História Paternity - Capítulo 4


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Categorias Capitão América, Deadpool, Homem de Ferro (Iron Man), Homem-Aranha, Homem-Formiga, O Incrível Hulk, Os Vingadores (The Avengers), Thor
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, Dr. Bruce Banner (Hulk), Edwin Jarvis, Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), James Buchanan "Bucky" Barnes, Janet Van Dyne (Vespa), Loki, Natasha Romanoff, Peter Parker (Homem-Aranha), Pietro Maximoff (Mercúrio), Sam Wilson (Falcão), Scott Lang (Homem-Formiga), Steve Rogers, Thor, Wade Willson (Deadpool)
Tags Brutasha, Clietro, Políamor, Spideypool, Stony, Superfamily, Thorki, Visanda, Winterfalcon
Visualizações 809
Palavras 5.522
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


PRIMEIRAMENTE: Isso tá gigante.
Segundamente: Fiquei sem net esses dias, então sumi mesmo.
Terceiramente: Viado, eu já disso que isso tá grande?

privilégios

Capítulo 4 - Te Odeio


Fanfic / Fanfiction Paternity - Capítulo 4 - Te Odeio

Steve estava nervoso, era tarde e Tony ainda não havia voltado.

A preocupação e a ansiedade o consumia por dentro, o suficiente para que já tivesse tomado sete xícaras de café e estivesse andando de um lado para o outro.

Segundo Sam, Steve tinha a péssima mania de absolver as manias de Tony, quando uma coisa envolvia o Stark

Se Tony estivesse envergonhado, teria um surto verborrágico. Se Steve estivesse envergonhado por algo que envolvesse Tony, teria um surto verborrágico.

Steve queria poder discordar, porém seria hipócrita de sua parte, afinal era verdade, e as sete xícaras de café comprovavam isso.

—‘Cê, vai abrir um buraco no chão Steve— Scott resmungou, encarando-o entediado.

Sam e Bucky concordaram.

Steve bufou, encarando os três.

Estavam na sala de estar principal do complexo, Scott estava deitado sobre um dos sofás, enquanto Bucky e Sam estavam sentados no outro.

— Ele sumiu…— Disse. Estava para roer as unhas— Será que aconteceu…

— Não, Steve, não— Bucky alertou, já prevendo o que podia acontecer se Steve terminasse a frase.

Conhecia o loiro bem, sabia que ele iria ter um surto e acabaria por ir atrás de Tony.

— Aconteceu algo?— Steve o ignorou continuando a frase. O loiro arregalou os mirantes azuis, voltando a andar de um lado para o outro, agora mais rápido— Eu vou ir atrás dele!

Bucky rolou os olhos. Bucky dez, Steve zero.

— Ir atrás de quem?— Steve se virou rapidamente, para encarar Tony.— Steve?

O loiro sorriu aliviado, indo ate o moreno apressadamente o abraçando apertado.

— S-Steve?— Tony chamou sem ar.

— Uh…Desculpe— O loiro o soltou rubro, mas sua face envergonhada logo se tornou algo um tanto mais irritada— Por que demorou?

Tony riu baixo, rolando os olhos. O moreno desviou de Steve, passando pelos três desocupados, sem nem ao menos dizer oi, seguindo em direção a escadaria principal, que o levaria para os quartos.

Stark parou e encarou Steve por cima do ombro, este que estava parado no mesmo lugar, agora encarnado suas costas, com as mãos na cintura, de expressão fechada como quem espera uma explicação…Uma mãezona. Uma mãe adorável, na visão de Tony.

— Não vem, Rogers?— Chamou, logo voltando a subir as escadas.

Um sorriso vitorioso cresceu em seus lábios, ao ouvir os passos apressados de Steve vindo atrás de si.

O seu quarto, deles, não ficava distante, segunda porta no quinto corredor a esquerda, então logo Tony se viu em frente desta.

Abriu a entrou, fechando a porta logo atrás de Steve.

— E então?— Exigiu o loiro.

Tony bufou, abrindo os botões de seu terno, jogando este sobre a cadeira da mesa ali presente, e afrouxando a gravata, antes de se jogar na cama, encarando o teto como se este fosse um demônio.

— Estou em uma crise existencial, Steve— Admitiu, divertido.

O loiro franziu a testa, antes de sentar-se ao lado do moreno, que lhe direcionou um olhar brincalhão. Steve percebeu que algo não muito bom havia ocorrido, afinal Tony se mascarava com sarcasmo ou indiferença quando as coisas não iam muito bem.

— Acho que fiz bobagem— Falou, voltando a encarar o teto.

— O que houve?— Steve se deitou, ao lado do namorado.

— Bom…Eu fui!— Tony riu sem humor— Nada saiu muito bem. Pra começar o elevador do prédio estava quebrado, e eu que já estava quase tendo uma parada cardíaca, quase tive uma respiratória por conta da quelas malditas escadas…Tudo aquilo pra nada, porque o moleque não estava lá, e eu tive que esperar por horas, tendo que comer pão de pêssego e Deuses, May não se dá bem na cozinha…Enfim, quando o garoto chegou, eu tive a impressão que tinham socado ele por horas, e eu sei que ele foi, a Tia dele surtou legal por que ele tinha as mãos cheias de sangue que não era dele, tentou ate bater nele, mas eu parei ela porque, a cara dele já tava ferrada demais— Steve reprimiu um riso— Então eu fui falar com o garoto, e sabe aquele…’’Homem’’ Aranha, que tá fazendo o maior sucesso na internet? Bem, descobri que eu estava certo, e é o garoto…Só que eu sou um covarde e não tive coragem de dizer ‘’Ei, Peter eu sou seu pai biológico, sabe? Claro, você tá passando por um momento difícil, mas eu gostaria muito que viesse morar comigo, porque eu sou seu pai, sério, eu não estou brincando’’

Steve gargalhou, fazendo Tony lhe encara indignado.

— Você…Você está falando como aquelas garotas estranhas de colegial, daqueles filmes que Natasha me faz ver— Steve justificou sua risada.

— Eu aqui, pensando em como me matar pela minha covardia e a única coisa que você faz é rir?— Tony bufou— Ate Scott teria sido mais útil.

O moreno, se levantou, andando a passos duros ate o banheiro.

Steve rolou os olhos, antes de se levantar e seguir o menor.

—Certo, perdão—Riu baixo, escorando-se na porta do banheiro, observando o moreno, que tinha ambas as mãos sobre a pia do banheiro enquanto se encarava no espelho.—Por que não contou? Teve coragem pra colocar ele contra a parede sobre ele sair por ai pulando telhados e salvando gente, mas não teve coragem de contar que é o pai dele…Você me deixa tão confuso as vezes…

—Pelo simples fato que eu tenho o dom nato para colocar pessoas em situações nada favoráveis para elas, mas sou um erro quando é o contrário—Respondeu, sorrindo sarcástico para seu reflexo, logo bufando e deixando a cabeça pender para o lado—Deuses, eu sou um grande erro. May me pediu para que eu contasse, mas a única coisa que eu fui capaz de fazer foi colocar o garoto numa bela saia justa.

—Você não é um erro, Tony—Steve discordou, seguindo ate o moreno o abraçando por trás—Você é humano, não é perfeito…Não é de ferro.

—Uhff, mas devia ser—Tony resmungou, faz\endo Steve rolar os olhos—Mas foi bom…Afinal, eu sou uma droga de namorado, imagine pai? Eu acho que eu ia colocar fogo no garoto…

—Pois então, trate de dar seu jeito—Steve riu, virando Tony para si. Não contestaria Tony, ao menos não ainda, sabia que o moreno mesmo que estivesse falando tão brincalhão, estava se roendo por dentro de tensão e sabia que em momentos assim, uma discussão só pioraria tudo—Eu quero no mínimo mais três.

—Três?—Tony arregalou os olhos, e engoliu em seco, mas logo seu rosto se tornou confuso—Como assim ‘’mais’’? Nem temos um primeiro.

—Claro que temos—O Rogers disse, simples—Afinal, Peter é seu filho. Se ele é seu filho…É meu também.

Tony sorriu amplo.

—Eu já disse que as vezes você é perfeito o suficiente para me fazer querer socar a sua cara?

—Esse mês?—Steve fez falsa cara de pensativo—Acho que uma sete vezes, mas se quiser repetir. Adoro ver você irritado por nada…E talvez eu goste de ser chamado de perfeito.

—Idiota—Tony rolou os olhos, antes de puxar o loiro pela cola, o beijando

Ele não podia negar, Steve era perfeito demais.

Tony não merecia aquele loiro, não, nem em mil seculos.

E quer saber? Ele adorava isso.

—Mas…—Steve quebrou o beijo, ignorando o resmungo negativo de Tony—Você vai falar com ele, de preferência amanhã depois da escola dele, e não é um pedido soldado.

Okay…Talvez ele não fosse tão perfeito.

 

[…]

 

Peter estava curioso.

O suficiente para não ter prestado atenção na aula de biologia, sua preferida.

Estava distraído, claro não o suficiente para não se esquivar com maestria de Liz Ned, MJ professores e ate mesmo de Flash, que queriam saber o que havia acontecido com seu rosto.

Mesmo que ele e May tivessem tentado dar um jeito naquilo com maquiagem, ainda era bem aparente os machucados, mas logo curaria, mais uma das vantagens dos poderes de aranha.

May havia sido outro problema, porque mesmo que ela tivesse lhe ajudado com o rosto, ataduras e curativos em outros lugares, e lhe servido o café, a mulher nem ao menos havia lhe dito bom dia. Peter não a culpava, afinal, quem sumia durante o dia inteiro, votava tarde e cheio de machucados não era ela.

Enfim, o Parker estava se roendo de curiosidade.

Queria saber porque Anthony Stark estava na sua casa na noite passada, e por algum motivo Peter sabia que não era apenas para lhe desmascarar.

E agora, enquanto observava a cidade de cima de um prédio, vestido como o Aranha, milhares de possibilidades passavam por sua cabeça.

Talvez ele e May…Arg, ecá.

Não, não e não.

May não transa, May não transa. May é santa, virgem, pura.

O garoto negou com a cabeça tentando tirar aquilo da mente.

Como já dito, estava distraído, portanto não percebeu a aproximação de alguém.

Só veio a perceber que não estava mais sozinho, no momento em que braços fortes o agarraram por trás o esmagando.

—Spidey!—A voz grossa, porém quase infantil, de Deadpool zuniu no seu ouvido.

—Me solta!—Resmungou, sorrindo por baixo da máscara ao ouvir a risada doce do grandão que logo o colocou do não.

Peter se virou, então dando de cara com a figura enorme do seu amigo, e talvez parceiro Deadpool, o Mercenário tagarela, que Peter vivia tentando concertar.

—E então dona aranha? Vai ficar só olhando?—O maior debochou.

—Desculpe, não costumo me meter com valentões, que saem por ai matando pessoas, sabe?—Devolveu, sem deixar de corar.

—Meu deus!—O outro colocou ambas as mãos dos lados do rosto, fazendo drama—Quem é você e o que fez com meu Spidey gentil? Tá muito grosso hoje.

Peter rolou os olhos. A falsa sensibilidade do homem as vezes o irritava.

—Idiota—Bufou.

—Tá, tá—Deadpool riu, puxando a touca de seu uniforme para baixo—Eu já disse que fica estranho.

—Eu não ligo pro que você diz—Cantarolou, recolocando a touca.—Então…Você sumiu….Onde…

—Eu não fiz nada de errado, se é o que você quer saber—O outro se antecipou sabendo qual seria o questionamento do garoto—Não matei ninguém essa semana, nem roubei nada…Eu posso ter sequestrado um cara, mas não durou duas horas, e eu nem cobrei muito pra fazer isso, mas em compensação eu resgatei sete pessoas num incêndio numa fazenda no Arizona…Eu tava passando por lá, tinha um trabalho, não era matar ninguém antes que pergunte, ai eu vi o celeiro em chamas, parei minha motoquinha e fui salvar o dia.

—Santo Deus, como você fala—Peter riu—Então quer dizer que você sumiu, e todo esse tempo tava no Arizona?

—É!—Concordou—E eu também te…. —O mercenário foi cortado por um toque de celular—Acho que é o seu.

—É eu sei—Peter rolou os olhos, tirando o celular, este que havia esquecido de deixar na mochila, do bolso e o atendendo em seguida—Que foi Ned?

—Cara, cadê você? O intervalo acabou e você sumiu…Eu disse aos professores que você tinha ido na farmácia comprar um analgésico pra essa sua cara ferrada e que logo voltava…Então onde quer que você esteja, volta logo…E com um analgésico!—Ned, então encerrou a ligação.

Peter arregalou os olhos, antes de se voltar ao mercenário que tinha cabeça tombada para o lado, enquanto o encarava, coisa fofa na visão do Parker.

—Tem um analgésico?

************

As mãos de Tony soavam em contato com o volante do Porsche.

Ele não sabia se era por nervosismo ou só porque o carro estava quente mesmo.

Deus, ele odiava aquele carro, só o tinha ainda porque era o seu mais discreto segundo Steve.

Deus, no momento ele odiava tudo, principalmente Steve.

Onde aquele loiro estava com a cabeça ao obrigá-lo a ir ate a escola de Peter? O soro devia ter começado a afetar o cérebro de Steve, tinha que ser.

De onde ele havia tirado que Tony podia ser bom pai?

E ele ainda queria mais três filhos…Tony estava pra morrer por ter um, que nem sabia que era seu filho, imagine tendo quatro? Ele não duraria um mês vivo, não mesmo.

—Senhor Stark?—Tony se sobressaltou com a voz de Friday.

—Que droga Friday!—Bufou.

—Perdoe-me, não era minha intenção assustá-lo, chefe—E foi naquele momento em que Tony havia se arrependido de ter deixado Friday tão humana, porque o deboche era palpável no tom da I.A

—O que você quer?—Resmungou.

—Apenas gostaria da informar, que o sinal da saída já bateu a cinco minutos, porém o senhor ainda esta ai parado como um tarado.

—Como é?—Encarou o volante do carro ofendido.

Tarado? Ele?

Bufou ignorando a fala desnecessária da I.A

—Peter já saiu?—Questionou direcionando o olhar, pala janela, ao portão da escola.

—Não…Ele apareceu na porta da saída, porém um homem, presumo ser um professor, o levou para dentro…Acho que o garoto está com problemas—Salientou

—Ah, que lindo, você acha?—Tony debochou—E só me avisa agora?—Rolou os olhos, abrindo a porta do carro, saindo e logo a batendo com força.

Não demorou e todos os olhares estavam direcionados a si.

Um sorriso, falso, nasceu em seu rosto, e os óculos de lentes vermelhas, escondiam o fato de que o sorriso não chegava aos olhos, enquanto passava dentre aquele monte de adolescentes cheios de hormônios.

Seu costume, alinhado na cintura, lhe dava um ar um tanto mais despojado, mas por estar de gravata ele tinha certeza que achavam que estava formal demais, não que ele acreditasse que algum daqueles adolescentes ali, fosse diferencia terno de costume*, mas ele ignorava.

Um suspirou aliviado escapou entre seus lábios, assim que se viu dentro da escola.

Certo…Agora; Pra onde devia ir?

—Er…Posso ajudar?—Sorriu ao ouvir uma voz feminina atrás de si. Se virou, sorrindo mais ainda quando a mulher de cabelos loiros arregalou os olhos—Senhor Stark!

—Olá—Cantarolou, erguendo uma das sobrancelhas, para a mulher, esta que devia estar entre os quarenta, quarenta e cinco anos—Peter Parker, onde está?

—Peter?—A mulher o encarou confusa, ainda surpresa por sua ilustre presença, antes de tomar uma postura seria—O que o senhor quer com meu aluno?

Tony franziu o cenho, antes de rolar os olhos.

—Olha, eu realmente estou com pressa. E eu vi quando vocês o trouxeram de volta, então gostaria que o liberassem, para que eu pudesse ir logo embora—Respondeu, retirando os óculos.

—Desculpe-me, sr. Stark, porém como diretora, não posso liberar um aluno para um desconhecido.

—Não sou um desconhecido. Sou Anthony Stark, bem conhecido na verdade—Resmungou, e viu a mulher rolar os olhos—Mas entendo seu ponto de vista…Vou resolver isso.

Tony retirou o celular do bolso, antes de discar o número da Parker mais velha, o colocando no viva voz.

—Alô? Tony?

—Hey May!—Cantarolou, encarando a diretora.

—Oi…O que ouve? Eu vi sua mensagem, dizendo que ia buscar Peter, aconteceu algo?

—Sim, e não.

—Stark, eu estou trabalhando, não tenho tempo para gracinhas—May resmungou—Tenho um parto pra fazer, então se puder ser breve…

—Grossa—Tony rolou os olhos—Enfim, vim buscar o pirralho, mas a diretora está com ele, e não quer liberá-lo.

—Ela está ai?

Tony empurrou o celular na direção da diretora que rolou os olhos, antes de pegá-lo

—Sim, estou May—A diretora respondeu.

—Certo. Olá, Lana. Poderia, liberar Peter? Tony está autorizado a levar o garoto sempre que for necessário…Ele é responsável pelo garoto em minha ausência, trate com ele o que for que Peter tiver feito de errado.

—Certo, certo—A diretora, que agora Tony sabia se chamar Lana, concordou—Ate breve May.

—Até breve Lana—May respondeu antes de desligar.

—Venha comigo—A loira, entregou o celular a Tony, antes de começar a andar com o moreno atrás de si—Sabe…Peter vem dando problemas.

—Eu sei—Tony cruzou os braços, ficando lado a lado com a mulher, rolando os olhos ao perceber que esta era um tanto maior que si, e olha que ela estava de sapatilhas—Ontem eu quase tive um treco com a cara dele.

—Somos dois—Lana riu—Ele quase me faz cair para trás com os machucados dele, todo dia, por dois meses seguidos…Ele está assim desde que o tio faleceu, mas acho que já sabe de tudo isso.

—Vagamente—Concordou—Agora…Por que vocês não o deixaram ir?

—Notas, comportamento, machucados…Notas.—Respondeu—Entregamos o boletim na semana passada, e a maioria dos alunos já o trouxeram assinado, mas Peter não…As notas dele foram de A mais, ate C menos—Suspirou, virando no corredor—O nosso melhor aluno se tornou o pior. Os boletins requerem a assinatura do responsável, mas geralmente quando eles tem boas notas a gente ate deixa pra lá quando não assinam, mas ele não trouxe assinado…Na verdade ele disse que perdeu o boletim.

—Uau…Vocês tem…Sei lá, uma segunda via?

—É, temos. Mas o boletim nem é o maior dos problemas.—Rolou os olhos, parando em frente a uma sala, abrindo as portas.

Tony entrou na sala, suspirando ao ver Peter encarando o nada, sentado numa das duas cadeiras que haviam de frente para a mesa da diretoria.

—Peter?—A diretora chamou, atraindo a atenção do garoto, que arregalou os olhos ao ver Tony ali, que sorriu amarelo para si.

Tony se sentou ao lado de Ptere, enquanto a diretora se sentou de frente para os dois.

—Bom vamos lá—A mulher suspirou, abrindo uma gaveta e retirando uma pasta grossa de entro desta, soltando sobre a mesa—Esse aqui, é o relatório comportamental de Peter. Todo aluno tem um…Deus, isso tá maior que o do Flash, Peter.

—Eu sei—Respondeu baixo.

—Isso…São coisas ruins?—Tony questionou.

—Exato—Lana abriu a pasta—Isso aqui vai de aulas que ele matou ate brigas.

—Brigas?—Tony erguem as sobrancelhas para Peter, que desviou o olhar de rolou os olhos.

—Você me conheceu ontem, não venha me julgar—Resmungou, fazendo com que o mais velho rolasse os olhos.

Ótimo, agora teria que lidar com rebeldia de um adolescente com superpoderes.

—Isso aqui é a ‘’segunda via’’ do boletim—Lana entregou a Tony, junto de uma caneta—Se puder assinar.

Tony leu o boletim, fazendo careta para as péssimas notas de Peter, antes de assinar e entregar a mulher.

—Bom continuando…—A diretora forçou uma tosse—Peter está indo de mal a pior. O rendimento acadêmico despencou, o comportamento então nem se fala, o fato de que agora ele mata aulas deixou de me surpreender e agora pelo jeito ele também some durante o intervalo. Além de claro, estar sempre cheio de hematomas. Cheguei ate mesmo a cogitar violência doméstica, mas depois que ele apareceu com um olho roxo depois de matar as duas primeiras aulas, eu descartei a possibilidade…Agora estou pensando que você, Peter está se envolvendo com gente que não deve, sei lá, traficantes?

—Não—Tony e Peter falaram ao mesmo tempo.

—Não, ele não se envolve com traficantes—Tony negou—Lana, certo?—A diretora concordou—Bom…Já ouvir falar na S.H.I.E.L.D?

—Er…Sim. É aquela organização que caiu, e que muitos dados confidenciais do país foram liberados na internet, certo?

—Isso…Quer dizer, nem tanto, já que eu tirei todos os dados confidências de internet—Se gabou—Enfim, agora a S.H.I.E.L.D, está se reerguendo—Não era mentira, não por completo—E eles precisam de novos agentes…Eles selecionaram a dedo, os mais promissores e Peter foi um deles—Peter o encarou de olhos arregalados, confuso, mas Tony sorriu o tranquilizando—Os machucados, são frutos de treino e de algumas missões por si, por isso que ele mata algumas aulas…Er, sobre as notas não se importe tanto, ele tem suporte escolar na S.H.I.E.L.D, e lá ele está ate alguns anos a frente.

—Oh…Isso…Isso explica muito—Lana, sorriu em compreensão—Mas acho que isso devia ser algo confidencial, não?

—Exato, por isso eu peço total discrição da sua parte—A loira concordou—Ótimo, agora…Será pedir muito, um minuto para conversar com Peter?

—Não, não, de modo algum—Sorriu se levantado, seguindo ate a porta—E Peter?—Chamou, vendo o garoto se virar para si—Parabéns…E me desculpe, por pensar aquilo de você. Você está servindo ao país, obrigada.

—N-Não é…Não é nada diretora—Sorriu, vendo a loira se retirar, esperando alguns segundo ate, com sua audição aprimorada, ter certeza que ela estava longe, logo fechando a cara e encarando Tony confuso—Que droga foi essa?

—Primeiro: Olha lá como fala comigo pirralho—Bufou, se levantando e dando a volta na mesa, abrindo o relatório de Peter—Segundo: Eu devia te dar uma surra, sabia? Que droga tem na sua cabeça pra você está matando aulas garoto?

Peter riu debochado, encarando Tony como se o mais velho fosse louco.

—Me dar uma surra?—Debochou—Que você pensa que é? Não é porque é o Homem de Ferro, ou um bilionário que pode tudo.

—Garoto, garoto—Tony bufou—Sou bem mais do que isso, e sim eu posso tudo—Sorriu sarcástico para o garoto que rolou os olhos.

—Grande coisa—Bufou—Que história é essa de S.H.I.E.L.D?

—Que? Queria que eu contasse a verdade? Ao menos assim agora ela para de pegar no seu pé—Resmungou, franzindo o cenho para o relatório—Brigas?

—Não é da sua conta—Peter rosnou.

—É sim—Tony rebateu—Você usou seu poderes, para bater em um cara que tentou roubar seu lanche? Você…

—Você não é meu pai, pra querer me dar um sermão sabia?—O cortou.

Tony respirou fundo, colocando ambas as mãos sobre a mesa, antes de encarar Peter, sério.

—Pelo contrário. Sou sim, seu pai.

Os olhos de Peter se arregalaram, mas logo o garoto estava rindo, gargalhando na verdade.

—Certo…Essa foi boa senhor Stark—Peter riu, enxugando uma lágrima imaginaria.

—Até teria graça se realmente fosse uma piada, mas como não é o caso, não ria—Tony estalou a língua.

Peter engoliu em seco.

—Você está brincando, certo?

—Não mesmo—Suspirou—Por que acha que eu fiquei ate tão tarde te esperando ontem? Se fosse apenas pra sanar minhas dúvidas sobre seus extracurriculares, eu não tinha esperado.

—Isso…Não faz sentido.

—Eu sei—Tony deu de ombros—Mas o fato é que Richard não deixou sua mãe me contar sobre você, o que é ridículo, afinal eu tinha direito de saber, mas não…

—Mas…Eu….—Peter foi interrompido por Tony, que ergueu o dedo o calando.

—Não terminei ainda… Enfim, não pense que vou dar abertura para um daqueles chiliques clichês em que você vai me culpar por eu nunca ter estado presente na sua vida, que fique claro que ate três semanas atrás eu sequer fazia ideia de que Mary tinha um filho e muito menos que esse filho era meu.

—Eu….—Peter suspirou, abaixando a cabeça, sentido os olhos marejarem—Então….May e Ben mentiram pra mim todo esse tempo.

Tony deu um tapa na própria testa.

Ótimo, agora o moleque estava chorando.

—Sim…—Respondeu e bufou ao ouvir Peter soluçar—E não…Quer dizer, não foi opção deles…Mary pediu parar manter em segredo, e quem nega um pedido de alguém que tá pra morrer né? Por mais babaca que seja o pedido—Novamente o garoto soluçou.

Isso mesmo Tony, foda com a memória da mãe morta do garoto.

—Bom o fato é que você é meu filho e não podemos mudar isso—Suspirou, indo ate o garoto, acachando do lado da cadeira a qual ele está, sorrindo quando o pirralho o olhou com os olhos vermelhos de choro.

—E…E a-agora?—Questionou enxugando os olhos com as mangas da blusa.

—Como assim?

—E-Eu, ainda sou o Aranha, certo?—Tony suspirou.

Ele seria um pai bobão, e tinha essa certeza pelo simples fato de que ao olhar para aquele Peter que fazia biquinho, ele percebeu que não conseguiria negar nada ao moleque.

—Claro—Sorriu amarelo, se esmurando mentalmente, se pondo de pé—Claro que sim…

Peter abriu um sorriso, que Tony julgo o mais lindo do mundo, e abraçou a cintura do maior enfiando o rosto da barriga dele.

—Obrigado—Sussurrou.

Tony sorriu, bagunçando os cabelos do menino.

—Certo, certo—Suspirou—Agora vamos embora, porque daqui a pouco eu tenho uma reunião.

Peter concordou o soltando, se colocando de pé, sorrindo quando Tony pegou a mochila de suas mãos.

—Vai me levar em casa?

—Mais ou menos…

—Como assim?

—Você é curioso em?

—É de família

Tony rolou os olhos, rindo. Certo, talvez aquilo não fosse tão ruim.

*****************

Thor se encarava no espelho.

Agora, mais do que nunca estava parecido com Odin, não que isso fosse ruim, quer dizer todo filho que se parecer com o pai não?

Mas saber o que Odin tinha feito para alcançar o poder pleno ainda o deixava um pouco envergonhado por ter seguido o pai cegamente

Agora, havia perdido tudo. Seu pai, seu lar, ate mesmo Loki havia perdido.

—Esta, mais parecido com ele do que nunca—Uma voz encharcada de sarcasmo disse.

Thor notou que não era apenas o seu reflexo que adornava o espelho, agora a imagem de Loki o acompanhava.

—Loki—Sorriu, por mais que fosse apenas mais um dos truques do irmão era bom ouvir aquela voz novamente—Se estivesse realmente aqui, te daria um abraço—Disse recolhendo um objeto qualquer no balcão abaixo de si e o atirando contra a ilusão esperando que ultrapassa-se a forma sorridente do irmão

Para sua surpresa Loki levou a mão num gesto automático e agarrou o objeto, próximo ao rosto.

—Bem… —Começou enquanto jogava o objeto de volta para si, mas Thor não se deu ao trabalho de pegar portanto a pequena coisa não identificada apenas bateu em seu peito e caiu no chão—Eu estou aqui—Sorriu como só ele sabia fazer—Ainda ganho meu abraço?

Thor não respondeu, mas como um de seus raios atravessou o quarto e esmagou Loki num abraço, qual o moreno não teve chances de retribuir pois seus braços ficaram presos entre os de Thor

—T-Thor… ar… —Pediu suplicante e Thor soutou o mais novo.

—Irmão! Você sobreviveu!—Thor riu como uma criança, segurando o moreno pelos ombros.

—Odeio quando me chama assim—Rolou os olhos, se soltando do aperto de Thor, avaliando o quarto—E sim, acho que está meio obvio.

—Eu perguntaria se você está bem, mas está agindo como uma naja, então presumo que estava—Thor debochou, seguindo ate sua cama se sentando nesta—Como você sobreviveu? Quer dizer…Você nunca morre, mas desta vez eu estou realmente intrigado em saber como escapou.

—Bom…Quando estavamos um Midgard e aquele mago idiota, me fez despencar pro meia hora—Thor riu baixo—Eu percebi que aqueles portais eram…Intrigantes, então eu aprendi a fazê-los…Enfim, eu já estava nessa nave antes mesmo de você.

—Aprendeu?—Thor franziu o cenho—Onde? Quando?

—Sakkar—Deu de ombros, ficando de frente para o loiro, que rolou os olhos com a informação—Como eu disse o tempo lá é diferente e eu fiquei lá por semanas…Tive tempo pra aprender esse e mais alguns truques…Agora se me der licença—Loki sorriu irônico, se dirigindo a porta, mas a voz do irmão o deteu.

—Sabe o que eu quero saber de verdade?—Thor se colocou de pé, cruzando os braços.

—Não…Como eu já disse eu não adivinho coisas—Loki bufou, se virando para o irmão.

—Como conseguiu a confiança daquele velho?—Loki ergueu as sobrancelhas para a pergunta—Você…Manipulou a mente dele?

—Claro que não—Bufou, dando dois passo em direção ao loiro—Você é burro, mas sabe bem que pra fazê-lo eu precisaria do meu cetro.

 

—Se não controlou a mente dele fez o que?—Thor exigiu, e Loki se perguntou porque o loiro estava tão interessado naquilo—Você…Você se deitou com aquele homem?

Os olhos de Loki se arregalaram e o moreno desviou o olhar.

É talvez Thor não fosse tão burro.

—Faz diferença?

—Claro que sim—Thor brandou—Porque se aquele velho tiver tocado em você, eu dou meia volta nessa nave e mato ele.

—Não, Thor, não vai—Loki voltou a encarar o loiro, indiferente—Foi uma…Escolha, digamos assim, minha.

—Sua?

—Exato—Sorriu ladino—Eu tinha duas opções; Ou ia pra arena e não durava meio segundo ou ia pra cama com ele, tinha privilégios e um pouco de diversão e prazer naquele inferno.

—Você…—Thor rosnou, mas se conteve, respirando fundo—Você não pensou duas vezes antes de agir como uma meretriz, não é?

— Sobrevivência é algo que tem um preço Thor— Deu de ombros, passando a língua sobre os caninos—E digamos que desta vez não foi nada custoso pra mim pagar tal preço…Foi um preço o qual Loki Laufeyson gostou de pagar

—Odinson—Corrigiu.

—Laufeyson, Thor, Laufeyson—Bufou, e Thor rolou os olhos—Agora diga-me…Por que se importa tanto? Sim, eu me deitei com o ‘’velho’’, como você o chama, mas e daí? Por que faz tanta diferença?

—Porque…Por que sim Loki—Resmungou—Porque me dá nojo pensar que outro homem tocou em você.

—Outro?—Loki sorriu divertido para o loiro, que desviou o olhar—Odin! Está com ciúmes Thor?

—Jamais!—Negou, e Loki o rodeou como se fosse uma presa.

—Sabe…Eu não sou o deus das mentiras por motivos fúteis Thor—Debochou—Não se engana o enganador…

—Certo, certo—Thor sorriu nervoso—Claro, você me pegou! Ciúmes…Sim, ciúmes, afinal você é meu irmãozinho, e eu tenho que…

—Thor—Loki cantarolou o interrompendo—Não é desse ciúmes que eu falo—Tombou a cabeça para o lado sorrindo travesso ao ver Thor ficar levemente rubro—Ah, que fofo e errado ao mesmo tempo.

—Loki…

—Pelo próprio irmão?

—Loki…Cale-se.

—Todos me julgam…Mas o que será que pensariam de você? Em, Thor?—Gargalhou, maldoso—Atração pelo próprio irmão? Tcs…

—Não é…Não é verdade—Thor rosnou—Eu não sinto atração por você! —Loki franziu a testa, divertido—Não é só isso…—Sussurrou, mas, ainda assim, Loki pode ouvir.

—Oh! É pior do que eu pensava—Sorriu—Amor Thor?—O loiro desviou o olhar—Que lindo! Apaixonado pelo próprio irmãozinho…

—Loki—Alertou.

—O que? Não gosta que digam em voz alta?—Riu—Talvez eu devesse gritar! Que tal, uhm? Um grito daqueles que ninguém nessa nava deixe de escutar…Algo como…

—Loki…

—THOR É APAIXONADO POR….

—LOKI!—Thor berrou, avançando contra o moreno que arregalou os olhos, se calando assustado.—Você é tão….Tão odioso.

—Me conte uma novidade—Engoliu em seco, sustentando um sorriso amarelo.

—Eu devia…Devia te odiar—Thor rosnou, dando um passo a frente, fazendo com que Loki recuasse—Eu devia destruir a sua cara debochada, assim como faço com meus inimigos—Deu outro passo a frete e outra vez o moreno recuou, desta vez se vendo encurralados com as costas na janela—Mas eu só consigo pensar em…—Thor elevou a destra ao rosto de Loki, vendo-o se encolher levemente com o toque. Sorriu pequeno. Loki era como uma raposa, esperta e astuta em situações favoráveis, porém em situações não muito boas agia como um rato medroso e insignificante—Pensar em te beijar…E sim, é errado, nem tanto, afinal, como você sempre diz…—Aproximou seus rostos ate sentir a respiração entrecortada de Loki em seu rosto—Não somos irmãos.—Thor fechou os olhos por um único segundo, fazendo menção de se aproximar, logo abrindo os olhos, e sorrindo satisfeito ao ver Loki de olhos fechados esperando por si.

O moreno não tardou a abrir os olhos, encarando o rosto próximo de Thor com confusão, ganhando um sorriso vitorioso.

—Engraçado irmãozinho—Thor riu, se afastando do moreno, que quase choramingou quando a mão quente de Thor se afastou de sua pele alva, e dando as costas para tal—Você…Debochou do que eu sinto…Como diria Lady Romanoff, você pisoteou no meu coração…Mas….—Se virou, encarando-o de braços cruzados—Ficou esperando por mim—Lhe deu um sorriso irônico—Acho que não sou o único a gostar demais do irmão, não?

—Q-Que?—Loki arregalou os olhos verdes—De onde tirou isso, seu tolo?—Bufou.

—Minha mão não estava ai por nada irmãozinho—Debochou—E, quando eu me aproximei…Sua pulsação acelerou tanto…Quase tinha me esquecido que você tem um coração.

—De gelo, mas sim, tenho—Sorriu sarcástico, ganhando uma negação com a cabeça, vinda de Thor.

—Não…Alguém com o coração de gelo, como você diz…Não tem sentimentos.

—E quem disse que eu os tenho? Sentimentos são para os fracos, apenas servem para atrasar a lógica—Bufou, empinando o nariz.

—É…Ate que enfim você diz algo que eu concordo—Thor, caminhou ate o irmão que novamente recuou ate estar colado com a parede—Então, você Loki—Agarrou o moreno, levemente, pelos cabelos negros, aproximando sua boca do ouvindo do irmão—É o pior dos fracos—Sussurrou—Aquele que esconde o que sente, sem saber que isso atrapalhar ainda mais do que quando se é aberto—Sorriu, recuando, e aproximando os rostos, sorrindo ainda mais ao ver Loki de olhos arregalados—Por mais que não admita, sei que sente o mesmo que eu.

—Eu…Thor isso não é certo—Bufou, enfim se entregando.

—E desde quando você sabe distinguir o certo e o errado?—Questionou.

—Já disse que te odeio?

—Também te amo, irmão.

—Idiota—Mordeu o lábio inferior de Thor, lhe oferecendo um sorriso travesso.

—Você será uma boa rainha—Loki concordou, mas logo franziu a testa.

—Isso foi um pedido de casamento?

—Com certeza, e não, você não tem direito de negá-lo.

—Eu realmente te odeio, Thor.


Notas Finais


TARAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAM!
tá ai ks.
Enfim, a parte do mei(Tony e Peter na escola) foi a maior sorte de vocês em?
Eu ia tirar, fazer doce, joga essa historia por mais uns dois caps e só depois contar, mas eu acabei que não fiz, porque eu não sei, mas okay
Sobre Thor e Loki...MUUUUUITOS de vocês, pediram que quando eu reescrevesse a historia eu voltasse com os especiais, porém, não vai rolar, porque, não dá, seriam capitulos completamente avulsos a historia, então eu vou colocar os especiais em meios de capitulos como Thor e Loki, mas só quando forem complementares para a fic.
Tipo: Esse ´tá ai, só porque eu já queria deixar bem claro que Thor não vai ser uma anta clichê(Sim tó levando em conta a evolução dele no MCU) e Loki não vai ser santa não, porque geralmente nas fics depois que Thorki rola, Loki vira um baby de tão doce, mas só digo que tende a piorar, porque eu VIVO PELA TRETA.
E vocês também pediram para deixa-los casados, então essa parte também ajudou nisso.

Enfim, tá ai.
Quero coments, porque eu tó com bloqueio, com febre e com zero disposição e tive que espremer meu cérebro como quem espreme limão pra fazer esse capitulo, então....


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