História Peça-me o que quiser - Capítulo 23


Escrita por: ~

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Categorias Agustín Bernasconi, Carolina Kopelioff, Karol Sevilla, Ruggero Pasquarelli, Sou Luna
Personagens Gaston, Luna Valente, Matteo, Nina
Tags Lutteo, Sou Luna
Visualizações 223
Palavras 1.903
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá boa dia!!!
Vamos de mais um capítulo com nosso Icema apaixonante... Espero que gostem, e até qualquer momento...
Boa Leitura....

Capítulo 23 - Capítulo Vinte e Três


 

Acordo sobressaltada.

Olho a hora. São 4h38.

Estou sozinha na cama. Onde está Matteo?

Me assusto. Não quero que ele tenha ido embora. Levanto com rapidez. Quando chego à sala, está pingando umas gotas nos olhos, enfiando algo na boca e dando um gole num copo d’água. Depois se senta, põe nos ouvidos os fones do meu iPod e fecha os olhos. Eu o observo por alguns minutos e sorrio. Está ouvindo música!

Ao sentir minha presença, abre os olhos e se levanta.

— Está tudo bem?

Enquanto seguro lágrimas de felicidade por ver que ele ainda está ali, toco em seu braço e respondo:

— Sim. É só que, quando não te vi, pensei que você tivesse ido embora.

Matteo sorri.

— Durmo pouco. Já te falei.

— Vi que você tomou algo. O que era?

— Uma aspirina. Estou com dor de cabeça — responde com um sorriso encantador.

Satisfeita com sua resposta, ando até a cozinha. Preciso de água.

Quando abro a geladeira, vejo as trufas e sinto vontade de comer algumas. Bebo a água, ponho duas trufas num prato e volto para a sala. Matteo, sentado no sofá, sorri ao me ver.

— Gulosa.

Divertindo-me com seu comentário, lhe devolvo o sorriso e percebo sua expressão cansada.

Normal, ele não dorme. Sento a seu lado.

— Adoro essa música.

Tiro um dos fones de seu ouvido, aproximo da minha orelha e ouço a voz de Malú.

— Eu também. A letra me faz lembrar nós dois.

Ele faz que sim. Pego uma das trufas e começo a mordiscá-la.

Sorri.

Meu Deus! Adoro vê-lo sorrir!

— Posso provar sua trufa?

— Claro.

E, quando vejo que ele vai dar uma mordida na trufa que tenho nas mãos, eu a aproximo da minha boca, a esfrego em meus lábios e murmuro:

— Já pode provar.

Sorri de novo. Seu olhar se ilumina e ele obedece sem hesitar. Seus lábios encostam nos meus e, com uma calma e uma meiguice que me deixam a mil, ele os chupa, os lambe e finaliza com um beijo doce.

— Deliciosa... a trufa também.

Quando diz isso, eu largo o resto da trufa no pratinho que deixei em cima da mesa e me levanto. Tiro o pijama e, só de calcinha, monto sobre ele.

Antes eu tinha três vícios. Coca-Cola, morangos e chocolate. Agora acrescento um mais forte e poderoso chamado Matteo. Eu o desejo... desejo e desejo. Não importa a hora, o momento ou o lugar... eu o desejo.

Surpreso com minha iniciativa, ele tira os fones de ouvido.

— O que você está fazendo, Lu?

— O que você acha?

— Estou com dor de cabeça, pequena...

Como resposta, eu o beijo. Um beijo caliente, repleto de erotismo e de desejo.

— Lu...

— Eu te desejo.

— Lu, agora não...

— Matteo, agora sim. Te desejo com tuas ordens. Com vontade. Com desejo. Quero que você me coma. Quero que usufrua de mim. Quero tudo o que você quiser e quero agora.

Acomoda-se no sofá e, com cuidado, envolve seus braços na minha cintura. Eu olho para ele e percebo que não esperava meu comando e que isso o deixa louco. Meus quadris ganham vida própria e se movem sobre ele. Sua resposta é imediata. Noto seu pênis crescendo e isso me estimula ainda mais.

Uma de suas mãos abandona minha cintura para subir pelas minhas costas até chegar aos meus cabelos. Ele os segura e me puxa para si. Sim... esse é o Matteo!

Meu pescoço fica totalmente exposto à sua boca, e ele o chupa, lambendo com ansiedade, com capricho, e me fazendo suspirar de prazer.

Sua outra mão abandona minha cintura e chega até meus peitos, que ficam bem diante dele. Seus lábios carnudos se dirigem a eles e os chupam, os devoram. Matteo morde meus mamilos que ficam duros. Me provoca.

Solta meu cabelo e eu consigo olhar seu rosto novamente. Suas mãos estão junto aos meus seios e, com sofreguidão, ele os junta e os aperta para enfiar os dois mamilos na boca.

— Você me deixa louco...

— E você me deixa mais ainda, apesar de às vezes ser um babaca.

Sorri. Me grudo a ele.

— Lu... seu braço. Cuidado. Vai se machucar.

Sua preocupação me faz suspirar. Quando vai tomar as rédeas da situação, eu seguro suas mãos e sussurro perto de sua boca:

— Não... Matteo... eu é que mando agora. Esse é seu castigo por não ter cooperado comigo há algumas horas na minha cama.

— Meu castigo?

— É. Acho que vou ter que começar a te castigar, como você faz comigo.

— Nem pense, pequena.

Seu olhar carregado de erotismo me deixa extasiada.

Por alguns segundos, resiste a permitir que eu controle a situação, que eu o possua, mas afinal noto suas mãos voltando às minhas pernas e, enquanto as desliza por elas, murmura:

— Tudo bem... mas só hoje.

Decido jogar seu jogo e me deixo levar pela excitação. Pego suas mãos e as retiro das minhas coxas, e ao mesmo tempo ordeno:

— Está proibido de tocar.

Ele gesticula. Quer protestar e enruga a testa.

Quando vejo que permanece quieto, eu seguro meus peitos e levo à sua boca. Ofereço a ele.

Obrigo-o a primeiro chupar um e depois o outro e, quando meus mamilos ficam duros novamente, eu os retiro de sua boca e sorrio. Matteo geme.

— Me dá sua mão — peço.

Passeio sua mão por minha perna até chegar à parte interna das coxas. Deixo que ele me toque e logo ele enfia um dedo por dentro da minha calcinha. Permito que se dedique ainda mais e, quando ele se anima, eu o obrigo a tirar o dedo e o levo à sua própria boca.

— Escorregadia e molhada, como você gosta.

Tenta me segurar de novo pela cintura, mas eu o afasto.

— Proibido tocar, senhor Balsano.

— Senhorita Valente... modere suas ordens.

Sorrio, mas ele não. E eu gosto disso.

Subo minha mão esquerda até seu pescoço, coloco-a entre o sofá e ele e o seguro pelo cabelo com cuidado. Não quero aumentar sua dor de cabeça. Seu pescoço fica totalmente exposto a mim, enquanto sinto seu coração bater entre minhas pernas.

— Senhor Balsano, não esqueça que agora quem manda sou eu.

Ponho minha língua para fora e chupo seu pescoço. Me delicio com seu sabor e finalmente acabo em sua boca. Adoro sua boca. Devoro seus lábios e ouço um gemido profundo sair de dentro dele.

— Adoro seus olhos — murmuro. — São lindos.

— Eu odeio.

Seu comentário me faz rir. Matteo tem olhos azuis maravilhosos que certamente causam furor por onde quer que ele passe. A cada segundo me sinto mais alterada, de novo coloco meus seios perto da sua boca e, quando ele está prestes a chupá-los, eu os retiro. Sem deixar de olhá- lo nos olhos, deslizo entre suas pernas e, com cuidado para não forçar o braço, enfio minha mão dentro de sua cueca, agarro seu pênis e seus testículos quentes e os ponho para fora.

Ai, meu Deus! É incrível.

A pulsação poderosa daquela glande grossa e inchada faz minha vagina estremecer de impaciência. E, quando aproximo meus lábios de seu prepúcio rosado e o introduzo em minha boca, sinto que é Matteo quem estremece agora. Minha língua, desejosa, passeia por seu pênis e o enche de doces beijos carregados de erotismo e desejo. Brinco de forma carinhosa com seu pênis até que os gemidos de Matteo me fazem olhar pra ele. Ele está com a cabeça recostada no sofá e os olhos fechados. Seu rosto está tenso e treme de prazer. Ah, sim... sim!

De repente, noto suas mãos em minha cabeça e digo alto para que me escute:

— Imagine que estamos no clube de swing e alguém nos olha e você permite que essa pessoa me toque enquanto você me chupa. Gosta disso?

— Siiiiim... — consegue dizer enquanto enfia seus dedos nos meus cabelos.

Sinto seu quadril se mover e seu pênis se acomodar ainda mais em minha boca. Isso me dá forças para continuar enquanto eu vejo que ele todo se contrai de prazer. Com delicadeza, dou mordidinhas ao redor de seu prepúcio e me detenho num trecho bem fino da pele. Minha mordidinhas ao redor de seu prepúcio e me detenho num trecho bem fino da pele. Minha língua desliza por ela, fazendo Matteo se mover e respirar ofegante, principalmente quando eu a seguro com meus lábios e a puxo.

Como se fosse um sorvete, eu o chupo e me delicio. Me lembro da trufa que está sobre a mesa e sorrio. Pego um pouco com meu dedo, passo em seu pênis enquanto me divirto e murmuro que na próxima vez será ele que passará essa trufa no meu clitóris para que outros homens me chupem. Matteo respira ofegante, morrendo de prazer.

Com a outra mão, agarro seus testículos e os massageio. Matteo tem um espasmo, depois outro, e sorrio ao ouvi-lo suspirar.

Sedenta por seu pênis, volto a ele. Eu o enfio com delicadeza em minha boca, mas está tão grande e inchado que já não cabe, então decido subir e descer minha língua por ele enquanto o sabor da trufa me faz aproveitar ainda mais. O que eu faço e digo o deixa louco, então repito minhas palavras algumas vezes até que seus gemidos ficam mais contínuos e fortes. Seus quadris me acompanham, seus dedos em meu cabelo ficam tensos e ele dá solavancos em minha boca.

A sensação me embriaga. Estou possuindo Matteo com minha boca e gosto de tê-lo em minhas mãos e em meu poder. Ponho uma das mãos em seu abdômen definido e cravo as unhas nele. Isso o faz respirar ofegante enquanto seus quadris não param de se mover. Agarro sua glande endurecida com minhas mãos e começo a masturbá-lo com movimentos potentes, do jeito que ele gosta, enquanto fantasio sobre o que outro homem estaria fazendo comigo.

O corpo de Matteo se contrai uma e outra vez, mas ele se nega a deixar-se levar.

— Sobe em mim, Lu. Por favor.

Sua voz suplicante e meu desejo por ele me levam a lhe obedecer.

Monto sobre Matteo, e ele então me penetra. Estou molhada e escorregadia. Ele se encaixa totalmente em mim e nós dois gritamos.

— Nossa, pequena, fico louco com o que você diz.

Disposta a tudo, eu olho para ele.

— É isso que eu quero... Participar do seu jogo e fazer tudo o que você quiser, porque seu prazer é meu prazer e eu quero experimentar tudo com você.

— Lu... — diz, ofegando.

— Tudo... Matteo... tudo.

Sinto-o abrindo caminho dentro de mim. Enlouquecida, me seguro em seus ombros enquanto ele me agarra impaciente pelo pescoço e me faz subir e descer para que se encaixe em mim uma vez depois da outra, ao mesmo tempo que me olha e me devora ávido.

Sua glande dura e quente entra e sai de mim com desespero, enquanto minha vagina se contrai e suga seu pênis. Mexo os quadris freneticamente e estremeço enquanto Matteo, com movimentos fortes e devastadores, continua me levando ao clímax.

Meus seios pulam diante dele e, quando sua boca agarra um mamilo e o morde ao mesmo tempo que ele me penetra, um orgasmo avassalador invade meu corpo. Enquanto isso, ele me come com força até que não consigo mais segurar e eu o escuto sussurrar meu nome entre gemidos e contrações. Quando tudo acaba e eu fico em cima dele, extasiada e suada, me dou conta de uma grande verdade. Estou completamente entregue a Matteo e apaixonada por ele.



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