História Pax - Capítulo 2


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Categorias Once Upon a Time, Pax
Personagens David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Henry Mills, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Pax, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Vovó (Granny), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Emmaswan, Henrymills, Reginamills
Visualizações 176
Palavras 2.906
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem. Bom, aqui temos a primeira aparição de Emma e o primeiro contato SwanQueen <3
Henry eu te venero <3

Capítulo 2 - Pax 02


O som que Henry mais amava no mundo, o estalo do couro contra o couro de quando a bola de beisebol batia na luva, ele poderia ouvir os gritos de euforia da mãe assistindo ele jogar, podia ouvir os amigos fazerem o mesmo animado. Mesmo sonhando Henry podia ouvir o barulho claramente e pensar o quanto tinha sido feliz.

Ao abrir os olhos sorrindo por conta do sonho, Henry percebeu onde estava e deu um grito de susto ao perceber que em sua frente estava uma mulher loira, jogando uma bola de beisebol contra a luva. A mulher estava vestida de uma calça jeans, jaqueta de couro vermelha e uma bota cano alto marrom. A mulher sacudiu a cabeça e se inclinou para observa-lo.

Ele recuo para trás, gritando ao perceber que seu pé doía ainda mais. O pânico se instalou novamente no menino. Henry procurou a mochila e logo encontrou atrás da mulher, com todas as suas coisas ao chão reviradas.

- Essa é a minha luva? – Perguntou ao ver um furo que Pax tinha feito ainda novo.

Ao ouvir isso, a mulher soltou uma risada misturada com deboche e divertimento. Ele se encolheu quando a mesma abaixou e se aproximou do menino o encarando, os olhos verdes pareciam saber de todos os pecados que Henry tinha cometido em vida.

- Não, foi o meu celeiro que você invadiu então essa pergunta cabe somente a mim.

Henry suspirou sabendo que teria que achar uma maneira melhor de argumentar para sair dali com sua vida intacta.

- Eu machuquei meu pé ontem anoite, passei por acaso por aqui e resolvi ficar por algumas horas... Mas se você me devolver minha mochila poderia ir embora agora.

- Não tão rápido. Como assim, você passou pelo meu celeiro? Isso e basicamente no meio do nada.

A mulher se endireitou levantando para olhar Henry de cima, o garoto ainda não tinha conseguido fazer o mesmo.

- Atalho, eu estava pegando um atalho para casa, eu estava vindo... - Henry pensou e se lembrou do sonho -... Do treino de beisebol.

- Engraçado garoto, minha primeira duvida é que você não tem um taco. Um saco de dormir, roupa, comida e uma garrafa de agua – Ela disse apontando para o chão onde as coisas estavam jogadas- Mas nenhum taco de beisebol? Diga-me a verdade garoto.

Henry percebeu o sotaque quando a mulher falou garoto. Bem discreto, como se ela estivesse passado algum momento de sua infância por selvagens como seu pai dizia.

- O taco era pesado demais, tenho apenas onze anos.

A mulher balançou a cabeça de novo. Dessa vez, parecia esta com nojo.

- Eu sei quando alguém mente garoto, me diga a verdade ou chamarei a policia.

- Não tenho um taco, essa é a verdade.

- Qual é seu nome?

Henry disse o nome e encarou esperando ela reconhecer de algum lugar, talvez ela conhecesse sua tia.

- Isso tem cara de verdade, então Henry sem taco, o que houve com seu pé?

- Torci você é assim sempre cheia de perguntas?

Tentou dar uma de espertinho para se livrar dali o mais rápido que conseguiria.

-Não, somente com quem invade meu celeiro.

- Justo – Henry ponderou se dando por vencido.

A mulher suspirou e revirou os olhos.

- Não se mexa garoto – Ordenou.

Antes mesmo que ele pudesse protestar, ela enfiou uma lamina fria da faca por dentro da meia dele e, com um movimento rápido, a rasgou. Henry cerrou os dentes para não gritar e segurou com toda força para não chorar.

- Você andou com esse pé? – A mulher reparou como estava inchado e escuro.

- Eu peguei um galho para consegui chegar ate aqui – Confessou.

- Vou ter que mexer nele – Avisou ela- Preparado?

- Não! Não toque no meu pé!

Mas a mulher começou a mexer mesmo assim, dando instruções de como Henry deveria mexê-lo.

- Você deu sorte – Disse ela, pousando o pé do menino sobre a sua camiseta regata – Não teve uma fratura, mas uma simples torção. Por sorte ira sobreviver.

- Sorte? Como uma torção é sinal de sorte?

- Poderia ter quebrado ou até mesmo uma fratura exposta, posso fazer uma lista se quiser. Pare de choramingar Henry sem taco.

A mulher se levantou para pode encarar Henry e logo ela entendeu as coisas, como se estivesse montando um quebra-cabeça.

- Um fugitivo – Concluiu ela, cruzando os braços e inclinado a cabeça- Aceitei Henry sem taco? Você esta fugindo?

- Não, não estou fugindo – Henry tentou ser o melhor mentiroso do mundo, mas claro que não funcionaria com a mulher.

- Desculpe, pode repetir? O meu detector de mentira disparou assim que você abriu a boca. Vamos lá, tente novamente. Você esta fugindo de casa?

Henry suspirou e a encarou.

- Não exatamente.

- Me diga logo, sem rodeios Henry sem taco.

- Não estou fugindo de casa, estou fugindo para casa.

A mulher parou e encarou analisando se era realmente toda a verdade que o menino carregava consigo.

- Continue, conte-me tudo.

Henry olhou pela janela que ficava em cima de uma bancada de trabalho, Pinheiros altos cortavam o céu claro da manhã e alguns corvos pareciam discutir escandalosamente nos galhos mais altos.

- A guerra, a maldita guerra. Meu pai teve que ir servir. Como minha mãe morreu, somos nós dois. Então ele me trouxe...

- Quantos anos tem seu pai?

- Trinta e quatro, por quê?

- Ele não teve que fazer nada. A convocação obrigatória é só para garotos de dezoito a vinte anos. Seu pai foi para guerra porque quis garoto. Foi uma escolha dele. Vamos começar a historia com a verdade, essa é a única regra aqui Henry sem taco.

- Tudo bem, claro. Ele escolheu ir. Ele me deixou na casa da minha tia...

- Deixe-me adivinhar, ela era uma megera?

- Não é isso, é que eu tinha uma raposa. Quer dizer, eu tenho uma raposa. Nos a soltamos. Deixamos na beira da estrada. Meu pai disse que era o único jeito, mas não deveria ter feito isso.

Henry suspirou e a mulher encarou dizendo para prosseguir com a historia.

- criei minha raposa desde que ela era um filhote, ela confiava em mim. Ela não ira saber se virar lá fora. Não importa se é só uma raposa... É assim que meu pai diz, como se não fosse um animal tão bom quanto um cachorro.

- Sei. Então você ficou com muita raiva e fugiu?

- Eu não fiquei com raiva. Minha raposa depende de mim e eu vou busca-la – Henry esbravejou não sabendo de onde vinha tanta coragem, mas ele tinha vontade e isso que importava, iria encontra Pax.

- Sinto muito, mas temos uma mudança de plano.

- Eu vou buscar minha raposa e a levarei para casa!

- Nesse estado, você não vai a lugar nenhum. Alguém vai acabar vindo procurar você. Isso não é bom para mim. Quero você longe daqui mais do que você quer ir buscar essa raposa, mas com o pé assim, já tenho muito peso na consciência. Vou imobilizar seu pé e lhe dar remédios antes de você ir criança.

- Não sou criança. Tenho quase doze anos.

A mulher deu de ombros.

- depois você vai embora. Tem uma oficina não muito longe daqui, Gepeto ira te dar um telefonema e você deveria ligar pra sua tia ou seu pai, como desejar.

- Eu não vou voltar. Como posso ser mais claro? Ah já sei, vou buscar minha raposa e a levarei para casa.

- Não vou discutir com você Henry sem taco.

A mulher deu as costas o deixando ali tentando se levantar, a dor era tanta que o menino não achou que poderia fazer esse ato tão cedo.

- Espera! Qual é seu nome? Se vai me obrigar a ficar ao menos me diga seu nome.

- Emma Swan garoto, me chamo Emma Swan – A mulher sorriu se dando por vencida, estava sendo uma megera com o garoto- Vem – A mulher se aproximou ajudando a levantar- Irei te ajudar a melhorar logo Henry sem taco.

- Obrigado – O menino murmurou quase chorando, desde que sua mãe tinha morrido ele não tinha sido cuidado por ninguém assim. Emma poderia ser uma selvagem, mas ao menos se importou e respeitou o desejo do menino de ficar.

 

 

- Você vai entrar ou estou segurando a porta para as moscas?

Emma lançou um olhar para Henry que estava apoiado sobre as muletas que ela mesma arrumou uma forma de fazer após enfaixar e medicar Henry sem taco.

 

- Me promete que não me obrigar ir para casa da minha tia agora? 

 

- Garoto, ela deve está preocupada e agora você não iria conseguir ir a lugar nenhum, apenas entre e coma algo.

 

- Okay - Henry falou dando por vencido.

 

O interior da simples casa da fazenda fez o menino se lembrar de casa, sua mãe fazia de tudo para manter a casa simples. Diferente da casa da nova amiga, Henry estava a chamado assim mentalmente, sua casa não tinha televisão ou tanta coisa jogada pelo meio da casa.

 

- Está meio bagunçada, não esperava receber um fugitivo.

 

- Tudo bem, tenho onze anos e realmente não me importo com a bagunça da sua casa.

 

- Você é esperto garoto, nem tanto, mas é - Emma sorriu jogando uma toalha úmida para o menino limpar o rosto e a mão que tinha sangue pela queda do mesmo- Vem, acho que tenho pizza na geladeira.

-

 Pizza?

 

- Sim, de queijo - Emma lançou um olhar ao perceber que Henry realmente não estava querendo comer isso- Não sou boa na cozinha Henry sem taco.

 

- Tudo bem. Mamãe não me deixava comer pizza.

 

- Sua mãe era esperta, bom, bem mais esperta do que eu - Emma sorriu e se aproximou ao garoto ponderando se tocava seu ombro ou não. Resolveu não fazer isso.

 

- Sim, ela era - Henry olhou para o chão- podemos comer a tal pizza logo?

 

- Claro. Você prefere quente ou fria?

 

- Tanto faz da sua preferência. Como você gosta de comer?

 

Emma deu de ombros e o levou até a cozinha, com uma dificuldade Henry apareceu ao seu lado. O garoto estava realmente se esforçando para se manter em pé. Andar sobre muletas não era uma tarefa muito fácil para um iniciante. Emma se perguntou se o garoto já tinha feito isso antes, já tinha fugido de tudo, ou ao menos se machucado. Por ficar sempre em lares adotivos ruins, ela já tinha virado uma especialista em fugas noturnas.

 

- Quente quando compra, mas fria depois de ficar na geladeira é bem gostoso.

 

- Então fria.

 

Henry se sentou quando Emma voltou com a caixa e uma lata de refrigerante de limão, o garoto ponderou se poderia realmente tomar o refrigerante, sua mãe o mataria.

 

- Sua mãe também não deixava você tomar refrigerante?

 

- Sim, ela dizia que os homens que fazem essa bebida são ruins.

Emma sorriu e deu de ombros.

 

- Somos um misto de bem e mal Henry, ela só queria te proteger e consegui-o. Você é um garoto esperto, você não fugiu porque não gostou da casa ou da sua tia e sim porque não poderia abandonar um amigo, sua mãe estaria orgulhosa de você.

 

- Como ela poderia? Eu fugi porque antes de tudo o abandonei.

 

Henry mordeu uma fatia da pizza, a única comida que ganharia dela era a lasanha vegetariana que sua mãe fazia. Emma o olhava com curiosidade, quando o menino sorriu e bebeu um gole do refrigerante, ela entendeu que ele tinha gostado.

 

- O mais importante aqui, é que você realmente não deveria ter deixado à raposa para trás, mas está aqui para tentar corrigir.

 

- Isso significa que você vai me ajudar a ir atrás do Pax? 

 

Henry sorriu esperando uma resposta positiva.

 

- Não posso você tem que avisar sua tia primeiro. Temos um acordo, você liga e avisa e eu te levo de carro até a sua raposa.

 

- Acho que posso me virar sozinho.

 

- Não seja tolo Henry sem taco.

 

- Pode me chamar de garoto, Henry, o menino que invadiu o celeiro e até algo ofensivo, mas pare de me chamar de Henry sem taco.

 

- Okay, Henry sem taco.

 

O menino revirou os olhos e voltou a comer deixando Emma o encarando.

 

- Eu vou precisar fazer alguns trabalhos aqui na fazendo, quando terminar de comer, durma um pouco. Você pode fazer isso?

 

- Sim posso.

 

- Não fuja Henry, aqui é o melhor abrigo que poderia achar para hoje. Eu me sinto devidamente onde deveria estar aqui e espero que um dia você possa sentir da mesma forma.

 

- Okay. Tentarei não fugir.

 

Emma se levantou deixando Henry ali, o garoto estava faminto.

 

Emma estava no celeiro arrumando alguns móveis para entregar em uma loja da cidade, ela não amava aquele trabalho, mas ajudava a se manter depois que voltou da guerra e aquilo era ótimo.

Estava quase fechando o celeiro quando viu uma Mercedes preta entrar em sua propriedade e estacionar em sua frente. Uma morena baixinha desceu do carro, Emma a conheci de longe, era Regina Mills.

 

- Oi - Emma sorriu de forma cafajeste fazendo a morena revirar os olhos.

 

- Emma Swan certo? 

 

- Regina Mills, achei que não se lembraria de mim.

 

- Na verdade só me lembro de te ter que te livrar da cadeia depois de dar uma surra naquele cara, como é mesmo o nome dele? 

 

- Will, ele mereceu.

 

- Sim, mas você estava na cidade por cerca de dois dias e já arrumou confusão. Mau sinal.

Emma deu de ombros e encarou a morena, ela era sempre grossa, mas parecia está aflita, somando um mais um Emma percebeu que Henry era o sobrinho da morena. Podia ver alguns traços do rosto dela no menino.

 

- Eu tenho um gênio difícil, você deveria saber disso, passou uma hora ao meu lado.

 

- Okay. Não estou aqui para falar de você, meu sobrinho sumiu, não foi para o colégio e eu rodei a cidade inteira atrás dele.

 

- E aqui foi o lugar que faltou para dar uma olhadinha? Sinto informar, mas o garoto não está aqui.

 

Regina arqueou a sobrancelha e encarou a loira, nunca tinha reparado nos olhos verdes da mesma, da forma que sua boca era perfeitamente alinhada com todo o seu rosto. Emma Swan era uma mulher linda, encrenqueira, mas linda.

Regina fez que não com a cabeça rodeando o lugar indo para a casa.

 

- Aonde você vai? Já disse que o menino não está aí.

 

- Henry está aqui, o celular que dei a ele tem GPS e indica que ele esteve aqui à manhã toda.

 

- Merda.

 

Henry não tinha um celular na mochila, provavelmente o garoto tinha esquecido-se do mesmo. Regina não esperou muito para entrar na casa, Emma foi logo atrás, não iria deixar o menino na mão.

 

Ao passar o olho por toda casa, Emma se surpreendeu ao ver que o menino não estava em lugar nenhum, assim como a mochila e a muleta.

 

- Onde ele está? - Regina esbravejou colocando Emma contra a parede.

 

- Eu não sei não que eu não goste de ser prensada na parede por estranhas, mas você poderia me solta?

 

- Eu só quero saber onde Henry esta.

 

Com muito cuidado Regina soltou a loira, ficou ainda a encarando, o rosto da ex- soldado era algo bonito e amistoso, mesmo sendo tão calejado.

 

- Pare de me olhar assim, você não vai conseguir muito olhando para meu rosto- Emma falou suspirando- Já pensou em ligar para o menino?

 

Regina assim fez, buscou o celular de forma rápida e ligou com os dedos trêmulos para o sobrinho, o celular começou tocar em cima do sofá fazendo as duas olhar de forma surpresa pra ele.

Quando Regina se aproximou para pegar o aparelho, pode notar um bilhete como aquele que o garoto tinha deixado em casa: Sinto muito por isso. Muito obrigado pela comida e os remédios Emma, mas minha raposa precisa de mim e eu tenho que leva-la para casa.

 

- Mas o que diabos significa isso? Raposa? Ele esta falando em códigos? – Regina perguntou mostrando o bilhete para Emma.

 

- Eu te conto se você prometer que me deixara ajuda-lo.

 

- Não me tire do serio senhorita Swan, tudo que eu mais quero é ajuda-lo.

 

- Certo- Emma percebeu a verdade- Ele estava dormindo no meu celeiro e estava com o pé torcido, ele comentou que estava fugindo para a casa dele e que não poderia abandonar a raposa dele. Aparentemente seu sobrinho tem como animal de estimação uma raposa e o seu cunhado o fez soltar na estrada.

 

- Odeio Robin – Regina suspirou quase chorando- Podemos ir logo a onde essa raposa esta?

 

- Depende – Emma sorriu mostrando pela primeira vez os dentes perfeitos para a morena que pereceu se perder por alguns minutos ali- Nos podemos ir logo atrás da raposa, mas você ira ajuda-lo. Não vamos deixar aquele animal lá e você não forçara Henry a fazer nada que não queria.

 

- Você deve achar que sou um monstro, mas eu não sou.

 

- Me prometa.

 

- Eu prometo senhorita Swan.

 

- Então vamos ter que primeiro descobrir onde é o lugar que Henry deixou essa maldita raposa.

 


Notas Finais


Será que Regina ira realmente cumplir o que prometeu a Emma? Sera que Henry conseguirar ir longe com o pé machucado?


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