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História Pastéis, Espadas e Foices - Uma Fanfic de League of Legends - Capítulo 2


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Capítulo 2 - Cenouras, a coelhas e uma lagartixa


Um dia se passou. Riven estava em sua casa quando Sona a visitou e se ofereceu em ajudá-la para tentar se desculpar, de alguma forma, os 34 pastéis que ela havia comido e deixado na conta de Riven.

Elas, então, estavam na horta da casa de Riven, colhendo cenouras, mesmo com Sona não entendendo absolutamente NADA sobre o assunto. A musicista ficou observando tudo que Riven fazia por um tempo, antes de tentar ajudar e causar um enorme desastre.

Riven estava usando um macacão jeans, sem nenhuma blusa por baixo, umas botas, umas luvas e um chapéu de palha com um girassol. Já Sona, ela estava com um vestido rodado de alça, que pegava até antes do joelho em altura, e seu cabelo ainda com as maria chiquinhas.

Riven: - Ei, Sona. Como eu falo com o demônio que... minha festa ainda é mês que vem?

Riven diz com uma pitada de desespero e culpa em seu olhar. Afinal, por que diabos ela foi inventar uma festa DO NADA?

Sona, sem tirar os olhos da horta, escutou a pergunta de Riven, e então, pegou o bloco de notas e escreveu sua resposta.

Sona: "É... essa sua ideia de fazer uma festa foi muito repentina, eu realmente me assustei quando ouvi você falando sobre ela na cafeteria ontem. Enfim, acho que você deveria avisar isso pra ele o mais rápido possível, e tentar imventar uma desculpa como... que você... hm... 'estava... ansiosa... e não queria perder a chance de convidar ele...?' Já que você não o vê quase nunca, afinal..."

Sona mostrava o papel um tanto insegura, sem saber ao certo se era realmente uma boa dizer isso ao Yasuo.

Riven leu o papel rapidamente e pensou por um instante, achando aquela ideia realmente boa.

Riven: - Éh... É o melhor a se fazer...

Sona guardou o bloco de notas, voltando sua atenção para Riven que disse, insegura:

Riven: - Ma-mas... E se ele achar que eu tô afim dele? Ele pode tirar alguma conclusão errada sobre mim!

Ela pegou uma cenoura de sua cesta e comeu, tentando aliviar a ansiedade.

Sona deu uma pausa ao ouvir Riven. Pensou um pouco enquanto olhava para a cenoura bem na sua frente, pensando se a puxava ou não, já que estava com medo, por não ser acostumada com esse tipo de coisa. Logo escrever no bloco de notas sua conclusão:

Sona: "Isso provavelmente pode acontecer... se não já aconteceu... Se é que você me entende."

Riven franziu a sobrancelha e se defendeu:

Riven: - Como assim? Eu não fiz nada de mais ontem! Ele que... tava bêbado... foi ele que me puxou pra dançar...

O olhar reflexivo de Riven deixou Sona um tanto ansiosa por ela.

Sona: "Bem, se ele estava realmente bêbado... torça para que ele já tenha esquecido esse pequeno detalhe de ontem..."

Riven: - Eu espero que ele esqueça.

Riven parece avistar alguém se aproximando da cerca de sua horta. Ela analisou a silhueta e a reconheceu imediatamente.

Riven: - Espera... Aquele ali não é...

*P.O.V Yasuo On*

Finalmente, consegui chegar na casa de Riven.

Nem sei o que estou fazendo aqui na verdade. Parece que minhas pernas se mexeram por conta própria. Não que eu esteja querendo vê-la... não... Longe disso.

Me aproximei da cerca e olhei para Riven de cima a baixo enquanto ela se aproximava de mim.

Riven: - O que faz aqui, demônio?

Riven me olhava com uma expressão desafiadora, o que me deixava um pouco desconfortável.

A olhei seriamente, um pouco nervoso, por não saber o que a responder, já que eu mesmo não sabia o quê eu estava fazendo ali.

Pensei rápido em uma desculpa plausível:

- Eu só tava passando aqui pra... é... Eu queria saber que dia vai ser essa sua tal festa idiota...

Depois de gaguejar muito, desisti de tentar falar com Riven, com uma expressão de raiva misturada com frustração e vergonha, pensando seriamente em ir embora.

- Ah! Por que eu me importo com você, afinal?

Me perguntei, mas fui tirado dos meus pensamentos ao ouvir Riven me respondendo de verdade:

Riven: - A festa... vai ser dia 9... de março.

Por algum motivo, ao meu ponto de vista ela parecia estar um pouco nervosa, enquanto parecia inventar a data dessa tal festa... Talvez seja coisa da minha cabeça.

Riven: - E se você não se importa, por que veio perguntar?

MERDA! Era isso que eu não queria que ela perguntasse... Por que eu precisaria explicar isso para A RIVEN?!

Fiquei irritado e a respondi gritando:

- EU NÃO TE DEVO SATISFAÇÃO DO POR QUÊ EU VIM TE PERGUNTAR...!

Olhei novamente para as roupas de Riven e olhei atrás dela, onde lá estava Sona, encarando uma cenoura. Ok.. Isso é estranho.

- O que diabos você tava fazendo? - Perguntei para Riven.

Riven: - Eu tava... É... Colhendo... cenoura... hehe...

Riven me diz isso com um sorriso bobo no rosto. Ok. Agora são duas estranhas.

De repente, sou puxado por Riven até dentro de sua casa. Sem questionar, a deixei me levar.

*Narrador On*

Após Yasuo e Riven entrarem na casa. Sona encarou desafiadoramente a cenoura que estava em sua frente, enraizada na terra.

A musicista agarra as folhas junto ao caule da cenoura e a puxa com todas as forças, e acaba falhando miseravelmente ao sair rolando para trás com a cenoura nas mãos, devido a força da raiz sendo arrancada da terra.

Após se recompor da tontura, a garota se levantou, limpou seu vestido com as mãos.

Colocou a cenoura dentro da cesta cheia das que Riven já havia colhido, e entrou dentro da casa, como se nada tivesse acontecido.

Ao ver Sona entrando dentro de casa, Riven pegou algumas cenouras da cesta e as levaram até a cozinha, começando a descascá-las.

Riven: - Isso vai dar um bolo top!

Ela partiu as cenouras em pedaços médios as colocando no liquidificador com outros igrediente.

Sona, então, olhava paralisada para Riven, prestando atenção em cada movimento que ela fazia.

*P.O.V Yasuo On*

Eu me sentei largado no sofá, com os braços cruzados, enquanto observava Riven fazendo sei lá o que e Sona a observando.

Riven: - Ei... você acha que coloco mais cenouras? Acho que tem pouco.

Sona deu uma olhada para o tanto de cenoura que estava no liquidificador e deu de ombros, pegando seu bloco de notas e escrevendo:

Sona: "Se você diz... Eu não entendo sobre mais nada a não ser música."

Riven leu e respondeu indiferente, enquanto pegava mais duas cenouras.

Riven: - Bem, eu já não entendo nada de música.

E, do nada, Riven veio até mim e pegou minha katana imediatamente, me dando um leve susto.

Riven: - Obrigada!

Relaxei um pouco e disse ironicamente:

- Só não vai cortar o dedo, hein.

Ela, então, usou a minha katana para cortar as cenouras de um jeito MUITO rápido, o que me impressionou um pouco.

Riven: - HA! OLHA PRA MIM, VOCÊ ACHA MESMO QUE EU CORTARIA MEU DE--

A frase de Riven morreu quando ela a dizia enquanto girava a minha katana, e, consequentemente cortando seu próprio braço...

Riven: - ...do.

Ela, então, devolveu minha katana, onde eu a guardei na bainha novamente, enquanto dava algumas risadas.

- Aí ó, AVISEI!

Riven: - Hm... não é nada, nem tá doendo...

Após alguns segundos em silêncio, apenas isso saiu da boca dela:

Riven: ~ Ai...

Sona se prontificou em tocar seu etwahl, produzindo um lysandre perfeito (ou sei lá como eles chamam aquilo), que, consecutivamente, curou Riven com eficiência.

Riven agradeceu Sona, e colocou as cenouras já picadas no liquidificador, colocando a massa na forma e depois no forno... Uau, ela é rápida..!

De repente, a campainha tocou, mas como Riven era preguiçosa demais para atender, pediu para que Sona o fizesse.

Se eu poderia atender? Bem, a resposta é não... Por que? Porque eu não queria. Pare de fazer essas perguntas estúpidas!

Ok, ok... continuando...

Riven: - Sona, você pode atender?

Sona, um pouco curiosa com quem poderia estar tocando a campainha, assentiu com a cabeça, indo até a porta.

Queria poder contar o que aconteceu depois, mas o único problema foi que, de repente, alguém quebrou uma das janelas da cozinha, e pulou por ela.

Tresh: Olá! Eu sou o Thresh.

Como se já não estava estranho o suficiente, esse tal de Thresh começou a dançar na nossa frente.

Riven se revoltou, e olhou para o invasor com sangue nos olhos.

Riven: - MINHA JANELA, MANO!

Ela agarrou o Thresh pelo braço e o jogou pela janela quebrada denovo.

Riven: - VAI COMPRAR OUTRO VIDRO, ANDA!

A menina tava realmente muito brava... Mas, para o azar dela, aquele bixo voltou, quebrando outra janela e plantando bananeira na nossa frente, novamente.

Eu apenas observava, com extremo desinteresse, jogando meus braços por trás do sofá em que eu estava sentado. Mas parece que Riven não gostou nada daquilo.

Riven: - YASUO, PODE ME AJUDAR COM ELE?!

Antes da minha resposta, Thresh saiu quebrando todas as janelas da casa com a sua corrente.

Thresh: - MORTE ÀS JANELAS!

Riven: - AH, EU MEREÇO!

Depois de tanto barulho, perdi minha paciência, peguei minha katana e fui até Thresh, apontando ela em sua direção.

Y- O que você tá fazendo aqui?!

*P.O.V Sona On*

Riven havia me pedido para atender a porta, e é claro, eu o fiz.

Fui até a porta e a atendi, ignorando uma espécie de... confusão... que estava acontecendo atrás de mim... Ok. Foco, Sona.

Ao atender a porta me deparei com algo que jamais pensava que veria novamente... Eu não acreditei no momento que o vi, então esperei que ele falasse algo, antes de tirar conclusões precipitadas, mesmo que já estivesse nítido que era realmente ele...

Kayn: - Oi... Sona, quanto tempo, né?

Ele disse com uma expressão séria no rosto. Não podia ser ele..! Como isso era possível?!

Dei um pulo, assustada. Me afastei e trouxe meu etwahl flutuando até a minha frente, bem abaixo dos meus dedos, em posição de ataque.

Ok... Aquela situação era extremamente estranha e assustadora... o que diabos o Kayn estava fazendo aqui?!

Kayn: - Ca-calma, eu não vim te machucar..!

Ele tentou me acalmar, levantando um pouco as mãos para cima, o que me passou um ligeiro sentimento de confiança.

Rhaast: - Quem dera viesse... estou com sede de sangue hoje...

Olhei para a foice de Kayn, sem tirar as mãos de cima do meu etwahl em nenhum momento.

Riven após gritar muito foi até a porta, se posiciando ao meu lado, e fazendo um sinal para que eu me acalmasse.

Assim foi feito. Deixei o meu etwahl flutuando bem ao meu lado, enquanto ainda encarava Kayn em minha frente.

Kayn: - Posso entrar?

Riven: - Claro, quanto tempo, né Kayn.

Riven parecia totalmente tranquila com a presença de Kayn em sua casa. Talvez... eu devesse mesmo me acalmar...

Kayn entrou na casa, antes limpando seus pés no tapete.

Kayn: - Que cheiro bom é esse?

Ele havia sentido o cheiro do bolo de cenoura que estava assando no forno, e uau... estava realmente com um cheiro maravilhoso!

Riven: - É bolo de cenoura.

Os olhos de Kayn encheram de experança para comer aquele bolo, e eu também.

Nenhum de nós parecia preocupado com o que estava acontecendo bem atrás da gente. E esse foi o nosso erro... Me virei para trás e me deparei com...

Y- VOLTA AQUI COM ESSE BOLO, THRESH!

... aparentemente, era o Yasuo correndo atrás de um ser chamado Thresh... E o pior de tudo aquilo: Esse tal de Thresh havia acabado de roubar o bolo do forno, e sair pulando por uma das janelas quebradas.

Riven notou, após alguns instantes, o roubo de Thresh, o vendo pular a janela com o bolo. Era tarde demais...

Riven: - MEU BOLO DE CENOURA, FILHO DA MÃE...!

Ela suspirou fundo, sem paciência, visto que já era para o bolo que acabara de fazer.

Riven: - Beleza... sem bolo.

Tanto eu, quanto Kayn, nos entristecemos pela falta do bolo. É sério que isso tinha mesmo que acontecer? O destino só me prega peças.

Kayn agarrou sua foice, ou melhor, o Rhaast. Ação que me deixou mais assustada ainda. Me afastei um pouco de perto dele, o encarando.

Kayn: - Ei... não se preocupa...

Ele, então, encosta o Rhaast na parede do canto da sala, e se vira em minha direção, levantando as mãos para cima em pose de rendição.

Kayn: - Estou desarmado, não farei nada a você.

Ele foi até o sofá e se deitou, após me ver um pouco mais relaxada. Todo cuidado era pouco com o Kayn, precisava ficar sempre alerta, mas... Ele parece ter mudado...

Kayn se sentou no sofá, observando todo aquele caos que havia acontecido naquela cozinha.

Riven se aproximou se mim e sussurrou:

Riven: ~ O que aconteceu pra você estar com tanto medo do Kayn? Ele não é nada sem essa foicezinha!

Kayn: - EU OUVI ISSO!

Kayn olhou, indignado, em nossa direção. Como que ele conseguiu ouvir isso?!

Riven o ignorou, esperando a minha resposta. Mas fui interrompida após um estrondo vindo da cozinha.

Foi quando Thresh apareceu novamente, quebrando outra janela que ele havia esquecido de quebrar, e mostrando a forma de bolo para a Riven. Só que SEM o bolo.

Thresh: - Tava uma delícia!

Yasuo apenas observa a situação, impaciente, massageando as têmporas. Ele realmente não estava afim de correr atrás de Thresh novamente.

Yasuo: - O MERDA, da onde o Thresh surgiu?!

Escutei Yasuo se lamentando. Realmente... DA ONDE ELE SURGIU?!

Riven tentou ignorar Thresh o máximo possível, mas ele se revoltou e tacou a forma de bolo em minha direção. Sorte que consegui desviar facilmente dando um passo para o lado, e a vendo atravessar uma janela que já estava quebrada.

Riven: - THRESH?! VOCÊ TEM PROBLEMAS?! MEU BOLO CARA!

Riven parecia extremamente irritada, enquanto brigava com Thresh.

Tentei não criar problemas, já que eu não tinha nada haver com aquilo, e muito menos queria ter.

Thresh fugiu sem mais, nem menos da casa, pulando alguma das janelas, indo embora de vez.

Ao ver Riven extremamente abalada com a perda do seu bolo, pensei em algo maravilhoso e escrevi no meu bloco de notas:

"Que tal de invés você fazer um bolo... fazer... PASTEL?!"

Mostrei com um imenso sorriso no rosto, com o olhar mais esperançoso que eu tinha.

O que que foi? Pastéis são MUITO bons! O que eu poderia fazer?

Riven: - Mais pastel?! SONA! VOCÊ NÃO PODE COMER TANTO PASTEL ASSIM!

Na verdade eu posso sim Riven... Pastel é simplesmente uma comida celestial divina!

Fiz uma expressão levemente brava e inflei minhas bochechas com os braços cruzados. Ok, Riven! Eu não preciso de pastéis mesmo...!

Riven me olhou e pensou por um minuto, decidindo que finalmente faria os pastéis.

Riven: - E-eu não sou boa com frituras... Yasuo, me ajuda?

Foi nesse momento que me enchi da mais pura esperança que um ser humano podia exalar. Meus olhos brilharam de alegria, enquanto eu olhava na direção de Yasuo.

*P.O.V Riven On*

Pedi para que o Yasuo me ajudasse a fritar os pastéis, mas quando eu pedi, ele se afastou indo em direção... AO MEU QUARTO?!

Yasuo: - Não.

- HUM... EU NÃO PRECISO DA SUA AJUDA MESMO...

Disse irritada. É claro que eu precisava da ajuda dele, mas ele era TÃO mal educado que eu tentei dar uma de independente. Vou fazer esses pastéis sozinhas, ou eu não me chamo Riven!

Espera... ELE ESTÁ ENTRANDO NO MEU QUARTO! A NÃO NÃO NÃO NÃO...!

- SAI DO MEU QUARTO, AGORA!

Corri até o meu quarto e me deparei com Yasuo olhando em volta, seriamente, mexendo em praticamente tudo.

Yasuo: - Esse é o seu quarto? É realmente horrível... combina com você!

AARGH... COMO ELE OUSA?!

Tentei me acalmar. Havia outras coisas mais importantes para me preocupar naquele momento.

- Dá pra parar de mexer nas MINHAS coisas?!

Ele me ignorou completamente e continuou a olhar as minhas coisas. Ok... eu estava ficando mais nervosa a cada segundo...

- SAI DO MEU QUARTO, YASUO!

Ainda me ignorando, ele foi até a direção da minha cômoda. Congelei, começando a suar frio depois que vi o quê ele havia acabado de pegar.

Yasuo: - Hum... O que seria isso?

Ele analisou o meu o quê ele havia acabado de pegar. Que era nada mais, nada menos, do que: O MEU ARQUINHO DE COELHO!!!!

Em completo desespero, olhei para Yasuo, tentando parecer o mais calma possível.

- Larga isso agora. APENAS... LARGUE!

Sentia que estava ficando vermelha cada vez mais. E tive certeza quando Yasuo me olhou e se pôs a rir.

Yasuo: - O que que foi, Riven? Não vai me dizer que esse arquinho é seu?

Ele começou a rir mais ainda, o que estava começando a me deixar irritada.

Tentei bolar uma desculpa plausível:

- Claro que não... É que uma amiga minha deixou aqui... depois de uma festa a fantasia...

Olhei para o canto do quarto na direção de onde estavam meus saltos, implorando para que Yasuo não os visse.

Ele começou a rir mais e mais, se aproximando e colocando o arquinho em mim.

Yasuo: - Sei não... acho que é seu mesmo... vou confirmar isso já já.

Continuei sem nenhuma reação descente, o vendo olhar mais e mais fundo pelas minhas coisas. Arranquei o arquinho da minha cabeça, furiosa, o puxando agressivamente pelas orelhas.

Yasuo foi até meu guarda roupa, o abriu e encontrou a minha roupa de coelhinha, se pondo a rir extremamente alto.

Yasuo: Tem certeza que não é seu, Riven?!

Decidi permanecer calada e focar em minha respiração. Senti meu rosto ficando cada vez mais quente, e provavelmente MUITO vermelho.

Após alguns segundos, fui até o Yasuo e o desferi um tapa na cara, no qual vez um som tão alto que todos da casa poderiam ter ouvido.

Após o tapa, Yasuo ficou paralisado, completamente assustado, com o rosto virado para o lado contrário da marca vermelha que havia ficado em sua bochecha. Logo voltou a me encarar, seriamente, passando a mão direita em sua própria bochecha que havia levado o tapa.

Fiquei o encarando, enquanto percebia o que eu havia acabado de fazer.

Yasuo me olhou por mais um momento, e depois, apenas se virou e saiu andando embora da casa, sem dizer absolutamente mais nada.

Fiquei parada no mesmo lugar, enquanto observava Yasuo indo embora. Olhei para a minha mão que estava vermelha devido ao tapa...

-...

*Na sala enquanto isso*

Sona e Kayn viram Riven indo atrás de Yasuo que estava entrando no quarto dela. Sem entender muita coisa, os dois se entreolharam, escutando os gritos de Riven:

Riven: - SAI DO MEU QUARTO!

De repente, alguém bateu na porta. Quem quer que fosse, estava muito impaciente.

Sona empurrou Kayn, apontando para a porta, como se estivesse o mandando abrí-la.

Kayn, então, abriu a porta e se deparou com Thresh. Denovo...

Thresh: - OI!

Kayn: - Ah, oi Thresh... O que você quer? Sinto lhe informar mas não tem outro bolo pra você roubar.

Kayn disse extremamente impaciente.

Antes da resposta de Thresh, outro alguém havia entrado por uma das janelas quebradas, e era... THRESH?!

Kayn: - Mas o que é isso?

Haviam 2 Thresh's naquele momento, mas Kayn parecia calmo quanto a isso, enquanto Sona estava olhando tudo aquilo, extremamente confusa, tentando saber qual era o Thresh verdadeiro.

O outro Thresh olhou para o outro Thresh, sem entender absolutamente nada.

Thresh: - QUE PORRA É ESSA?!?!?!?!?

Kayn: - Cara, eu não sei.

Kayn dizia ficando cada vez mais sério diante daquela situação. Algo estava muito errado, e ele precisava descobrir qual desses dois Thresh's é o verdadeiro.

O outro Thresh repetiu a fala do outro Thresh, com a mesma voz:

Thresh: QUE PORRA É ESSA?!?!?!?!?!?!

Sona, horrorizada e extremamente confusa, olhava várias e várias vezes para os dois Thresh's.

Kayn pegou Rhaast e apontou para os dois, os ameaçando.

Kayn: Beleza, qual de vocês é o verdadeiro? ANDA, DESEMBUCHA!

A confusão acabou quando o outro Thresh se revelou, mostrando que, na verdade, não era o Thresh, e sim, A NEEKO!

Kayn olhou para Neeko, tentando distinguir que bixo era aquele, afinal.

Kayn: - QUE BIXO É ESSE?! UMA LAGARTIXA?

Rhaast: - Provavelmente.

Enquanto isso, só se ouvia de longe os gritos de Riven e Yasuo no quarto. Alguma coisa nada boa estava acontecendo.

Sona olhou para Neeko, a analisando. Piscou várias vezes e se aproximou para olhar melhor. Sua expressão se mostrava pensativa, enquanto a musicista tentava entender que coisa era aquela.

Kayn olhou para Sona, achando que ela já havia um palpite sobre aquilo.

Kayn: - O que você acha que é essa coisa?

Sona olhou para Kayn de relance e escreveu em seu bloco de notas:

Sona: "Talvez seja... um Vastaya?"

Kayn: - É, acho que é esse o nome. Então...

Ele apontou sua foice para Neeko que parecia assustada com tudo aquilo, e não saía do lugar.

Kayn: - ...Posso?

Sona olhou Kayn com uma expressão brava, cruzando seus braços, sem acreditar que ele seria capaz de matar um ser vivo tão indefeso quanto a Neeko. Ela acenou negativamente com a cabeça, tentando o empurrar para longe de Neeko, mas falhando miseravelmente por ser muito fraca.

Foi quando, de repente, um tapa vindo do quarto de Riven pôde ser escutado. Os dois olharam na direção do quarto e viram Yasuo indo embora da casa.

Tudo ficou em um completo silêncio... E uma tensão horrível preenchia o ambiente. Uma tensão que ninguém poderia descrever naquele momento.

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O que será que vai acontecer? Descubra no próximo capítulo!



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