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História Park Jimin- O Ceo do Meus Sonhos - Capítulo 35


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Capítulo 35 - Capítulo 34


                       ◇ JIMIN

Faltava pouco mais de uma semana para o baile das Indústrias Park acontecer. Eu estava ficando sem tempo para inventar uma desculpa, sobre porque não levar Alyssa comigo, e aquilo me preocupava. 


Estava me preparando para ir almoçar com Jungkook, quando a Sra. Bush informou que Ahra me aguardava na recepção. Eu não deveria recebê-la, na verdade queria cortar qualquer vínculo, por isso estava recusando todas as suas ligações desde a semana passada, mas se ela se deu ao trabalho de aparecer ali, era porque tinha algo importante para falar, então autorizei sua entrada. Ela passou pela porta usando um de seus vestidos provocantes e decotados, que teriam me deixado louco se fosse em outra época.

— Custava ter atendido as minhas ligações? — inquiriu, exaltada.

— Ando bastante ocupado, Ahra. No que eu posso ser útil?

Ela se acomodou na cadeira à minha frente e cruzou as pernas de forma sexy.

— Descobri mais algumas coisas sobre o plano do senador e de Jisoo.

Remexi-me desconfortável na cadeira. Quem seria a fonte de Ahra? Será que ela estava envolvida naquele plano e tentava despistar minha atenção? Eu tinha tantas perguntas.

— E o que descobriu? O que aquele miserável está armando?

Ela mordeu o lábio e pareceu meio alarmada com o que ia falar.

— Eles não querem mais se livrar do bebê.

Respirei aliviado, enfim aqueles filhos da puta caíram em si.

— Eles querem matar Alyssa durante o parto, para Jisoo ficar com o bebê.

Eu arregalei os olhos em surpresa, mas logo o meu nível de fúria extrapolou todos os limites. Tinha vontade de ir até Sejongno e descarregar a minha melhor arma na cabeça daquele infeliz.

— Está me dizendo que eles esperarão todo o período da gravidez, para então tentarem matar a minha mulher no parto?

Ela confirmou com a cabeça.

— Você tem como provar isso, Ahra?

Ela mexeu na bolsa, pegou o celular, digitou alguma coisa, provavelmente a senha de desbloqueio, e o entregou a mim.

— Meu contato trabalha com o senador e conseguiu isso para mim.

Eu tinha certeza de que ela estava mentindo, porque o Kim vivia cercado por abutres que lhe seriam fiéis até a morte.

Peguei o aparelho da mão dela e fiquei abismado com as mensagens trocadas entre ele e Jisoo. O que Ahra dizia era verdade. Deixei o celular cair na mesa tamanha era a minha fúria.

Eu tinha que agir, estava na hora de jogar pesado. Se eles achavam que continuariam me chantageando, estavam enganados. Aqueles dois iriam conhecer um Park Jimin que poucos conheciam.

                               ●●♡●●

O primeiro passo para me vingar do senador e de Jisoo, foi chamar meu assessor de imprensa e pedir que ele soltasse uma nota, informando que não estávamos mais juntos. Queria que ele deixasse claro que não teria noivado, muito menos casamento, mas que continuávamos amigos. Tinha certeza de que isso os deixaria enfurecidos, o que era exatamente a minha intenção.

— Senhor, tem certeza de que é apropriado fazer isso? — Bauer questionou assim que meu assessor de imprensa saiu da sala.

— Eu sei o que estou fazendo, apenas me mantenha informado de todos os passos deles.

Ele concordou e saiu.

Fui até o bar, precisava beber alguma coisa para tentar me acalmar e não fazer nenhuma loucura.

Depois de duas doses vi que não tinha cabeça para mais nada naquele dia, por isso pedi que a Sra. Bush desmarcasse o almoço com Jungkook e permaneci no escritório.

Tinha tantas questões a resolver, minha vida estava atrelada a uma série de problemas e confusões, que deixava meus dias cada vez mais estressantes. Como eu queria poder ficar em paz com Alyssa, especialmente agora, quando ela esperava um filho meu.

Livrar-me daquele relacionamento de fachada com Jisoo, era o primeiro passo que estava dando para as grandes mudanças, que eu pretendia fazer até meu filho nascer.

                               ●●♡●●


O dia do baile beneficente havia chegado e Alyssa nunca mais tocara no assunto de me acompanhar. Eu estava grato por aquilo, não queria correr o risco de expô-la, mesmo que meu término com Jisoo, já tenha se tornado público.

Depois da nota que soltei na imprensa, uma semana atrás, e que apareceu em todos os veículos de fofoca no sábado pela manhã, os jornalistas não paravam de ligar. Nosso rompimento fora um prato cheio para eles, tanto que não me atrevi a sair de casa no final de semana.

Mas aquilo era bom, quando recobrasse a memória, Alyssa não poderia reclamar disso; eu estava colocando todo o meu império em risco para ficar com ela.

Meus advogados e eu ficamos esperando a revanche do senador, mas já havia se passado uma semana e ela não veio. Também esperei que Jisoo invadisse meu escritório, aprontando um escândalo, mas ela não apareceu. Tudo isso mostrava o grau de frieza daqueles dois. Toda aquela calmaria deixava meus sentidos em alerta máximo.

Estava terminando de me arrumar quando me dei conta de que não via Alyssa há algum tempo e decidi procurá-la pela casa. Parei de chofre ao chegar à sala e vê-la absolutamente linda em um longo vestido verde esmeralda com tecido delicado que deixava suas curvas perfeitas ainda mais pronunciadas.

Estreitei o olhar em direção a ela, como se questionasse o porquê de estar vestida daquela maneira, mesmo sabendo a resposta.

— Surpresa, meu amor — ela falou com um sorriso deslumbrante no rosto que aqueceu meu coração.

— E que surpresa, você está linda.

Toquei seus lábios com os meus e seu perfume gostoso invadiu meus sentidos.

— Você é que está maravilhoso, será o homem mais bonito do evento. Vou morrer de ciúmes.

Eu sorri, mas ela deve ter percebido algo, pois perguntou com tristeza:

— O que foi, Jimin, não gostou da surpresa?

Minha cota de mentiras com Alyssa estava esgotada. Levá-la a esse baile seria perigoso demais, mas não teria como inventar algo para mantê-la em casa. Respirei fundo, observando como ela estava linda naquele vestido e o mais importante, como estava feliz. Não poderia decepcioná-la.

— Adorei a surpresa, só estou preocupado com o evento, é sempre um pouco estressante. Agora vamos, o motorista já está nos esperando.

Minhas palavras a deixaram aliviada e seu sorriso voltou a brilhar.

Durante o caminho mandei mensagem para Dae explicando a situação. Graças a Deus ele entendeu e prometeu que me ajudaria a mantê-la distraída. Entramos por uma porta lateral que dava acesso ao local da solenidade e pedi que Bauer levasse Alyssa até nossa mesa, com a desculpa de que teria que me preparar para o meu discurso.

Alyssa acreditava em tudo o que eu falava, seu amor por mim a cegava de tal maneira que a deixava excessivamente confiante e resignada. Qualquer outra mulher armaria um escândalo por não entrar pela porta da frente e ao meu lado, com direito a milhões de fotos no tapete vermelho, já ela sempre fora diferente, minha companhia bastava e eu tinha começado a perceber que me sentia da mesma forma.

Agora era esperar que a noite transcorresse bem. Tanto Dae quanto Bauer estavam por dentro de toda a situação e esperava que isso fosse o bastante para manter tudo sob controle.

                                 ♡ALYSSA

O enorme salão onde aconteceria o baile beneficente estava elegantemente decorado em tons de branco e dourado. Tudo ali era de extremo bom gosto e eu estava deslumbrada com o que via ao meu redor e satisfeita por presenciar aquilo.

A princípio achei que Jimim tinha ficado chateado por eu ter decidido acompanhá-lo sem conversar com ele primeiro, mas esqueci aquele pensamento bobo assim que ele me devorou com os olhos e me elogiou; e mesmo sabendo que não teria sua total atenção, fiquei feliz por estar ali.

A pedido de seu chefe de segurança, entramos por uma porta localizada na lateral do edifício, a fim de evitar a confusão com os jornalistas, o que para mim, foi ótimo.

Dae já esperava quando adentrei no local e o abracei quando ele se aproximou. Enquanto Bauer nos guiava até nossa mesa, algumas pessoas cercaram Jimin no lado oposto ao meu. Fiquei imaginando que devia ser sempre assim com ele, Park Jimin tinha um magnetismo incrível que atraía as pessoas, tanto homens quanto mulheres.

— Você está linda, a propósito — Dae elogiou quando nos acomodamos.

— Obrigada por sua ajuda.

— Sempre que precisar — ele garantiu. Logo começou a falar sobre o evento e dominou minha atenção com uma facilidade enorme.

Só paramos de tagarelar duas horas depois, quando as luzes ao redor se apagaram deixando apenas o palco iluminado. Jimin surgiu lá em cima, lindo demais em um smoking, e iniciou seu discurso de boas-vindas. Queria que ele se virasse para mim e pelo menos me lançasse um sorriso, mas acreditava que mesmo que fizesse isso não conseguiria me ver, nossa mesa estava num local muito escuro. Enquanto ele falava, virei-me para Dae; queria perguntar sobre algo que tinha começado a me incomodar na medida em que o tempo foi passando e Jimin não apareceu na mesa, nem sequer para perguntar como eu estava ou me dar um beijo.

— Dae, eu percebi que você não gosta muito de tratar de assuntos relacionados a mim e Jimin, mas eu e ele éramos assim nos eventos, ele ficava distante o tempo todo? — perguntei, pois já estava me sentindo uma intrusa.

— Vocês não costumavam sair muito — respondeu depois de um tempo. — Sempre foram muito reservados. — Ele se limitou a falar essas duas frases e mudou de assunto, falando do meu vestido e das joias.

Poucos minutos depois, uma morena de olhos castanhos, parou ao lado da nossa mesa. Ela era muito bonita, mas seu olhar soltava raios em minha direção.

— Olá, Alyssa.

— Olá — respondi, forçando minha mente a lembrar de onde a conhecia.

Ela desviou o olhar do meu rosto e olhou para o palco. A boca se retorceu um pouco antes de ela se sentar ao meu lado. Nessa hora, Ralf, o segurança de Jimin que me acompanhava se aproximou.

— Acho melhor se retirar, Srta. Kim — ele pediu e ela o fuzilou com o olhar.

— Sou filha de um senador da Coréia do Sul, acha mesmo que vou criar alguma confusão em um evento desse porte?

Ralf não respondeu, mas ficou olhando para os lados, como se procurasse por alguém, reforços, talvez.

— Isso não lhe dá o direito de se sentar em nossa mesa sem ser convidada — falou Dae, um tanto alterado.

— E o que você vai fazer? Me obrigar a sair daqui?

— Se for preciso, sim. Eu não tenho nada a perder.

Ela pareceu um pouco preocupada, mas ainda assim se virou para mim e começou a falar:

— Jimin terminou tudo comigo semana passada, através de uma nota que ele soltou na imprensa. Está em todos os jornais. Você pode imaginar como me senti? Não consigo entender como consegue dormir tranquila, sabendo que me separou do homem que eu amava.

Eu fiquei sem palavras. Como assim Jimin havia terminado com ela?

— Quem é você e por que está falando essas mentiras?

— Ah, então é mesmo verdade que você perdeu a memória. Ainda bem que eu trouxe isto aqui para te ajudar.

Calmamente ela abriu a bolsa e tirou um pedaço de papel que parecia ser o recorte de um famoso jornal.

— Jisoo, pare com isso! — Dae pediu e tentou tirar o jornal da mão dela.

— Eu quero ver, Dae — disse a ele, convicta de que alguma coisa estava errada e aquele pedaço de papel poderia me ajudar a esclarecer.

Peguei o jornal sob os protestos de Dae e do segurança e visualizei a nota que falava sobre o rompimento de Park Jimin e Kim Jisoo. A data do jornal era do último sábado. Então era isso que Jimim temia que eu não perdoasse. Ele tinha uma namorada, quase noiva, pelo que lia ali.

— Não sei o que dizer — falei com as mãos trêmulas e os olhos marejados.

— Você nunca passou de uma amante sem importância, que acabou engravidando. Jimin sempre vai me amar e você terá que conviver com isso.

— Cale a boca, Jisoo. Tire-a daqui — Dae disse exaltado, fazendo o segurança se aproximar dela.

A nota só confirmava que Jimin estava mentindo esse tempo todo. Por isso ele não queria sair comigo em público, por isso não se declarava. Eu já tinha falado inúmeras vezes que o amava e a resposta era sempre um sorriso ou um beijo. Ele estava comigo por causa do filho e não por amor.

Aquela constatação fez uma pontada atravessar a minha cabeça, fazendo-me levar as duas mãos às têmporas e contorcer a boca de dor.

— Alyssa, o que você tem? — Dae perguntou preocupado, enquanto Jisoo saía escoltada por Ralf.

— Senti uma pontada muito forte na cabeça. Quero ir embora.

— Tudo bem, eu te acompanho.

Ele me ajudou a levantar e me guiou até o lado de fora pela mesma porta lateral, pela qual eu entrara mais cedo. Quando chegamos à rua, ele chamou um taxi e assim que entramos no carro, falei:

— Quero ir para o meu apartamento, Dae, pode ser?

— Claro.

Ele deu o endereço ao motorista e durante o caminho se manteve calado, o que só me fez acreditar que havia muito mais coisas naquela história. Eles com certeza estavam me poupando da verdade e aquilo me deixou enfurecida. Eu tinha o direito de saber o que estava acontecendo na minha vida.

Assim que o carro parou, desci e parei em frente ao prédio, admirando a fachada conservadora e imponente enquanto Dae pagava a corrida.

— Eu moro aqui?

— Sim, mora — Dae disse, digitando uma senha e me dando passagem.

Chegamos ao hall e me deparei com um simpático senhor.

— Alyssa, quanto tempo! — ele cumprimentou sorridente e imaginei que era alguém com quem eu tinha muita afinidade, pois ele usou o meu primeiro nome.

— Olá, boa noite — o cumprimentei.

— Jenki, preciso das chaves do apartamento de Alyssa. O general deixou uma cópia com você, certo?

— Deixou sim, Dae. Cuidamos da limpeza durante o tempo em que estava fora, Alyssa. Está tudo em ordem — afirmou entregando as chaves.

Pelo visto o Sr. Jenki era um funcionário de confiança, já que meu pai conferira as chaves do meu apartamento a ele.

— Muito obrigada por ter cuidado de tudo — agradeci com um sorriso.

Dae me guiou para a área dos elevadores e a cada avanço que eu dava, sentia uma fisgada na cabeça. Com certeza, inconscientemente, meu cérebro estava se esforçando para relembrar tudo.

Assim que chegamos ao meu andar e Das abriu a porta do apartamento, uma sensação estranha me invadiu. Dei o primeiro passo e observei a mobília. Dei mais alguns passos e uma imagem surgiu na minha mente. Fechei os olhos e visualizei Jimin e eu no sofá, ambos com taças de vinho na mão. Em seguida outras imagens começaram a bombardear a minha cabeça: Faculdade, a viagem para a Alemanha, Caribe… A cada segundo mais e mais imagens foram surgindo e preenchendo todos os cantos vazios do meu cérebro. Então a mais poderosa apareceu: Ahra e Jimin se beijando, seguida do meu tombo da escada.

Meu Deus!

— Alyssa, o que está sentindo, você está pálida.

— Eu me lembrei de tudo, Dae.

Ele arregalou os olhos.

— Tudo?

— Sim tudo! — confirmei e senti as lágrimas descendo pelo meu rosto enquanto ele me abraçava.

Meu choro estava repleto de felicidade e dor. Eu me sentia feliz por finalmente recobrar a memória e magoada por todas as coisas que Jimin tinha me feito passar.

Como pude ter me sujeitado a tanta coisa por um homem? Onde estivera o meu amor próprio durante os últimos meses?

— E como se sente?

Afastei-me dele e soltei uma lufada de ar.

Com muito ódio de Park Jimin e das vadias que o cercam.

Dae soltou uma risada desgostosa e me abraçou mais uma vez.

— Bem-vinda ao clube.

Nessa hora seu celular começou a tocar. Ele virou o visor para eu ver que era Jimin. Assim que parou, ouvi o meu celular tocar dentro da minha bolsa. Ele não descansaria enquanto não soubesse onde eu estava.

— Mande uma mensagem dizendo que estou bem, mas que fiquei com dor de cabeça e por isso você me levou de volta para a cobertura. Isso me dará algum tempo.

Dae fez o que pedi e depois declarou:

— Não vai demorar para Jimin vir atrás de você. Tenho certeza de que ele não vai esperar o baile acabar para sair de lá e quando não a encontrar na cobertura, imediatamente virá para cá.

— A última coisa que eu quero é me encontrar com ele. Estou farta de suas mentiras, preciso sumir por um tempo, Dae.

— Acho que sei quem pode nos ajudar nisso.

                              ●●♡●●

Liguei para o meu pai explicando toda a situação e em quinze minutos já havia um carro me esperando na garagem do edifício. Dae preparou uma pequena mala para mim, enquanto eu trocava de roupa e rejeitava as inúmeras chamadas de Jimjn. Ele, provavelmente, já tinha descoberto que eu não estava na cobertura e devia estar a caminho do meu apartamento. Bom, perderia seu tempo.

Descemos pelo elevador de serviço e saímos direto na garagem.

— Eu ligo para você, quando chegar ao meu destino, Dae. Mas em hipótese alguma revele a Jimin onde estou, ele tem que achar que eu sumi do mapa por conta própria, ou não vai deixá-lo em paz.

— Deixa comigo, boneca. Agora vá, porque ele deve chegar a qualquer momento.

Concordei e entrei no carro, sabendo que estava tomando aquela atitude de cabeça quente. No entanto, as lembranças repentinas me fizeram perceber o quanto eu fora tola, Jimin nunca havia valorizado o meu amor, muito pelo contrário, em todo esse tempo eu sempre tinha sido sua última opção.

Toquei minha barriga por cima do suéter e senti que a partir daquele momento, eu teria que lutar pelo meu filho, já que o pai dele não valia um centavo. Precisava sumir por um tempo, me recolher em um canto, lamber minhas feridas e cuidar do que me era mais precioso. Somente quando estivesse recuperada o bastante, é que eu voltaria para enfrentar a fera.

                               ●●♡●●

Eu já tinha saído de Seul há uma semana. Passei pela Itália e outros dois países da Europa antes de chegar à França, onde pretendia ficar. Caso Jimin conseguisse me rastrear, teria um bom caminho a percorrer até me achar.

Um amigo de meu pai havia ajudado a me instalar em Reims. Como era uma cidade turística, eu não despertaria a curiosidade dos moradores locais. Estava ali há três dias e já estava adorando, era um ótimo lugar para se pensar na vida. Pretendia me desligar de todos os problemas e me concentrar apenas no meu bebê. Para isso, procuraria um médico para acompanhar minha gestação ainda naquela semana. Queria fazer tudo da maneira correta.

O apartamento que havia alugado era lindo, aconchegante e todo mobiliado, e eu conseguia me imaginar morando ali por muito tempo. Através de pessoas que conhecia, meu pai havia me conseguido um novo nome juntamente com todos os documentos que eu precisaria, por isso eu agora me chamava Sophia Benson e estava gostando daquela nova fase em minha vida. Era solitária, porém tranquila, tudo o que eu precisava no momento.

Não fiz questão de comprar celular, mas criei um outro e-mail para me comunicar apenas quando realmente precisasse e desativei todas as minhas redes sociais. Park Jimin era esperto o suficiente para me rastrear em qualquer lugar do mundo, então achei melhor me desconectar de tudo.

Claro que eu não pretendia ficar ali para sempre. Ele era pai do meu filho e não seria justo com nenhum dos dois, privá-los da companhia um do outro, mas precisava que ele ficasse longe enquanto eu reorganizava meus pensamentos, me fortalecia e decidia o que fazer da minha vida


Notas Finais


E agora?? Alyssa recuperou a memória e fugiu do Jimin! Oque será desse casal?🤔

Até o próximo capítulo 💕


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