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História Patch Cipriano - Capítulo 33


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Notas do Autor


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Capítulo 33 - A Mentira É A Minha Destruição


Fanfic / Fanfiction Patch Cipriano - Capítulo 33 - A Mentira É A Minha Destruição

Dirijo para fora da cidade subindo as colinas, seguindo o endereço que Braukiel me passou, até que chego em um pequeno chalé, desço do jeep, tudo está bem quieto, as luzes do chalé estão acesas sinal de que tem alguém lá dentro.

Minhas pernas estão bambas e minhas mãos tremem, já enfrentei Rixon antes sei do que ele é capaz, mas meu amor por patch é maior que o medo que estou sentindo agora, paro em frente a porta que se abre antes mesmo que eu bata. Rixon me olha de cima a baixo me dando um sorriso.

—O que faz aqui? —ele pergunta sorrindo.

—Vamos conversar. —Digo entrando vendo que é tudo simples e pequeno.

—Você realmente não tem medo garota?

—Nunca tive medo de você—digo cerrando os punhos me lembrando que foi ele quem matou meu pai.

Ele caminha em minha direção me dando um soco no rosto e eu simplesmente fico para o que faz Rixon franzir o cenho.

—porque não está lutando? —ele pergunta desconfiado.

—Porque eu preciso da sua ajuda—digo por fim.

Rixon solta uma gargalhada exacerbada, olha pra mim se aclamando e secando uma lagrima imaginaria de seu olho.

—Você é hilária, o que lhe faz pensar que eu vou ajudar você? —ele pergunta sério.

—Nada, mas eu tenho que tentar, por favor devolva as sensações de patch.

—O que foi? Ele não quer mais transar com você? Ele não sente mais você? Coitadinha, está tão desesperada assim nora? —ele pergunta fingindo indignação.

—Seu desgraçado—digo perdendo a paciência lhe dando um tapa.

Rixon me empurra na parede com força, socando meu estomago e minha boca, fazendo o sangue escorrer.

—Por favor eu lhe dou o que você quiser—digo.

Rixon para me soltando, caio no chão sentindo a dor lancinante.

—O que eu quiser?

—Sim—digo vencida.

—Feito—ele diz sério.

Olho para ele com os olhos arregalados.

—Vamos levante-se—ele diz me botando de pé mais quase caio.

Rixon bufa então toca minha testa e como em um passe de magicas eu estou curada.

—Como você fez isso?

—é o seguinte, patch não pode desconfiar que eu o curei se não ele irá impedir—Rixon diz sério.

—Qual vai ser o preço? —pergunto com medo de sua resposta.

—Sua alma—ele diz sério.

—Como? —pergunto.

—Você é surda garota, sua alma—ele diz nervoso.

Olho para ele ponderando, considerando, agora realmente não sei o que eu devo fazer, me lembro de patch, de como ele esta triste, de como seus olhos não tem mais vida.

—Tudo bem, vamos fazer. —Digo decidida.

Rixon da um sorrisinho, então vai até um canto da sala abrindo uma caixa de madeira, que revela um brilho vermelho, é a adaga, ele vem em minha direção segurando a adaga. Ele corta sua mão deixando o sangue pingar sob o chão, diz palavras que não entendo, um raio ribomba então Rixon olha para mim dando um sorrisinho.

—Está feito—ele diz sério.

—Só isso? —pergunto desconfiada.

—Está feito agora saia da minha casa—ele diz sério.

—Mas você não queria a minha alma? —pergunto.

—Sim, mas não agora, quando for a hora certa você saberá—Rixon diz sério.

Estou prestes a sair quando ele segura meu braço e faz um corte em meu pulso, me fazendo pular de susto.

—O que é isso? —grito.

—Um pacto de sangue, quero que cumpra a sua parte, acha mesmo que vou deixar vo ir saindo assim, sem nenhuma garantia—ele diz rindo.

Reviro os olhos.

—Eu juro que lhe darei a minha alma, ou eu irei direto para o inferno—digo.

Ele corta sua mão e olha para mim.

—Eu juro que a maldição foi retirada de patch ou eu mesmo me acorrendo ao inferno novamente.

Não perco mais nenhum minuto ai, corro para o jeep arrancando dali, minha mente vaga descontroladamente, se patch descobrir isso, ele nunca mais ira me perdoar, eu nem sei o que significa dar a minha alma a alguém, mas imagino que seja uma coisa boa, minhas mãos aperta o volante, ansiosa para chegar em casa, ver se realmente deu certo.

Estaciono em frente casa, o pânico toma conta de mim, tenho noção da gravidade do que eu fiz, as lagrimas caem de meus olhos, sinto um enjoo forte, saio do jeep depressa vomitando, limpo meus lábios respiro fundo e entro em casa quieta para não fazer barulho, entro no quarto vendo patch dormir, entro no banheiro e escovo meus dentes coloco meu pijama novamente me deito ao lado dele vendo que ele dorme feito um anjo, sinto seus braços me envolverem.

—Onde você estava? —ele pergunta com voz rouca e sonolenta.

Enrijeço, o que vou dizer a ele?

—Acordei agora e você não estava. —Patch diz me apertando contra ele.

—Me desculpe pelo o que eu fiz anjo eu......

Patch se senta abruptamente me assustando, ele olha para mim com os olhos arregalados, seus olhos se iluminam e um sorriso brota em seus lábios.

—Patch o que foi? —pergunto assustada.

Ele se deita novamente, suas mãos passam por meu rosto, ele fecha os olhos passando as mãos por meus cabelos, o polegar passando por meus lábios. Ele se aproxima de mim e seus lábios tocam os meus, sinto patch estremecer e soltar um gemido fraco, seu corpo está arrepiado, ele suspira quando minha mão toca seu braço.

—Patch o que houve? —pergunto já sabendo que deu certo, mas quero ouvir da boca dele.

—Eu sinto você nora, eu posso sentir—ele diz rindo.

—Mas como? —fino indignação.

—Eu não sei, mas acho que foi por que a gente cortou sua cicatriz aquele dia—patch diz me abraçando.

—Você pode me sentir patch—digo sorrindo alegre mesmo sabendo o que eu fiz foi horrivelmente errado.

Patch não diz nada apenas fica sob mim me beijando, suas mãos arrancando rapidamente minha roupa, seus lábios percorrendo todo o meu corpo, me fazendo arrepiar, empurro Patch para o lado ficando sob ele, meus lábios beijando sua barriga, o ouvindo suspirar e se arrepiar, tiro sua cueca o observando e mesmo tendo o visto várias vezes não consigo controlar, mordo os lábios para conter um suspiro. Olho para patch, seus olhos fechados, os lábios entreabertos, cenho levemente franzido o que o deixa mais sexy que já é.

Meus lábios vão para a sua intimidade, ouço patch soltar um suspiro rouço, suas mãos agarrando meus cabelos, o corpo arrepiado.

—Anjo —patch diz com voz arrastada e rouca.

Sinto o desejo e o prazer em meu corpo, vou cada vez mais rápido vendo patch agarrar os lençóis.

—Anjo, assim não vamos chegar na parte boa—patch diz com voz sofria o que me faz sorrir.

Vou até ele e o beijo.

—não acredito que esta rindo do meu sofrimento—patch diz me jogando na cama me fazendo soltar um gritinho.

Ele beija todo o meu corpo, tudo se arrepia, estou quente e eletrizada pela energia de patch, seus dedos movimentando em minha intimidade lenta e deliciosamente, massageando com destreza meu ponto de prazer, enquanto seus lábios estão em meus seios, respiro descontroladamente sentindo meu corpo tremer e se arrepiar, me contorço embaixo de patch que sorri, ele trilha beijos em minha intimidade até chegar  em minha intimidade a beijando. Agarro seus cabelos querendo cada vez mais, então patch para me fazendo fuzila-lo com o olhar, ele me penetra com força me fazendo cravar as unhas em suas costas.

—Senti tanta saudade anjo —patch diz olhando em meus olhos e aumentando a velocidade.

 Nossos corpos se movimentavam em uma sincrônica, ergo meu quadril querendo cada vez mais, patch me vira me fazendo ficar de quatro para ele, meu corpo treme e poso sentir o orgasmo chegando.

—Ainda não anjo —Patch diz segurando meu cabelo.

Me viro para ele que me pega pela cintura me colocando sentada sob a cômoda, seus movimentos são rápidos e seus dedos brincam com meu ponto de prazer.

—Patch —suspiro seu nome aguentarei muito mais.

Os lábios de patch estão em meu pescoço, sus respiração é acelerada e seus movimentos mais rápidos e fortes, até que patch treme chega em seu ápice.

—Quero sentir você anjo —patch diz descendo os lábios para minha intimidade.

Agarro seus cabelos, meu corpo pega fogo com o prazer, as mãos de patch exploram cada centímetro de mim seus lábios fazendo um ótimo trabalho estimulando meu ponto de prazer, meu corpo treme, se arrepia, mordo o lábio com força para não gritar, então o orgasmo vem, um momento de histeria e agora o relaxamento. Meu corpo está mole e cansado, minhas pernas tremem, patch me pega no colo depositando beijos em meu rosto.

—Eu amo você anjo, estava com saudades—patch diz me abraçando forte.

***

Acordo de manhã notando que patch não está na cama, então eu o vejo parado de frente para a janela, os olhos perdidos na enorme piscina que nunca usamos, me levanto indo até ele o abraçando e depositando um beijo em suas costas.

—Você não me disse onde estava ontem—patch diz.

O que vou dizer a ele?

—Estava no quarto dos meninos achei que você poderia precisar de um tempo—digo me sentindo horrível por mentir.

—me desculpe, não devia ter afastado você, mas é que eu estou tão bravo anjo, lucífer chega aqui me pede um exercito de anjos, joga uma bomba em mim dizendo que é meu pai e então some e Amithyel voltou para o céu e nunca mais veio me ver, todos mentiram para mim e você foi a única que esteve do meu lado que não mentiu, me desculpe anjo —a voz de patch é melancólica.

Suas palavras dão volta em minha mente, me sinto horrível, como vou conseguir conviver com isso? Mentido para ele assim? Minha visão fica embaçada com as lagrimas, sinto o enjoo forte, cambaleio para trás vendo patch se virar imediatamente, ele me segura.

Corro para o banheiro com ele atrás de mim, caio no chão em frente a privada vomitando sentindo minha garganta queimar, tudo a minha volta gira, então perco a consciência.

***

Acordo ainda atordoada, o quarto está escuro, olho em direção a janela vendo que esta anoite, me remexo me sentando, a luz do abajur se acende então vejo patch sentado ao meu lado, seus cabelos estão despenteados, seu rosto uma máscara de preocupação.

—Você está bem? —ele pergunta.

—Sim, o que aconteceu?

—Você desmaiou, nora, acho que você está gravida de novo, você é néphilin não fica doente.

—Não pode ser —digo fazendo uma careta implorando para que não esteja.

—Sua mãe comprou isso e me mandou entregar para você—patch diz me entregando um teste de gravidez.

—Que horas são? tenho que dar banho nos meninos e de mama—digo tentando me levantar mais patch me impede.

—Eles estão bem eu já fiz tudo isso

—Deu de mama também? —pergunto rindo.

—Mamadeira—patch diz beijando minha bochecha. —Vee e Gad vão jantar aqui hoje se não estiver bem eu digo para eles vir outro dia.

—Estou morrendo de fome—digo sorrindo.

Patch me da um beijo na testa e sai do quarto, corro para o banheiro, tenho que fazer esse teste, em outras circunstâncias estaria feliz, mas não agora que minha alma está condenada a Rixon.

Ligo o chuveiro e entro debaixo da água quentinha, não consigo parar de me sentir culpada por mentir para patch, já estou começando a me arrepender do que fiz, mas por outro lado é tão bom ver patch sorrido.

Respiro fundo, e saio do banho, me enrolo na toalha e pego o teste, minhas mãos estão tremulas e o que eu já esperava aconteceu, o teste deu positivo, pisco várias vezes para conter as lagrimas. Saio do banho coloco um short e uma moletom preto de patch, minha cabeça não para de dar voltas. Chego na cozinha ouvindo as risadas de vee.

—Nora ainda bem que chegou, estava contando a patch a novidade—vee diz euforia.

Resolvo esquecer meus problemas por um segundo e dar atenção para minha amiga.

—O que houve? —pergunto parando ao lado de patch.

Ele está olhando para nós com um sorriso que me deixa mais confortável, as mangas de sua camiseta estão enroladas até os cotovelos e ele prepara tacos.

—Nora, descobri recentemente que estou gravida de um mês—vee diz sorrindo.

—Que bom vee, eu fico feliz por você, sei que sempre quis ter um filho—digo vendo o olhar de patch sob mim.

—Também temos uma coisa boa para contar—patch diz olhando para mim sorrindo.

—O que? —Gad pergunta franzindo o cenho.

—Eu voltei a sentir—patch diz com o sorriso mais lindo do mundo.

Olho para vee e Gad, suas caras de choque me faz ficar ainda pior.

—Mas como? Isso não é possível patch—Gad diz

—Nora e eu fizemos a mesma coisa que anos atrás—patch diz me abraçando de lado.

—Patch foi eu quem forjou e ensinou como usar aquela adaga, o que estava sob você era uma maldição as suas sensações estavam adormecidas—Gad diz.

Olho para todos os lados tentando controlar a minha ansiedade que cresce.

—Estranho porque Rixon tiraria a maldição? —patch pergunta franzindo o cenho.

Fico desconfortável me mexendo descontroladamente, a culpa me domina, penso em patch e na minha família que vou deixar para trás, o meu bebe que está em minha barriga Jev e Castiel, meu Deus! Deus o que eu fiz? As lagrimas grossas caem de meus olhos, todos olham para mim assustados, dou um sorriso fraco engolindo o nó em minha garganta e me forçando a dizer.

—Também tenho uma ótima notícia, estou gravida também—digo abraçando patch tentando desesperadamente esconder a minha dor.

—Estou tão feliz—digo enxugando as lagrimas.

—Que ótimo eu sempre pensei em nós duas sendo mãe ao mesmo tempo, mesmo que você tenha se precipitado e tido dois antes de mim—vee diz sorrindo.

—Falando nisso eu tenho que ir vê-los—digo me virando para sair.

—Vou com você, faz tempo que eu não os vejo—Gad diz sorrindo.

Subo as escadas em silencio, sentindo meu coração murchar, ao chegar no andar e cima, Gad me puxa para o quarto dos meninos.

—Nora me diz o que você fez? —Gad pergunta segurando em meu braço olhando no fundo de meus olhos.

—Eu não fiz nada—digo mordendo o lábio.

Gad suspira soltando meu braço.

—Me diz que não fez o que eu estou pensando que fez.

Fico em silencio olhando para o chão, me sentindo um nada, as lagrimas caem, sinto Gad me abraçar afagando meus cabelos, me afasto dele e respiro fundo.

—Eu precisava, você não entende—digo com voz tremula.

—Sim eu entendo, entendo de verdade nora, mas qualquer que seja o preço, será caro demais para você e patch, tem que contar a ele, não pode mentir, ou vai magoa-lo como nunca magoou antes, conte para patch ou eu conto—Gad diz.

Quando olhamos para o lado vemos vee olhando para a gente, passo a mão pelos cabelos, a situação só está piorando.

—O que está acontecendo aqui? —vee pergunta franzindo o cenho.

Olho para Gad suplicando para que ele a tire daqui.

—Nada meu amor, vamos lá em baixo ajudar patch—Gad diz tirando vee dali.

Desabo no chão chorando, eu fiz uma merda muito grande para consertar, e acabei de praticamente confessar a gado, se eu não cumprir vou para o inferno. Patch nunca me perdoará por isso, será o fim do nosso relacionamento, a mentira é a minha destruição.



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