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História Patriot - Capítulo 26


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Notas do Autor


oi mores, vou ser rápido pra não passar do horário rs.

como cês tão? passando bem? bom, eu não queria dizer nada não mas eu tô participando de um projeto e logo logo vou postar uma fic visada em um tema, então... eu peço que vocês me apóiem e que quando for a hora eu vou passar mais informações pra vocês sobre, tô mto feliz de vdd, tá mto gostosinho de escrever esse plot.

boa leitura.

Capítulo 26 - Capítulo XXV


Estavam todos ali, no último térreo, esperando uma das reações típicas de Yukhei, mas ele parecia estar tão apreensivo que era notável. Ele nunca foi uma pessoa muito aparente, mas agora os agentes conseguiam ver sua alma, e era por isso que ele estava ainda mais nervoso. Na sua concepção ele tinha que passar segurança para os agentes, mas nem assim conseguia se imaginar fazendo isso.

— Líder Wong? – Doyoung chamou quando viu que o outro estava a muito tempo de pé, sem dizer nada – Você está bem?

Yukhei voltou sua atenção a Doyoung, assentindo logo em seguida. Ajeitou seu uniforme e começou a contar sobre o plano. Era simples, eles não poderiam se manter na defensiva se caso os invasores estivessem destruindo cada subsolo como se não tivesse importância, o líder tinha certeza que eles agora tinham idéia do tanto de armadilhas que continham no primeiro térreo, já que eles haviam o dominado. Temeu que descobrissem logo mais, os dormitórios dos agentes. Então decidiu separar uma pequena parte dos agentes nos primeiros quartos do segundo térreo, como uma armadilha para quem entrasse. Enquanto isso, o líder subiria para o primeiro térreo, com a maioria dos seus agentes.

Chenle encarava toda aquela cena confuso demais para se mover. Levou seus olhos aos dois homens que levavam Jungwoo para longe de si, provavelmente indo para o segundo andar também, assim como a maioria deles.

— Todos prontos? – Doyoung dizia enquanto carregava a arma nos braços.

Os agentes gritaram uma coisa que o chinês não conseguiu entender, apenas seguiu os passos deles até Jisung.

— O que está fazendo, volta pra lá – o mais novo dizia enquanto subia as escadas, vendo Chenle ao seu lado.

— Eles não me falaram o que eu tenho que fazer, só me deram esses trapos velhos e-

— Primeiro não são trapos, são uniformes – respondeu sério enquanto ainda subiam as escadas antigas e surradas de concreto – segundo, eu tô te falando o que você vai fazer agora.

— Engraçadinho – disse subindo um degrau e parando em sua frente – você não manda em mim.

O Park ficou um pouco surpreso com a afronta alheia, mas também lembrara que o mais velho era amigo de Jaemin então... fazia algum sentido.

Enfim subiu logo atrás dele um pouco preocupado com o que aconteceria se tirasse seus olhos do baixinho.

Chegaram no segundo subsolo iluminado apenas pelas lanternas dos agentes, aos poucos todos foram entrando aos quartos do corredor principal para checar todo o andar, assim que conferiram tudo, Yukhei reuniu todos os agentes ali em uma roda.

— Não se esqueçam que nossa meta é expulsar todos eles daqui e encontrar Jaemin e Jeno. Mas se for preciso... – entregou uma das suas armas ao chinês mais novo ali que só faltou tremer com a voz autoritária do outro – matem.

Com isso, o líder atravessara o corredor correndo, junto a maioria, que iriam para o primeiro térreo.




[•••]




Os dois garotos andavam por entre os caixotes de armazéns falsos que davam diretamente para a saída, eles não iriam tecnicamente sair. Depois de Jeno saber da invasão repentina, soube também que os agentes estavam procurando por eles, mas o Lee faria se não tinha noção de que Chenle estava agora no mesmo lugar que eles? Os garotos andavam de mãos dadas próximo a saída, desviando um pouco de alguns olhares, tinham mais pessoas ali, eles se perguntavam o porquê ninguém tinham notado a presença deles.

— Você fez bem, quer dizer, lá embaixo – disse o Lee, caminhando abaixado ao lado do outro e tentando desviar em um assunto.

— Espera, você estava acordado? E se ele me matasse!? – Jaemin disse sussurrando mais ainda assim irritado, o Lee sorriu fraco tentando segurar o riso – É sério, Jeno – socou seu braço.

— Eu não vi nada, mas sei que fez alguma coisa com ele, você está vivo não está? – proferiu fazendo o mais novo sorrir bobo e assim selar os seus lábios rapidamente – Depois que eu vi você bem, me senti mais tranquilo.

Nem pareciam sequer que estavam no meio de uma fulga.

— E você me fez dizer tudo aquilo?

— Aquilo eu não estava esperando... – ia continuar mas ouviu o barulho abrupto de passos e parou tudo o que estava fazendo.

Se abaixaram ainda mais quando viram um dos clandestinos passar correndo por entre os caixotes, logo outro e outro atravessou o local.

Yuta!? – gritou alto um dos invasores recebendo uma resposta do japonês logo em seguida.

— Eu sabia que não deveríamos deixá-lo sozinho – o outro dissera enquanto descia as mesmas escadas que levavam ao elevador travado.

— Você sabe como ele é, hyung, sempre querendo agir sem pensar.

— Talvez a culpa não seja dele.

— Por quê você está implicando comigo hoje, uh? Só porquê eu não queria vir e ver essa derrota?

— Eu não tô nem aí pra você, só acho que você não o seguiu como tínhamos planejado – empurrou o outro em resposta.

Os outros dois escondidos engoliram em seco, vendo que todos estavam ali, lotando o térreo com as presenças nem um pouco silenciosa, eles pareciam os mesmos de antes, só que ainda assim estavam em uma pequena quantidade, possivelmente os agentes derrotariam eles facilmente. No entanto, eles pareciam estar tão mais equipados e determinados.

— Eu não sigo ninguém, eu faço o que quero – Jeno encarou bem aqueles e não os estranhou.

— Não parece, já que me seguiu igual a uma cadelinha obediente que você–

O mais novo socou o outro sem nem pensar duas vezes, fazendo o mesmo rosnar e pular em cima de si. E de repente uma briga se fez presente entre os dois garotos e Jaemin viu aquilo como uma brecha.

— Vamos, Jeno! – sussurrou esperando que o agente se mexesse.

— Não podemos ir.

— Mas o quê-

— Eles podem nos pegar, sem falar que os agentes estão nos procurando, e se eles vierem pra cá em vão? E se chegarmos lá e... – engoliu em seco se auto impedindo de falar.

Jaemin encarou seu rosto e mesmo que no escuro, sentia o cheiro do agente mais próximo do que pensava, esperou que o que ele estava prestes a dizer fosse a maior mentira absoluta, estava tão fora da sua realidade perder o seu melhor amigo.

— Não... – disse sentindo seu coração apertar, Jeno respirou fundo com medo agora de que Jaemin fosse chorar.

— Escuta, eu não quis dizer aquilo, eu só – parou de falar quando viu o Na correr para longe de si – Jaemin! – exclamou baixo bagunçando os cabelos, se culpando antes de ir atrás do garoto.

Assim que Jeno sentiu suas mãos se soltarem do aperto das dele, era como se tivesse perdido uma parte do seu corpo, foi quando ele notou que por mais que Jaemin se afastasse e sumisse da sua vida, já era tarde demais para o Lee, ele estava totalmente envolvido em tudo o que habitava no Na. Talvez fosse exagero demais ele pensar isso agora que tinha tantas coisas pra se preocupar, mas na sua concepção, aquilo era o demais preocupante...

— Merda – Jeno estava apaixonado.


Notas Finais


Irraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.

gnt desculpa se esse cap estiver HORRÍVEL. prometo que vou tentar melhorar por vcs❣️😭


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