História Pass phase - Twice. - Capítulo 2


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Categorias Got7, Neo Culture Technology (NCT), Stray Kids, TWICE
Personagens Bang Chan, Doyoung, Jihyo, Jinyoung, Mark, Mina, Momo, Nayeon, Personagens Originais, Sana, Taeyong
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Palavras 1.412
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Romance e Novela, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Encounters and mismatches of a next phase.


Fanfic / Fanfiction Pass phase - Twice. - Capítulo 2 - Encounters and mismatches of a next phase.


                   CHAEYOUNG


A paciência, que eu não tinha, já tinha acabado, e eu estava por um fio de matar a garota a minha frente, Tzuyu, ao meu lado, já estava impaciente com a situação.


- Desculpe, mas você poderia ir mais rápido? - Tzuyu fala, segurando o ombro da garota, fazendo ela se virar para nos encarar. - Estamos com pressa.


- Desculpe. - A menina franzi a testa. - Não estou acostumada a comer em lugares como esse. - Ela passa a mão pelo cabelo escuro.


- Então, se você não está acostumada, nós podemos passar na sua frente, porque, pelo visto, você só irá sair daí amanhã!


- Chaeyoung. - Tzuyu me repreende, me cutucando com o cotovelo.


- É verdade. - Sussurro para ela.


- Nayeon. - Um garoto alto e branquelo, para ao lado da garota a nossa frente. - Qual o motivo dá demora?


- Você me largou aqui sozinha, nunca comi isso na minha vida. Como saberia o que pedir?


- Mereço. - Sussurro, colocando uma mão em minha testa, e inspirando fundo.


- Com licença. - A atendente da lanchonete chama nossa atenção. - O que vocês duas iram querer?


- Mas eu estou na frente. - A garota exclama, mas eu apenas há empurro e passo na frente.


Jjajjangmyun, por favor. - Falo para a mulher, recebendo um olhar confuso de Tzuyu. - Apenas confia em mim.


- Seu pedido será entregue em sua mesa.


- Obrigado.


- Que menininha estranha. - Falo para Tzuyu, ao me sentar em nossa mesa.


- Você poderia ter sido mais educada.


- E eu fui, ao máximo, fique você sabendo. - Falo, olhando para o garoto e a garota que ainda estavam lá, discutindo.


- Ela parece ser bem de vida, não? Olha aquela bolsa.


- O que será que pessoas como eles, estão fazendo aqui? - Sussurro, para mim mesma.


- Sua avó vai brigar com a gente, acho que estamos demorando muito para voltar para a loja.


- Com certeza, ela irá!


- Aqui está o pedido de vocês. - Um homem alto para em frente a nossa mesa, com o pedido em sua bandeja. - Com licença.


Começa a comer, sem nem perceber a cara confusa de Tzuyu.


- Afinal, o que é isso?


- É um prato de macarrão chinês. O molho é feito com carne picada e feijão preto, é muito bom.


Ela coloca um pouco de macarrão em sua, e, após mastigar muito, fala alguma coisa.


- É muito bom.


- É maravilhoso!


                            .  .  .


- Como sua avó não disse nada?


- Eu não sei. - Dou de ombros. - Acho que ela nem ligou.


- Achei que ela fosse brigar muito conosco.


- Eu também!


O sininho da loja faz barulho, indicando que alguém teria entrado no local.


Da porta principal entra a Tia Sungyou, e uma menina com cabelos medianos e escuros.


- Olá Chaeyoung, Tzuyu. - Ela se curva, e fazemos o mesmo. - A avó de vocês está em casa? Presciso falar com ela.


- Sim, no mesmo quarto de sempre.


- Obrigado. - Ela se vira para a garota, e sussurra algo em seu ouvido, entregando algumas notas de dinheiro em sua mão.


Após a tia Sungyou entrar casa à dentro, a garota começa a andar pela loja de bolinhos.


- Você vai querer alguma coisa? - Pergunto, educadamente para a moça.


Ela se vira para mim, com um cara nada boa, e balança seus cabelos escuros.


- Vocês têm bolinhos de macadamia? Aqueles com calda de mel?


Viro meu rosto para Tzuyu, com uma expressão claramente confusa.


- N-não mas temos de arroz, carne de porco, castanha... - Tzuyu para de falar, ao ver a insatisfação presente no rosto da garota.


- Não vou querer nada, obrigado. - Ela responde, se sentando em um dos bancos.


Ao analisar bem o rosto da garota, ela não parecia ser desse lugar, não fora do país, mas fora desse bairro, ela tinha uma aura sofisticada, avançada.


- Você é parente da tia Sungyou?


- Talvez. - A menina dá de ombros.


- Não gostei dela. - Sussurro para Tzuyu.


- Você não gosta de ninguém.


- Qual o seu nome?


- Hirai Momo, Sungyou é minha tia.


Abro a boca para responder ela, mas a porta da sempre é aberta rapidamente, um garoto branquelo de cabelos castanhos entrando no local, um garoto bem conhecido.


Christopher, quanto tempo, não? - Perguntou Tzuyu.


- Desculpe. - Ele dá um sorriso envergonhado, fazendo meu coração bater duas vezes mais rápido. - Faz tempo que não venho aqui.


- O que você vai querer?


- Dessa vez eu não vim comprar nada, e o assunto também não é com vocês.


- Como assim?


- Sua avó está, Chaeyoung? - Perguntou ele, ignorando a pergunta de Tzuyu.


- Sim, m-mas ela está ocupada agora, acho que você pode entrar.


- Obrigado. - Ele dá um último sorriso, e saí correndo para dentro da casa.


- Você ainda gosta dele? Achei que já tinha superado. - Tzuyu provoca.


- Não gosto dele!


- Gosta sim, olha como seu rosto está vermelho.


Reviro os olhos e cruzo os braços.


- Quem era esse? - A garota Momo pergunta.


Christopher Bang, amigo nosso.


- Enfim, quais são as idades de vocês?


- Eu tenho quinze, Chaeyoung aqui tem dezesseis.


- E vocês já trabalham? Isso não é como, trabalho infantil? - Momo parecia estranhamente interessada.


- Trabalhos aqui meio período para ajudar a minha avó, ela já está em uma idade muito avançada e prescisa de ajuda com algumas coisas na loja.


Assim que termino de falar, a tia Sungyou sai da porta de dentro da loja.


- Vamos Momo? - Ela pergunta para a menina, que acente com a cabeça. - Você não comprou nada, Querida?


- Não há anda que eu gostei.


- Chaeyoung, eu irei querer três bolinhos de carne de porco, e sete de arroz, tudo bem para você? - Ela pergunta, colocando o dinheiro em minhas mãos.


- Sim, claro. - Guardo o dinheiro, enquanto Tzuyu vai arrumar os bolinhos. - O que a senhora queria com a minha avó?


- Nada muito grave, não prescisa se preocupar. - Ela diz, sorrindo ao receber a sacola de bolinhos. - Presciso ir agora, até mais! - Ela acena, e saí do estabelecimento, junto com a menina.


- O que será que essa garota é dá tia Sungyou?


- Eu não sei! - Me viro para a mais nova. - O que você acha?


- Sei lá. - Ela dá de ombros e, logo em seguida, um sorriso maléfico espalha pelo o seu rosto. - Agora vamos falar sobre a sua paixão pelo secreta pelo Chan.


- Eu não gosto dele!


- Você gosta, sim!


- Não gosto, não!



                       NAYEON


- O quão hipócrita você é, Jinyoung? - Pergunto ao garoto mais velho, com a taça em minhas mãos.


- Nenhum pouco. - Ele suspirou, com os cabelos ao vento. - Você deveria me agradecer!


- Você me levou para comer em um lugarzinho mixuruca, com os cardápios mais horrendos que eu já vi em toda a minha vida, como eu poderia te agradecer? Você é terrível, Jinyoung!


- Ainda deveria me agradecer, não ficar praguejando aos sete mares!


- Agradecer? Por me levar para esse fim de mundo junto com você? - Olho ao redor, observando a água se mover conforme a velocidade da lancha. - Ainda não acredito que você convenceu os meus tutores a me trazer para cá. Como fez isso?


- Eu tenho os meus meios. - Ele sorrir para mim, erguendo sua taça de suco. - Agora vamos aproveitar isso aqui.


- Não sei do quê você está falando.


O garoto alto passa seu braço livre pela a minha cintura, me puxando para si.


- Ai, Jinyoung! Seja mais delicado.


Ele revira os olhos e coloca a taça em cima de uma mesa, logo em seguida, tira os óculos de sol que estavam em meu rosto, e aproxima seu rosto do meu, me fazendo encarar seus olhos castanhos.


- Entenda uma coisa, Nayeon. Nós vamos aproveitar muito aqui, com todo esse luxo.


- Meio que eu estou com meus cartões de crédito cancelados, vai ficar tudo em cima de você, bonitão! - Passo minha mão livre em seu rosto, fazendo o garoto fazer uma careta, fazendo-me rir.


- Está tudo bem, Nayeon, tudo bem. - Ele sorrir. - Iremos ficar juntinhos nesse fim de mundo, juntos.


- Já falei que eu te odeio por me trazer há esse lugar, Jinyoung?


- Eu também te odeio!



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