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História Paulícia- Our Game - Capítulo 2


Escrita por: LeeSophia17

Notas do Autor


Oii!! Obrigada pelos comentários!!
Aqui vai...

Capítulo 2 - Aposta...


Eu não queria ir naquela balada. Eu queria ficar em casa comendo pipoca e pintando meu skate, mas o Paulo tinha de abrir aquela boca e me fazer prometer para a Marce que eu ia. Eu não estou mentido quando digo que o que aquele galinha tem de bonito também tem de irritante. Por essa promessa que eu fiz, tive de ir para a casa dos Guerra para vestir o estúpido vestido preto da Marcelina e para deixar a pequena me maquiar. Depois que ambas estávamos prontas, chamamos um Uber e fomos para a balada. O Paulo felizmente tinha saído horas antes de eu chegar e ia para a Balada com o Kokimoto e o Mário. 

Majo: Ora sejam bem aparecidas- ela falou sarcástica assim que a gente chegou e se juntou com o resto da galera. 

Ally: Ai Majo, não enche. Só chegamos 10 minutos fora da hora combinada. 

Carmen: Isso nem é importante meninas, vamos apenas aproveitar a noite e dançar até cair. 

Daniel: Se você, senhorita Carrilho, cair, cá estarei eu para a amparar- ele falou chegando por trás dela e a abraçando.  

Carmen: Que lindo amor, digo o mesmo!- ela falou, se virando e dando um selinho nele. 

Ally: Ah não, tanta melação eu não aguento. Com licença que eu vou buscar alguma coisa para beber. Você vem Marce? 

Marce: Desculpa Ally, mas eu vou dançar com aquele gato alí do fundo que está olhando para mim faz tempo- ela falou, indo na direção do cara. 

Valéria: Vai buscar a sua bebida e ter com a gente à pista de dança- ela falou, puxando o Davi e a Majo.  

Ally: Tá bom, encontro vocês lá. 

Me dirigi ao balcão e pedi minha cola. Sabendo que esta galera toda estava louca para soltar a franga, decidi ser a responsável e me manter sóbria a noite toda. Meus olhos percorreram a sala até que pararam na Marcelina, que dançava colada num cara loiro qualquer enquanto olhava para um canto da balada. Quando meus olhos encontraram o ponto de foco dela, percebi o motivo dela estar sensualizando tanto...Mário. Ele estava encostado no Balcão a olhando fixamente, uma mistura de raiva e ciúmes nos olhos dele enquanto bebia o que parecia ser uma Vodka Limão. Junto a ele estava o Koki, que também não tirava os olhos da nossa ruiva, enquanto esta dançava com a Laura. 

Espera, se o Mário e o Koki já estavam aqui, quer dizer que-- 

XX: Olha quem decidiu aparecer- a voz da pessoa em quem eu pensava suou atrás de mim. Esbocei um sorriso falso e me virei para ele. 

Ally: Verdade Guerra, não que seja da sua conta onde eu estou ou deixo de estar.  

Paulo: E não que eu esteja interessado onde você está Gusman. Agora me fala, vai passar a noite aqui junto ao balcão, seduzindo os caras desesperados para depois os mandar para trás como você faz sempre? - Ele debochou enquanto bebia um golo do seu copo de Whisky Cola.  

Ally: Não, por acaso não vou, hoje eu vou-- 

Paulo: Deixa me adivinhar, veio só cá dentro para pegar uma bebida e vai ficar esperando a minha irmã no carro, é? - ele debochou novamente. 

Ally: Sabe que mais, Cansei- tirei o copo dele da mão dele e bebi todo o conteúdo, sentindo o calor do álcool queimando minha garganta- não tira os olhos de mim não, que eu vou te provar que você está errado a meu respeito. 

Caminhei poderosa sentindo os olhos dele nas minhas costas. Quando cheguei na pista de dança fui dançando ao som dá música, rebolando minha bunda e olhando ele nos olhos para garantir que ele observava todos os movimentos que eu fazia. Se havia uma coisa que o Guerra me havia dito no passado foi «Tu é muito gostosa Gusman. Pena ser tão santinha e maria-macho». Eu hoje ia provar para ele que eu não sou tão “um-dos-caras" como ele pensa e que santinha muito menos.  

Ele sorriu sínico, enquanto bebia o resto da segunda bebida que ele teve de pedir por eu ter bebido a dele. Pousou o copo vazio no balcão e veio caminhando até mim. Sabia que ele ia querer dançar comigo, e eu não ia negar o prazer de mostrar para ele que eu era o oposto de tudo aquilo que ele me considerava.  

Dançamos juntos durante meia hora, nossos corpos colados e nenhuma palavra dita. Ele estava surpreendido com minhas atitudes e eu sabia disso. 

Quando ambos nos encontramos cansados demais para continuar, fomos até uma mesa no fundo da balada e nos sentamos, um do lado do outro. 

Paulo: Nada mal para uma santa que nem você. 

Ally: Eu falei que ia provar que você estava errado. 

Paulo: É, eu estava errado...sobre você ir ficar no carro esperando a Marce. Minha opinião sobre você não pegar ninguém em baladas estava totalmente certa ele voltou a ser o mesmo do costume, me debochando.  

Ally: Ué, ia pegar quem se eu estava dançando com você?! Até agora só dois caras falaram comigo além da galera desde que eu cheguei aqui. Eu ainda posso mudar de ideia e ir pegar alguém. Por exemplo, aquele moreno ali do fundo usando os jeans brancos não tirou os olhos de mim a noite inteira. 

Paulo: É...você podia ir dar uns pegas nele...ou a gente podia se pegar- ele falou, olhando meus lábios. 

Ally: Fala sério Guerra, eu não vou pegar você. 

Paulo: Ué, tem medo de não aguentar o calor de um beijo meu?- ele riu 

Ally: Não, não tenho. Mas eu não sou uma das suas peguetes e nem serei, galinha. 

Paulo: Você vive me chamando de galinha, mas não sabe de nada. Quando eu me dedico a uma garota, ela vive a experiência da vida dela.  

Ally: Duvido- debochei. 

Paulo: Quer apostar? - ele sorriu. 

Ally: Que tipo de aposta? 

Paulo: Simples, quem provar ao outro que ele está errado primeiro ganha. Você me prova que sabe ser mais do que uma pura menininha que não se sabe divertir sem ser com coisas relacionadas com skate e eu te provo que sei ser leal e não apenas um galinha. 

Ally: Basicamente, você quer que a gente ande se pegando durante um tempo, eu provando para você que sei te seduzir e me divertir e você tem de ser fiel a mim até eu acreditar que você não é galinha? 

Paulo: Exato! 

Ally: Pois, isso soa apenas a desculpa para me pegar. 

Paulo: Se eu quisesse te pegar assim tanto eu tinha te provocado até você beber demais, não acha?!  

Ally: Não sei não Paulo. 

Paulo: Vai amarelar Alícia? Me fala, aceita ou não?


Notas Finais


Continua...


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