1. Spirit Fanfics >
  2. Pé Na Estrada >
  3. Capítulo 7: Histórias, Mijada Camarada e Luffy Chutador.

História Pé Na Estrada - Capítulo 7


Escrita por: MisterLuffy

Notas do Autor


-Mais um capítulo! Espero que gostem, se tiver erros peço desculpas, tive alguns problema com corretor automático aff. Bem, espero que gostem!
-Boa leitura!

Capítulo 7 - Capítulo 7: Histórias, Mijada Camarada e Luffy Chutador.


 Por mais que ainda desconfiasse de Usopp, o de madeixas verdes achava-o engraçado e um completo de um idiota; suas histórias sem cabimento e totalmente cabeluda o entretinham naquela tarde. 

— Pois é, quase beijei um mamute sem querer — findou o conto em meio às risadas junto do maior, instantaneamente por estar sentindo sede levou a mão até uma latinha que estava escorada na janela, recebendo um olhar apreensivo tanto do loiro quanto do esverdeado.

— Ei! Não beba isso! Espera! 

Os alertas do Vinsmoke chegaram tarde demais, o cacheado experimentou o conteúdo e não deixou de cuspir tudo de forma rápida, tendo uma expressão de nojo.

— Eca! Que porra é essa?!

— É mijo do Luffy, idiota — respondeu Zoro com um sorriso engraçado no rosto, no embalo de que o responsável pelo mijo ria, já Law, Vivi e Sanji portavam ânsia na face. Não esperavam de forma alguma que a latinha que supostamente o garoto do chapéu de palha mijou, seria bebido pelo mentiroso narigudo.

— Merda! Por que ele mijou nisso?!

— Você é nojento, Usopp-ya. — A voz de Trafalgar portava uma decepção infindável. Não tardou para que todos no carro zombassem o pobre homem que havia tomado aquele líquido amarelado sem saber. Conquanto, houve um determinado momento em que o motorista via que a gasolina estava acabando e claramente não deixou de ficar preocupado. — Pessoal, a gasolina está acabando.

— O quê? Mas já? Não tem uma cidade próxima? — Sanji indagou preocupado, cortando a discussão de Usopp e Luffy que debatiam sobre quem era o culpado da urina na latinha. 

— Essa estrada é bem deserta, a próxima cidade é muito longe. — O moreno maior suspirou após dar uma resposta para o loiro, assim apertou o volante e aos poucos passou a desacelerar o carro.

— Vamos parar? — Vivi pronunciou-se preocupada.

— Não temos mais escolhas, teremos de passar a noite para poupar gasolina e amanhã decidimos o que fazer.

— Law está certo, senhorita Vivi, amanhã decidimos o que fazer. — E assim como Sanji havia concordado, fora feito.

Estacionaram o carro na estrada e aproveitaram a barraca desmontada que havia na van, Sanji e Zoro a montavam em meio às brigas e xingamentos, no mesmo instante que Usopp e Law procuravam mais gravetos para a fogueira que Luffy e Vivi estavam tentando acender.

O lugar era um deserto vasto de areia alaranjada e o frio obviamente os atingia, contudo era adornado por floresta nos extremos, claro que o cacheado mentiroso tinha dado a ideia de dormirem dentro da van, entretanto o garoto do chapéu de palha insistia em todos dormirem na barraca e a garota de cabelos azuis na van, dado que os homens deveriam ter uma experiência total sobre sobrevivência e acampamento — sendo que aquilo nem ao menos era um. Poderia até ser besteira, mas ninguém conseguiu reverter o desejo do rapaz e era decidido que iriam dormir do lado de fora do automóvel; mesmo que a contragosto.

Quando finalmente haviam acendido a fogueira, se sentaram ao redor dela no chão e conversavam sobre diversas coisas, desde o desaparecimento de Ace — que por sinal, Usopp entendeu o propósito de todos ali e decidiu os ajudar nessa aventura — até assuntos pornográficos ou memórias recentes. No final, todos riam e se aprofundaram na amizade totalmente aleatória que tiveram.

— Quer dizer que mataram o tal do Kid sem querer? — A azulada indagou finalmente entendendo a história, juntamente ao narigudo que compreendia que os dois responsáveis pela morte do estudante não eram tão maus quanto pensou.

— Mais ou menos isso — respondeu Sanji com um sorriso apaixonado para a única garota presente, em contrapartida pode ouvir Zoro bufar do seu lado.

— Ei narigudo, que amiga é essa que 'tu vai visitar? — O garoto indagou enfiando um dedo no nariz, aconchegando ainda mais o rosto no colo do namorado que estava sentado no chão.

— Ah Luffy, ela se chama Kaya. Nós brincávamos desde a infância, mas tive que me mudar para Alabasta na época que ela estava doente e não pude mais vê-la. Agora que tenho dezoito anos, decidi a visitar. 

— Então ela pode estar morta? — O Roronoa estava escorado em uma pedra, de braços cruzados e olhos fechados, porém pelo visto prestava atenção na conversa.

— Como sempre, um ogro sem sensibilidade — ralhou o Vinsmoke totalmente irritado pelo jeito evasivo do amigo, não tardando para desferir um soco nas madeixas verdes e em contrapartida passava a receber xingamentos.

— Ai credo Zoro, eu acredito que ela está viva.

— Usopp, se você acredita, não custa tentar visitá-la. — A garçonete mantinha o rotineiro sorriso meigo nos lábios, observando a fogueira tostar intensamente. — Eu nunca na minha vida iria esperar estar aqui com pessoas desconhecidas, mas tão legais e engraçadas.

— Isso tudo é graças ao Ace! Iremos achá-lo, custe o que custar!

— Por sinal, Luffy-ya, você acha que o Marco está envolvido nisso? — O homem das tatuagens indagou no mesmo momento em que acariciava as madeixas do rapaz que tinha tirado o chapéu para mais contato.

— Marco? Quem é esse? — Sanji perguntou curiosamente, sentia que já tinha ouvido esse nome em algum lugar.

— É o namorado do Ace, ele parece um abacaxi. — O Monkey respondeu em meio às gargalhadas. — Faz tempo que não vejo ele, acho que deve ter ido com o Ace. Tem uma carequinha e no topo da cabeça tem cabelo loiro espetado.

Depois de bastante risada, piada e conversa jogada fora, o estudante de cabelos loiros havia levantado para tirar a água dos joelhos, porém quando envolveu-se naquela mata próxima à terra desértica, não esperava que Zoro tivesse o seguido para aquele lugar. De forma involuntárias as mãos passavam a suar e seus sentidos ficavam afobados, até porque, era só os dois ali e estavam sozinhos.

— Marimo, o quê está fazendo aqui? — indagou cessando os passos e se virando para o homem que portava aquela expressão mórbida como de sempre.

— Indo mijar, oras — respondeu retornando a andar e passando por Sanji, assim foi até uma árvore e desceu o zíper das calças.

— Do meu lado?! Vai para outro lugar, idiota! Esse lugar é meu! — As bochechas do menor ganhavam um tom avermelhado, no embalo de que queria enfiar a cabeça no bueiro. Não queria ver o pau do Zoro, quer dizer, querer queria, todavia não daquela forma.

— Não tem seu nome aqui. — A infantilidade dos dois homens era completamente embaraçosa, por mais que quisesse enfiar um rojão no cú e sair rodando para longe dali, se virou de costas para o melhor amigo e desceu o zíper também, passando a mijar junto com o outro. Já fizeram diversas vezes coisas do tipo e até mediram o pênis de outrem, conquanto agora era diferente e estranhamente vergonhoso.

— Se eu fosse você não ia mijar em lugar aberto assim, sua bengala já é pequena e se o vento passar ela some. — Claro que não podiam simplesmente urinar em silêncio, o Vinsmoke tinha que arrumar alguma coisa para alfinetar o outro; e bem, parece que funcionou.

— Da última vez que medimos, o meu era bem maior que o seu, imbecil.

— Isso foi há dez anos atrás, agora pode saber que o meu é bem maior! — O loiro estava prestes a guardar o membro após ter mijado, porém Roronoa o virou e passou a olhar a parte íntima alheia de cima.

— Eu disse, o meu é maior — comentou convencido, rindo a expressão envergonhada do melhor amigo.

— S-Seu tarado! Quem disse que podia olhar para o meu pau?!

— Para de surtar loirinho, eu já vi esse seu graveto várias vezes. Olha bem, o seu é fino. — Claro que não era literalmente fino, porém o do de madeixas verdes era bem mais grosso e Sanji poderia muito bem ver isso. Céus, quem diria que ambos estariam medindo e analisando o pênis um do outro no meio de uma mata.

— É, mas o meu é maior, o seu é grosso, olha. 

Mesmo sem querer, as orbes azuladas fitavam de forma intensa o membro alheio e não tardou para que pensamentos maliciosos chegassem em sua mente trazendo consigo arrepios… Não, não, não, não, ele estava ficando de pau duro na frente do melhor amigo. Merda.

— Hein, o que vocês estão fazendo aí com as benga pra fora? — Ambos rapazes se assustaram e passaram a guardar timidamente os pênis dentro da calça, o Vinsmoke agradecia aos deuses caso contrário seria pego no flagra, já Zoro abordava uma vermelhidão na orelha fracamente. O intruso ali era Usopp que notoriamente havia tirado conclusões erradas. — M-Merda! Desculpa! N-Não queria atrapalhar! É q-que todos já vão i-ir dormir! 

— Só estávamos medindo nossos paus. — O de cabelos verdes comentou passando pelo cacheado, sendo acompanhado pelo loiro que murmurou "se contar para alguém, eu te mato" para o intrometido.


                                          Z&S


Todos os rapazes estavam dentro da barraca de forma desconfortável, obviamente era uma péssima ideia deixarem a van para Vivi e dormirem naquele lugar pequeno, o responsável por uma opção tão idiota era o Luffy que já dormia, jogando as pernas em cima do namorado e de Usopp, roncando altamente e até mesmo chutava os amigos. O ladrão já dormia e resmungava algumas coisas desconexas, ao mesmo tempo que o único silencioso era Trafalgar que estava cochilando serenamente. Sanji acreditava que só ele estava acordado, infelizmente não conseguia ao menos fechar os olhos, pois tantas coisas haviam acontecido e tinha tantas possibilidades de serem presos que o assustava.

Por mais que não parecesse, era a vida real que optaram viver e nitidamente coisas boas não seriam acarretadas de tantas ações consideradas erradas.

Outro fator que roubava seu sono era o frio daquele lugar, não tinham coberta tampouco travesseiro. Apesar de que nunca havia pensado em se arrepender, agora chegava nessa solução. Encontravam-se afundados na merda por completo; mesmo São Jorge, Ave Maria, Caboclo Bernardo ou Barack Obama não iria ajudá-los.

Um arrepio certeiro atingiu o Vinsmoke ao sentir um dedo enrolando-se ao seu, quando virou o rosto se deparou com o Roronoa que estava de olhos fechados. Logo a mão do outro envolveu-se com a epiderme esbranquiçada e tudo que o loiro pensava era que, não esperava um contato naquele lugar. Zoro estava apertando fracamente o entrelaçar das mãos, causando batidas erráticas no coração do melhor amigo.

Ele próprio não entendia aquele cabeça de alga ambulante, pois após o acontecimento do beco só se conversavam para brigar e agora estavam de mãos dadas. Sanji não o entendia, isso era óbvio, porém com um simples aperto conseguiu fechar os olhos e descansar; afinal, as mão dadas lhe causavam conforto e por mais que sempre quisesse chutar a bunda de Zoro, o agradecia pelo contato mesmo que não entendesse as intenções ou sentimentos alheios.

Pela primeira vez se sentia feliz por ter sido o de madeixas verdes envolvido naquele assassinato, pois assim, poderiam estar juntos — mesmo que por pouco tempo.



Notas Finais


-KKKK os cabra macho medindo pau um do outro é minha religião 🛐. Usopp bebendo mijo de Luffy e Luffy chutando os outros enquanto dorme, bando de idiotas, senhor kkklk eu ri tanto escrevendo isso. Espero que pelo menos vocês tenham achado graça. Vou corrigir depois o capítulo, agora vou é responder os comentários dos outros capítulos.
-Beijinhos!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...