História Pateticamente falho - Capítulo 1


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Bakugo Katsuki, Midoriya Izuku
Tags Bakugo Katsuki, Bakugo Uke, Katsudeku, Lemon, Midoriya Izuku, Midoriya Seme, Yaoi
Visualizações 698
Palavras 750
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yo, caraio.

KSKSKSKS OLHA EU DE NV! Sério, vcs devem me xingar todas as vezes q posto uma one nova e.e

Boa leitura

Capítulo 1 - Estonteantemente, ridículo



Katsuki ressaltava mais do que tudo, que odiava Midoriya Izuku, afirmando que este, só era um estorvo em sua vida. Xingamentos do tipo "Cocô", "Inútil", e seus derivados, estavam sendo dirigidos ao esverdeado com frequência por parte de Bakugou, quando eram adolescentes. 

Mas agora, ambos haviam se tornado os heróis cujo tanto almejavam. Claro, o famoso "Deku", conseguira se tornar o esplêndido Número Um e, logo atrás, estava o Número Dois, vulgo, Bakugou. 

Não que o loiro gostasse daquela posição, não mesmo. Mas com o tempo passou a aceitar que Izuku era, provavelmente, bem superior a si, por mais que odiasse aquilo. 

E junto do amadurecimento, todo aquele ódio e rancor fora se transformando em admiração, e de certa forma, afeto ou amor. Era difícil compreender a complexidade que era os sentimentos volúveis e contraditórios do loiro. 

Seu quarto era espalhado por pôsteres, revistas, bonecos de pelúcia - ou não -, de Midoriya. Até a colcha de sua cama era totalmente personalizada e estampada com o rosto do garoto. 

Sentado sobre o confortável sofá da sala, Katsuki lia uma revista onde Deku estava sendo entrevistado, e claro, de brinde, haviam várias fotos espalhadas do esverdeado por todo o lugar. Céus, como adorava aquele simples pedaço de papel. 

- Homem bem feito; homem formoso. - mordeu o lábio ao ver uma foto de Izuku sem camisa. - Caralho; porra, me come. 

Se achava um ridículo, mas ao mesmo tempo gostava daquilo. 

A campainha toca. 

Frisou as sobrancelhas. Não esperava visita, então não sabia quem poderia ser. Contudo, deveria ser Kirishima - Vulgo, boca de cerrote. -, querendo lhe encher o saco como sempre. 

Com revista ainda em mãos, foi até a porta. O amigo ruivo sabia sobre sua gama para com o esverdeado, já que eram melhores amigos, então não se importou nem um pouco em esconder o objeto. 

Arregalou os olhos ao ver quem era. Ah, mas a vida estava tirando uma com sua cara.

- D-DEKU? - falou mais alto do que pretendia. 

- Oi, Kacchan. - sorriu, tomando-se liberdade para entrar. Segurava um objeto redondo nas mãos. - Soube que estava sozinho, e hoje como é Dia dos amigos, pensei em passar o resto da noite com você. 

Dia dos amigos? Essa porra de dia realmente existia? 

O sardento averiguou a casa, para logo em seguida pousar as orbes em Katsuki. Franziu o cenho, pois se via bem, o loiro segurava uma revista sua.

- Essa revista é minha? - colocou o bolo na mesa, pegando a revista do amigo. - Não sabia que gostava de ler minhas intrevistas. - folheou o objeto. 

- E E-EU NÃO GOSTO! - tirou rapidamente das mãos do garoto. - É com isso que eu faço vudu pra você, idiota! - jogou no chão, pisando em cima. - VAI COISA RUIM, TRAGA MUITAS DESGRAÇAS PARA MIDORIYA IZUKU! - ascendeu um fósforo. - FOGO NO CAPETA!

Com uma dor no coração, ateou fogo na revista. Sentia tanta vontade de chorar, pois aquilo era uma edição limitada, e rara em demasia.

- Kacchan, não sabia que era seguidor do Zé Pilintra*... - Izuku  engoliu em seco. - Estou com medo de você, sério. 

- Cale-se, Boca de Taioba* - bufou, sentando-se na mesa. Abriu o bolo, pegando um pedaço com a mão mesmo. Fitou o amigo que o olhava sem entender. - O quê?

- Nada. - suspirou. - Eu quero ir no banheiro, onde fica?

- No fim do corredor, porta direita. - deu de ombros. 

Izuku concordou, subindo as escadas, e logo indo para a porta mandada. 

Lá embaixo, Bakugou devorava o bolo sem se importar no amigo. Queria matar aquele idiota por fazê-lo queimar a revista que a tanto custou para conseguir. Mas não se preocupava muito, pois em seu quarto, cuja porta direita tinha...

Porta direita? Levantou correndo quase tropeçando, e subiu as escadas correndo. 

Havia dito à porta errada para o esverdeado. Esta, dava para seu quarto, e não para o banheiro, que ficava do lado esquerdo. 

Era um inútil mesmo. Não sabia nem dizer as coisas certas. 

Parou na porta de seu quarto, aberta. Fitou Midoriya que tinha um boneco seu em mãos. 

"Será que eu vim ao mundo para me foder?" - o loiro perguntou a si mesmo. - "Pela cara dele, já sei que tomei no meu cu."

- Kacchan... - Izuku virou a cabeça para si. - Você por acaso gosta de mim? - Admirou seu grande quadro na parede. 

"Fudeu né, só fudeu." - engoliu em seco.

Era pateticamente falho em suas escolhas. 



 


Notas Finais


Cabei men.

Zé Pilintra: Em alguns lugares, considerado Satanás.
Boca de Taioba: Vagina; Pepeca.

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N gostou? N gostou.

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Bejo' na boc ♥


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