História Patinando no Escuro; yoonmin. - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys (BTS), Yoonmin
Visualizações 17
Palavras 1.690
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


olha eu postando capítulo na véspera do enem de novo!!!!
eu escrevi até que rápido, achei que ia demorar uma duas semanas pra atualizar
então gente, o primeiro capítulo tá pequeno mesmo, eles vão ficar maiores ao decorrer da história
desculpa os erros
boa leitura sz.

Capítulo 2 - Capítulo I.


Patinando no Escuro;   Capítulo I.

     Mais um dia havia chegado ao fim e, junto a madrugada que sorrateiramente ia marcando presença, Jimin chegava, encaminhando-se sem tardar até a pista de gelo e, mas é claro, com seu mais perfeito sorriso no rosto. Treinava quase a noite toda, principalmente desde que conseguiu vaga em um campeonato em Seul.

Estava determinado, eu via isso em cada movimento seu na pista, apesar de não conseguir acompanhar todo o seu ensaio, eu conseguia ficar ali por algum tempo enquanto terminava de limpar, amolar, guardar ou até mesmo consertar alguns patins, já que alguns clientes não eram tão zelozos quanto deveriam.

No entanto, parecia que o destino não queria que o mundo soubesse da existência de Park Jimin, pelo menos não agora. Soube há alguns meses que havia sofrido um grave acidente, o qual lhe tinha deixando sequelas horrendas. Soube também que ele desistiu de sua apresentação esta semana e, por algum motivo, isso me deixou profundamente frustrado. O que de tão ruim a vida tinha aprontado para faze-lo desistir do próprio sonho?

─ Mas por quê?! ─ Indaguei completamente surpreso depois de meu pai ter me transmitido a notícia.

─ A mãe dele disse que era porque ele tinha perdido a vontade. ─ Disse com a cara meio torta, demonstrando sua opinião duvidosa sobre o que a mulher havia contado. ─ Mas acho que é conversa fiada. ─ Completou.

─ O senhor acha? Eu tenho certeza. ─ Respondi-lhe franzindo o cenho, observando-o dar de ombros.

─ Enfim, chega de papo, vá terminar de limpar as lâminas, Yoongi. Eu já vou subindo, minhas costas estão me matando. ─ Proferiu dando as costas para mim, não me dando tempo para responder.

Suspirei e me dirigi até as prateleiras onde ficavam os patins, vendo alguns pares pelo chão.

─ Qual é o problema desse galera em guardar as coisas? ─ Resmunguei enquanto me sentava em um banquinho de madeira, pegando um par de patins que estava largado no chão, analisando as lâminas, conferindo se precisavam de ajustes.

Foi quando o relógio bateu meia-noite, as doze badaladas ecoaram pelo pequeno recinto o qual me encontrava, mas, por mais um dia, não ouvi o portão se abrir, não escutei os passos apressados, nem mesmo a música clássica. Meus ouvidos capitavam o silêncio e isso estava me deixando tão perturbado de uma forma que nem mesmo sei explicar.

Deveria eu ir falar com o pequeno Park? Mas quem sou eu para aconselha-lo? O filho do dono da pista de patinação? Seria o suficiente? O que exatamente tinha acontecido com ele? Minha cabeça era martelada por milhões de perguntas sem nenhuma resposta, chegavam a me deixar com tonto. Mas bem, acho que devo esperar mais um pouco, talvez ele mude de ideia e volte a praticar.


Patinando no Escuro;   Capítulo I.

O canto dos pássaros me permitiu saber que estava amanhecendo. Suspirei pesadamente, tinha passado mais uma noite fingindo dormir. Me ergui com a ajuda dos cotovelos, sentando no colchão, deixando minhas pernas cruzadas no estilo índio.

Escuridão completa, era tudo o que minha mente me permitia visualizar. Não tinha cor, não tinha forma, era um tremendo nada. Mas mesmo assim eu fazia questão em ficar de frente para minha janela, na esperança de que um dia eu possa ver o nascer do sol mais uma vez ou, até mesmo, enxergar o ninho de passarinhos que ficava nos galhos da cerejeira a qual estava logo em frente.

Essas imagens ainda corriam frescas por minha mente e me deixavam angustiado, visto que jamais poderia voltar a observar a bela paisagem. Recordava dos raios de sol deixando o sol, que tingiam o céu em um tom alaranjado, entrando em contraste com o róseo das flores da árvore. Era uma imagem que eu com certeza sentiria muito falta de ver. E de repente, lágrimas desciam sorrateiramente por minha bochecha, mas logo foram enxutas pelas mangas longas de meu pijama.

Não queria que minha mãe me visse daquela maneira, eu já a fiz chorar demais, sofrer demais e, eu odeio vê-la nesse estado por minha causa. Já até perdi a conta de quantas vezes já a ouvi soltando lamúrias, súplicas e rezando ─ em seu humilde e improvisado altar ─ para seu Deus que me devolvesse a visão e, principalmente, minha vontade de viver.

Mas para que viver? A única coisa que eu era realmente bom, não sou mais capaz de realiza-la. É como se Deus destruísse meus sonhos só restasse míseros cacos, que de tão pequenos, não se pode mais colar. Então acho difícil ele me devolver quaisquer coisa. Não sei o que fiz para ele, deve ter sido algo muito ruim ao ponto dele ficar tão bravo e me jogar tamanha praga. Mas seja lá o que for, minha consciência não está pesada. E se por um acaso existir mesmo uma vida após a morte, espero resolver isso no purgatório.

Acho que eu estava fadado a ser como meu pai, dono de um restaurante. Não que seja um emprego indigno, só não me vejo nessa profissão. Isso me deixa completamente baldado, quero dar orgulho a minha família e, se não posso mais fazer isso da minha maneira, só me resta fazer da maneira deles. Acho que não deve ser tão ruim assim, certo?


Patinando no Escuro;   Capítulo I.

Já faziam duas semanas, duas semanas! Jimin havia recebido alta e não me deixava nem sequer vê-lo ou falar com ele! Porra, eu sou o melhor amigo dele ou o que? Me questiono todo dia o que de tão ruim aconteceu com ele para não deixar ninguém vê-lo, é um absurdo. Minhas teorias me diziam que seu rosto estava extremamente destruído e feio, era a única ideia que me chegava a cabeça.

E então, cá estou na porta da casa dos Park mais uma vez, batendo sem parar na madeira aguardando a senhora atender, que não tardou a acontecer.

─ Bom dia, tia! ─ Cumprimentei sorridente. ─ Jimin está? Quero muito falar com ele, estou com saudades. ─ Disse-lhe empolgado, implorando com olhinhos de cachorro para que me desse a permissão de entrar.

─ A-ah! Bom dia Taehyung. ─ Ela respondeu, dando um pequeno sorriso, um tanto amarelo. ─ Jimin está mas... Ainda quer ficar sozinho. ─ Franzi o cenho enfurecido, não ia mais tolerar tal comportamento de meu amigo, parecia mais uma criancinha mimada! Estava preocupado, queria ajudá-lo, mas por que ele não deixava?

─ Perdão tia, mas dessa vez eu não vou embora até falar com ele. ─ Falei firme, fazendo a de cabelos grisalhos coçar a nuca, parecia sem saber o que fazer. Olhou para trás, observando o pequeno recinto, deduzi que estava pensando enquanto fitava o estreito corredor que levava até o quarto do adoentado. Ela mordeu o lábio inferior e voltou sua atenção a mim.

─ Certo, entre. ─ Não evitei franzir a testa enquanto a mais velha me empurrava para dentro de casa, não achei que seria tão fácil assim, até passei horas ensaiando em frente ao espelho. Mas não estou reclamando, claro. ─ Acho que você é o único capaz de anima-lo. Vá, ele está no quarto.

Em fração de segundos eu já estava correndo em direção ao quarto de Jimin, eu estava um tanto apreensivo e, portanto, fui diminuindo a velocidade dos passos a medida que me aproximava do quarto. Bati na porta e rodei a maçaneta esférica, empurrando levemente para frente, o que a fez ranger um pouco.

Observei o de madeixas negras sentado em sua cama encarando a janela, estava de costas e, provavelmente, imerso em pensamentos.

─ Mãe, eu não estou com fome. ─ Ele disse com sua voz estava carregada e cansada, mas nada respondi, apenas entrei no quarto e fechei a porta por trás de mim enquanto olhava a figura imóvel na minha frente, aguardando ele se dar conta de que era eu que estava ali. ─ Mãe? É você? ─ Indagou um tanto receoso, virando um pouco seu rosto, deixando-me perceber o quanto havia emagrecido. Tinha pedido suas bochechas gordinhas e seu maxilar estava bem mais definido. ─ Me responde! ─ Praticamente gritou me fazendo acordar do transe e arregalar os olhos, Jimin nunca aumentava o tom de voz, nem quando estava bravo. Pendi minha cabeça para o lado e cruzei os braços, ele não estava me vendo?

─ Se vira aí, crianção! ─ Finalmente me pronunciei, fazendo os olhos do mais baixo quase saírem para fora da órbita, voltando depressa sua atenção até a janela. Consequentemente ele não se virou, parecia estar nervoso, nunca encarava um ponto fixo, sua pupila passeava por seus olhos, totalmente inquieta, ia percebendo cada vez mais detalhes a medida que me aproximava. ─ Ei! Você me ouviu? ─ Continuei, me acercando da cama, sentando-me ao lado de meu amigo.

Segurei seu rosto e virei-o para mim. Era estranho, é como se ele não soubesse que eu estava ali, como se não me enxergasse. Mirei diretamente em seus olhos, mas ele parecia não olhar para mim e, seus olhos estavam tristes, sem brilho, vazios. Suas pupilas estavam perdidas, procuravam algo que só Deus sabiam o que.

─ Jimin. ─ O chamei, dando uma pequena pausa para engolir o seco. Observava o rosto do menor, ele estava acabado, as olheiras profundas e olhos inchados denunciavam as suas perpétuas e tristes noites chorando. ─ Você me vê? ─ Perguntei em um fio de voz, um nó se formava em minha garganta.

O Park não conseguiu responder, seus olhos começaram a lacrimejar. Não perdi mais tempo, o puxei para perto de mim, deixando seu rosto em meu peito, envolvendo-o em um abraço caloroso. Não tardou para que pudesse ouvir seus soluços e minha camisa sendo molhada por suas lágrimas. Não resisti e desabei junto a Jimin, apertando-o cada vez mais no enlace, sussurrando coisas como "Vai ficar tudo bem", "Eu estou com você agora" e "Você é a pessoa mais forte que eu já conheci".

    Eu desejo com todas as minhas forças que realmente dê tudo certo porque eu não suportaria ficar sem deslumbrar o belo sorriso de Park Jimin, não aguentaria vê-lo sofrer tanto por toda sua vida injustamente.


Notas Finais


olha lá olha lá
vmin é muito meu bromance 10/10 af af amo, muito bebês
yoongi é um neném ok, cuidem dele
próximo capítulo vai aparecer perso novo rs
até maixxxx
comentem ok, quero atenção


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