História Parceiros da Noite - Capítulo 1


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Categorias Big Bang, Huang Zitao "Z.Tao", Kris Wu, Monsta X
Personagens Ki Hyun, Seungri
Visualizações 1
Palavras 1.972
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Kkkkk adoro essa foto.
Oi gente? Tudo bem?
Estou eu aqui, sob o sanguinário olhar do vigia.
Mais uma fic para voce. Essa não vai ter muitos capítulos, Já que no máximo vai ter 20 ou 15. Dependo do meu tempo. Mais mesmo assim vou atualizar toda semana.
Só não sei os dias, mas irei ver direitinho.

Capítulo 1 - O dançarino da BadBoysClub


Fanfic / Fanfiction Parceiros da Noite - Capítulo 1 - O dançarino da BadBoysClub

 Regra numero um do Bad Boy’s Club: Nunca, jamais, decepcione um cliente. 

Não é mesmo Kihyun?

O garoto mais inteligente da escola, sim, Kihyun era um garoto de 18 anos, Que frequentava o seu último ano do ensino médio pela manhã e a noite era uma puta no Club mais bem falado das noites de Seul. 

De todos os do bad boy’s club esse era um dos mais perigosos, Kihyun sempre foi conhecido por ser trapaceiro. Seu jeito encantador e que realmente leva a sério seu trabalho, porém, sempre dando uma de esperto.

Aí você me pergunta, um garoto de programa que consegue estudar? 

Sim meus amigos, Kihyun entrou para o Club quando era de menor e o dono do Bordéu se apegou ao garoto, já que sua família o abandonou na rua quando descobriu que ele era gay. Sem amigos e sem parente ele teve que procura fazer algo. E foi aí que começou sua vida no submundo de Seul.

Para naquele lugar foi o fundo do poço, mas também foi o lugar onde ele achou una família que protegerá até da morte se precisasse. 

Para entenderem bem. O Badboy era conhecido por ter tres partes. Todos os novatos tinham que se submeter a uma sala, onde eram exposto para vários caras. 

A sala era conhecida como sala vermelha, todos estavam presos em cabines, onde alguns seria para chuparem você e outros apenas darem. Onde do tronco para baixo eram presos nas paredes para apenas sentirem. Fotos eram postas da cara dos meninos para aquele que vinham com pouco dinheiro apenas usarem. Ou ficarem em rodizios. 

O segundo era onde tinha vitrines, onde aqueles que podiam pagar pelos meninos que se mostravam, tiravam ele de lá e iam para quartos separados. 

E o terceiro eram os leilões que O cara do Bordéu fazia, você comprava a pessoa ou comprava os serviços dela por um tempo determinado. 

Como disse, mexer com um era mexer com fogo, ainda mais quando Kihyun sofria de Transtornos de depressão. O que fazia ele conseguir vira noite e cheira muito pó para poder sobreviver ao outro dia na escola. 

Kihyun era um garoto que levava a serio desafios e odiava ser contrariado e muito menos perder, ele tinha um vicio por jogos e adorava jogar com todos os clientes que ele ficava e até mesmo as fazendo de bonecos em suas mãos.

Kihyun era apelidado de bispo levou esse nome, porque o Rei negro, cujo nome era Kris, o mais caro de todos dentro do BBC sempre gostou de xadrez, o bispo sempre auxiliava o rei e sua dama, o que praticamente os dois faziam, eles eram amigos, irmãos, segredos foram confidenciados pelo dois, e assim fechar o circulo.

Kihyun era alto e magro, ele era o típico nerd, com óculos de aviador, o nariz afinado e os olhos castanhos, os cabelos lisos e da mesma cor de seus olhos, porem o que ele tinha de nerd era tão perfeito que o deixava irresistível.

Jogos sexuais não resolvem tudo!

Seungri estava deitado, colocou o fone de ouvido, ele estava admirando o sol, ele queria fazer uma viagem com algum homem, sim, ele era gay e assumido para os pais, diferente dos outros, ele tinha respeito, já que era dono de uma das filias da empresa de seu pai que era a bem mais conceituada, dando orgulho para os mais velho.

Seungri era um prodigio, disso ninguém contestava, Já que com 23 anos assumiu uma empresa da família e trouxe seu nome para uma das revistas de negocios mais bem faladas do mundo como o 3 lugar em um ranking de 50, como homens mais jovens  e bem sucedidos do mundo. 

Seungri amava o irmão mesmo o irmãozinho não vendo, ele sabia um segredo do irmão e sempre o protegia, porem queria que o irmão fosse forte o suficiente para aguenta tudo que veria, mesmo ele sendo um filho prodígio, Huang Zitao ainda dava muita dor de cabeça, por ser rebelde e sempre tratando mal as pessoas.

Huang passou pelo quarto do irmão e o ouviu suspira com o que ouvia. “Como ele pode ter tudo fácil e eu nada?”

Essa era a briga dos dois toda vez, Huang achava que os pais não gostavam por mais que o esforçasse e Seungri tentava mostra para seu irmão que não era bem a verdade sobre isso!

A musica entorpecia o irmão o que deixava ele lembra do seu amor!

A raiva rugia nos ouvidos do pequeno herdeiro, que saio batendo os pés tempestuosamente.

O segredo mais obscuro que ele guardava, era que Huang gostava de torrar sua grana toda em um Club gay no subúrbio da cidade e fazia com maestria. 

Mas naquela noite ele não deixaria seu irmão fazer isso sozinho, Ele iria até lá e veria com os próprios olhos com quem ele gastava esse dinheiro. 

Seungri era algo e seus cabelos pretos estavam cortados sociais, mas para nao ser reconhecido, ele colocou uma peruca azul e seguiu com roupas velhas para seu carro. 

Não deixaria mais o irmão desse jeito. 

...........................

A boate estava cheia e tudo o que Kihyun conseguia ouvir era os barulhos dos homens que ali estavam, os gritos e o barulho da musica que hipnotizava cada um deles.

Hoje era o dia em que abriam o salão de dança para todos terem o privilégio de ver os 30 garotos de programa da casa.

Kihyun já fazia aquilo a mais de três anos, o que para ele estava virando um hobbie, drogas e bebidas eram o combustível que o pequeno tinha como vicio. As noites eram como consolo para o pequeno Baozi ou Bispo. Ele era louco.

O príncipe da sodomia como era conhecido na noite, era a atração da noite naquela boate do centro da cidade. Ele estava vestido de policial. Quando entrou, começou a música e começou a se despir bem devagar, sua habilidade com o poli dance era inegável.

A cada movimento os homens bebos jogavam notas e alguns eram audacioso demais em chegar perto o bastante para apalpar a bunda do dançarino.

Ele estava usando uma sunga que demarcava bem sua bunda e seu membro. A cada movimento um novo homem ficava ao seus pés.

Ele adorava aquilo, ele queria ser aplaudido por tudo, ele era o centro das atenções, Já que sofria de depressão.

Num de seus movimentos, pelo poli dance seus olhos miraram um ponto em específico. Bem no fundo da boate, lá estava a pessoal que ele não queria nem ao menos ver. Seu professor de História. O professor mais gato da escola estava o observando/comendo com os olhares que ele dava para o menor.

Assim que terminou sua apresentação, ele desceu do palco com a roupa que usava, que no caso era apenas uma sunga, e pegou uma bebida no bar tomando e levando outra para o querido professor.

- Gostei mais do que estava vendo. - disse o professor cujo o nome era Leandro

Ele era com uns trinta anos, um homem rustico e ao mesmo tempo lindo e romântico, onde acada garota tinha uma queda por ele.

- Eu sei. - ele deu uma risada sem graça.

- E era que poderia ter uma dança particular? - ele lançou um olhar malvado.

- Sera esse seu preço para manter esse segredo?

- Não sei. Depende da dança.

Vadia, pensou o Kihyun.

Ele começou a dançar e sentou em cima do professor. Pelo jeito que aquilo estava acontecendo, os horminos do garoto estava surtando, ele rebolava e olhava para deu professor com toda a luxuria que emanava dentro de sim.

- Esta gostando professor? - as palavras saíram perto do ouvido do mais velho carregando tanta luxuria.

Se esse era um jogo no final ele venceria. 

Ele puxou os cabelos de trás do dançarino tirando de seus lábios finosbum gemido tentador. Eles estavam numa sala para pessoas VIPs o que fez o garoto ir a loucura quando o mais velho chupo o pescoço do garoto.

Ele tirou o pau do mais novo para fora. Que pulsava com as batidas do seu coração. Ele lambuzou o seu digito e esfegou na cabeca do membro do mais novo, tirando mais um gemido fraco.

- Acho que para manter esse segredo guardado, vou precisar de mais tempo.

- Mais tempo?

- Sim. Quero que você fique na minha casa por um mês. Lá você sera meu escravo, escravo para o que eu quiser. Vai me chamar de Daddy quando estivermos só.

O professor passo as suas mãos na bunda do menor que o encarou com todo o prazer. Ele cheirava a canela, seu corpo musculosos era dividido por completo naquele dois metros de altura. Sua barba rala roça no rosto do pequeno bispo que se entregava aquela luxuria.

- Um mês? Eu vou mora com o senhor?

- Sim. Sei que seus pais não ligam muito para você e que poderia muito bem mentir para eles cãs o necessário. Faca isso ou todos vão saber o quão o menino pode ser levado.

O tapa estalado pode ser ouvido lá de fora. O príncipe sodomia se sentiu usado, ele não poderia dizer que era aquilo. Arruinaria seu status, mesmo gostando da vida dupla que levava.

Mas o professor não contava com uma carta na manga. Ele pediu secretamente para que Kris tirasse fotos do professor na cabine. 

- Pode entrar, Rei negro. 

Kris entrou com um sorriso maldoso no rosto e passou o celular de Kihyun para o dono. 

Ele pegou o celular.

- Se o senhor acha, Que vai me co.pra desse jeito. Veremos o que a reitoria faria com você. 

- Você não ousaria. - repreendeu Leandro, tentando pegar o garoto pelo braço. - Me de o celular. 

- Se quiser, Pode ficar, mas já fizemos copias. Segurança. - Kihyun se soltou e foi mirado pelo ódio que Leandro emanava dele.

- Se contar isso para alguém, professor. Eu mesmo vou brincar com voce.

Ele beijou o professor, mordendo o lábio inferior. O deixando ser levado para fora pelos seguranças.  

- Está bem? - Kris perguntou olhando para o menino. 

- Sim. - Respondeu sabendo que estava temendo. -  Se ele queria me chantagear se ferrou, não vou deixar ele me expor e nem voce Kris. 

Kris também era o um aluno que sonhava em ser Juiz e não pediria esforço para isso. 

- Vamos. Temos que voltar. 

.........................

Zitao ficou procurando o Rei Negro, Ele queria o Rei da sodomia, ele queria o seu grande amor. 

Ele estava todo o dinheiro que tinha com ele e não se arrependia, Já que Kris era algo bem valioso para si. 

Seungri olhou Tao de longe e correu para pegar seu irmão.

- Vamos sair daqui. - Tao não teve tempo nem de se impor ou falar alguma coisa. 

 Ele apenas pegou pelo braço é correu para fora daquele lugar, até tropeçar Em Kihyun e Kris. 

- Desculpas. Desculpas... 

Seungri se levantou e saiu com Tao da boate ao gritos. 

- Nossos pai dao uma boa vida para você vim desperdiça nesse... nesse...

- Há cala a boca Seungri, meu dinheiro e faço dele o que bem quiser. Além do mais, aqui é me distraio. 

- Desse jeito? Ficando com putos e se drogando, sério Taozi? 

- Pelo menos eu aqui tenho prestigio, aqui eu posso ser quem eu sou e não me importando em ser uma sombra de voce. 

Aquele papo de novo. Pensou Seungri. Estava farto de tudo aquilo.

- Não é minha sombra e se quiser ser ela, não irei me importa. O que já cansei de falar Taozi e que você e mais brilhante que eu, não deveria ter tanta inveja...

- Inveja? Deixa. Eu vou embora. 

Seungri tentou para seu irmao, mas o garoto já tinha subido na sua moto e ido embora. A raiva rugia em seus ouvidos e ele entrou no carro. Sem nem ao menos ver que seu celular estava nas mãos de seu futuro namorado Kihyun. 



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