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História Parceiros - Capítulo 1


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Notas do Autor


Desculpe pelo horário @ketchupHeinz !! Espero que goste ^^ e aproveite!

Boa leitura 🖤🖤

Capítulo 1 - Único.


Fanfic / Fanfiction Parceiros - Capítulo 1 - Único.

— Akutagawa-kun, - escutei Mori começar. — Eu tenho uma missão pra você, mas não irá sozinho, eu tive a liberdade de encontrar um novo parceiro pra você. Por favor! S/n-kun!

Quando o chefe me chamou, eu abri as portas da sua sala e entrei. Caminhei até onde eles estavam e pude ver finalmente o meu parceiro...

— Chefe. — me apresentei com as mãos nas costas.

— A partir de hoje, vocês serão parceiros! Espero não me decepcionar com vocês. — Mori foi até a sua escrivaninha e pegou dois envelopes. — Aqui estão os dados dos espiões que vocês tem que eliminar, eles estão infiltrados na Máfia e não é bom se eles revelarem os nossos planos para a polícia... — ele sorriu sádico.

— Sim senhor. — respondemos em uníssono.

— Pois bem! Dispensados! Agora se me dão licença... Elise-chan! Eu tenho um vestido novinho pra você experimentar!

Nós dois saímos do escritório de Mori.

— Então... Akutagawa né? Muito prazer, eu sou S/n. — me apresentei estendendo a mão.

— Hum, prazer. — ele apertou a minha mão mas não esboçou reação.

Em compensação do seu rosto frio, sua mão era bem quente e macia...

— Espero que trabalhemos bem. — soltei da sua mão.

— Igualmente. — ele respondeu no mesmo tom e rasgou o envelope, abrindo o mesmo.

Eu fiz a mesma coisa.

— Conhece esses caras? — perguntei analisando a ficha do meu alvo.

— Aham, eu cruzo com esses palhaços direto, só não imaginei que fossem eles, vai ser fácil de matar. — uma criatura negra saiu do seu casaco e devorou o envelope.

— Uau... Então essa é a sua habilidade? — perguntei dando um passo pra trás.

— É sim, ele devora tudo que eu mando. É uma das melhores armas que a Máfia tem. — a criatura se escondeu no seu casaco.

— Muito bacana...

— E você? Tem habilidade? — ele começou a andar.

— Eu não, nasci sem poderes. — eu o acompanhei.

— Sem habilidade? Isso é raro. — ele me olhou. — Já vi que vou ter que te proteger.

— Não será necessário, com uma pistola eu já faço estrago. — eu sorri e pisquei pra ele.

— Que seja, vamos, eu sei como encontrar esses dois rapidinho. — por um momento pude jurar ver suas bochechas ficarem vermelhas...


⸙◈> Mɪɴᴜᴛᴏs ᴅᴇᴘᴏɪs...


— No depósito? — perguntei arqueando uma sobrancelha.

— Eles sempre ficam monitorando as cargas que recebemos pra depois anotarem e levar pra polícia, mas hoje eles não saem daqui com vida. — Akutagawa saiu de trás de uma pilha de caixas e eu o acompanhei.

— Ah Akutagawa-san! Veio nos ajudar a inspecionar a carga? — um dos homens perguntou sorrindo.

— Mais ou menos isso. — ele não esboçava reação.

— E quem é esse?

— Meu novo parceiro, ele está me ajudando. Estamos em missão.

— Missão? Aqui? — o outro perguntou.

— Sim, fomos encarregados de eliminar dois agentes duplos, sabem de algo? — eu sabia exatamente onde essa conversa ia chegar e já me preparei.

— Agentes duplos? Aqui? Deve estar enganado, não há ninguém de baixa confiança aqui. — o homem se virou.

Akutagawa na hora lançou sua besta pra cima dele o perfurando suas costas.

— Nunca me dê as costas, traidor. — ele ergueu o homem e o jogou numa pilha de explosivos, fazendo a mesma explodir.

— E você, não tente resistir, nós sabemos de tudo. — falei e saquei a minha arma, apontando para a cabeça do outro indivíduo.

— Tentem me matar se puderem.

O homem num movimento rápido esticou o próprio braço e tomou a minha arma, apontando pra mim.

— Não ouse tocar nele! — Akutagawa gritou e lançou sua besta sobre o homem.

A criatura devorou o braço com a arma e manteve posição de ataque. Estranhamente o homem não pareceu surpreso. De repente, outro braço cresceu no lugar e ele sorriu.

— Boa tentativa, mas meu corpo todo é de borracha, nada pode me causar danos. — ele então com o mesmo braço, enrolou envolta de mim tentando me esmagar.

— Merda! — gritei.

Consegui tirar uma outra arma do bolso e atirei bem no meio da cabeça dele. Mas ele não sofreu nada, mesmo com a cabeça partida ao meio pela bala ele continuou a me apertar, logo sua cabeça se regenerou.

— Maldito! Eu vou acabar com você! — o moreno gritou e lançou novamente a besta para devorar o braço.

Senti um alívio e uma dor imensa ao mesmo tempo em que aterrissei com força no chão. Sai dos braços de borracha do homem e continuei atirando em sua direção.

— Você tem uma habilidade excêntrica Akutagawa-san, mas será inútil contra isto! — o homem jogou seus dois braços na direção dele, o apertando.

— Nhg! A-ah! — ele grunhiu de dor e nessa hora eu não pude contar a minha raiva.

Fui pra cima do alvo lhe dando vários socos na cabeça mas de nada adiantava, eu estava socando borracha!

— Não vai adiantar! — ele me jogou pra trás com força.

— E se eu devorar a sua cabeça?! Ahn?! — Akutagawa aproveitou a distração e se soltou dos braços do homem e rapidamente lançou sua besta para que ela comesse sua cabeça.

E foi o que aconteceu.

Um gêiser de sangue surgiu quando sua cabeça foi devorada e o corpo caiu no chão sem vida.

— Arrancar a cabeça sempre resolve não? — ouvi o moreno dizer com um sorriso e logo depois ele apagou.

— A-Akutagawa! — mesmo morrendo de dor eu corri até ele para checar seus sinais vitais. — Ele tá vivo... Mas precisamos de ajuda!

Eu o carreguei nos meus ombros até o hospital da Máfia para que ambos pudéssemos ser socorridos.

Enquanto meu parceiro era tratado eu fui notificado de que quebrei duas costelas e uma faixa foi colocada na minha cintura para que elas voltarem ao lugar.

— E como ele tá? — perguntei ao médico enquanto observava Akutagawa, sereno, dormindo na maca.

— Ele usou muito da habilidade mas vai ficar bem, nós já estamos acostumados com ele. Vai ficar bem. — o médico sorriu e saiu da sala.

— Então você tem fama de quem dá trabalho né? — sorri e me sentei na poltrona ali do lado.

— Tsk, que médico de merda.

— Ei! Você não tava dormindo?

— Eu tava fingindo pra ele ir embora logo. — ele se sentou mas soltou um gemido de dor.

— Você não deveria agir assim! Olha, você usou muito do seu poder! Ficou seriamente machucado e—

— Eu sei! Já tô acostumado, toda vez que eu uso isso acontece.

Toda vez...? Ele é tão despreocupado assim?!

— Você tem noção do que diz?! Você pode morrer! — eu segurei seu braço.

— Mas por quê diabos você se importa tanto?! Acabou de me conhecer! — ele rosnou mas logo se acalmou devido a dor.

— É, eu te conheço a pouco tempo mas já é o suficiente pra saber que você precisa ser cuidado por alguém!

— Até parece que eu vou ser cuidado por um sem habilidade que nem você. — ele me encarou com raiva.

— Pois é, mas esse sem habilidade aqui te carregou até o hospital! Se não fosse eu você estaria morto. — me doeu dizer aquilo... Eu jamais desejaria vê-lo machucado, muito menos morto...

— !... — ele virou o rosto como um bebê.

— E então? Acabou o seu showzinho? — provoquei.

— Tsk que merda.

— Olha, desculpa. Eu não queria te deixar irritado. — hesitei por um momento mas peguei em sua mão e acariciei de leve. — Eu só... Fiquei muito preocupado com você. Ninguém nunca tinha caído daquele jeito na minha frente... Eu pensei que tivesse morrido.

— Hm...

— Ei... Parceiro... Desculpa mesmo. — sorri e entrelacei nossos dedos.

— Tá que seja, desculpas aceitas. — ele virou o rosto e suas bochechas estavam vermelhinhas.

— Olha que fofo, ele tá corado~

— M-mas! Não me provoque... S/n. — Ele desviou o olhar.

— Tenha certeza de que eu vou cuidar muito bem de você... — me aproximei e beijei sua testa.

Um bom carinho sempre acaba domando a fera.


Notas Finais


Se quiser fazer um pedido, fique a vontade!

https://www.spiritfanfiction.com/historia/pedidos-para-oneshots-19335613

Bye bye! Até a próxima ♥️


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