História Peça difícil de manipular - Capítulo 12


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Categorias One Piece
Personagens Nami, Nico Robin, Roronoa Zoro, Sanji
Tags One Piece, Robinxnami, Rona, Ronami, Yaoi, Yuri, Zoroxsanji, Zosan
Visualizações 18
Palavras 1.038
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E ai galera, esse é o primeiro cap desse mes de outubro
espero q curtam!!!

Capítulo 12 - A representante da turma


Quem é Nami?

Para Nami ela era somente mais uma adolescente, não se sentia especial diante de outras pessoas. Também acreditava que as coisas não eram tão complexas como uma pessoa imaginava ser, eram mais simples do que isso. Sentimentos como o amor, para Nami era fácil resolver. Ser bela e além de tudo inteligente, para ela não era nada.

Nami era egoísta por pensar dessa forma.

Por ser mais fácil com ela, não garantia que aquilo passaria a ser tudo, menos complexo com outro. Ela havia uma grande vantagem sobre os demais. Seria aquele papo de você nascer com talento e não precisar se esforçar, era assim que as coisas andavam com Nami. Nascera linda e não tinha dificuldade nenhuma em raciocinar. E quando mesmo sofrendo bullying ou mesmo se prostituindo, ela acreditava que não precisava se estressar com isso. É só uma fase ruim, sabe?

Por outro lado Robin achava que beleza e inteligência era o que movia o mundo, e como acreditava que era desprovida de beleza, a morena se esforçava nos estudos, mesmo sabendo que não era nenhum gênio. Nesse caso é aquele papo de praticar sempre, sabe?

xxx

Depois do resultado das provas, Gol D. Roger não parava de cochichar pelos corredores, banheiros e salas de aulas, que uma prostituta havia conseguido o primeiro lugar, deixando o príncipe da escola pra trás.

— É isso que você merece, vagabunda! – Um grupo de garotas simplesmente mergulhavam a cabeça ruiva de Nami dentro de uma privada. – Quem mandou você pegar o lugar do nosso Trafalgar? – A menina que segurava a cabeça de Nami, perguntava a ela como uma pergunta retórica, enquanto Nami estava ofegante. Precisava respirar melhor, mas a garota logo mergulhava sua cabeça de volta na privada, impiedosa.

Enquanto passava por aquela tortura, a ruiva pensava que os bullyings haviam dobrado depois do resultado das provas.  E tudo por causa de um príncipe chamado Trafalgar. A garota não fazia ideia quem era esse cara! E seu plano para passar a ser respeitada com suas notas dera completamente errado, aliás, ocorrera o total oposto.

— Sua vagabunda! Aposto que burlou as provas! Não tem como uma prostituta ser inteligente, somente trapaceira! – Outra garota do grupinho disse enojada assim que Nami voltou da privada.

 Mesmo respirando mal, a ruiva não deixou engolir em seco e de alguma forma, conseguiu se soltar das garotas que prendiam seus membros e partiu pra cima da garota que acabara de insultá-la.

— EU SOU INTELIGENTE, PORRA! E MAIS INTELIGENTE QUE ESSE VIADO DO TRAFALGAR!!! – Nami deu um berro bem alto, que as garotas imediatamente saíram do banheiro com medo de serem pegas. Ficara somente a menina que Nami dirigiu tais palavras, pois essa estava imóvel e de tanto medo, fez xixi nas calças. Nami viu seu estado deprimente e resolveu deixar a garota pra lá, saiu do banheiro.

Voltou para a sala de aula, e despertou olhares curiosos. Pois Nami estava com o cabelo molhado e desgrenhado, também não cheirava muito bem. Robin ao ver a ruiva se sentando em sua carteira (que havia escrito bem grande “VADIA” sobre sua mesa) e ninguém se importar com seu estado (porque além de estar descabelada e fedendo, estava sobretudo machucada) a fez  ficar enfurecida. Ela dirigiu seus olhos para o professor, com esperança que ele fizesse algo, mas o professor também não fazia nada, pois ele sabia que Nami era uma prostituta e estava esperando a garota largar a escola de alguma forma, nem que seja por bullying, só para não ter o aluno número 1 de Gol D. Roger sendo uma promíscua e pecadora.

Não vendo outro jeito, Robin pôs suas mãos na carteira para se apoiar e se levantar. Pediria permissão para levar Nami a enfermaria.

— Professor! Peço sua permissão para levar a aluna Nami a enfermaria! – Disse Vivi, que se levantou bem antes de Robin, deixando essa chocada com sua atitude. – Afinal, eu sou a representante dessa turma. – Sorriu, determinada.

O professor, então, permitiu que a azulada cuidasse da aluna promíscua e pecadora. Robin ao ver Vivi levando Nami para enfermaria, ficou sem chão. De novo ela não conseguiu ler uma peça do quebra-cabeça de Gol D. Roger. Por que Vivi fizera isso? Era como os outros passadores de pano! Robin quase socara a mesa com suas duas mãos, quando pensou que se fosse ela que pedisse permissão a levar Nami para enfermaria, poderia muito bem ganhar mais confiança da ruiva. No entanto, naquele momento estava com a imagem totalmente oposta, transmitiu desconfiança mais do que tudo. Maldita Vivi! Levara os seus créditos!

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Na enfermaria, a ruiva repousava numa maca enquanto tinha algumas ataduras na sua pele. Vivi ainda estava ao seu lado. Nami voltou seu olhar para ela e agradeceu. – Obrigada por ter me trago até aqui. – Sorriu gentilmente para a azulada.

Vivi suspirou, se sentia de alguma forma tensa, e sorriu. – De nada, é o meu dever como representante de nossa turma. – Depois fez uma pausa para ponderar melhor suas ideias. – Até porque eu tenho sido uma péssima representante.

Nami a ouvia curiosa e deixou Vivi continuar a falar mesmo demonstrando dificuldade com o que diria.

— Eu tenho visto que você tem passado por maus percalços, e eu definitivamente faço nada... – Ergueu a cabeça para fitar os olhos da ruiva, pois antes só falava olhando pro chão. – Eu tive medo de me perseguirem ou de me isolarem, mas vi Robin tão empenhada a ficar ao seu lado que eu pensei: Por que não ajo igual Robin? – A azulada derramou uma lágrima. – Você não precisa me perdoar, só farei a minha parte daqui pra frente.

Assim que Vivi terminou, Nami sorriu para ela e pegou em uma de suas mãos. – As coisas por mais terríveis que pareçam, elas não são complexas como demonstram ser...

Vivi imediatamente chorou com o sorriso, o toque, e a fala dita por Nami.

— E você não deve desculpas, você fez o possível. – A ruiva continuava serena enquanto observava a azulada chorando por estar muito comovida. – Qual é o seu nome?

Vivi abriu os olhos surpresa, não sabia que Nami não conhecia seu nome. – É Vivi.

— Vivi? Quer ser minha amiga, Vivi?

A azulada sorriu com muita felicidade com esse pedido. – Mas é claro que sim!


Notas Finais


Por favor, deixe sua opinião sobre o cap e a historia!! Precisa ter algum embasamento se ela está boa


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