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História Party Night - Imagine Choi San (ATEEZ) - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Boa leitura! :D

Capítulo 2 - Capítulo Extra.


[Segunda-feira 31/12/1990]


                     Happy 1991


Véspera de ano novo, todos da cidade comprometidos a deixar tudo minimamente perfeito para mais uma data comemorativa e especial.

A única coisa que me comprometia era encontrar um vestido apresentável para essa data.

 Não só eu como Daisy também, que ainda por cima veio procurar um vestido na minha casa, e olha que roupa para esse tipo de ocasião é o que não falta no armário dela.

[...]

- Amiga, o que acha desse? Caiu bem em mim?

- Daisy, é o quinto vestido que você me pede opinião. Olha a bagunça que meu armário se tornou! 

- Aff, esse é o último,  juro pra você!

- Hum! Sim, ele ficou perfeito, melhor que todos.

- Certo! É esse mesmo.

- Finalmente!

Depois de escolhermos os vestidos que usariamos, cada uma de nós tomou um rápido banho (Sim, Daisy se aproveitou de tudo) para logo nos vestimos.

E por último, a maquiagem. Pobre penteadeira, quase foi quebrada por tentarmos ficar no espelho ao mesmo tempo e competindo por um só banco que ela possuía.

Amo Daisy e nossas criancices, apesar de termos 20 anos de idade.

[...]

Resolvemos sair cedo de casa para aproveitarmos o máximo daquela noite tão graciosa em nossa cidade.

Não sei por que, mas Daisy citou algo de meses atrás, e que também estava matutando em minha mente a pouco tempo.

- Seria capaz de você dar de cara com aquele homem desconhecido que você me contou a um tempo atrás?

- É-é sei lá, não pretendo vê-lo mais.

- Ué, por quê? Não te interessa mais sobre qual seria o nome dele ou algo assim?

- Não, nem um pouco. Aquilo foi algo momentâneo, pode apostar que já fui esquecida por ele desde aquela noite.

- Pois eu aposto que não. Minha intuição diz que você irá vê-lo hoje!

- Para, Daisy! Isso não pode e nem irá acontecer. Não terei coragem de olhar na cara dele depois daquilo.

- Mas não foi bom e intenso para os dois?

- Sim...

- Então, amiga!

- Deus me livre!

"Deus me livre!", mas quem me dera poder ver aquele homem estupidamente lindo novamente e saber seu nome e de onde veio.

[...]

Minutos depois um grupo de amigos vieram até nós.

- Querem vir ao show de música e dança da cidade com a gente?

- Eu quero! Quer vir também, amiga?

- Acho que ficarei por aqui, Daisy.

- Por quê? Você estava tão animada.

- Sim, mas não estou afim de ir agora.

- Eu não quero te deixar sozinha, vamos!

- Não. Eu vou ficar bem, também tenho outros amigos para encontrar.

- Se você diz, então tudo bem.

Daisy se despediu e disse que depois nos veríamos.

 Eu menti quando disse que tinha que encontrar outros amigos, na verdade eu estava cismada de que poderia encontrar aquele homem lá, já que nessa época do ano muitas pessoas não só da cidade ficam pelas ruas.

Não havia motivos para eu ficar assim, aliás o que houve entre nós era muito comum em festas como aquela. Também não foi minha primeira transa, só a primeira com um homem desconhecido dentro de um banheiro.

[...]

Comecei a andar por aí. Claro que não era o certo para uma moça, mas eu não via problema nenhum, sou maior de idade e tenho noção se estiver correndo perigo.

Andei, andei, até me lembrar de algo que meus pais disseram para mim e Daisy antes de sairmos.

"Não saiam por aí sozinhas pensando que conhecem e sabem de tudo, pois não é assim. Os cantos dessa cidade são mais traiçoeiros do que podem imaginar, e se algo acontecer, não haverá príncipes para salvá-las."

E tudo que dissemos foi "Nossa, que exagero de vocês dois, nem é a primera vez que vamos sair sozinhas."

 Eu realmente espero que tudo que disseram seja mentira, pois onde fui parar não parecia mais um lugar amigável. As luzes da cidade estavam longe e eu tinha o pressentimento que alguém me observava. Então pensei, "Hora de voltar, e rápido!"

[...]

Regressei rapidamente com intensão de chegar logo a um local iluminado. Já estava começando a me dar calafrios.

Durando o caminho, avistei um homem parado de frente a um beco escuro, não dava para ver seu rosto, mas ele começou a vir rápido em minha direção, como se quisesse me atacar. Tudo o que pude fazer foi gritar e correr em direção contrária.

Eu corri e corri, até repentinamente esbarrar em alguém e cair no chão por conta do impacto. A pessoa perguntava o que estava acontecendo e eu não conseguia responder, eu estava chorosa e com medo.

- Por favor acalme-se, me diga o que te dá tanto medo.

- T-tem um homem, e-ele está atrás de mim, por favor não deixe ele me pegar!

O homem que me perseguia parou em frente aquela cena.

- Como se atreve a tentar fazer algo contra essa jovem? É melhor você correr antes que eu decida correr atrás de você também.

- Ora, ora, o que temos aqui? Um príncipe tentando salvar sua princesa, que lindo! Mas acho que ela será muito mais bem cuidada por mim.

- Sei muito bem o tipo de cuidado a que você se refere. Não permitirei que encoste um dedo nela.

- Quem é você afinal? Namorado, marido dela ou apenas um idiota tentando bancar de herói?

- Sim, sou o namorado dela, e para o seu governo meu nome é San, Choi San para você.

Eu não conseguia acreditar no que estava acontecendo, de um lado estava um abusador repugnante e do outro o homem com quem dancei naquela festa, que por sinal dissera seu nome e ainda se passou como meu namorado para me proteger. Planejei andar sozinha e acabei me metendo em uma situação tão...Não sei explicar.

[...]

Eu fechei meus olhos, tentando processar o que ocorria.

Senti alguém pegar em minha mão e depois acariciar meu rosto.

- Está tudo bem agora, moça. Abra seus olhos.

Abri lentamente meus olhos, e deparei com aquele homem lindo me olhando. Seu olhar era de pura preocupação.

- Se sente melhor? Está mais calma?

- Sim, estou. Não sei como agradecê-lo pelo que fez por mim, não tenho palavras.

- Isso não é necessário, você estando bem e segura já é mais do que um agradecimento.

- Obrigada, muito obrigada!

Não consegui me conter, o abracei. Ele  logo retribuiu o abraço, e como era bom sentir seu calor novamente, de alguma maneira ele me faz sentir completa.

- Senhorita, por favor não saia andando sozinha pela rua a noite, é perigoso, ainda mais em época de festas.

- Eu sei, San. Quando tive a noção do perigo, já era tarde.

- "San", é tão bom ouvi-la falar meu nome. Me pergunto qual seria o seu, estou curioso desde a primeira vez que estivemos juntos.

- Me chamo S/n. Também estava curiosa sobre seu nome desde aquela noite, mas não imaginei que descobriria dessa forma.

- Acredite, eu também não imaginei.

Nós dois rimos.

- Venha S/n, irei acompanhá-la até a cidade.

- Está bem, San.

[...]

Durante o percurso, aproveitamos para colocar nossa conversa em dia, falar sobre nós dois e rir bastante. Ele era uma companhia perfeita, sempre gentil e divertido.

Eu realmente não imaginava que ele se interessaria em saber sobre mim, e que estava curioso desde aquela noite. Pensei que eu seria apenas mais uma para a lista de "Mulheres com quem já transei" dele.

- S/n, você aceitaria ir tomar alguma coisa?

- Acho que beber um pouco depois de tudo que aconteceu, não seria má ideia. Aceito é claro!

- Ótimo! Conheço um lugar perfeito.

Estar com o San era tudo!

[...] 

O lugar onde ele me levou parecia muito agradável, era algo típico para casais em noites românticas. Sei disso porque minha mãe contou sobre ter sido esse local onde ela e meu pai tornaram-se namorados.

- O que você quer beber?

- Quero beber o que você quiser pedir.

- Hum. Pedirei um vinho, certo?

- Tudo bem, San.

Começamos a beber, e falar mais a respeito de nós dois.

San me falava tudo sobre si de uma forma tão sincera, eu podia ter certeza que ele não estava mentindo para mim, assim como eu falava sobre mim com as mais sinceras palavras.

Aquilo parecia o primeiro encontro de dois namorados. Bom, meio que era, só faltava sermos namorados.

- Não acha que está bebendo demais, San?

- Claro que não S/n, sou acostumado.

- Ok.

Eu não sei, mas para mim ele parecia diferente, como se estivesse apenas no seu subconsciente.

Começou colocando sua mão em minha coxa, depois a levou até minha intimidade, como eu estava de vestido foi fácil. Ele iniciou uma massagem naquela região, e a única coisa que fiz foi ficar paralisada.

- S-san, o que está fazendo?!

- Pelo visto estou excitado por você outra vez.

- V-você deve estar bêbado!

Eu queria pará-lo, mas a sensação era tão prazerosa. Porém o medo de gemer na frente de todos que estavam alí era maior. 

- O que há, S/n? Não está gostando?

- P-pervertido, se for para fazer essas coisas que seja em outro lugar!

- Então será no banheiro outra vez? Garanto que estamos longe de sua casa ou de qualquer hotel.

Minha casa? Nem pensar. Em um hotel? Também não, pois se me virem entrando ou saindo de um irão fofocar e eu ficarei mal falada na cidade inteira, por sempre ter sido reconhecida pela sociedade como uma moça recatada.

Dane-se a sociedade, mas ainda não estou pronta para receber críticas.

- Que seja no banheiro então!

- Você que manda, senhorita!

[...]

E lá fomos nós saciar a luxúria em um banheiro novamente. Pelo menos esse era bem maior do que o primeiro, e limpo também.

Trancamos a porta e tiramos as roupas o mais rápido, queriamos aproveitar ao máximo antes que alguém pudesse vir usar o banheiro.

- Hoje quero fazer melhor que da última vez.

- Ah é? É o que veremos senhor San.

[...]

Uma mão focava em minha intimidade, outra em um de meus seios, enquanto sua boca focava na minha em um beijo de língua profundo.

- Eu estou duro, S/n. Preciso foder agora!

San pôs a camisinha que havia em seu bolso e me colocou de costas para si. Encaixou sua ereção entre minhas nádegas cuidadosamente.

- Está confortável? Só irei prosseguir com sua permissão.

- Sim. Prossiga.

Começou com leves estocadas, que se intensificaram com cada movimento repentino de vai e vem.

Tudo estava ficando cada vez mais  quente, era a sensação mais prazerosa que já senti.

Após San ter gozado e termos recuperado todo o nosso fôlego, vi que ele ainda estava excitado e ereto. E minha excitação também não havia acabo.

- Senta no vaso agora, San!

- Mas para que, S/n?

- Não faça perguntas e senta!

- Tá bom, senhorita!

Quando San sentou-se no vaso, comecei a masturbar seu membro de forma lenta. Depois tomei fôlego e iniciei passando a língua pela glande, logo abocanhando e abrigando seu pênis o máximo que eu conseguia.

Intensifiquei os movimentos de sobe e desce com a boca cada vez mais.

- E-estou quase chegando, n-não pare S/n!

San gemia e se contorcia de prazer após atingir totalmente seu ápice.

- Você estava certo, San. Foi muito melhor do que a última vez.

- Sem sombras de dúvidas.

[...]

Depois de nos recompormos e vestimos nossas roupas, voltamos para a mesa e pedimos mais um pouco de vinho.

- Um vinho cairá bem agora. Não acha, S/n?

- Com certeza.

- Não pensei que você fosse assim tão boa no sexo. Me surpreendeu!

- Haha, que bobo! Sou mais experiente do que imagina.

- Estou convidado a ser surpreendido por você de novo?

- Quem sabe. Pervertido!

No exato momento que nos beijamos, fogos de artifícios e gritos em comemoração ao ano novo ecoaram pela cidade.

Enquanto todos comemoravam, ficamos alí em um beijo longo e intenso, porém não havia mais luxúria, apenas ternura e paixão.

- Pode parecer cedo para isso, mas não tenho nada a esconder.

Ele se levantou de onde estava e se ajoelhou diante de mim. 

- S/n, você aceita ser minha namorada?

Um minuto de silêncio para minha morte. Aquilo estava mesmo acontecendo? Porque eu não podia acreditar.

Eu estou prestes a me tornar namorada do San! Sim, do San, aquele homem lindo, maravilhoso e tudo de bom que há no mundo.

- S/n? Você está bem?

- É-é, sim, eu aceito! Mil vezes aceito!

- Uffa! Já estava começando a suar com medo de sua resposta.

- O fato de não aceitar seu pedido te assusta, San?

- Óbvio, S/n! Acha que eu aguentaria perder a mulher mais preciosa da minha vida?

- Ah, você é tão fofo!

Podia ser algo cedo e inesperado? Sim! Mas não muda o fato de nós termos nos apaixonado perdidamente um pelo outro a primeira vista. Eu o amo, não tenho dúvidas disso.

- Eu te amo, S/n! Não duvide disso.

- Não duvido. Eu te amo!

[...]

Quantas emoções em apenas uma noite, não é? 

Nunca me esquecerei desse momento tão único e especial.

Esperem até meus pais souberem que arrumei um namorado da noite pro dia, e que ainda fui pedida em namoro no mesmo local que a história deles começou.

E Daisy quando descobrir não irá parar de fazer inúmeras perguntas sobre o San.

Bom, acho que a história acaba aqui, ou  pelo menos uma parte dela.

Feliz ano novo!


Notas Finais




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