História Parkeson - Capítulo 19


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Categorias Cody Christian, Teen Wolf
Personagens Adrian Harris, Aiden, Alan Deaton, Araya Calavera, Breaden, Chris Argent, Cody Christian, Corey Bryant, Jordan Parrish, Kate Argent, Liam Dunbar, Mason Hewitt, Melissa McCall, Noshiko Yukimura, Personagens Originais, Peter Hale, Rafael McCall, Scott McCall, Sheriff Noah Stilinski, Stiles Stilinski, Theo Raeken
Tags Ação, Amor, Aventura, Conexão, Dylan, Elizabeth, I Hate You I Love You, Luar, Monroe, Obrien, Parrish, Romance, Scoot Mccall, Teen Wolf, Theo Raeken
Visualizações 87
Palavras 1.598
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Luta, Policial, Romance e Novela, Sci-Fi, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OIEEEEE
Demorei mas chegueeei!!!
Prontinho e espero que goxtem!!

♥♥♥

Capítulo 19 - Truce


Assim que chegaram em casa, Liza estava um caco, nada foi dito durante sua viagem de vinda até o apartamento dela. Ela não queria papo, estava preocupada demais para poder falar qualquer coisa, principalmente com Raeken.

—Vou perguntar só mais uma vez...—disse ele, fechando a porta atrás de si enquanto a garota ia até o fogão e colocava água para esquentar. Theo revirou os olhos e foi até o balcão, sentou em uma das cadeiras em que ficava ao lado dela, ficando meio que impossível de Liza evitar olhar para ele.—...tudo bem?

—Por que não estaria?!—retrucou, curta e grossa.

Theo respirou fundo, buscando paciência.

—Quer conversar?—perguntou novamente e ela suspirou.

—Se tem uma coisa que eu não quero agora é ficar tão peto assim de você!—falou entredentes.

—Você é impossível Liza.—tirou seu casaco de couro e jogou no sofá, ela o olhou de realce, em repreensão, Theo pegou sua blusa novamente e segurou-a. Elizabeth deixou a chaleira no fogo, se levantou e parou em frente à ele, com um sorriso descarado, e ao mesmo tempo raivoso na face.

—Só porque você vai tomar conta da minha raiva...—disse.—... não significa que possa ficar aqui Theodore.—e foi até seu quarto, trancando a porta em seguida.

Theo saiu de lá e bateu a porta, fazendo um estrondo ecoar pela casa. O elevador estava ocupado e ele não estava com paciência para esperar, desceu pelas escadas e foi até  o estacionamento, entrando em sua caminhonete azul. Entrou lá, e massageou as têmporas, pegou seu celular e digitou o número desejado.      

Ligação on

—Alô?

—Scott sou eu.—disse.—Isso não vai funcionar, o seu plano de ficar de olho nela não vai colar.

—Theo esse é o primeiro dia e já vai desistir?

—Eu sei quando não sou bem vindo. Olha eu, eu...

—Não pode desistir assim, pode até demorar pra vocês se acostumarem, mas dá uma chance.

—Uma chance de quê?

—De melhorar as coisas entre vocês.

—Não tem um nós Scott, não tem nem mesmo trégua com ela. Não existe um minuto em que ela não sinta raiva a ponto de me matar.

—Vai ter que mostrar pra ela que você mudou Theo.

—Eu mudei? Será mesmo?

—Se ainda fosse o mesmo Theo que pegou o meu poder, não iria conseguir tirar a dor das pessoas como fez nos últimos tempos conosco.—Theo ficou pensativo.—Mostre esse lado pra ela.

—E se não foi o suficiente?

—Você nunca vai saber se não tentar.   

Ligação off

Aquelas palavras o atingiram lá no fundo, e sabia que, mesmo que não quisesse, precisava fazer aquilo, não só por Liza, mas por ele mesmo. O quimera guardou o celular e aconchegou-se no banco, esperando o sono chegar, pensando em como demonstrar à ela que poderia ser um Theo diferente do que foi durante toda a adolescência deles.

***  

Assim que amanheceu, Liza tratou de acordar assim que o Sol apareceu, para não haver mais encontros como o de ontem com Theo. Eram sete da manhã quando deixou a casa e andou até a recepção, passando pelo estacionamento, que era ao lado do prédio. Olhou para lá e pode ver um Theodore com a cabeça apoiada no próprio braço, encostado no vidro do carro, enrolado em uma manta, dormindo. Por um instante, teve compaixão o suficiente para se arrepender de tê-lo expulsado de casa, mas logo a imagem de Lawrence morto na rua voltou à tona e sua raiva voltou. Ela balançou a cabeça, reprimindo os pensamentos e voltou a andar à passos firmes até uma cafeteria próxima.

Quando chegou, fez seu pedido e esperou sentada no balcão, olhou em volta, vendo aquelas pessoas, cada uma com seus afazeres, celulares no ouvido ou apenas lendo o jornal, vidas em jogo, tudo por culpa dela.

—Que bela manhã.—assustou-se ao ouvir uma voz, mas ao olhar para a esquerda, notou que Miranda estava ali.—Sabe eu fiquei até com dó, tadinho dele Liza...

—Ta me seguindo?

Miranda soltou uma risada.

—Relaxa.—disse ela.—Vim tomar café da manhã.

—Não foi o que eu perguntei.

—E eu não preciso responder sua pergunta.—falou olhando o cardápio.

 Logo, o pedido de Liza chegou e a atendente se confundiu por alguns segundos, olhando para as duas sem saber a quem pertencia o café.

—É dela.—Miranda respondeu com um sorrisinho, Liza revirou os olhos.—E eu quero um cappuccino light, sem açúcar e cookies... e ah, para a viagem.—a atendente anotou e logo saiu, Liza pegou seu café e se levantou, mas Miranda segurou seu braço.—Olha estou te dando mais hoje para reconsiderar e vazar daqui, me deixar concluir o plano.

—Miranda, você acha que eu sou burra?!—Liza rebateu.—Sei que está me seguindo.

—E vou continuar te seguindo até você deixar de existir.—soltou o braço dela e sorriu cinicamente.

Liza engoliu em seco, não porque estava com medo, mas porque estava triste por perceber o que a sua prima, sua irmã, se tornou.

Chegou em seu apartamento e foi andando sem pressa até sua casa, foi pelas escadas mesmo e logo percebeu que alguém estava ao seu lado, quando sentiu o cheiro, virou-se com tudo e prendeu-o pela garganta na parede. Respirou fundo logo em seguida ao notar quem era.

—Que susto Raeken!—disse o soltando.        

—Bom dia pra você também.—arrumou sua blusa e continuou seguindo-a.—Encontrou alguém importante pra te deixar assim? Alguém como a Mi...

—Não é da sua conta.—retrucou abrindo a porta de sua casa.—E você não precisa me seguir.

—Ta legal, sem stress.—seguiu-a fechando a porta atrás de si.—Sabe que vai ter que contar pro Scott uma hora né?!—ela parou de andar até seu quarto, virou-se e o olhou com raiva, suas garras estavam soltas.—Segura a raiva, ta parecendo o Liam.—ela ainda estava em silêncio.—E isso não é uma coisa boa, só pra você saber.

—Da minha vida, cuido eu!—rebateu.—E você não ouse ficar me vigiando!

—Ah, é? Te lanço uma nova queridinha, eu só obedeço o Scott!

—Oh, novidade! Theodore Karl Raeken, obedecendo ordens, parabéns pra você!—ele respirou fundo, aquela discussão não ia levar à lugar nenhum.

—O que a Miranda disse?—ela o encarou, incrédula.—Quê? Olha se vamos nos ver todo o dia, então quero fazer as coisas direito, você não tem que me perdoar, só tem me aguentar até conseguir controlar de novo, e se quiser controlar de novo, tem que começar a se perdoar.

Ela não respondeu, apenas pegou seu café e se sentou no sofá. Theo foi até ela e se sentou ao seu lado.

—Sinto muito.—disse ele, ela o encarou de imediato, com o cenho franzido.—Pela Lucy.—Liza quis chorar, como ele podia pedir desculpas apenas por sua mãe? Pro que ele deveria pedir desculpas, não pedia, mas pra coisas como essas, ele a fazia sentir-se pior.

—Peça pelo Lawrence!—disse com os olhos marejados, ele soltou uma gargalhada.

—Você acha que foi a única afetada pelo Law?—ficou sério ao ver a expressão dela.—Ele era meu amigo também! Ele pediu pra eu cuidar de você antes de tudo...   

—Cala a boca!—ela perdeu o controle definitivo, deixando seus olhos azuis de loba à mostra, suas garras fincaram no copo de café que começou a escorrer em sua roupa, então ela se levantou rapidamente.—Merda!—gritou enquanto se abanava, tentando se controlar, mas estava difícil.—Alfa... Beta...—não funcionava, balançou a cabeça negativamente e então decidiu ficar quieta enquanto se cortava com as próprias unhas afiadas. Grunhiu e foi até a cozinha, limpando suas mãos.

—Qualquer conversa que eu começo com você... termina em briga, e não é isso o que eu quero!

—E o quê você quer babaca?!—ela gritou com o pano em mãos.

—Trégua.—ela voltou a ficar em seu silêncio, em sua bolha.—Podemos ficar cinco minutos fingindo que acabamos de nos conhecer?—ela soltou uma risada em deboche.—O que foi?

—Raeken, não sei se você sabe...—veio andando lentamente até ele.—... mas praticamente toda a minha família morreu por sua causa.—o olhou, seriamente.—Meus amigos foram vitimas dos Médicos do Medo e você foi o responsável, minha alcatéia se desmembrou logo depois e eu nem preciso ciar o Law... então não, eu não consigo fingir que nada daquilo aconteceu seu assassino de uma figa!—andou à passos firmes até o banheiro e se trancou lá. Assim que viu que estava sozinha, encostou suas costas na porta e deslizou seu corpo até sentar no chão, e foi então, que soltou lágrimas silenciosas.

Theo resolveu não falar mais nada, só sabia que uma hora, aquilo teria que passar. Foi até ao banheiro e encostou-se no mesmo, usando suas habilidades para escutar, e obviamente ela estava chorando. Ele não sabia o que dizer, como fazer ela parar então só podia deixar passar.

Ele merecia sua grosseria? Talvez. Talvez o fato de Liz o odiar tanto fosse merecido, mas aquilo não só faria mal à ele, no futuro, sabia que a garota ia se corromper pela raiva, e não iria conseguir controlar tão cedo.

—Se quiser mesmo aprender a controlar...—disse ele e então Liza parou de chorar.—vai precisar esquecer a raiva.

Ela respirou fundo e se encarou no espelho, limpou o rímel que escorreram com as lágrimas e conseguiu escutar ele sair de sua casa, fechando a porta logo em seguida.

Ela não queria ser assim, tão agressiva e tão forte, e então desabar sozinha, ela queria preencher aquele vazio, mas não sabia como.


Notas Finais


E AIIIIII?
O QUE ACHARAM? MUITOS MISTÉRIOS? MUITO AMOR?? KKKKKKK
ESPERO OS COMENTÁRIOS E FAVORITOS!
MUITO OBRIGADA GALERA, VCS ME AJUDAM MUITO! OLHEM SÓ, JÁ CHEGAMOS NOS 47 FAVORITOS!!! ADORO!!!
BYE, BYE AMO VCS!!!♥


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