História Passaporte - Mitw Oneshot - Capítulo 1


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Categorias TazerCraft
Personagens Mike, Pac
Tags Foxytw, Mike, Mikhael Linnyker, Mitw, Pac, Passaporte, Tazercraft, Yaoi
Visualizações 142
Palavras 1.040
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Hentai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


One Shot de 1k de palavras.

Boa leitura!

Edit: houve correção pelo modo que eu escrevo agora.
E sim, vai ter segunda parte.

Capítulo 1 - Único - Passaporte


O moreno soltou uma lufada no ar quando entregou as chaves de sua casa ao seu melhor amigo, Altair. O colega de trabalho prometeu cuidar dos seus pertences e de seu gato de estimação, o Link; um gatinho siamês e gordinho que gostava de Atum Crocante. Wallace sugeriu ano passado que Linnyker tirasse férias já que todos aqueles casos e enigmas o deixavam louco, era normal pedir um tempinho a sós consigo mesmo.

Linnyker deu a partida no carro, vendo o horário pelo seu celular e passando a mão esquerda pelas mechas platinadas. No início, o cabelo chamativo de Mike o fez perder alguns clientes e ganhar outros, claro, ninguém em sã consciência confiaria um caso sério para um ser de cabelos coloridos. Mas logo após, vendo a experiência que não se encaixava na idade (23 primaveras intactas) ou na cor dos cabelos, tentaram abafar esse detalhe e o nome Linnyker tornou-se tão famoso quanto Sherlock Homes.

— Gostaria que ficasse por mais um tempo. — disse Tayr, sentado no banco carona. Também foi dada a missão de cuidar da Lamborghini prata de Mikhael, como quase todas as coisas. A não ser seu diário pessoal aonde colocava detalhes dos casos e escrevia coisas do seu dia a dia, como um diário normal. Apesar de 65% do diário detalhar cada fato sobre Tarik Pacagnan.

O universitário de (na época) 18 anos desapareceu do mapa após frequentar uma festa em uma república. Seu melhor amigo Rafael Lange negou o envolvimento na fuga ou sequestro de Pacanhan e garantiu que mal sabia sobre as saídas de Pac - o apelido que Rafael usou ao se referir a Tarik Pacanhan. Dois anos se passaram depois do desaparecimento e Tarik já teria os seus 20 anos. Tudo no quarto e casa de Pac foi revirado de cima a baixo e nenhuma pista se quer. Foi quando Mikhael largou o caso notando que aquilo não levaria a lugar nenhum.

— Seis meses se passarão rápido, não se preocupe. — Linnyker segurou na mão do amigo, sorrindo abertamente. — Não vou morrer.

— Não brinque com isso, seu idiota — Altair arregalou os olhos, incrédulo. — Não sabe como meu coração aperta quando vejo os acidentes de avião que são noticiados na TV.

— O.k. — Impaciente. — Essa sua negatividade está me irritando. Eu juro Tayr, eu vou voltar. Não vão se livrar assim de mim.

 ↗ Passaporte ↖ 

Sentia-se meio enjoado, seria pela ansiedade de mudar novamente de esconderijo ou o nervosismo de ser um dos assuntos mais comentados dos Estados Unidos e Inglaterra, ou até excitação por conseguir se esconder por tanto tempo. Os dois anos que se passaram Tarik Pacagnan se mudou para o Texas e depois para Nova York, Canadá e por último (talvez a parada final) Londres. A touca cabia-lhe perfeitamente junto ao capuz que escondia seu rosto, os nós dos seus dedos estavam brancos de apertar a alça de ferro da mala média de rodinhas que carregava. Sua mão desta procurava o passaporte enquanto a canhota segurava a mala. Tarik deixou a mala em pé e procurou com as duas mãos pela mochila e pelos bolsos. EU NÃO ACREDITO! EU NÃO ACREDITO!, gritava internamente.

Pediu licença educadamente para a moça no balcão e fez todo o percurso que realizou até o “gran-finalle” de sua rota de fuga, mas (incrivelmente) algo tinha que dar errado. Tudo parecia perfeito demais; logo de manhã falou com Cellbit, disse que sentia saudades e perguntou pela sua mãe, o loiro falou que estava diante dela e que não poderia falar alto e por fim ambos se despediram com seu código-secreto-ultra-mega-importante e desligaram a chamada. A tarde despediu-se de Jv e Felipe Batista, os dois amigos que dividiram a casa com o moreno por um mês. E finalmente, ao pôr do sol iria sair em rumo de sua vida.

Pacagnan retirou o capuz e a touca, passando a mão destra nos cabelos negros em frustração. Aquilo já estava o dando nos nervos, se não achasse logo o passaporte não conseguiria ir até seu destino. Mas que merda! Mas que merda!

— Com licença. — ouviu uma voz rouca e uma mão apoiada em seu ombro. Virou-se devagar vendo um homem de cabelos brancos e óculos, alto e tinha uma pinta na bochecha. A jaqueta preta de couro não escondia a tatuagem de uma rosa no pescoço e o alargador pequeno na orelha. Boquiaberto, Tarik pigarreou. Mikhael não parava de encarar cada detalhe do mais novo, parando às vezes nas coxas marcadas pela jeans branca ou nas nádegas grandes vista de costas. — Pode ser meio estranho mas quer tomar um café comigo? — Linnyker perguntou educadamente e (meio sem querer) com a voz rouca. — Ahn, é claro, se quiser.

Todas as fibras do corpo de Tarik o faziam lembrar do passaporte perdido mas os olhos intensos do estranho de cabelos platinados faziam um músculo adormecido (especificamente na virilha aonde seu membro começava a acordar) se contorcer misteriosamente. “NÃO!”, gritava o cérebro, mas o “É CLARO QUE EU FICO DE QUATRO PARA VOCÊ!” do seu corpo falava mais alto. Afinal, aquele era só um cara bonito e como um adulto, Pac iria ficar sério e não babando pelo estilo dele.

— Desculpe, eu estou atrasado. — Algo brilhou em sua mente. — Você viu um passaporte caído por aí?

Quase imediatamente o documento surgiu na palma da mão de Linnyker. Tarik sorriu abertamente e entrelaçou os dedos de Mike com os seus.

— Sabe, eu prefiro chá. — Sorriu e o mais velho o guiou ao restaurante mais perto. Mikhael, com toda a sua educação, abriu a porta para Pac e o levou a uma mesinha de vidro, no canto do pequeno restaurante. O estilo simples mas com bom gosto encantou Pacanhan, que abriu o seu tão lindo sorriso.

— Como quer seu chá? — Educado.

— Fraco e sem açúcar, por favor.

— Claro, mais alguma coisa? Um doce? — Tarik negou. Linnyker se levantou e rapidamente fez o pedido de um chá fraco e sem açúcar e um café voltando a mesinha de vidro.

— Então, poderia me responder por que está com meu passaporte? — foi diretamente ao assunto, recebendo um sorriso misterioso de Linnyker, junto a um olhar estranho.

E se arrependeu tanto de não ter ido embora quando podia.


Notas Finais


Sim, sim! É só isso! Eu queria deixar um mistério aqui, para que se gostarem, eu continue com a parte dois.


Beijos cor de rosa!!! (EDIT: BEIJOS CIBERNÉTICOS!)


Até a próxima :3
Edit: Até mais ver!


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