1. Spirit Fanfics >
  2. Parceiros de Crime >
  3. O Dominador

História Parceiros de Crime - Capítulo 25


Escrita por:


Notas do Autor


Yooo, tudo bem com vocês?

Eu sei, eu sei, eu demorei pra postar, e peço perdão por isso. As minhas aulas começaram e não foi devagar, além de que eu estou cuidando mais da minha saúde mental esses tempos. Mas podem ter certeza de que eu fiz esse capítulo valer a pena a espera.

Capa do capítulo feito por: intagram: zippi44.

AVISOS:

– Esse capítulo contém cenas sexuais. Conteúdo +18

– BDSM leve

E com isso, tenham uma boa leitura♡

Capítulo 25 - O Dominador


Fanfic / Fanfiction Parceiros de Crime - Capítulo 25 - O Dominador


Eu e Natsu estávamos sentados na minha cama, um de frente para o outro. Ele estava com uma face séria e eu não sabia o que falar. Olhava para baixo, mordendo o meu lábio inferior tentando pensar em algo para dizer.

Já não aguentando mais aquele silêncio, eu tentei falar algo:

— Natsu, olha, eu... — tentei começar uma frase, mas ele fez sinal para eu parar.

— Luce, eu não quero palavras vazias, tá bom? — ele disse, calmo. Sua expressão me assustava um pouco, ele estava muito sério. — Eu entendo que eu não devia te exigir explicações naquela hora, mas você não devia ter saido do nada quando levei um soco. Eu só estava preucupado com você, mesmo não tendo expressado isso certo.

— Tudo bem, eu realmente não devia ter saido. Eu fui errada, eu sei. Desculpa. — eu disse, realmente culpada. — Eu vou falar com o Gray sobre isso, ele foi um pouco...

— Não é sobre isso Luce! — me advertiu, e eu o olhei atentamente para tentar entender. — Eu só quero saber o porquê que você saiu daquele jeito.

Mordi meu lábio inferior e respirei fundo. Eu não podia evitar o assunto.

— Eu... Eu só travei, minha mente apagou e eu fui na fuga mais próxima que encontrei. Eu tinha apenas um objetivo em mente, visitar o Rin. — engoli em seco, evitando olhar em seus olhos.

— Rin? Rin não era aquele que...

— Aquele que morreu? Sim, ele mesmo. — apertei minhas mãos, tomando coragem. Eu nunca gostei de falar dessas coisas. — Era o "aniversário" da morte dele. É até estranho falar isso.

— Era isso? Não pacere um motivo para... — ele começou, mas eu interrompi para acrescenter o que eu estava falando.

— É que eu estava afetado pelo... Medo. — foi difícil falar. — O que aconteceu com a Erza deixou o trauma mais forte.

— Medo? Trauma? — questionou.

— Ele nasceu no dia da morte dos meus pais. Se fortaleceu na morte do Rin. Ficou vivido em mim com o que aconteceu com a Erza. — eu fiquei olhando friamente para o tecido da minha cama, mexendo os dedos e as pernas com ansiedade. — E eu estava pensando muito nisso no dia. Na Erza. Nos meus pais. No Rin. Eu nem estava me ligando para o que acontecia em volta, eu só queria chegar no túmulo dele e desabafar, ou até tentar tirar um pouco de culpa.

— Você devia ter me dito, isso é sério, Luce. — colocou a mão dele na minha, que tremia em um nível que eu não tinha noção. — Eu sei que você tem um complexo de bandida má, ou seja lá como chama isso — ele deu uma risada, me dando um alívio. —, mas segurar tudo para si desse jeito não é nem um pouco bom.

Respirei fundo mais uma vez. Mordi o lábio. Fechei os olhos com força. Acho que isso já virou automático para mim.

— Eu odeio fechar os olhos e sentir o sangue dos meus pais respingando em mim. Odeio sentir as minhas mãos banhadas pelo sangue do Rin. Odeio sentir o corpo desacordado da Erza apoiado no meu. — sussurrei, olhando para as minhas mãos tremendo, encorberta pelas mãos dele. — Mas eu sei que isso é bobeira. Você passou pela mesma coisa, e não está assim.

— Não, não faça isso consigo mesma. — ele me olhou com adversão. — Para de dimunuir a sua própria dor. Eu não passei a mesma coisa que você, e mesmo se tivesse passado, somos pessoas diferentes, e logo teremos reações diferentes.

Eu o vi suspirar e passar a mão na testa, frustrado.

— Você precisa focar nos que estão vivos, Luce. — ele suspirou, tentando arrumar uma forma de falar. — Os mortos já foram, os vivos estão aqui. Foque neles.

— É tão difícil...

— Difícil pra porra, mas vale a pena. No fim, a maior parte da vida é assim. — falou mais alto, com a voz de experiência. — Meu pai sempre me falava isso, tanto que eu consegui seguir em frente, com dificuldade, mas segui. 

— Você é alguém que eu admiro muito, sabia? — confessei, vendo de relance a face surpresa dele. — O fim dos nossos pais foi o mesmo, mas você foi forte o suficiente para levantar e encarar o que estava na sua frente, você encontrou o Chefe, e o levou até meu corpo. Você viveu sua vida, treinou, mas mesmo assim você não esqueceu os vivos. E então voltou pra minha vida, sofrendo por dentro enquanto fingia que não me conhecia. 


— Eu sou um cara muito legal mesmo — ele riu, se aproximando mais de mim.

— Para com essas brincadeiras, eu tô falando sério! — ri, batendo de leve no braço dele. Não demorei para voltar com o meu olhar brilhante e um sorriso de lado. — Você é a pessoa que eu mais preciso agradecer nesse mundo.

— Na verdade, eu preciso agradecer também, já que foi o amor que sinto por você que me fez seguir em frente. — a sua voz que estava tão nostálgica e verdadeira, foi sumindo no final na frase assim que ele percebeu o que falava. A sua face mudou, e ele me olhou com os olhos arregalados.

Eu não estava diferente. Meu rosto congelou de surpresa com a declaração repentina. Eu não sabia o que dizer, e muito menos ele. Vi sua face se avermelhar tanto quanto seus róseos cabelo.

— Luce... Eu quis dizer que eu... O amor é... — ele foi se enrolando enquanto gesticulava. Eu não me segurei e acabei soltando uma gargalhada incrivelmente alta, colocando até a mão na barriga.

Ele me olhou, inquisitivo. Eu limpei uma lágrima no canto do olho, e inclinei meu corpo para o dele. Logo nossos lábios já estavam colados e seguiam movimentos lentos e aproveitadores. Tirei um pouco da nossa proximidade e disse:

— Eu entendi bem. — fiz carinho na bochecha dele, antes de agarrar suas costas. — E eu também estou disposta a seguir em frente pelo amor que tenho por você.

Antes dele responder algo, colei de novo nossos lábios novamente, porém agora demos um beijo mais selvagem.

O Natsu inclinou nossos corpos para a cama, e ele ficou por cima de mim, me beijando com vontade.

Logo nossas roupas foram sendo jogadas no chão, e nossos corpos estavam com salivas um do outro. Eu me sentei por cima de Natsu, pronta pra fazer a mesma brincadeira de antes.

Mas de repente, eu senti o meu corpo ser jogado contra a cama e algo se prendeu no meu pulso. Olhei assustada, e vi uma algema prendendo a minha mão direita na cabeceira da cama, e logo vi o Natsu me olhando com um sorriso vingativo.

— Quando que...?

— Você estava tão distraida que nem viu eu pegar uma algema na cômoda ao lado. — ele pegou outra e prendeu a outra mão. — Eu comprei elas enquanto você estava fora. Eu estava querendo conversar, mas sou bastante vingativo.

— A minha punição vai ser 10 vezes pior. — o olhei bem nos olhos, ameaçando. E ele então sorriu.

— Então eu vou ser bem mal com você, ai eu vou ter uma brincadeira divertida em troca.

Soltei uma risada e falei:

— Você só pode estar brincando — puxei as minhas mãos, mas como obviamente esperado, ficaram muito bem presas.

— O que você acha de tentar assim? — ele sussurrou no meu ouvido, mordiscando o meu pescoço e tirando leves suspiros de mim. — Vai ser uma vingança tããão boa.

Me remexi quando senti o pau dele encostar no meu clitóris. Eu fraquejava com cada movimento dele.

— Essa vai ser uma forma de punição por tudo o que você fez, está de acordo? — ele perguntou, e eu assenti sem nem perceber em meio a alguns gemidos tendo meu clitóris estimulado. — Então acho que podemos começar a nossa sessão.

Ele deu um sorriso malvado, e se abaixou até o meu pescoço, deixando marcas em todo lugar. Eu estava de olhos fechados, aproveitando cada carícia e beijo que ele distribuía em meu corpo. De repente, eu senti algo se prendendo em torno do meu pescoço.

Abri os olhos e vi uma coleira se prendendo em meu pescoço, ela era preta e parece que tinha alguns desenhos, mas eu realmente não conseguia ver.

Eu escutei barulhos de correntes depois de fechar os olhos novamente por causa de um estímulo de prazer. O Natsu predendo aquela corrente na minha coleira, e eu abri um sorriso involuntário.

O Natsu riu, surpreso.

— Uau, a barbizinha realmente gosta disso. — ele sussurrou. Logo senti que o Natsu pegou a corrente e puxou para perto do rosto dele, fazendo o meu rosto ir junto. Eu o encarava muito perto, desafiodora. O seu olhar estava como eu nunca havia visto antes. Aquilo era tão exitante. — Eu até tinha ficado um pouquinho culpado quando pensei em tudo o que vou fazer com você, mas vendo a cadela safada que você é, não sinto mais nada.

— Você é um tremendo desgraçado — ri e mordi o lábio inferior, sentindo mais uma puxada com força na minha coleira. E eu encarava aquele olhar assustador mais de perto ainda.

— E eu quero que você me trate com respeito, senão acho que a sua bunda irá ficar vermelinha... — ele ameaçou num tom malicioso, me encarando. — Apartir de agora eu me chamo mestre, para você.

— Eu não vou te chamar assim, dominadorzinho amador. — falei praticamente encostando os nossos lábios. Eu queria irrita-lo.

Senti meu corpo ser virado de lado,e um tapa certeiro e estalado foi desferido na minha bunda. A dor foi se espalhando em um formigamento prazeroso, e sem eu querer, um gemido alto saiu de mim.

— O que você disse? — ele perguntou, com uma voz grossa.

E teimosa como sou, respondi:

— Eu disse que você é um...

Outro tapa. Mais forte. Mais prazeroso. Mais doloroso.

— Como você deve me chamar? — me virou de frente para ele, puxando a corrente.

— Mestre... — sussurrei.

— Eu não escutei direito — retrucou, enfiando dois dedos dentro de mim, rápidos e fortes.

— ME-MESTRE... — gritei, em meio a um gemido.

— Isso... Parabéns — ele parabenizou, acariciando onde ele deu um tapa. — Eu não gosto de fazer isso, mas sou obrigado quando você é assim... Não seja mais tão má, okay?

— Sim... hm.. nhm — eu gemia e rebolava em seus dedos, principalmente quando o terceiro chegou dentro de mim.

Mas de repente, meu interior ficou vazio, e eu o olhei com desejo. Praticamente estava pedinte.

— Você não está aqui para ser parabenizada, lembra? — ele disse, antes de eu falar algo. — Eu tenho algo para propor.

— Mas Natsu...

Ele puxou a corrente com muita força, fazendo mais um gemido sair de mim.

— Mas mestre...

— Calma, calma. Eu sei o que você quer... — ele soltou a corrente e acariciou o meu cabelo. — Você vai ter, mas só depois que fazer algo que eu quero...

— Diga, meu Mestre. 

— Eu vou te soltar dessas algemas e sua corrente, mas você terá que fazer um belo boquete em mim. — ele inclinou o seu corpo sobre mim, colocando a mão nas minhas algemas, me dando a visão do delicioso abdômen. — Mas quando for solta, ainda será uma boa garota.

— E se eu não for, Mestre? — perguntei, com a voz manhosa. Logo senti um aperto muito forte na minha nádega.

— Eu vou te punir muito pior, e você não vai me ter dentro de você. — avisou. — Você quer isso?

— Não, Mestre

Ele sorriu satisfeito, e logo depois me soltou das algemas e tirou a corrente, mas ainda me deixando de coleira.

— Se ajoelhe no chão, na minha frente. — ele se sentou, apoiando a mão na cabeceira da cama.

Eu fiz o que foi pedido, dei a volta na cama e me ajoelhei de frente a ele. Mas eu me deparei com o pênis dele. Fiquei encarando seu pau pulsante e tentador. Eu sentia a minha boca salivar.

— Olhe nos meus olhos. — ele mandou, mas eu não consegui tirar o olhar daquele pau. Logo ele pegou na minha coleira e me fez olha-lo a força. — Eu tinha mandado você olhar pra mim!

— Desculpa...

— Chupe — mandou. — Agora!

Eu não demorei para enfiar aquele pau na minha boca, ou lamber cada parte dele.

O Natsu gemia e jogava a cabeça para o lado, e eu aproveitava do seu ponto mais fraco, enquanto massageava as suas bolas. Mas em nenhum momento eu fiz o movimento de vai e vem.

E com isso, não demorou para eu sentir os meus cabelos puxados. Foi ai que eu comecei os movimentos, com o Natsu jogando a minha cabeça para cada vez mais fundo.

Depois de um tempo, eu senti a minha boca ser preenchida pelo esperma dele. Ele soltou um gemido muito alto, jogando a cabeça para trás. Eu olhei bem em seus olhos, engolindo o líquido e deixando propositalmente uma boa parte escorrer da minha boca até entre os meus seios.

— Mestre, é assim que você queria? — perguntei, fazendo um bico que eu nem sabia que eu tinha a capacidade de fazer. Namoral, o que tá acontecendo comigo?


— Isso, boa garota... — ele disse, passando a mão no meu cabelo. Eu via os espasmos que o seu corpo ainda dava, com um sorriso. 


Eu me levantei, sentando no colo de Natsu e beijando o seu pescoço. Eu passava a mão em todo o seu corpo e aproveitava o momento.

— Eu ainda quero a minha recompensa... — falei, rebolando em seu membro para endurece-lo novamente. — Você vai me dar, não é?

— Eu sempre cumpro com o que prometo. — ele sussurrou, depois me jogando com força contra o colchão, me prensando ali. — Como você prefere? Lento mas forte, ou rápido com a força na medida certa?

— Eu prefiro o forte e rápido. Quero ver você quebrando essa parede com a cama. — falei, com a voz inocente.

— É, acho que você é a cadela mais safada de todas. — ele inclinou o meu queixo para ele, e contra a minha boca, sussurrou: — Eu vou fazer a sua vontade, garotinha boa.

Quando olhei para baixo, o pau dele já estava duro e pronto para o ápice. Eu o vi esticar a mão até a comoda novamente, e ele tirou uma camisinha de lá.

— Sempre tão preparado... — comentei.

Senti meu interior se retorcer quando eu o vi rasgar o pacote da camisinha com os dentes. Que visão dos deuses.

Quando ele já estava preparado, o vi pegando a algema novamente, e a prendendo no meu pulso e na cabeceira da cama.

Aquilo era tão exitante!

— Você está pronta para ser fodida, garotinha boa? — ele perguntou, e senti que foi retoricamente. Já que ele já estava entre as minhas pernas e lambia os lábios. Mas é claro que eu aceitaria algo assim.

E então ele foi, forte e bruto. Soltei um gemido muito alto, mas fui me acalmando quando percebi que ele não fazia nem um movimento sequer. Apenas me olhava com um sorriso de diversão.

E antes de eu falar algo, ele deu uma risada malvada.

— Você quer que eu me mova? — eu acenei, me remexendo por baixo dele. Mas de repente, eu me arrepiei quando ele se inclinou para o meu ouvido. Eu sei o que vem agora. — Peça. Seja uma boa garota e peça.

Eu tinha pensado em me fazer de difícil, já que eu gostava de umas punições, mas eu não aguentava mais.

— Por favor, Mestre... Por favor, me foda como você nunca fudeu alguém antes. — supliquei, como a "boa garota" que sou.

Eu vi um sorriso de pura satisfação se abrir nele. É claro que ele se sentiu vingado, já que eu o fiz a mesma coisa, e da próxima vez farei pior. Muito pior.

Mas meus pensamentoa foram interrompidos com a investida forte que me foi dada, e sem nem perceber, com a velocidade que ele ia eu revirava cada vez mais os olhos.

O fato de eu estar algemada me deixava mais exitada ainda. Mas ainda faltava algo, eu sei que ele pode ir mais rápido e forte, e eu vou fazê-lo fazer isso.

— Por que você não faz... Mais forte e rápido? — falei, tentando suprimir qualquer gemido para tentar mostrar que poderia ser melhor. Então, com o olhar mais desafiador e debochado que qualquer ser humano pode fazer, eu o encarei. — Tá com dó?

E como esperado, o meu olhar foi devolvido, mas ele parecia estar a merce da raiva em meio ao sexo. Suprimi um sorriso, e voltei a encará-lo como antes, o vendo ficar mais irritado ainda. Parece que alguém está sendo uma má garota... 

Como resposta das minhas provocações, eu estava tendo espasmos diversos e reviradas de olhos imparáveis. Minhas mãos queriam arranhar aquelas costas, é uma pena estarem algemadas. 

Ele levou a provocação a sério, tanto que a cama batia na parede ao ponto de rachar. Ele algumas vezes sussurrava no meu ouvido o quão má eu tinha sido, e alguns xingamentos que me exitavam mais.

E quando eu fui perceber, eu já estava no meu 3° orgasmo e o Natsu acabou de ter o seu 2°. Nós soltamos urros de prazer e ele caiu ao meu lado, suando muito igualmente a mim.

— Puta que pariu... — falou, ofegante, tendo a mão se mexendo involuntariamente pelos espasmos. — Eu gostei dessa versão do nosso sexo.

— Mas pode esperar que isso vai ter volta, e eu vou te fazer me chamar por um apelido muito sexual de patroa. — disse, com ar de superioridade. Ele me olhou quase me desafiando, mas eu desviei esse olhar para as minhas mãos. — Não tá se esquecendo de nada não?

— Ah! Perdão! — ele riu e se inclinou para me soltar, e então eu finalmente pude relaxar realmente, já com saudade dos espasmos que iam parando com o tempo.

Nós ficamos um momento em silêncio, aproveitando esse tempo e percebendo o quão cansados estávamos.

— Luce... — ele me chamou, e eu me virei para ele. — Nada daquilo que eu disse é mentira, o amor que eu sinto por você me fez prosseguir.

— E nada do que eu disse também, pois eu estou disposta a prosseguir pelo amor que sinto por você. — toquei nas bochechas dele, acariciando. E, de repente ele segurou as minhas bochechas com as duas mãos e me deu um selo na testa, demorado e molhado. Isso me surpreendeu.

— Durma bem, estrelinha. — ele disse, antes de se virar e não me responder mais, o que eu não me surpreenderia, já que eu demorei para falar algo.

Mas eu apenas abri um sorriso e também me virei, fechando os olhos e tendo a certeza de que terei bons sonhos.

Essa é a primeira vez que nessa data do ano, depois do acidente, eu posso dormir tranquila e bem comigo mesma. Dormir feliz.





Notas Finais


Opaaa, e os papeis se invertem!

Quais vocês mais gostaram: Lucy dominadora, ou Natsu dominador?

Começaram em uma conversa séria e terminaram em sexo selvangem, perfeito.

Enfim, espero que tenham gostado, tenham uma boa noite/tarde/dia!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...