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História Peachy - Park Jimin (One-shot) - Capítulo 1


Escrita por: Jeikeix_

Notas do Autor


oi oi, pessoal. Vim aqui para trazer essa fic que escrevi agorinha mesmo. Fiquei inspirada e resolvi botar tudo no meu bloco de notas, e espero que vocês gostem!

↳ lembre-se de que Jimin tem vinte e quatro anos, então a diferença de idade está presente.

gênero: vizinhos, obscenidade, ligeira diferença de idade.

avisos: xingamentos, conteúdo sexual, sexualização.

Pra quem conhece meu estilo de escrita, sabe que normalmente eu escolho músicas para os capítulo.

↳ canções para este capítulo: white dress, lana del rey | knee socks, arctic monkeys. :)

BOA LEITURA!

Capítulo 1 - Pêssegos.


Fanfic / Fanfiction Peachy - Park Jimin (One-shot) - Capítulo 1 - Pêssegos.

Horário desconhecido

 ─ Hm. ─ Eu cantarolava. O zumbido do ventilador ecoava por todo o cômodo, sinto no novo calor da primavera.

Meus lábios se curvam, o som de crianças brincando lá fora me lembrando de casa. O sentimento parecia vazio, mas também parecia inteiro, considerando que eu nunca vivi sozinha. Cresci com uma grande família, nunca deixando de dividir um quarto ou ser esmagada em uma van familiar.

Prendendo uma mecha de cabelo para trás, eu lambi a cobertura dos meus dedos. Examino o bolo inclinando a cabeça. ─ Está faltando alguma coisa?

Então, meus olhos brilham! Tirando o avental - que eu não não tinha ideia do motivo pelo qual comprei - me movo ao redor do balcão, balançando os quadris com pressa.

─ Cerejas!

Aceno com a cabeça empolgada, cavando na lateral da minha geladeira quase totalmente vazia.

─ Espero que meu vizinho goste mesmo.─ sussurro para mim mesma. ─ Eu acho que fui bem.

Eu me xinguei por não ter cumprimentado nenhum dos vizinhos que tinha, mas estava nervosa. Eu sempre estava observando o homem na porta ao lado, eu nunca tinha o comprimento, e ele quase não me via, por conta que quase não saí de casa desde que me mudei. Ele sempre vinha com seu belo carro e um par de óculos escuros. E meu maior hobby era o observar da janela da minha sala de estar.

Depois de colocá-lo em uma caixa, enxugo o suor das sobrancelhas. Pegando um pêssego da mesa, decido que precisava respirar um pouco depois de derramar sangue, suor e lágrimas na hora de assar o bolo.

Eu risco outro dia no calendário da minha cozinha. Em seguida, prossigo para sair, a porta de tela batendo e quicando contra a moldura. O vento estava perfeito, não muito forte, mas o ar não estava úmido graças a ele. Meu vestido balançava levemente.

Ligeiramente vejo os olhos de Jimin bem abertos, enquanto ele me observa. Ele engole em seco.

Minha garganta estava dançando enquanto ele me observava. E eu estava lá, tão quieta, de pé na varanda da frente. Mais uma vez, ele estava engolindo em seco em confusão de seus 'sentimentos'.

O delicioso pêssego em minhas mãos. As mãos rosa claro de Jimin repousam em sua garganta. Eu podia ler seus pensamentos. Ele não sabia de onde eu vim, ele apenas sabia que eu estava sozinha em uma casa que não deveria estar tão vazia. Eram casas para famílias de quatro pessoas, que vão à igreja juntas e tomam sorvete nas noites quentes de verão na sala de estar. Ele não entendia.

Ele não sabia minha idade, ele não sabia meu nome, apenas ocorreu a ele. Mas eu sabia seu nome, sua idade e sua fruta preferida e também sabia que ele odiava a maneira como minhas mãos apertavam a ponta do vestido, a forma como minha pele brilhava sob o sol e a maneira como parecia que alguém bagunçou meu cabelo naquela manhã.

Mas, acima de tudo, ele odiava a maneira como o suco caía de dentro do pêssego e descia pelos meus lábios. Sua fruta preferida...

Vi uma figura surgir atrás de Jimin, e logo tocar seu ombro. Era seu amigo, um dos únicos garotos que já vi entrando na casa de Jimin.

─ E aí! ─ grita no seu ouvido, rindo. Ele estava passeando com o cachorro antes de decidir ver o amigo. Suponho eu. ─ Por que você está parado aí, cara? ─ Jimin balançou a cabeça.

─ Você conhece ela? ─ Ele olha em minha direção, quando eu começo a voltar para dentro. Fico atrás da cortina branca empoeirada - tenho que limpá-la depois, mas isso não bem ao caso, foca S/n! foca!

─ Hum.─ Jimin começa, e o moreno luta com a coleira enquanto seu cachorro tenta se mover. ─ Ela acabou de se mudar, na quinta-feira passada, eu acho?

─ Por que...─ suas sobrancelhas franzem, seu corpo inclina-se enquanto o cão corre para frente contra a coleira novamente. ─ Não me diga, Jimin, você nem sabe nada sobre essa garota! E se ela for menor de idade?

─ Eu sei! ─ Jimin diz. ─ Eu não farei nada, Taehyung.

Taehyung cena com a cabeça, franzindo os lábios.

─ Bem, eu tenho que ir, não faça nada que eu faria.

Com um tapinha nas costas de seu amigo, 'Taehyung vai embora.

Fiquei quieta uns instantes, tentando acalmar meu coração um pouco, fiquei constrangida? Sim. Mas não ao ponto de não ir lá entregar o bolo que tanto deu trabalho.

Então corro para o quatro, onde abandonei minha camisola por um vestido largo adequado para o clima. Depois de desligar todos os eletrodomésticos e luzes que possam estar acesos em minha casa aconchegante, calço um par de sandálias e algum óculos escuros.

Fazendo o meu caminho, agora eu estava na varanda da frente. Começo a suar, com as mãos segurando delicadamente o bolo, as mesmas coçam para tirar o cabelo do rosto. Eu colocou o bolo na mesa de vidro que ficava na varanda, com o cinzeiro cheio à vista. Você se encolhe.

─ Ok. ─ Sopro o ar, batendo na porta. Não antes de consertar meus flyaways. ─ Você consegue.

A porta se abre, meus olhos que estavam olhando para o chão agora olhando para ele.

Mordo o lábio por estar nervosa e estendo a mão para puxar os óculos de sol até a testa, escondendo-se no cabelo. Minhas mãos se cruzam, a maneira como eu ficava na defesa quando ficava nervosa.

─ Oi! ─ eu engulo em seco. ─ Acabei de me mudar para a casa ao lado, só queria dar a você este bolo que fiz.

Jimin olha para meus grandes olhos suplicantes, e ele sabe que não deveria, mas ele olha de qualquer maneira. ─ Entre.

Em estado de choque, corro para pegar o bolo com cuidado.

Ao entrar, eu podia ouvir os sons fracos de algum seriado tocando. Cheirava a canela e colônia, o que me surpreendeu, já que eu tinha certeza de que ele fumava na vitrine do lado de fora.

Talvez, ele só faça isso fora? Eu pensei.

─ Sinta-se em casa. ─ afirma Jimin. ─ Você pode simplesmente colocá-lo na cozinha, ali.

Assentindo, eu procuro a cozinha antes de encontrá-la com facilidade. A cozinha era quase uma réplica da minha, exceto que a dele era um pouco mais arrumada. As cores também eram diferentes, ele deve ter pintado de outra cor quando se mudou. Cheirava a canela, que eu percebi que deve ter percorrido a casa.

─ Cheira bem lá. ─ Volto para a sala de estar, onde Jimin se senta no sofá com as pernas abertas. ─ O que você fez, se eu posso perguntar?

─ Hum... ─ ele se senta. Movendo os papéis sobre a mesa para empilhá-los ordenadamente. ─ Uns rolos de canela, na verdade.

Ele se move, e eu timidamente assumo o lugar ao lado dele em seu sofá marrom. Era macio.

─ Que legal.

Eu desvio o olhar por um segundo, olhando para o meu colo.

─ Na verdade, adoro cozinhar, se você não sabia. ─ Eu ri. ─ Venho de uma família grande, então tenho que saber cozinhar, basicamente. ─ Brinco com os dedos.

─ Deve ser solitária então.─ Jimin morde seus lábios carnudos. ─ Morando sozinha agora.

─ Parece estranho agora. ─ solto um suspiro. ─ Mas estou feliz, é um novo começo.

Os olhos de Jimin nunca deixaram meus lábios. E eu sabia o que ele estava a pensar. Sim, eu sei, ele só consegue pensar em como eles ficavam lindos com o suco do pêssego escorrendo por eles. Seus olhos foram para minhas pernas que nunca ficavam paradas, esfregando meus pés contra o tapete. Brinco com os anéis nos dedos, ele sabia que eu estava nervosa. Ele estava me deixando nervosa, ele se perguntou?

Ele acena em compreensão.

─ Você gosta. ─ Jimin faz uma pausa para deixar escapar uma tosse. ─ Você gosta da escola ou algo assim? É que você está sozinha, então presumo que você seja maior de idade, mas, uh, nossa faculdade é bem conhecida, você está aqui para estudar?

Meus olhos se arregalam por um segundo.

─ Não. ─ Você balança a cabeça. ─ Decidi tirar um daqueles anos de intervalo, já que não sei realmente o que quero, então.─ Sorri, mostrando os dentes.

─ Como você sabia que eu era maior de idade?

─ A menos que você tenha sido emancipada. ─ ele ri.

─ Não conheço nenhum menor que se mudaria para uma casa como essa.

─ Como o quê? ─ Eu engasgo.

─ Bem, essas casas, o bairro é tão voltado para a família, sabe? Como minivans e essas merdas, não sei como explicar.

Minhas sobrancelhas franzem.

─ Você se contradiz, por que está sozinho em uma casa como essa? ─ eu cruzar as pernas, engajando-me na conversa provocante. ─ Então, quantos anos você tem, senhor?

─ Tenho vinte e quatro anos.

─ Então, eu sou praticamente uma criança.

Jimin engole em seco, ansioso para franzir a testa. Não, eu não estava. Eu era uma mulher linda.

Ele balança a cabeça.

─ Nós dois somos adultos.

─ Sim, adultos morando sozinhos em casas como essas. ─ eu ri e dou um tapinha no ombro dele por impulso.─ Devemos ser patéticos então.

─ Não, nada patético ─ ele me observa descer na risada.─ Quer dizer, ainda somos jovens. Há muito tempo para se tornar uma mãe de futebol.

Eu bufo.

─ Tenho apenas 18 anos e já sinto que preciso de uma compensação.

Esfregando minha coxa, olho para ele. ─ Eu sou tão horrível, nunca perguntei qual é o seu nome. ─ Minto, já havia perguntado seu nome para o carteiro.

─ É Jimin ─ ele oferece sua mão e eu a pego. ─ E o seu, querida? ─ Ele deixa escapar.

Franzo os lábios, tentando não sorrir. ─ S/n.

─ Isso vai soar tão estranho, mas, você quer ficar e assistir um pouco de TV comigo?

Mordo o lábio novamente, passando por tudo em minha mente agora. Eu ficaria louca se simplesmente ficasse na casa de um estranho, descansando em seu sofá depois de conhecê-lo pela primeira vez. Sim.

Mas era o calor do momento.

─ Claro.

Ele acena com a cabeça, recostando-se nas almofadas. Jimin folheia os canais e eu fiz uma anotação mental para conseguir um pouco de cabo e Wi-Fi, as coisas ficariam chatas tão rápido se eu estivesse cozinhando para me divertir.

Jimin olha para o lado, observando que apenas eu estava observando atentamente. Eu sabia perfeitamente que ele estava me observado a minutos, mas podia perceber pelo canto do meu olho, ele me observando deslizar ambas as mãos para as coxas sob o vestido de verão para ficar confortável. Ele começa a suar.

─ O que você acha até agora? ─ pergunto.

Ele lambe os lábios, passando a mão pelo cabelo castanho.

─ Ela deveria estar com o cara número um.

Balanço a cabeça.

─ Mas o segundo cara é muito mais divertido do que o primeiro. Você não gostaria que seu relacionamento fosse emocionante? Além disso, ele mente muito para ela, e sim, eu entendi isso trinta minutos depois do filme.

Jimin me observa devagar. Os cantos do meu lábio imploram para aparecer.

─ Você é observadora.

O suficiente para saber que estive me olhando o tempo todo e estou perdendo o controle, penso.

─ Esqueça. ─ ele suspira. Ele começa a puxar minha coxa para que eu fique de frente para ele enquanto suspira. Ele se estica para colocar a mão entre minha coxa, o mesmo lugar em que minhas mãos estavam antes. ─ Você é tão macia.

Ele sussurra algo em meu ouvido, em coreano, que eu não entendia, mas a respiração dele é suficiente para me manter tremendo.

─ Jimin? ─ Eu questiono com dificuldade. Eu não opus a ele me tocar, mas foi tão repentino.

─ Sim? ─ Ele questiona, lambendo e sugando o ponto acima de meus seios. A cabeça de Jimin fuça perto do meu decote, seus lábios carnudos em contato com minha pele é como uma massagem.

Eu me forço a abrir a boca.─ V-você pode...Você pode chupá-los, por favor?

Ele segura minha nuca, jogando minha cabeça para trás, esfregando a boca contra minha orelha.

─ Chupar o quê? ─ Ele estende os dedos cobertos por anéis para esfregar a calcinha de padrão morango sob o vestido macio. Passo as mãos livres pelo seu cabelo, com um gole.

─ Chupe meus seios.─ digo soando sem fôlego.

─ Chupe-os, por favor?

Ele coloca a língua para fora para lamber os lábios, gostando do quão desesperada eu estava por seu toque. Ele me solta, descendo pelo meu corpo para puxar o vestido para cima.

Eu olho para ele confuso. Ele me observa, e logo alcança seus quadris, agarrando as faixas da minha calcinha enquanto o silencia. Ele puxa para baixo em um movimento rápido, dando tapinhas em minha coxa.

Ele separa minhas pernas uma da outra

─ Deixe abertas, querida.

Com um zumbido, eu aceno com a cabeça, não confiando em minha voz.

Ele sobe em cima de mim, esfregando suas calças pretas elegantes contra os lábios da minha boceta exposta. Eu ainda posso sentir tudo, mesmo que ele estivesse vestido. Ele geme, puxando a parte de cima do meu vestido com babados. Cada um dos anéis em seus dedos esfrega contra meus seios enquanto ele os agarra e solta.

Os lábios carnudos de Jimin trancam em torno do meu mamilo, enquanto ele gira sua língua, sentindo cada centímetro.

minhas mãos trêmulas agarram seus ombros.

Eu rangi quando ele deixou meu mamilo sair antes de passar para o próximo.

Ele continua a esfregar seu pau vestido contra meu clitóris, enquanto eu tentava igualar seus movimentos. Era superconfortável deitar em seu sofá, mas qualquer prazer estava compensando isso. tornou tão difícil para ele continuar se movendo, seus quadris gaguejando.

Eu senti meu mamilo vibrando contra sua língua. Ele geme, os quadris se movendo mais rápido. Minha umidade deixa uma mancha em suas calças pretas.

─ Ah, Jimin, eu quero gozar, posso gozar?

Ele agarra minha mandíbula, virando sua cabeça para o lado enquanto ele praticamente me esmaga embaixo dele, ainda esfregando contra minha boceta exposta. Ele deixa beijos em cada ponto do meu pescoço.

─ Ah, ah.─ Ele gagueja.

Seus movimentos param, eu fecho as pernas em torno dele.

─ Me beija?

Jimin não hesita.

A língua dele girando em torno da minha. Ele se abaixa, sentindo como eu estava molhada.─ Porra, meus dedos, vocês estão tão molhados agora.─ Ele amaldiçoa.

Enterro minhas duas mãos em seus cabelos, dando um beijo em suas bochechas.─ Você pode me levar se quiser.

─ Estou sem preservativos.─ Ele franze a testa.─ Além disso, quero conhecer a nova garota na cidade.─ Sorrio.

Perfeito.


Notas Finais


Realmente espero que tenham gostado!
eu realmente acho que ficou bom.
Bem, eu fiz a maioria disso em cerca de duas horas rs. Sinta-se à vontade para conferir minha masterlist para mais do meu trabalho
thanks!


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