves, atenta a qualquer movimento brusco do mesmo.

Surpresa, foi isso que o sujeito teve, há tempos sempre encontrava homens covardes que no mesmo momento em que vira uma quantidade parcial de sua força, implorava pela sua patética vida, e mulheres, nossa, seus gritos histéricos e súplicas desnecessárias o irritavam muito. Mas essa que estava na sua frente, embora sentisse medo, não deixava de mostrar as garras.

Interessante. Fora isso o que surgiu na mente do brutamontes, despertando curiosidade sobre a garota a sua frente, mas aquele momento não era a hora perfeita, pelo simples fato de estar cansado. Pois havia saciado todos os seus desejos, de sangue, e de sexo.

Acnologia, meu nome é Acnologia. - Proferiu se virando novamente de costas para a mesma, agora sumindo entre a escuridão da noite e pelas diversas árvores, deixando uma maga desolada e sem chão.

Com isso, Lucy arregalou os olhos, incrédula, confusa, perdida, desorientada. Para a sua surpresa, não queria chorar, não queria gritar, não queria bater no mesmo como pensou, só estava chocada.

— Algo de errado não está certo. - Sussurrou para si mesma, na intenção do Acnologia não ouvir.

Se virou e começou a andar rapidamente até a sua casa, fechando a porta e indo direto para o seu quarto, deitando de barriga para cima em sua cama, com as mãos em seu rosto.

— Não, não, algo de errado não está certo! - Proferiu mais uma vez para si mesma, respirando fundo, se sentando enquanto tentava se acalmar e colocar as ideias no lugar.

Geralmente a reação ao se encontrar com o causador da perda dos seus amigos seria querer matá-lo, nunca mais vê-lo, não é? Então por que diabos isso só a instigava ainda mais a se aproximar do moreno?

— Lucy, você está maluca. - Disse mordendo seu lábio inferior, se levantando e indo até o espelho, ficando na frente do mesmo, analisando o seu reflexo; era o de sempre, mas sentia que faltava algo.

A maga bufou frustrada e desistiu de pensar nisso por hoje, logo, tirou as vestes para o frio e colocou uma calça confortável e uma regata que ia até a sua cintura. Se deitou na cama pegando o cobertor e se cobrindo, pois aquela noite iria prometer muito frio.

Sentiu um arrepio na espinha com uma sensação de estar sendo observada, e engoliu em seco, mas decidiu ignorar e fingir que não havia o notado, e então, virou-se para o outro lado, fechando os seus olhos e tentando pegar no sono.

Havia alguém de fato observando a loira dormir em seu quarto, e esse alguém era a Acnologia. Querendo ou não, algo havia despertado dentro do dragão, e isso o irritava, nunca jamais se importou com alguém além de si mesmo, por que agora isso iria mudar?

Rosnou, pulando da árvore que estava usando como apoio para olhar pela janela da casa da loira e foi de encontro ao chão, caindo firmemente e em pé, e logo se virou, querendo se afastar o mais rápido possível daquele lugar antes que isso piorasse; mas não conseguiu.

Algo o puxava de volta para onde a loira estava, como se fosse um fio invisível conectado em ambos, impedindo de qualquer um dos dois fugir.

Rosnou ainda mais alto, mas logo se arrependeu, a maga poderia acordar e perceber que ele estava ali, a observando. Mas logo se recompôs, lembrando que estava há uns metros de distância da casa da maga e que ela estava no segundo andar, com as janelas e portas fechadas, e provavelmente a essa hora já estava dormindo. Sem contar que, humanos não possuíam os sentidos tão bem apurados como as outras criaturas, como os dragões, como o Acnologia.

Estava confuso, e como não tinha nada de interessante de fato para fazer nesses últimos tempos, decidiu ficar perto dessa garota para ver o que iria dar.

Pobres coitados, o universo neste exato momento se juntou com o destino e decidiram sacanear Acnologia e Lucy, agora mais do que nunca as coisas realmente iriam se tornar interessantes, mais interessante do que qualquer outra coisa que Acnologia pôde presenciar.


Notas Finais


Já aviso que vai ser tanta treta que vocês vão querer arrancar a minha cabeça. AHSUSHSU principalmente porque Zeref tá no meio, e ele vai ser o vilão da porra toda, é isto.


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