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História Parents - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Lá estava eu, plenissima, escutando Parents do YUNGBLUD, fui olhar a tradução e pensei: "Isso aqui vai dar uma ótima fanfic". E fui começar a escrever.

Demorou? Demorou, mas valeu a pena.

Espero que vcs gostem.
Boa leitura 😊😘😘

Capítulo 1 - 'Cause Parents Ain't Always Right


Fanfic / Fanfiction Parents - Capítulo 1 - 'Cause Parents Ain't Always Right

Se arrependimento matasse, Ichigo estaria morto e enterrado à sete palmos do chão.

A boate onde estava, colocava sua saúde auditiva a prova. As caixas de som estavam no volume máximo, produzindo mais barulho do que a música qualquer tocada. O local cheirava à vômito, bebida e sexo. Eram tantas pessoas no lugar que era quase impossível de se mexer.

Onde estava com a cabeça quando aceitou o convite dos amigos?

Com certeza não estava no seu estado de raciocínio normal.

Deveria ter escutado Rukia. Devia.

Mas ali estava ele. Em um canto da casa noturna, bebericando de sua cerveja, incomodado com as luzes coloridas que piscavam incessantemente. Suspirou cansado e saiu do estabelecimento, jogando o copo onde bebia no lixo.

Ficou em pé na beirada da calçada, na qual a iluminação era pouca, respirou o ar puro, sentindo-se aliviado.

Mesmo não gostando de onde estava, era melhor do que qualquer outra coisa.

O Kurosaki estava cansado. Exausto de estar em casa com seu pai, da pressão no colégio, suas complicadas paixões, e tudo que envolvia aquela cidade, aquele mundo, as pessoas velhas demais estagnadas em seu próprio tempo. Ichigo acreditava que não fazia parte daquilo, e definitivamente, não queria. Mesmo se tentasse, nunca conseguiria pensar como aqueles adultos chatos.

Havia nascido em um século complicado, e saber disso, sufocava-o.

Refletia sobre o assunto quando ouviu um estrondo sair da porta de saída da boate. Virou-se assustado, encontrando um loiro baixinho extremamente furioso.

- Vai se foder seu idiota! – O garoto, que até o momento não tinha percebido a presença de Ichigo, chutou várias latas de lixo ao seu redor, esbravejando sua fúria.

O Kurosaki observava confuso, até o momento em que seu olhar se deparou com o do loiro, este último que suavizou sua expressão.

Apesar da iluminação, o alaranjado conseguiu contemplar a beleza dos olhos alheios, os mais lindos que já havia visto. Olhos cor ouro, brilhantes como tal e tão cativantes quanto.

- M-Me desculpe, não vi que estava aí – O baixinho desviou o olhar, as bochechas coradas de vergonha.

- Sem problemas – Piscando os olhos algumas vezes, notando que estava olhando o outro demasiadamente, voltou seu olhar para o nada.

Ao contrário do que esperava, o loiro não foi embora ou se afastou, ele ficou ao seu lado, também olhando para nada. Quando simplesmente soltou um:

- Hey, você têm um cigarro?

O mais alto se virou de súbito, chocado com o pedido.

- Eu não fumo! E você têm idade pra isso por a caso? – Respondeu, vendo a irritação do outro voltar.

- É lógico que eu tenho idade pra isso idiota! Senão não pediria! – Esbravejou, irritado.

O Kurosaki suspirou, não estava afim de briga.

- Desculpa. Achei que...

- Que eu fosse mais novo – Completou – Tudo bem – Suspirou, menos irritado – Todos que não sabem minha idade pensam assim.

- Entendo. Mas... Por que me pediu um cigarro? Não faz bem pra saúde.

- Eu sei disso. Na verdade não tenho o costume de fumar – Admitiu – Só pedi pra poder extravasar, tentar pensar em outra coisa.

- As latas de lixo não foram o suficiente? – O baixinho riu.

- É têm razão, elas não mereciam a minha fúria – Sorriu de canto.

- Posso saber por que estava com raiva? – Sabia que estava sendo intrometido perguntando tais coisas, porém a curiosidade e vontade de continuar a conversa, bateu mais forte.

O sem-nome respirou fundo, fechando os olhos brevemente, a expressão tão cansada quanto a do Kurosaki.

- Meu pai as vezes tem a capacidade de me tirar do sério. É um imbecil quando quer.

- Sei como é.

- Seu pai... – Parou para pensar um instante, receoso – Também reclama com as pessoas com que quem você saí? – Questionou, entristecido.

E foi por aquela feição triste que Ichigo entendeu o recado.

- Ele não gosta de te ver com garotos?

- Nem um pouco – Sorriu triste – E o seu? – O alaranjado deu um sorriso de deboche, também triste.

- “Se você beijar um garoto, eu vou te matar”, o meu sempre diz isso, a diferença é que agora ele faz isso com uma arma apontada na minha cabeça – O loiro arregalou os olhos em pleno pavor – Não se preocupe, a arma é de brinquedo. Ele não tem coragem de comprar uma de verdade e não sabe que eu tenho essa informação.

- O meu não é tão extremista. Mas ele não gosta de me ver namorando o sexo oposto. Um homofobico, porém um homofobico não tão escancarado.

- Entendi. Acho que temos pais complicados...

- Também acho.

Ficaram alguns minutos em silêncio, aproveitando a companhia alheia. Encaravam-se de maneira curiosa, como se quisessem conhecer um ao outro apenas com o olhar. Era normal querer ficar tanto tempo ao lado de alguém, somente observando-a? Era normal o coração bater forte na presença desse alguém?

- Ah – O baixinho murmurou, colocando algumas madeixas atrás da orelha – Bem, a gente teve uma conversa estranha, mas não nós apresentamos formalmente – Estendeu a mão direita para o outro, para realizar um cumprimento – Me chamo Edward Elric.

O rapaz de cabelo laranja sorriu, estendendo a mão para o (agora nomeado) Elric.

- Ichigo Kurosaki – Apresentou-se, vendo o outro sorrir.

Quando apertou a mão de Edward, coberta por uma luva branca, Ichigo, por alguma razão sentiu que o objetivo apertado era falso, como um braço de um boneco. Contudo, não pensou muito nisso, já que sua atenção se voltava para o loirinho com os olhos mais belos e encantadores que já havia visto.

- Edward é nome muito bonito.

- Obrigada, mas pode me chamar só de “Ed” – O rapaz disse soltando a mão do outro – Vem cá, quer ir embora daqui?

- Você ainda pergunta? Qualquer lugar que não seja minha casa, tá valendo! – Ed riu e em seguida pegou seu celular de dentro do moletom vermelho.

- Ótimo, vou chamar um Uber e depois a gente sai daqui – Disse mexendo no celular.

- Não precisa, eu vim com o meu carro, podemos ir nele – Dito isso, o Kurosaki pegou na mão do Elric e o arrastou até onde estava seu carro.

Não havia estacionado muito longe, então chegaram bem rápido para onde o carro estava. E mesmo com Ichigo tendo pegado na mão de Edward de forma abrupta e despretensiosamente, este último não reclamou ou fez qualquer coisa do tipo, apenas acompanhou o mais alto.

No instante em que pararam na frente de um carro vermelho, na qual foi aberto pela chave que o Kurosaki tirou do bolso, o baixinho abriu a boca em plena surpresa.

- Nossa... Seu pai não vai brigar por ter pegado o carro dele?

- O carro não é dele, é meu – Contou orgulhoso.

- Mentira! – O sorriso do loiro era enorme.

- É sério! – O alaranjado sorriu tão grande quanto – Comprei quando tinha 16 anos.

- Você só pode estar de brincadeira comigo, Kurosaki!

Eles entraram no carro, Ed no banco de carona e Ichigo no banco do motorista. E no momento em que deram partida no veículo, começaram a fazer uma festa particular só deles.

Colocaram música alta dentro do automóvel e cantaram juntos, foram à um supermercado e compraram sorvete de morango e chocolate junto a vários refrigerantes, e depois fizeram um desafio para saber quem tinha a história mais absurda para ser contada. Com Edward ganhando ao contar que, em seu antigo colégio, viu um padre transando com sua professora de química dentro de uma sala de aula vazia; os dois acabaram por acabar com o caso, e o padre continuou sua vida limpando os pecados dos outros. Segundo o Elric, quando contou a história para seu irmão mais novo, Alphonse, o garoto teve uma crise de risos.

Os dois conversaram também sobre suas vidas. Ichigo descobriu que quando mais novo, Ed perdeu o braço direito e a perna esquerda em um acidente de carro, na qual ocasionou na morte de sua mãe, fazendo-o usar próteses mecânicas pelo resto da vida. Aquilo partiu o coração do Kurosaki. Edward, por outro lado, descobriu que a mãe do alaranjado morreu devido à um câncer terminal e que depois disso o pai do garoto, Isshin Kurosaki, nunca mais havia sido o mesmo, e que por vezes descontava a saudade que sentia da esposa em Ichigo através de gritos ou brigas. O Elric queria acolhe-lo para que ele não precisasse sofrer com aquilo.

Entretanto, o tempo nunca é gentil e eles precisavam se despedir. Estava ficando muito tarde.

- Precisamos fazer mesmo isso? – O loiro perguntou manhoso – Estava tão divertido!

Estacionaram duas ruas antes da casa do Elric, porém o próprio não queria voltar, queria aproveitar mais da companhia do Kurosaki.

- Também não queria parar agora, mas você têm meu número, então a gente fica se falando.

- Eu sei. Só não queria ter que olhar na cara daquele velho idiota de novo – Era possível perceber certa irritação e chateação em seu tom de voz.

Após a morte da progenitora e a perda de seus membros, tanto Edward quanto seu irmão ficaram sobe os cuidados de uma velha amiga da família, dona Pinako RockBell, que também tinha uma neta da mesma idade dos garotos, esta que viria a ser a melhor amiga de ambos, Winry RockBell.

Van Hohenhein, o pai dos meninos, virou uma figura paterna ausente. Era um homem estudioso que vivia de suas pesquisas e que frequentemente viajava, demorando bastante tempo para aparecer. E quando aparecia, ia embora tão rápido, que nem parecia ter voltado.

Ele e Ed tinham uma relação conturbada. Tanto que o motivo de ter ficado com raiva naquela noite, era justamente por seu pai ter lhe ligado dizendo que não queria vê-lo chegando em casa com ninguém, muito menos com um rapaz. Detalhe: Hohehein tinha acabado de chegar de uma viagem de 7 meses.

Foi a gota d'água para o Elric, que gritou com o progenitor e encerrou a chamada, transbordando ódio. Quem aquele velho pensava que era para mandar em si, sendo que nem fazer parte de sua vida o imbecil fazia? O pensamento deixava-o possesso.

O loiro olhava para a janela do carro, pensativo, quando sua mão foi segurada pela do Kurosaki. Olhou para as mãos unidas e sorriu de lado.

- Sei que é complicado, mas não fique assim. Não estamos mais sozinhos agora – Sorriram um para o outro em cumplicidade.

Aquela sensação gostosa no peito, o clima sonhador onde tudo parecia ser possível e a boca bem desenhada de Edward, fez Ichigo arriscar ser morto pelo próprio pai.

Ele selou seus lábios aos alheios em um beijo mágico e calmo. Era assustador, encantador e incrivelmente saboroso...

Suas línguas exploravam o gosto de sorvete e bebida em suas bocas com avidez. Ed segurou o pescoço do mais alto para que ficassem mais próximos, ficando em cima do mesmo na cadeira do motorista, sentando em seu colo. Mordeu o lábio inferior do Kurosaki, que gemeu de leve ao ato. Sorriram em meio ao ato. E de repente, o contato tornou-se necessitado, intenso.

Pararam pela falta de ar, afastaram-se corados e sorriram, o coração batia forte contra o peito.

- Eles vão matar a gente se descobrirem – Edward disse sorridente.

- Eles não precisam saber – Ichigo lhe falou.

Continuaram a se falar e a encontrarem-se durante os meses seguintes. Iam para todos os lugares possíveis. Desde boates e casas noturnas, a fliperamas, parques, bibliotecas, a casa de ambos, e o lugar favorito deles: a estação de trem abandonada onde ficavam observando as estrelas juntos.

Encontros repletos de risadas, discussões complexas, brigas quase intermináveis e, em vários momentos, carícias, beijos e, em muitas vezes, sexo intenso e repleto de paixão.

Quando seus amigos perguntavam o que havia entre os dois, eles apenas diziam que “tinham um relacionamento muito complexo”.

Poderiam dizer que eram amigos de foda, que tinham uma amizade colorida, amigos muito próximos, uma amizade profunda. Contudo, nenhuma das definições faria jus ao que possuíam, todas eram vazias e desnecessárias. Além do que, sabiam que o amor que nutriam, não era apenas o amor de amigos. Sabiam que os olhares, toques e (principalmente) os beijos, não eram coisas que “amigos” fariam.

Esse amor era romântico. Estavam apaixonados.

E a declaração veio quando Ichigo, por acidente, durante um beijo com Ed, disse: “Eu te amo... meu amor...”.

A reposta foi um loiro assustado, com o sorriso mais lindo do mundo, respondendo: “Eu também te amo, meu anjo”.

O Kurosaki poderia jurar que se morresse naquele instante, morreria feliz. Assim como o Elric, que jurava estar em um sonho maravilhoso.

Estavam explodindo em felicidade.

Não precisavam definir sua relação, mas agora, poderiam se chamar de namorados. Ou namoridos, como Ed gostava de chamar.

Sentiam-se completos, como se a partir do momento em que se conheceram, não se imaginariam vivendo um sem o outro, apesar das brigas.

Ichigo não conseguia mais viver sem o sorriso, a inteligência, coragem e os olhos cativantes de Edward. E Edward não conseguia mais viver sem a risada, a teimosia, a empatia e os olhos estúpidamente lindos de Ichigo.

Era um amor jovem. Que tinha como único problema, a ignorância de gente velha demais.

Problema este que apareceu em uma tarde de sábado, quando Ichigo iria sair para levar o namorado em um passeio, porém havia sido barrado por seu pai, que o questionou se era verdade que ele estava namorando um menino. O garoto, cansado da situação, confirmou, e uma briga bastante desgastante se estendeu nos minutos seguintes.

Isshin gritava com Ichigo, (e vice-versa) de uma maneira que muitas pessoas se questionariam se aquele comportamento era normal. Ele perguntava-se se o filho era maluco, o que ele havia feito de errado para que seu menino fizesse aquilo? Estava furioso. Não aceitava aquele relacionamento. Tamanha era sua fúria que em determinado momento, foi até a gaveta da sala e pegou sua arma, apontando-a para seu filho de uma forma quase impiedosa.

O Kurosaki mais novo sabia que a arma não funcionava, que seu pai nunca o mataria de verdade. No entanto, ouvia o tique taque de um relógio em sua mente. Sentia que levaria um tiro à qualquer instante. Tal pensamento lhe fez ter, brevemente, o medo de morrer.

- Se sair por aquela porta, eu vou atirar em você! – Foi o que o Kurosaki mais velho disse.

Ichigo apenas olhou quieto para o pai, seguiu até a porta de entrada e saiu, entrou em seu carro ainda escutando os chiliques que seu pai dava como uma criança emburrada, e foi em direção à casa do amado.

Sendo recebido por um baixinho que sorria abobadamente, abraçou-o e deu-lhe um beijo apaixonado, sem se importar com os olhares intrometidos – para não dizer constrangedores – dos vizinhos do mesmo. Entraram no carro do Kurosaki e seguiram para a estação de trem abandonada que sempre iam, enquanto o mesmo contava da briga que tivera com o pai outrora. Edward se via entre querer esganar seu futuro sogro por dar aquele susto no namorado e querer mandar toda a sociedade homofobica pra puta que pariu. Talvez ele fizesse os dois.

- Seu pai é um imbecil e nada no mundo vai me fazer mudar de ideia sobre isso, Ichigo! – O loiro dizia enraivecido, deitado no colo do seu anjo, como costumava chamá-lo.

Já estavam na estação havia certo tempo. Encontravam-se deitados embaixo de um pano vermelho, trazido pelo Elric, ao lado de onde os trens deveriam parar e seguir viajem. Ed ainda estava revoltado com o pai de seu amado, simplesmente não conseguia esquecer daquilo. Tinha conhecimento de que Isshin era tão ou mais teimoso que Ichigo, afinal o conhecia, mas aquilo chegava a ser estressante.

- Sério – Continuou – Ele e meu pai se dariam muito bem há meses atrás, mas agora, acho que ele daria um soco no seu pai! – Ichigo ria do exagero usado pelo loiro, afagando as madeixas alheias.

Quando começaram a namorar, Hohenhein decidiu mudar, para ter uma relação melhor com o filho mais velho. Passava mais tempo em casa e passou a aceitar a sexualidade de Edward em sua totalidade, assim como o relacionamento do mesmo. Falava que Ichigo era uma boa pessoa e que seu filho merecia alguém incrível, porém sempre deixava claro que se o Kurosaki o machucasse, ele mesmo faria o alaranjado sumir da face da terra. No sentido mais literal da palavra.

Ed e Alphonse brincavam dizendo que o pai havia se convertido. Até a relação do baixinho com o progenitor haviam melhorado consideravelmente. Algo que claramente não era o caso de Ichigo com Isshin.

- Ele é uma pessoa difícil, sei disso – Ichigo disse, um sorriso esperançoso preenchendo seus lábios – Mas vai ter que respeitar de qualquer forma, até porque eu vou continuar com você – Ele fez o namorado sentar em seu colo, colocando algumas mechas loiras atrás das orelhas do outro, sorrindo – Quem sabe algum dia ele aceite nossa relação? Afinal, primeiro vem o respeito e depois, pode ser que aconteça a aceitação.

- Eu sei disso, só... Não queria que você precisasse passar por tudo isso – Disse olhando fixamente nos olhos castanhos que tanto adorava – Isso é injusto pra cacete, Ichigo!

- Eu sei que é, Ed. Mas sabe qual é a melhor parte disso? – Sorriu provocativo.

- E têm parte boa nisso? – Retrucou o baixinho.

O Kurosaki se aproximou da orelha do outro e sussurrou.

- Eu não estou sozinho... Eu tenho você aqui, comigo, então posso fazer tudo.

Afastou-se, deparando-se com um Edward corado, Ichigo riu sorrindo, e o loiro o retribuiu com um sorriso maior ainda.

- O que eu fiz pra te merecer, Kurosaki? – Segurou nos ombros largos do mais alto.

- É o que eu me pergunto todo dia quando se trata de você, Elric – Puxou o namorado para mais perto, colando seus narizes – Eu te amo demais, Ed.

- Eu também te amo muito, Ichigo – Colou seus lábios em um beijo repleto de amor, carinho e cuidado.

Eles eram apenas jovens querendo se amar da forma mais intensa e mágica possível. O que importava a opinião de terceiros? Eles que se fodam!

E mesmo que o pai de um deles não aprovasse, tudo bem.

Afinal...

Os pais nem sempre estão certos.


Notas Finais


Eu espero muito que vcs tenham gostado, perdoem pelos erros e espero que todos estejam bem.

Vejo vcs na próxima, até 😷🌹❤ #Usemmarscara #Secuidem #Fiquememcasa


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