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História Paris - Kim Taehyung - Capítulo 1


Escrita por: e OhSuhyuk


Notas do Autor


Caramba eu e a @OhSuhyuk nos divertimos muito escrevendo essa coletânea então espero que se divirtam lendo Paris, dependendo de quando estiver lendo a coletânea ja está inteira lá nos nossos perfis, de uma conferida

Capítulo 1 - Paris


Fanfic / Fanfiction Paris - Kim Taehyung - Capítulo 1 - Paris

As pessoas dizem que Paris é a cidade do amor, antigamente eu riria de tal comentário, moro aqui há desde que nasci e nunca fui tomada por nenhuma paixão avassaladora e além do mais o amor pode ser encontrado em qualquer lugar, não? Então por que atribuí-lo a uma só cidade? Eu não entendia isso até o dia em que o amor chegou para mim e onde eu estava? Paris, para minha total controvérsia.

Estava nos jardins da Champ de Mars tirando algumas fotos com a imponente Torre Eiffel ao fundo para postar nas minhas redes sociais quando de repente alguém esbarrou na minha perna. Eu caí no chão e pude perceber que estava frente a frente com um cachorro. O seu provável dono o tentava afastar de mim, mas o animal queria a todo custo vir até mim. Normalmente eu ficaria apavorada com aquela ameaça, mas eu não senti nenhuma hostilidade do cachorro e levei minhas mãos até sua cabeça e acariciei, ele se aquietou e seu rabo começou a balançar. Ele gostava de mim.

– Você está bem senhorita? — Uma mão me foi estendida e eu aceitei prontamente.

– Sim, esto… — Travei diante do par de olhos azuis que me olhava um pouco assustados. Eu nunca havia visto um rosto tão perfeito, parecia ter sido esculpido pelos deuses, eu queria tocar. 

– Perdão por isso… Avenue é muito explosivo. — Ele disse logicamente se referindo à seu cachorro, mas eu só estava me importando em olhar para ele.

– Senhorita, o que há? — Ele perguntou quebrando o transe em que me encontrava, virei o rosto constrangida. Não era educado ficar encarando as pessoas daquela forma, nem mesmo se elas se parecessem com anjos. 

– Estou bem, não se preocupe. — Me abaixei e peguei meu celular que estava caído ao chão e saí quase correndo, em seguida escutei latidos atrás de mim, dei uma olhada e o cachorro novamente vinha em minha direção, ele era muito grande e nem mesmo seu dono o poderia segurar pela coleira, ele poderia acabar se machucando. Parei de andar e esperei o animal me alcançar, ele cheirou meus pés e sentou no chão. 

– Acho que ele gostou de você. — O anjo em forma humana disse e soltou uma risada curta.

– Isso pode ser um problema, eu preciso ir. — Levei a mão à cabeça do cachorro mais um vez, ele pareceu contente com isso. Não era problema meu, mas eu não conseguiria sair dali enquanto ele tentasse me seguir. 

– Eu tentarei segurá-lo aqui comigo. Desculpe pelo incômodo. — Mais uma vez ele sorriu e eu me vi entre um dilema, ir embora ou ficar ali com aquele cachorro e seu como extremamente atraente. 

– Eu acho que não faz mal dar um passeio com ele. — Disse sem pensar e ganhei um belo sorriso de dentes brancos do humano e um sessão de latidos do cachorro. Naquela tarde nos jardins da Champ de Mars eu me apaixonei pelo estranho dono do cachorro que havia se apaixonado por mim. 


•°🌸°•



Eu aproveitei o passeio daquele dia para conversar com o meu amor platônico. Se chamava Tae, 26 anos, estudante de medicina, fiquei impressionada com cada coisa que ele falava sobre si. O mundo inteiro pode me julgar, mas eu disse à que gostaria de ver Avenue novamente e ele me deu seu número de telefone. No começo as nossas conversas eram apenas semanais, Tae ficou muito animado com a ideia de que alguém pudesse levar o seu grande bagunceiro para sair, ele não fazia isso com frequência por conta dos estudos que tomavam a maior parte de seu tempo e é claro que eu apareci para salvá-lo. Em um determinado momento nós estávamos agindo como amigos, mas meus sentimentos iniciais continuavam os mesmos e eu tinha medo que eles não casassem. É bem óbvio que eu nutria esperanças de Tae pudesse notar que eu era mulher bonita e se apaixonasse por mim, mas isso era algo impossível de se acontecer… 


Dei duas batidas na porta da casa de Tae e pouco tempo depois ela foi aberta. Sua mãe me recebeu com um grande sorriso. 

– S/N, seja bem vinda. Avenue se comportou direitinho? — Ela olhou para o cachorro e fez um gracinha para ele que respondeu com um latido. 

– Ele foi ótimo. — Disse e entreguei a guia à ela. – Tae está? 

– Sim, está no quarto estudando, pode entrar se quiser. — A senhora Kim abriu passagem e eu tirei meus sapatos para em seguida entrar. Subi as escadas um pouco depressa e lá em cima dei batidinhas na porta do quarto de Tae, só esperava que ele não esteja fazendo algo importante. Soltei um suspiro quando ouvi o barulho da maçaneta e a porta foi aberta. 

– Ah, é você? Claro que é. Se fosse mama ela entraria sem bater. — Tae se escorou na porta e eu engoli em seco enquanto observando seu corpo semi despido. Ele usava apenas uma calça moletom cinza e um… 

– Nossa, você usa óculos. Você fica bem… — Bem? Ele ficava perfeito. Como era possível alguém ficar mais sexy do que já era? E tudo por causa de um simples acessório.

– Uso apenas quando vou ler. — Ele fez abriu os braços para me abraçar, mas eu coloquei minhas mãos entre nossos corpos. 

– Não, eu estou suada. Acabei de chegar com Avenue.

– Eu não me importo. — E ele me abraçou assim mesmo, fechei os olhos envergonhada e se eu estivesse fedendo a suor? E ele que usava aquele perfume maravilhoso, eu queria poder armazenar aquele cheiro em minhas narinas pra sempre.

– Morreu? — Ele perguntou ao me soltar. Não, mas quase, toda vez que ele me abraçava meu coração queria sair pela boca. Eu tava muito apaixonadinha por ele. 

– Eu preciso ir. Só vim ver você rapidinho. — Pus as mãos pra trás e entrelacei meus dedos. Eu não gostava de passar muito tempo com ele, porquê a qualquer momento a minha língua poderia bater e então eu iria me declarar e eu preferia continuar sendo sua amiga do que ser rejeitada. 

– Mas você não tem nada pra fazer em casa.

– E como é que você sabe disso?

– Sabendo, simplesmente. Não gosto quando você faz isso.

– Isso o quê?

– Quando você diz que precisa ir. Está sempre fugindo de mim. Você devia ficar às vezes. — Ele levantou meu queixo com um dedinho e eu paralisei quando percebi que ele se aproximava de mim. Nossos rostos ficaram a centímetros de distância. 

– Tae, o que está fazendo? — Perguntou num fiapo de voz.

– Nada demais. — Ele disse e roçou seus lábios nos meus. Levei minha mão até seu tórax com a intenção de afastá-lo, mas ao invés disso eu o acariciei. 

– Não me provoque. — Arrastei minhas unhas sobre sua pele alva e três linhas vermelhas surgiram. 

– Mas eu quero. — Nesse momento ele me puxou para dentro do quarto e fechou a porta. Levou uma mão até meus cabelos, agarrou meu rabo de cavalo e o puxou para baixo deixando meu pescoço exposto. Tremi ao sentir sua língua molhada tocando minha pele.

– Estou suada. — Me assustei com a minha voz rouca. 

– Não está. — Ele beijou meu pescoço e depois foi para minha boca. Nossas línguas se enroscaram e suas mãos apertaram forte as minhas nádegas. Parecia que eu ia dissolver sobre ele, sua boca tinha um gosto tão bom, era algo cereja ou uva, devia ser o gosto de o que sobrou de alguma bala que ele chupou. 

– O que está fazendo? — Perguntei quando ele me empurrou em direção ao seu guarda roupa. 

– Gaveta… a camisinha na primeira gaveta. — Ele gemeu contra meu ouvido e abriu a gaveta atrás de mim, quando ele achou o que procurava me arrastou até a cama, ele sentou e me fez montar nele. Levei meus olhos até suas partes baixas e o seu membro marcava sua calça moletom. 

– Meu Deus, você é grande! — Disse e minha mão foi de encontro ao motivo de meu espanto. Tae gemeu quando o toquei. 

– Não faça assim, estou tão duro.

– Assim como? Assim? — Apertei minha mão envolta de seu comprimento e ele mordeu os lábios. 

– Sim, não faça assim… — Pediu fazendo uma carinha fofa e eu não resisti. O soltei e me encarreguei de tirar seus óculos e colocar na sua mesinha de cabeceira, depois peguei na barra de sua calça e o despi, ele estava sem cueca e eu logo me deparei com belo pênis de cabeça rosinha, ele era tão bonito que eu queria chupá-lo todo, mas quando levei minha boca para perto Tae segurou meu rosto e me fez olhar para ele. 

– Não posso permitir que faça isso. — Ele disse com a voz arrastada.

– Se eu quiser eu faço. — Ameacei, mas ele balançou a cabeça. 

– Hoje não… — Seu peito subia e descia rápido. – Fique nua para mim. 

– Tá… — Falei um pouco nervosa, meu corpo estava bem, mas será que ele gostaria do que veria? E se não? Afastei os pensamentos negativos e comecei a tirar minhas roupas que consistiam somente numa regata apertada, a legging e uma calcinha. Quando fiquei nua e olhei para percebi que ele já havia colocado o preservativo. De repente me dei conta da situação, eu ia transar com ele, com o cara que me apaixonei à primeira vista, sou muito sortuda mesmo. Ele me chamou e eu fui até ele, trocamos mais um beijo e eu o empurrei contra a cama e me movi por cima dele, peguei seu membro e encaixei em mim. Percebi que já estava molhada e que não precisaria de delicadeza para ser preenchida. Com uma só sentada ele estava todo dentro de mim, mordi os lábios para conter o grito, não estávamos sozinho na casa e eu não gostaria que a mãe ou a irmãzinha de Tae nos ouvisse transando. As mãos dele seguraram firmes em minhas coxas e me ajudou com os movimentos de sobe e desce. Aquela posição era ótima pois eu o sentia batendo bem fundo em mim. Devo dizer que fiquei decepcionada quando minhas pernas começaram a fraquejar, mas o que podia fazer? Não sou de ferro… mas a decepção logo passou quando ele me fez deitar na cama e subiu por cima de mim e penetrou. Como podia ter ficado melhor que Antes? Agora estava bem mais confortável para mim já que era ele que fazia todos os movimentos. 

Vez ou outra eu soltava um gemidinho e apertava os lábios, não podia me esquecer. Poxa S/N tem gente na casa, se controla. Tae também estava de boca fechada, soltava apenas alguns sons involuntários enquanto se arremetia dentro de mim. Eu comecei a chegar no meu limite, logo o meu orgasmo viria, Tae deve ter percebido isso pois ele começou a vim mais rápido e eu já não estava mais aguento segurar meus gritos. Ele me calou com beijos e continuou a vim… e então explodiu, meus dedos dos pés se enrolaram e eu fiquei molinha. Tae levantou minha perna esquerda e continuou a bombar em mim, pouco depois eu o vi fechando os olhos e abrindo a boca enquanto liberava o seu prazer. O rosto dele estava completamente vermelho, me perguntei se também estaria assim. Passei minha mão pelo comprimento de seu braço e o puxei para um beijo. Ele o retribuiu e foi um beijo calmo, sem urgência. Quando o beijo foi cessado ele saiu de mim e se jogou na cama ao meu lado.

Levei a mão a meu peito e senti meu coração batendo acelerado. Uau… Eu estava tão eufórica, mas também estava cansada, fiquei um pouco deitada, tentando organizar meus pensamentos. Primeiro, transei com o cara que gosto. Segundo, não sei como agir depois disso. Terceiro, talvez as coisas fiquem estranhas entre nós. Merda. Por que eu não pensei nisso antes de enfiar o pau dele em mim? Agora não adiantava nada. Me levantei da cama e comecei a catar minhas roupas e a vestí-las mesmo que ainda estivesse molhada lá embaixo. 

– Você já vai embora? — Tae falou enquanto me observava com um olho aberto e o outro fechado. 

– Sim, preciso ir. — Falei já vestindo a minha legging, tentei ajeitar o meu rabo de cavalo que tinha sido bagunçado, mas minhas mãos tremiam e ele não parava de ficar torto.

– Me deixe ajudar. — Tae falou e se levantou da cama ainda com a camisinha ainda nele, desviei o olhar. Tae ficou atrás de mim, tirou o elástico dos meus cabelo e enfiou os dedos nestes, o arrepio foi instantâneo, fechei os olhos e curti a sensação enquanto ele prendia meus fios. – Prontinho. 

– Obrigado. 

– De nada. — E depositou um beijinho próximo a minha orelha, soltei um suspiro. 

– Estou indo. — Avisei. 

– Até mais namorada. 

– O quê? — Quase gritei e me virei para ele. Tae tinha um sorriso travesso nos lábios. – O que você disse?

– Eu disse até mais. 

– A frase toda… — Rosnei entre dentes, se ele tivesse brincado eu ia dar um socão na boca dele. 

– Até mais namorada. — Sua mão tocou minha bochecha. – Algum problema namorada?

– Mas nós não somos… 

– Eu já considero você minha, basta apenas que você me considere também. — Aproximou seu rosto do meu e um selo foi depositado em minha boca. 

– Você é muito atrevido. — Dei um soquinho em sua barriga e me afastei em direção à porta e quando a abri olhei para ele e disse sorrindo: – Estou indo namorado. 

– Eu vou buscá-la hoje à noite. Esteja pronta às 8 em ponto namorada. — Ele disse e eu acenei com a cabeça antes de sair correndo em direção as escadas. É… eu encontrei o amor e ele mora apenas duas ruas de distância da minha casa. Ah… e moramos em Paris, a cidade do amor.


Notas Finais




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